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- Mistério:
O Mistério do Chupa-cabras
Estranhas mortes de animais
na região metropolitana de Curitiba. Apesar das
negativas oficiais das autoridades existem
evidências fortes indicando que os ataques tem
origem em um animal não catalogado pela Ciência.
Por
Carlos Alberto Machado ( cipexbr@yahoo.com )
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O
polêmico Chupa-cabras, em concepção
artística |
Introdução
Neste
espaço pretendemos divulgar e esclarecer
controvérsias e dúvidas sobre o caso
Chupacabras que aqui denominaremos Intruso
Esporádico Agressivo (I.E.A.).
Nosso trabalho iniciou-se em 1997 e de lá
para cá, procuramos desenvolver pesquisas no
intuito de esclarecer o fenômeno em todas as
suas facetas.
O que você
lerá agora é um pequeno resumo de uma obra
publicada intitulada “OLHOS DE DRAGÃO – ”, e
que estará a disposição dos interessados
diretamente com o autor. Vários
pesquisadores brasileiros se envolveram na
pesquisa e muitos serão citados. Criadores
de animais perderam todo o seu rebanho. Como
os senhores poderão notar a censura e a
omissão (bem como a desinformação e a
difamação) sobre o assunto vem se
verificando com êxito, até agora....
-
CHUPACABRAS - BRASIL
O polêmico
fenômeno Chupacabras vem repercutindo
novamente na mídia. Predador fugidio e
misterioso e de morfologia incomum, agente
de ataques insólitos a animais de criação,
caracteriza-se pelo silêncio absurdo de seus
violentos ataques, pela intrigante
capacidade e habilidade seletivas, e pelas
marcas de perfurações precisas e cirúrgicas,
sem mastigação, encontradas nos animais
vitimados, donde é-lhes extraído sangue ou
órgãos internos. Para situar o leitor na
fenomenologia a seguir, tentarei reproduzir
os eventos ocorridos em regiões do Brasil,
nos anos de 1997 a 2000.
- A
INVESTIGAÇÃO
Nossa pesquisa
iniciou-se a partir de quatro ataques de
estranho predador – o qual, neste artigo,
denominaremos de I.E.A. (Intruso Esporádico
Agressivo) –, ocorridos na chácara Recanto
dos Três, localizada na região de Campina
Grande do Sul, a aproximadamente 30
quilômetros da cidade de Curitiba. O
primeiro ataque ocorreu no final de janeiro
de 1997, atingindo várias ovelhas que
perderam bizarramente as orelhas e sofreram
várias escoriações pelo corpo. Algumas
morreram, outras ficaram anêmicas.
No mês de
fevereiro de 97, ocorreu mais um ataque.
Apesar de a chácara estar completamente
iluminada e com seguranças dia e noite, à
espera do predador, várias ovelhas ainda
apareceram inexplicavelmente atacadas.
Em março de
97, na mesma chácara, mais ataques e, no mês
seguinte, uma ovelha nova teve a cabeça
cortada: segundo testemunhas e levantamento
da pesquisa, aparentemente, os órgãos
internos haviam sido espantosamente
extraídos pela traquéia do pescoço e, à
semelhança do fenômeno das Mutilações, não
existia sequer uma marca de sangue no
animal, nem qualquer outro vestígio de corte
ou mordida externa.
Os casos foram
parar na Imprensa, e, como já se especulava
sobre ataques parecidos no interior de São
Paulo, em Porto Rico e no México (1995), e
na Espanha (1996) e em Portugal, repórteres
televisivos brasileiros relacionaram os
estranhos ataques no Brasil ao famoso
Chupacabras.
Imediatamente,
a Secretaria do Meio Ambiente de Campina
Grande do Sul, a Policia Florestal, o IAP
(Instituto Ambiental do Paraná) e a Emater
entraram no caso com a intenção de tentar
esclarecer o ocorrido. Passados alguns dias,
em nossas investigações pessoais,
encontramos pêlos num dos sítios de ataque,
os quais possivelmente poderiam ser do
predador.
Técnicos do
Zoológico de Curitiba também encontraram,
num dos sítios, o que parecia ser um bolo
alimentar contendo dezoito orelhas de
ovelhas. As orelhas estavam envoltas em um
muco gelatinoso, levando-os a diagnosticar,
a princípio, provável má ingestão por parte
do animal predador. Análises posteriores
foram prometidas pelas autoridades, mas
nunca foram publicadas. Alguns veterinários
chegaram a mencionar que as orelhas eram
arrancadas por mordidas provocadas por algum
tipo de cão. Tive a felicidade de encontrar
uma dessas orelhas em um dos locais de
ataque. Nela, percebe-se que não existem
marcas de mordida e sim de incomum corte.
Rastros de
patas apresentando três garras, ou dedos,
foram encontrados pelos técnicos do governo
local, bem como por nossa equipe de
pesquisadores e, devido à repercussão que o
caso vinha alcançando, foi prometido um
laudo oficial por parte do governo municipal
para a imprensa, em um prazo de uma semana.
Porém, já adiantando que as únicas hipóteses
plausíveis seriam as de ataques de suçuarana
(Leopardus pardalis) ou cães-selvagens (Cerdocyon
thous).
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Moldes
em gesso de pegadas descobertas em
locais de ataque. Tais pegadas não
puderam ser identificadas por
especialistas e são semelhantes à
pegadas encontradas em locais de
ataques ocorridos em outros países.
[Crédito: Carlos Alberto Machado] |
Os ataques nos
meses de abril e maio aumentaram em toda a
região, e encontramos várias chácaras que
perderam ovelhas nas mesmas circunstâncias
das anteriores, sem orelhas e sem sangue.
Nesta ocasião,
entrevistamos o mecânico Carlos Freitas,
morador em Pinhais, região metropolitana de
Curitiba. Ele dirigia, por volta de 1:30h.
da madrugada, seu carro-guincho, próximo ao
Trevo do Atuba, a 7 quilômetros de Curitiba.
Foi quando avistou uma criatura estranha
alimentando-se de um cachorro no acostamento
da BR 116, que vai para São Paulo. Era uma
criatura de 1,20m., apresentando pêlos
pretos, cabeça grande e olhos vermelhos.
Possuía braços longos e três garras. Quando
a criatura avistou as luzes de seu veículo,
fugiu rapidamente em direção à mata próxima
ao acostamento.
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Acima
uma das várias testemunhas visuais
do Chupa-cabras (IEA) na região
metropolitana de Curitiba.[Crédito:
Carlos Alberto Machado] |
Também
encontramos um morador em Campina Grande do
Sul que, em uma quinta-feira, no início de
maio de 1997, quando colhia caquis em sua
plantação, localizada em uma região
denominada Olhos d’Água, por volta de
15:00h., avistou uma estranha criatura
peluda saindo em disparada, em meio a
pequenas árvores. A testemunha, com o susto,
conseguiu apenas visualizar seu deslocamento
incomum, como se o animal estivesse pulando
muito rápido, como um canguru. Correu em sua
direção para tentar visualizá-lo melhor, mas
nada encontrou.
Dois dias após
esse incidente, começaram a ocorrer ataques
a ovelhas em uma chácara nas imediações.
Não menos
intrigante que o predador misterioso, foram
as suspeitas movimentações paralelas das
autoridades envolvidas. Em 13 de maio de
1997, na chácara Vó Laís, do Sr. Carlos
Meissner, a súbita visita de dois repórteres
interessados nos corpos de duas ovelhas
atacadas ¾ cujo singular ferimento em uma
delas, na cabeça, conformava um simétrico e
cirúrgico quadrado de lesão exposta ¾, foi
reveladora. Após adentrarem a propriedade,
inesperadamente acabaram revelando suas
identidades verdadeiras, como sendo ninguém
mais, senão a própria secretária Tosca
Zamboni, acompanhada do médico veterinário,
o Dr. Luiz Cintra. Curiosamente negando os
apelos do proprietário para a realização de
uma imediata necropsia (procedimento normal
mais do que necessário diante daquelas
circunstâncias anômalas), insistiram em
adiá-la para o dia seguinte. Entretanto,
durante a madrugada, o caseiro da chácara
vizinha, o Sr. Reinaldo, avistara o carro da
Sra. Secretária do Meio Ambiente, um fusca
amarelo, estacionado em frente da Chácara Vó
Laís, segundo acreditara erroneamente,
então, sob o consentimento do proprietário.
Na manhã seguinte, inconvenientemente, os
animais foram encontrados dilacerados o
suficiente para não se reconhecer mais nem a
característica ferida na cabeça em uma
delas. Ou muito nos enganamos, ou as pobres
ovelhas foram vítimas do que se chama, em
criminologia, de “queima de arquivo”...
- FALSOS
REPÓRTERES
Em 14 de maio,
a Secretária do Meio Ambiente, Tosca
Zamboni, promoveu uma reunião fechada, não
sendo permitida a entrada da Imprensa e nem
de pesquisadores locais. A única exceção foi
a presença da Rede Globo local, a qual teve
acesso apenas à algumas fotografias
selecionadas que não comprometiam a versão
oficial do caso. As mesmas foram exibidas,
no dia seguinte, no jornal do meio-dia.
Segundo foi noticiado, a reunião teria sido
feita com os moradores locais que teriam
perdido animais em suas chácaras, o que não
era verdade, porque a reunião fora seletiva.
Alguns moradores convidados afirmam que o
intuito da mesma era, claramente, o de as
autoridades tentarem convencer os
proprietários das chácaras Recanto dos Três
e Vó Laís de que os ataques foram realizados
por cães. Pretendiam, as autoridades,
encerrar o assunto por ali mesmo.
- O
BLECAUTE
Em uma
terça-feira, 24 de junho de 1997, ocorreu um
blecaute em Campina Grande do Sul e regiões
vizinhas, exatamente quando iria ao ar uma
matéria televisiva sobre o caso Chupacabras.
A maioria dos moradores na região
estranharam esse fato e relacionaram o
blecaute a uma possível censura tentando
impedir os moradores locais de assistirem às
tais matérias. No dia seguinte, a mesma
emissora responsável pela transmissão
reprovou no ar, publicamente, o ato de
censura das autoridades.
Entramos em
contato com o repórter Ney Inácio da Central
Nacional de Televisão(CNT), o qual nos
informou que a imprensa foi realmente
censurada, instada a não tocar mais no
assunto e encerrá-lo com a hipótese de
ataque de cães. Por não concordar com a
arbitrariedade da imposição, quase perdeu
seu emprego na rede de televisão em que
trabalhava.
-
AVISTAMENTOS DE OVNIs
Devido a
relatos de freqüentes avistamentos de
O.V.N.Is. na região de Campina Grande do
Sul, resolvemos realizar vigílias para
tentar registrar o fenômeno, e, por duas
noites seguidas, em 10 e 11 de junho,
filmamos um objeto aéreo não identificado em
evolução sobre regiões de ataque. Não
encontramos possíveis testemunhas que
observaram o I.E.A. saindo desses objetos,
mas achamos relevante a coincidente presença
desses objetos na região e sobre áreas de
ocorrência do fenômeno do predador. Uma
família ali estava sendo visitada inúmeras
vezes pelos O.V.N.Is. e, assustada,
procurou-nos, na intenção de tentar elucidar
mais esse mistério. Um galo que lhes
pertencia surgira também gravemente
machucado, com as lesões típicas do
predador, incompatíveis com qualquer
diagnose convencional. Ainda, outra chácara
nas imediações perdera 12 galinhas. Algumas,
ainda vivas, encontravam-se igualmente
machucadas na região frontal.
-
BLECAUTE
Dia 27 de
julho, entrevistamos três meninos que teriam
avistado um estranho fenômeno no dia 04 de
maio, em um campo de futebol da região,
quando empinavam uma pipa no meio da tarde.
Avistaram uma
estranha névoa escura, em forma de árvore,
que subia às alturas. Os três ficaram
assustados e começaram a correr em direção
oposta, dirigindo-se para suas casas. Dois
dos meninos mais curiosos pararam um
instante e olharam para trás, observando
que, no interior da nuvem – mais
especificamente na parte que lembrava um
tronco de árvore –, havia um vulto marrom
escuro, como o de um homem. Não conseguiram
ver detalhes e seus olhos ardiam. Observaram
ainda que a nuvem em forma de árvore baixou
de altitude e voltou ao barranco. Em
seguida, ouviram um som de grito desesperado
de um homem, e o medo tomou-lhes conta,
fazendo-os disparar finalmente em direção à
suas casas, a 50 metros do local.
Ao checar o
caso, notei que, no lugar em que se
encontrava a galinha morta descrita,
relacionada por eles com algum ritual,
restavam apenas algumas penas; mas não
encontrei qualquer indício de velas ou de
qualquer outro artefato utilizado em rituais
desse tipo. É possível deduzir que a ave
tenha sido mais uma vítima do predador
desconhecido, o I.E.A..
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Galinha
morta em circunstâncias estranhas na
região metropolitana de Curitiba.
[Crédito: Carlos Alberto Machado] |
Um outro fato
curioso ocorrera no dia 02 de janeiro, meses
antes do fato acima, por volta do meio-dia,
com a Sra. Maria, avó de um dos meninos. Em
entrevista conosco, afirmou que, ao esperar
pelo ônibus, ouviu rosnados que lembravam um
rugido de leão, deixando-a bastante
assustada. Imaginou que um leão havia
escapado de uma jaula, apesar de, naquela
região – em Campina Grande do Sul – não
existir nenhum criador de animais selvagens
e nenhum circo naquela época, passando por
aquela cidade. Em seguida, ouviu um som de
“pisadas na água” e vislumbrou um vulto
sobrevoando velozmente a região, não podendo
chegar a identificá-lo. Como estava no ponto
aguardando o ônibus que se dirigia a
Curitiba, achou melhor pegar qualquer ônibus
que a dirigisse para fora do local.
Confirmando
incidências recorrentes em minha pesquisa,
mais um caso aponta para uma estreita
relação entre o fenômeno Ufo e o I.E.A.. Em
matéria da revista UFO número 63, página 19,
intitulada: Seres alienígenas são comuns aos
moradores da Paraíba, vemos dois casos que
nos chamam a atenção. O primeiro trata-se de
dois jovens, os estudantes Ramilson Siqueira
e Arthur Vasconcelos, que em 20 de junho de
1979, avistaram uma criatura similar ao
I.E.A.. O segundo, ocorrido em 24 de junho
de 1997, aconteceu com a Sra. Maria do Carmo
que presenciou um objeto que lembrava um
“casco de tartaruga”. Em outra oportunidade
ela confessou à equipe do Centro Paraibano
de Ufologia (CPB), que avistara um objeto
que “possuía a forma de uma geladeira, de
dentro do qual saía uma fumaça branca. Maria
do Carmo declarou ter visto um animal
parecido com um cachorro surgir do interior
do objeto, correndo em direção ao mato.”
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CAÇADA AO I.E.A. E NECRÓPSIAS
No dia 07 de
junho, chegando a Campina Grande do Sul, por
volta de 17:00h., deparamo-nos com um
caminhão de exército vazio retornando à
cidade de Curitiba. Na cidade, observamos
estranho movimento de veículos que, de
faróis apagados, investigavam a região com
pessoas portando lanternas de mão. Algumas
vezes, alguns homens retiravam-se dos
veículos e embrenhavam-se mato adentro,
procurando alguma coisa. Perseguimos um dos
veículos e encontramos seu motorista em
estranha reunião no meio da rua com outros
dois motoristas. Todos apresentavam corte de
cabelo curto, ao estilo de policiais
militares. Devido ao avistamento de uma
viatura da Polícia Civil local nesta
operação, decidimos procurar, mais tarde,
entrevistar o delegado da região.
Nos dias que
se seguiram, recebemos vários telefonemas de
moradores na região, informando-nos que
estava ocorrendo alguma estranha operação em
Campina Grande do Sul, envolvendo cientistas
americanos, Exército e helicópteros.
Prosseguindo a
investigação, realizamos várias entrevistas
com moradores locais que confirmavam
movimentação fora do comum de viaturas
militares, inclusive, estacionadas em frente
à delegacia local. Recebemos a informação de
que havia ocorrido uma caça a um animal
estranho, e que este teria sido levado para
aquela delegacia. Alguns moradores
trabalhavam no campo e, em plena luz do dia,
avistaram uma estranha criatura. Munidos de
foices e de uma rede de pesca conseguiram
capturar o animal vivo. Como não sabiam o
que fazer, decidiram levá-lo para a
delegacia, onde presumiram ser o lugar mais
seguro para deixá-lo. O delegado teria mesmo
convidado vários moradores para irem à
delegacia contemplar a criatura, a qual
esvoaçava encarcerada dentro de uma das
celas. Em seguida, o delegado teria avisado
ao Exército, que imediatamente se locomoveu
até o local, levando dali a criatura.
Advertiram a população local e o pessoal da
delegacia para que não mencionassem o
incidente a ninguém.
Entrevistamos
o ex-delegado, agora aposentado, o qual
negou tudo, mas confirmou que uma viatura da
Policia Civil teria sido emprestada para a
Policia Militar. Seria provavelmente a mesma
viatura policial que se encontrava com os
faróis apagados e que conduzia homens com
lanternas direcionadas para o mato,
evidenciando que procuravam alguma coisa ,
como havíamos presenciado na noite da
vigília?
Em nossa
pesquisa também foi observado que todos os
animais atacados e mortos não apresentam
odor característico de decomposição, como
normalmente acontece com animais
recém-mortos. Marcas de ataque,
caracterizadas por três garras profundas,
foram encontradas em quase todos os ataques
analisados por nós.
Resolvemos
realizar os exames de Hemograma e Bioquímica
do sangue em uma clínica veterinária
particular, como garantia. Os exames
constataram Anemia Aguda e Anemia Crônica
nos três casos mandados à análise.
Os ataques
estenderam-se ao interior do Estado, e
resolvemos viajar em direção a Apucarana,
Maringá e regiões vizinhas para verificar
outros casos. Pesquisamos, em Cambira,
vários charrotes atacados, os quais se
encontravam também sem as orelhas. Em
Mandaguari, encontramos três ovelhas
atacadas sem orelhas, e uma não sobrevivera.
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Chacareiro
segurando dois gansos atacados em
sua propriedade. [Crédito: Carlos
Alberto Machado] |
- INICIAM-SE CAÇADAS AO PREDADOR
Trouxemos a Curitiba um dos 4 gansos que
encontramos atacados em Apucarana, a fim de
realizar uma necropsia e novamente
verificamos a existência de pouco sangue e
das características marcas de três garras no
corpo da ave. Mais uma vez, não havia odor
de decomposição; levando-nos à hipótese de o
predador injetar, no ataque, alguma espécie
de anticoagulante ou outro agente químico
que suspenda temporariamente a deterioração
natural do corpo da presa.
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Imagens
da autópsia dos gansos de Apucarana.
[Crédito: Carlos Alberto Machado] |
Dia 18 de
julho, no bairro do Boqueirão, na cidade de
Curitiba, mais de 30 galinhas apareceram
mortas. A proprietária achou tratar-se de
ataques de cães, mas não conseguiu explicar
o “silêncio” do ataque. Um dos veterinários
que estava me auxiliando, realizou necropsia
em várias galinhas, mas não conseguiu
concluir com exatidão o que as atacou.
Afirmou, porém, que as marcas encontradas
eram similares às encontradas nos gansos e
ovelhas observados nos ataques de Campina e
Bocaiúva – PR.
Em
Adrianópolis, cidade localizada ao norte do
estado, entramos em contato com outro
veterinário que nos informou com maiores
detalhes sobre ataques naquela região. Uma
cabra, sete gansos e dois cães teriam sido
atacados em 17 de julho. Na cabra, além da
falta de sangue coagulado, o veterinário
constatou que, apesar da existência de um
orifício na barriga do animal, o único órgão
que faltava, era o coração.
No dia
seguinte, conhecemos os dois cães que
possivelmente foram atacados pelo I.E.A.. O
macho apresentava cortes profundos e a
fêmea, marcas como a de três garras,
idêntica às das ovelhas, éguas, galinhas,
gansos e às cabras de Porto Rico. Os dois
foram encontrados machucados em uma região
de milharal próxima àquela cidade.
Observando o corte verifica-se que o animal
atacante possui garras muito afiadas.
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Imagem
de cão atacado pela estranha
criatura em Adrianópolis. O animal
apresentava as mesmas
características dos animais
vitimados em dezenas de cidades
afetadas pelo Fenômeno. [Crédito:
Carlos Alberto Machado] |
Depois de ter
realizado as necropsias nos animais, o
veterinário de Adrianópolis, foi advertido
pelo delegado local de que não deveria tê-lo
feito; e que deveria ter aconselhado ao
proprietário dos animais para que este os
enterrasse e encerrasse o assunto, pois o
delegado não achava aconselhável vir à tona
o assunto do Chupacabras naquela região.
O proprietário
da chácara que perdera os gansos e a cabra
chamou-nos a atenção para o fato de que a
cabra estava no curral, mas, ao ser
encontrada morta, encontrava-se em um
pequeno lago dentro da propriedade. Para
chegar aquele local, seria necessário que o
animal atacante arrastasse a cabra passando
por três cercas. O que intrigava era como o
animal atacado teria ido parar naquele lago
distante do curral, sem deixar rastros?
Outra
observação do proprietário foi a de que seu
cachorro, que sempre o acompanha a qualquer
lugar da propriedade, desde o dia do ataque,
não o acompanhava mais a certos lugares.
Realizamos um teste e percebemos que seu cão
realmente não se aproximava do local do
ataque, aparentando visível receio. Notamos
também que vários cães de outras
propriedades nas cidades pesquisadas,
apresentavam o mesmo comportamento.
No dia 24 de
julho, dirigimo-nos a Bocaiúva do Sul, para
verificar um segundo ataque do I.E.A. na
chácara do Sr. M., que, desta vez, perdera
mais 18 gansos. O Sr. M. guardou em seu
freezer o corpo de um dos gansos atacados,
para que pudéssemos levá-lo ao veterinário
para uma necropsia marcada para o dia
seguinte. O ganso apresentava um pequeno
orifício de 10 cm. em seu peito. Na parte de
trás, notavam-se as marcas de garras do
animal atacante e a ausência de sangue no
corpo ou nas regiões afetadas. Segundo o Sr.
M., todos os 38 gansos atacados em sua
chácara apresentavam as mesmas marcas. Ele
cria ovelhas, gado e galinhas, mas nenhum
deles foi tocado, apenas essas aves. Dos
quarenta gansos anteriormente pertencentes
ao Sr. M., somente três sobreviveram.
No dia
seguinte, 25 de julho, na necropsia,
percebemos de novo que a ave, do sexo
feminino, não apresentava o odor
característico de animal em decomposição,
apesar de estar morta há quatro dias.
Observou-se inicialmente que a ave teria
sido atacada por garras em três regiões
diferentes do corpo, duas na parte de trás e
uma próxima ao pescoço. Existia um orifício
de aproximadamente 10 cm. de diâmetro no
peito e reparamos que a parte da pele que
recobria o corte não fora extraída
totalmente. Era como se conformasse uma
tampa no local do orifício. Com uma pinça, o
veterinário observou que o buraco era
profundo, demonstrando não ter sido
produzido por uma mordida comum. Abrindo o
animal, não reparou qualquer falta de órgãos
internos, mas encontrou apenas duas bolinhas
de sangue coagulado. Retirou alguns órgãos,
como o coração e o fígado, e notou que, no
coração, não restava qualquer vestígio de
sangue, revelando assim que havia sido
retirado praticamente todo o sangue da ave.
O fígado apresentava-se ligeiramente
amarelado, como o das galinhas encontradas
no bairro Boqueirão em Curitiba,
demonstrando que, ou a ave consumia muito
milho, ou era indício de alguma complicação
mais séria.
-
DEPOIMENTO MILITAR
No dia 15 de
julho, conhecemos um militar, o qual nos
confirmou a ocorrência de uma grande
operação secreta, envolvendo cientistas
americanos e brasileiros, Exército, Polícia
Militar, Aeronáutica, Polícia Florestal,
Emater, IAP (Instituto Ambiental do Paraná)
e Secretaria do Meio Ambiente, que tinha
como objetivo caçar a criatura.
Segundo seu
depoimento, depois de várias observações, em
uma chácara de Campina Grande do Sul,
montaram uma armadilha com uma jaula de
ferro suspensa em uma árvore, armadilhas
terrestres do tipo que prendem urso e, como
isca, sangraram uma ovelha ainda viva.
Atiradores de elite acertaram o animal, por
três vezes, com dardos tranqüilizantes, os
quais não surtiram efeito. Em seguida, um
atirador disparou um projétil com a intenção
de matar a criatura, que caiu desfalecida.
Colocaram a
criatura em uma caixa especialmente
confeccionada para ela a qual fechava-se
hermeticamente. Em um caminhão frigorífico,
conduziram-na à cidade de Londrina, onde
pode ser observada por alguns peritos da
Universidade de lá. Dias depois, um avião
civil americano desceu no aeroporto de
Londrina e levou a criatura para os Estados
Unidos.
O militar
confirmou-nos ainda a descrição do animal
como sendo bípede, com 1,70m., olhos
vermelhos saltados para fora. Tinha as
orelhas protuberantes, voltadas para cima, o
nariz chato, a boca pequena apresentando os
caninos estendidos para fora; pêlo curto e
escuro, lembrando o pêlo de foca. Também,
escamas nas costas, com várias barbatanas
verde-musgo que iam da parte de trás da
cabeça até o cóccix. Possuía ainda três
garras para a frente nos pés e uma pequena
voltada para trás. Em sua mão, notavam-se
três garras que lembravam lâminas muito
afiadas, não se assemelhando a unhas. Foi
assim testemunhada pelos militares e
integrantes dos órgãos governamentais que
participaram da operação de caça na ocasião.
Com o passar
do tempo encontramos outras testemunha que
confirmaram a história que o agente de
polícia havia-nos contado.
- SURGEM
MAIS OVNIs
No dia 03 de
agosto, foi noticiado, por rádio, o fato
curioso de que estavam sendo organizadas
carreatas para a cidade de Adrianópolis,
para observação pública de O.V.N.Is. No
programa, entrevistou-se inclusive o
prefeito de Adrianópolis que, ao contrário
do delegado, convidava as pessoas para irem
observar O.V.N.Is. na região de Ribeira,
cidade vizinha que só dá acesso por balsa.
Na entrevista, o prefeito também afirmava
que um policial rodoviário teria visto um
objeto voador não identificado em uma
estrada próxima à cidade de Ribeira, no
estado de São Paulo. Afirmou que várias
pessoas estavam filmando e fotografando
esses objetos.
Curiosamente,
o prefeito é bastante conhecido do delegado,
o qual era o mesmo que, quando soubera do
caso dos animais atacados naquela região,
havia advertido o veterinário local de que
este não deveria ter realizado autópsias nos
animais e que o caso deveria ser encerrado o
mais rápido possível, pois nem a população
local e nem a imprensa deveriam tomar
conhecimento do fato. Se ele não tinha
interesse em que a mídia ou a população
tivessem acesso ao caso, por que agora o
prefeito convidava as pessoas a irem ver
O.V.N.Is. na região?
Poderíamos
supor que seu interesse em uma movimentação
de veículos de fora poderia servir para
encobrir uma operação secreta de caça ao
I.E.A.. Pois ele, como autoridade local,
teria obrigação de realizar tal tarefa.
Adrianópolis é uma pequena cidade com apenas
uma rua principal e, numa operação secreta,
um número razoável de veículos de fora
levantaria muitas suspeitas da população
local. Então, seria de grande conveniência
atrair pessoas de fora, para irem àquela
cidade? Ou melhor, atravessarem a cidade e
dirigirem-se a Ribeira, do outro lado do
rio, para verem O.V.N.Is.. Assim, a cidade
não suspeitaria da movimentação de outros
veículos de fora que, na verdade, estariam
realizando a tal operação secreta. Uma
operação idêntica à que ocorreu aqui em
Campina Grande do Sul, próximo a Curitiba,
no mês de maio.
Como se não
bastassem tantos ataques, no dia 05 de
agosto daquele ano, 66 ovelhas foram mortas
e 17 feridas na cidade de Ortigueira, no
interior do estado do Paraná. Todas foram
encontradas sem sangue, com orifícios no
pescoço e bizarramente “empilhadas” no canto
do aprisco. Não se encontrava sangue nem na
madeira do chão do aprisco. O médico
veterinário José Francisco Roncaretti, que
esteve na Fazenda Vale do Sol, examinando os
animais, percebeu que os orifícios
assemelhavam-se a um buraco de broca. Também
notou que, em suas mãos, ficou uma
substância pegajosa que, a princípio, não
soube identificar. Estarrecido, afirmou que,
em seus 23 anos de profissão, nunca havia
visto coisa parecida. Ora! Para se
amontoarem os animais naquela disposição,
seria necessário que o animal possuísse
braços e, como cães não têm braços, fica
descartada essa hipótese. Mas os
veterinários da Universidade de Londrina
insistiram que se tratava de ataque de cães.
Outro fato curioso é o de que os animais
mortos, mais tarde, foram todos queimados e
não consumidos. Quem se arriscaria a comer
carne de ovelha atacada por sabe-se lá o quê
?
Posteriormente, na noite de 07 de agosto,
foram avistados vários O.V.N.Is. na região
de Bocaiúva do Sul, presenciados por vários
moradores que saíam da igreja. Na mesma
noite, o Sr. M. perdeu os gansos restantes e
outro morador local perdera várias aves de
sua propriedade. Também foram encontradas,
nos sítios de ataques, várias pegadas
idênticas à encontrada em um caso paulista.
Em 25 de
agosto de 1997, mais 23 ovelhas foram mortas
em circunstâncias similares dentro do
aprisco e sem sangue na Fazenda Roseira na
cidade de Sertanópolis (PR), perfazendo um
total de 89 ovelhas em um período de apenas
20 dias!
Com a ajuda de
Carlos Meissner, morador da região,
construímos uma armadilha confeccionada com
ferro. Como isca utilizamos dois patos (foto
12). Também conseguimos utilizar uma
minicâmera infravermelha que, esperávamos,
proporcionar-nos-ia imagens do I.E.A.
atacando suas vítimas (foto13). Alguns dias
aguardando, recebemos o telefonema do
proprietário da chácara onde instalamos a
armadilha, informando que esta havia sido
disparada, mas que, infelizmente, fosse o
que fosse que havia entrado, saiu com certa
facilidade. Arrebentou os ferros e fugiu com
uma das presas. Pelo menos conseguimos mais
uma amostragem de pêlos. Apesar de
utilizarmos a câmera que ficava
constantemente filmando algumas galinhas,
nada conseguimos de conclusivo, a não ser a
inquietante desconfiança de que o predador
desviara-se, convenientemente, do foco da
câmera .
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Ovelhas mortas no caso de Ortigueira
[Crédito: Carlos Alberto Machado]
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- MAIS
CAÇADAS
Quatro dias
antes, em Bocaiúva do Sul, o Sr. Edsom,
caseiro de uma chácara, escutou vários tiros
e foi verificar o que acontecia. Escondeu-se
por detrás de uma árvore, para não levar um
tiro, e ,com uma lanterna, apontou o rifle
em direção a um vulto na escuridão.
Deparou-se com uma estranha criatura que
possuía dois enormes olhos vermelhos e uma
estranha crista nas costas. Arrepiou-se
todo, vacilando e deixando a criatura
escapar.
Independentemente do que as autoridades
estavam afirmando, os moradores de regiões
atacadas, assustados, realizaram
perseguições e verdadeiras caçadas a um
animal que sabiam não ser um cachorro, andar
em duas patas com três garras, às vezes,
utilizando-se das dianteiras para se apoiar.
Sabiam que possuía dois olhos vermelhos que
tinham capacidade de atrair suas vítimas e
dentes caninos nada convidativos.
Em Campina
Grande do Sul, conversamos com Viviane
Cintra, que nos revelou um ataque a uma
galinha de sua propriedade. Segundo Viviane,
a ave apresentava toda a cabeça esmigalhado
e, o mais estranho, em sua opinião, o ânus
parecia-lhe perfurado artificialmente,
conformando um orifício cirúrgico e
perfeito, anormal. Ela declarou que
resolveu, por conta própria fazer uma
verificação interna. Quando abriu a ave,
assustou-se, pois nada encontrara em seu
interior. Todos os órgãos internos haviam
desaparecido.
- MAIS
TESTEMUNHOS DOS ATAQUES
Em 1997, o Sr.
Gentil Silvestre, acompanhado de mais 7
pessoas, encontrava-se na Fazenda os
Coqueiros próximo ao Gerivá, região de São
João da Boa Vista (SP). Súbito, avistaram
uma vaca que surgiu do mato próximo à
estrada. Atrás dela, vinha um “ser” descrito
como o I.E.A. que, pulando feito um canguru,
derrubou sua vítima e mordeu seu pescoço. As
testemunhas atônitas começaram a jogar
pedras na intenção de afastá-lo da vítima.
Dois cães da raça Doberman atacaram-no mas
ele os afastava- com um de seus braços. Um
dos cães conseguiu dar-lhe uma mordida, o
que aparentemente o espantou, fazendo-o
desaparecer mato adentro. As testemunhas
verificaram que a vaca caiu por várias vezes
e encontraram um orifício em seu pescoço.
Aparentemente, muito sangue havia sido
drenado. Tais ataques não pertencem a nenhum
predador comum.
-
EXPLICAÇÕES NADA ESCLARECEDORAS
Na
segunda-feira, dia 25 de agosto, o
telejornal Hoje, da Rede Globo, noticiou que
a equipe de veterinários da Universidade de
Campinas (UNICAMP), chefiados pelo médico
Badan Palhares, concluíram, a princípio, que
o ataque realizado na cidade de Presidente
Prudente (SP), tinha como responsável um
cão-selvagem – também conhecido, segundo
informação da equipe, pelo nome científico
“Canis thous”. Um animal raro que, segundo
Badan, viveria nas matas. Especulou-se que o
motivo de seu aparecimento repentino teria
sido ocasionado pelo desmatamento de nossas
áreas florestais.
Curiosamente,
não foi mostrado filme, foto ou desenho
deste misterioso animal. Tampouco,
testemunhas oculares deles. Também não foi
explicado se esse “Canis thous” que, segundo
o telejornal, tratava-se do Chupacabras,
seria o mesmo responsável pelos inúmeros
casos de ataques que vinham ocorrendo
massivamente em nosso país. Não foi
explicado, ainda, por que os animais locais
não faziam nenhum ruído no momento do
ataque, nem por que os mesmos não reagiram
em defesa de seu território, como
normalmente o fazem. Desnecessário dizer que
nem explicaram as características anômalas
desses ataques – exaustivamente levantadas
nesta pesquisa, até agora.
O mais
curioso, é que, até aquela data, não se
sabia que, em Presidente Prudente, havia
ocorrido algum tipo de ataque do gênero
I.E.A.. Tão a par da fenomenologia já nos
encontrávamos, que obviamente compreendemos
ser, uma das intenções do Governo, a de não
alarmar a população. Certamente, concluíram
– ou sabiam – que os ataques cessariam
repentinamente, como em outros países.
Diz-nos a experiência, que a escolha da
equipe do Dr. Fortunato Badan Palhares é o
procedimento-padrão para casos “insolúveis”
em nosso país. Aguardamos até a próxima
terça-feira, quando foi prometido um laudo
oficial sobre o caso. No dia 26, foi
divulgado à Imprensa o laudo baseado nas
análises de pêlos encontrados, oriundos dos
possíveis predadores de Presidente Prudente,
que emitia a seguinte conclusão:“As ovelhas
foram mortas por cães-selvagens. Os peritos
da Unicamp ligam o fenômeno dos ataques a
animais no campo, ao desmatamento e à grande
quantidade de cães vadios que circulam pelas
cidades. Ao fugirem para a zona rural,
adaptam-se ao novo meio, tornando-se
selvagens e organizando-se em matilhas.(
“Mais 23 ovelhas são mortas na região”.
Folha do Paraná, p. 3, terça-feira, 26 de
agosto de 1997).
No dia 27 de
agosto, no caderno 1, do jornal “Folha do
Paraná”, encontramos a seguinte matéria,
denominada “Especialista teme extinção”: “A
bióloga Giselda Person, do Núcleo de
Monitoração Ambiental da Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA),
considera “precipitada” a hipótese levantada
pelo perito Fortunato Badan Palhares, da
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP),
de que o animal que ataca as ovelhas seria
um cachorro do mato... ela teme que os
exemplares de cachorro do mato ainda
existentes passem a ser caçados de forma
indiscriminada, o que poderia levar à
extinção da espécie”(....)“Na opinião da
bióloga, a hipótese levantada por Palhares,
baseada na análise de pêlos encontrados
perto dos animais mortos, é “pouco
consistente”. Em sua opinião, o fato desses
vestígios terem sido achados nos locais onde
ocorreram as mortes, não basta para concluir
que as vítimas tenham sido atacadas pelo
cachorro do mato. “Esse animal pode até ter
sido atraído pelo cheiro dos animais mortos,
mas isso não significa que tenha conseguido
atacá-los”.(“Especialista teme extinção”.
Folha do Paraná. Caderno 1, p. 8,
quarta-feira, dia 27 de agosto de 1997).
Na mesma
página, vemos, em outra manchete, a opinião
da bióloga Kátia Cassaro, que endossa a
opinião de Giselda: “Embora mais valentes do
que o lobo-guará e capazes de enfrentar o
homem, os cachorros do mato são muito
pequenos para sequer tentar atacar um
carneiro, geralmente não pesam mais do que
um cachorro “fox-terrier”, e se alimentam de
passarinhos, roedores e, no auge da fome,
são capazes de atacar um galinheiro”,
explica a bióloga. Para ela, o nome em
inglês do cachorro do mato já dá uma idéia
de suas limitações, “crab-eating fox”, isto
é, raposa comedora de caranguejos.
Para Kátia, é
inocente o “Cerdocyon thous”, nome
científico do cachorro do mato, porque os
primeiros ataques foram registrados no
México e em Porto Rico, onde a espécie não
ocorre, pois sua distribuição vai do Uruguai
à Venezuela e Colômbia. O que é mais
suspeito, de acordo com a bióloga, é a
afirmação de que o animal chupa o sangue das
vítimas, pois nenhum predador faz isso, nem
mesmo o morcego, que simplesmente lambe a
ferida por onde escorre o sangue.(“Biólogos
do Zôo de São Paulo acham que felino mata
ovelhas”. Folha Paraná. Caderno 1, p.8,
quarta-feira, 27 de agosto de 1997).
De posse de
toda informação coletada por nós, e agora
passada ao leitor também, é-nos de fácil
dedução que o intuito de tal laudo oficial
tinha, como objetivo maior, encerrar o
assunto perante a imprensa e a curiosidade
pública que, àquelas alturas, já se
encontrava alarmada. Esse tipo de manobra de
acobertamento já foi utilizada por várias
vezes, os pesquisadores o sabem. Finalmente,
pesquisando em literatura especializada, não
encontrei o termo científico “canis thous”,
mas apenas referências ao “Cerdocyon thous”,
também conhecido como cão-selvagem.
Aparentemente, para a ciência, “Canis Thous”
não existe. A opinião pública, mais uma vez,
“caiu como um patinho” nas garras da
desinformação.
- CASOS
MAIS RECENTES
Wallacy
Albino, na época, pertencente ao GUG (Grupo
Ufológico do Guarujá) enviou-me um recorte
de um jornal da Bahia, 17 de maio de 1998,
quando esteve naquela cidade em férias.
Observando que se tratava de casos de
ataques similares aos ocorridos em 1997,
narrados neste artigo, entrei em contato com
o pesquisador Emanuel Paranhos, que preside
o SEULF (Sociedade de Estudos Ufológicos de
Lauro de Freitas), em Feira de Santana (BA).
Em vários contatos telefônicos, tomei
conhecimento de inúmeros casos recentes de
ataques a animais da região, precedidos de
avistamentos de O.V.N.Is., mas que, até o
momento, não testemunhavam o predador.
Apesar disso, os ataques são similares, em
gênero e número, ao que vinha ocorrendo aqui
no Sul do país. Na maioria das propriedades
onde ocorreram casos de ataques, novamente
os cães de guarda não fizeram qualquer
ruído. O jornal A Tarde de Feira de Santana
(BA) praticamente cobriu todos os casos
daquela região.
- O
CHUPACABRAS VOLTA A ATACAR
Aparentemente,
o I.E.A. retornou. O “Estado de São Paulo”
publicou um novo caso envolvendo a morte de
9 porcos, em 24 de maio de 1999, em um sítio
de Araçoiaba da Serra, na região de Sorocaba
(SP). O caseiro do sítio, Valdelei dos
Santos e sua esposa, avistaram, levantando
do chão, por volta de 2h. da madrugada, duas
luzes no céu. Em seguida, verificaram que um
dos porcos estava morto com várias
perfurações. No dia seguinte, encontraram o
restante dos porcos espalhados pelo terreno
até 150 metros do local. Estranharam que não
havia rastros de locomoção, marcas de
pegadas e que a porteira onde
encontravam-se, originalmente, estava
trancada a cadeado. O proprietário tomou o
cuidado de abrir alguns porcos, mas
encontrou sangue em pouca quantidade.
Estranhou em demasia, pois esse tipo de
animal costuma conter muito sangue. Em 1998,
já havia ocorrido um caso semelhante naquela
propriedade com uma cachorra que apresentava
três perfurações no pescoço. Na ocasião, a
caseira também lembra-se de ter avistado
luzes no céu.(“‘Chupa-cabra extraterrestre’
ataca 9 porcos”. O Estado de São Paulo. 26
de maio de 1999).
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Corte profundo na traseira de um
porco que sobreviveu à um ataque
ocorrido em Araçoiaba da Serra (SP).
Percebe-se o corte limpo, profundo e
preciso. [Crédito: Carlos Alberto
Machado] |
Na última
semana de maio de 1999, o I.E.A. retornou ao
Paraná. Desta feita em uma pequena chácara
localizada no bairro da Cidade Industrial em
Curitiba (PR). As vítimas foram várias
cabras apresentando três orifícios no
pescoço. Dia 02 de junho de 1999, a mesma
chácara perdeu mais 4 gansos nas mesmas
circunstâncias. Aqui, novamente, os cães
permaneceram silenciosos à aproximação do
I.E.A..
Na madrugada
do dia 04 de junho, o Sitio Torú, de
propriedade da Sra. Maria Aparecida Mendes,
localizado no Bairro Taquaral, em Mairinque,
região de Sorocaba (SP), perdeu 40 aves
entre patos e gansos. Todos apresentavam
dois a três orifícios e falta de sangue. Os
dois cães de guarda não latiram e estavam
assustados.
Sincrônicamente, estamos passando por
algumas pequenas Ondas de O.V.N.Is. no
Paraná (mais especificamente, em Curitiba),
em Santa Catarina (Joinville) e em São
Paulo.
Agora, no ano
de 2000, soubemos pelo grupo ufológico
paulista GEONI que mais dois casos recentes
ocorreram em cidades do interior paulista.
Ovelhas e galinhas, foram vítimas. Antes
porém, tomamos conhecimento, que ocorreram
vários casos de ataques suspeitos do
predador, no Chile e na Argentina,
precedidos pelos estados brasileiros de Rio
Grande do Sul e Santa Catarina.
No dia 07 de
setembro em Campina Grande do Sul (PR), mais
uma ovelha fora vítima do predador. Desta
feita, fora-lhe retirado além do sangue, a
língua e o coração. Quando entrevistamos o
proprietário, soubemos que ele já perdera em
circunstâncias similares, na semana
anterior, mais duas ovelhas. Novamente estão
sendo acusados pelos novos ataques, animais
predadores comuns.
-
OLHAR
HIPNÓTICO
O silêncio que
se apresenta nos ataques e a aparente
facilidade com a qual o I.E.A. ataca suas
vítimas, atribui-se ao seu olhar hipnótico,
descrito por algumas testemunhas. Seus olhos
vermelhos, por alguma razão, exercem uma
forte influência sobre quem os observa,
forçando-lhes uma certa atração
desconhecida. Sabemos que para se hipnotizar
um ser humano existe certa dificuldade, pois
temos força de vontade, cuja resistência
impõe obstáculos a uma indução hipnótica
sobre nós, mas não sobre os animais, que não
a possuem.
Em depoimento
ao jornal curitibano Tribuna do Paraná, de
04 de julho de 1997, dois motoristas – o Sr.
Jaime Flores e o Sr. Lauri Alves de
Oliveira, da empresa Pluma – afirmaram que,
ao consertarem o ônibus que apresentava
problemas na estrada, próximo ao trevo de
Irati – aproximadamente 178 km. de Curitiba
– avistaram um animal bípede (similar às
descrições anteriores) atravessando a
estrada. Ao olharem para “ele”, sentiram-se
atraídos. E só não foram em sua direção,
porque ficaram assustados. A força de
vontade deles se sobrepôs a do predador
(“Chupa-cabras passeava na estrada” –
Tribuna do Paraná – p.08 – Sexta-feira, 04
de Julho de 1997).
Não podemos
esquecer também que alienígenas já nos
demonstraram inúmeras vezes que hipnose e
mesmerismo são o seu forte, quando se
tratando de abduções.
-
ESTATÍSTICAS
O Intruso
Esporádico Agressivo, já ganhou vários nomes
como “Chupacabras”, “Arranca-Línguas”, e
“Chupa-Sangue”, devido ao tipo de animais
que ataca e o modo como são mutilados. Aqui,
no Brasil, poderia muito bem ser chamado de
“Chupa-ovelhas”, já que a maioria dos
ataques ocorreram com ovinos, 335 no total.
Sem deixar de lado também as cabras, mais de
200, e os gansos, perto de 140.
Possivelmente,
pesquisamos uma percentagem pequena do
número total de ataques ocorridos em nosso
país, visto que dependíamos de informações
publicadas ou de informações de terceiros
para chegarmos aos sítios de ataques.
Independente dos já bem conhecidos casos da
América Central, o que importa aqui é a
pesquisa feita no território brasileiro.
Mais especificamente, Paraná e São Paulo.
No Brasil,
conseguimos levantar o número total de 836
animais em 72 casos, entre os meses de
Janeiro e Agosto de 1997. Desse total, a
maioria eram espécimens representando o sexo
feminino. Em muitos casos, observou-se que
os representantes masculinos nem sequer eram
tocados. Muitos, inclusive, continuaram
soltos, pastando normalmente nos campos, sem
serem molestados em nenhum momento. De um
modo geral, a maioria dos ataques até agora
conhecidos, ocorreu no mês de Julho, à
noite, nas luas minguante e crescente. Quase
todos perto de lagos, riachos ou rios.
Segundo o boletim Espacio Compartido, na
Espanha, também foi verificado que o
Chupacabras “aumentava seus ataques no
período de inverno.” ( Boletim “Espacio
Compartido”, n. 15, p.10, Barcelona,
Espanha, 1997).
Nos meses de
setembro, outubro e novembro, continuaram a
ocorrer casos de ataques do Chupacabras, mas
em proporção menor, finalizando-se no mês de
dezembro, quando, no Sul, aparentemente,
cessaram os ataques.
Sincrônicamente as aparições de O.V.N.Is.
são comuns nos locais de ataques.
O número de
testemunhas do I.E.A., perfazia um total de
50, até o mês de setembro de 97. Sendo que,
no estado do Rio de Janeiro, foram
avistados, por 3 testemunhas, 2 animais que
conferem com a descrição do Chupacabras.
Além do
Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, outros
casos de ataque ocorreram também no Espírito
Santo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
O cálculo
estatístico dos ataques aqui apresentados é
baseado nos casos de que se tem notícia.
Acreditamos que os números sejam bem
maiores, porque, provavelmente, ocorreram
muitos outros casos de ataques que não foram
divulgados.
- ALGUMAS
CONCLUSÕES
Nota-se que a
ausência de sangue nos animais sugere que
este seja sugado(ou “extraído”?). Procurei,
em literatura especializada, animais que
sugam sangue. Encontrei somente pulgas,
carrapatos, piolhos, mosquitos e
sanguessugas como responsáveis por tal
proeza. Suçuaranas, cães selvagens, furões,
jaguatiricas ou qualquer outra espécie de
canino ou felino não têm capacidade de sugar
o sangue de suas vítimas. No máximo,
conseguem lambê-lo, como o fazem os
morcegos-vampiros (Desmodus rotundus),
hematófagos por excelência. Estes, por sua
vez, quando atacam sua vítimas, perfuram o
couro com suas presas, esperam que o sangue
escorra para lambê-lo. Ou seja! Todos esses
animais responsabilizados e conhecidos da
Ciência Biológica nunca são dotados da
capacidade de sugar sangue, como alguns
veterinários o querem fazer crer.
Até o momento,
concluímos, hipoteticamente, que o fenômeno
relaciona-se à experiências genéticas
alienígenas, ou a algum tipo de animal
“solto” por seres alienígenas, superiores em
tecnologia, no intuito de realizarem algum
tipo de experimento que, para nossa
compreensão é ainda inexplicável. Devido ao
seu comportamento agressivo e à sua provável
limitada inteligência técnico-operacional, a
qual a experiência ensinou-nos a não
menosprezar, provavelmente não teria
capacidade de pilotar os O.V.N.Is., mas
poderia, possivelmente, ser transportado em
seu interior, acompanhado por alienígenas.
Em literatura especializada encontramos
referências a seres alienígenas ocupando-se
das mutilações, enquanto que outros seres,
muito assemelhados ao I.E.A., guardam a
região, possivelmente espantando curiosos
indesejados.
O pesquisador
Luiz Ribas supõe tratar-se de seres
intraterrestres (ou algum tipo de dinossauro
pré-histórico remanescente), que estariam
vivendo no subterrâneo de nosso Planeta, já
que, em várias regiões de nosso país, onde
se realizam esses ataques, existem várias
cavernas ainda não totalmente conhecidas e
exploradas pelo homem. Terremotos foram
constatados justamente naquela época em
nosso país.
Outra hipótese
curiosa é a do pesquisador Fernando
Grossman, que fez um estudo teórico
demonstrando que o I.E.A. pode ser um inseto
gigante, mutante, mimético, conseqüência de
experiências atômicas realizadas na década
de 70, próximo a região de Porto Rico. Aqui
cabe ressaltar que pesquisadores
conspiracionistas poderiam supor que o
I.E.A. poderia ser algo do tipo descrito por
Grossman, mas perfeitamente controlado por
algum Governo Oculto. (Dissertação de
mestrado de Cláudio Tsuyoshi Suenaga, 1998)
Curiosamente
podemos notar que esse predador tem
aparecido constantemente em países de língua
latina o que nos deixa a pensar se não o
poderia ser.
Ainda, Márcia
Filpo levanta a hipótese de o predador ser
produto híbrido dos infames intercâmbios
tecnológicos e genéticos entre sociedades
alienígenas e o governo secreto paralelo da
Terra. Nada improvável também, diante das
inúmeras experiências obscuras nesse campo,
desde o III Reich até as inescrupulosas
incursões científico-militares de projetos
secretos na atualidade, quem sabe,
comprometendo, ainda hoje, renomadas
autoridades em atividades secretas nos seus
laboratórios subterrâneos .
Vale ressaltar
aqui, as inúmeras denúncias, no decorrer da
minha pesquisa, comprometendo ilustre
figura, no campo científico nacional,
envolvida com experiências genéticas
paralelas nesse campo obscuro da ciência
secreta.
Os três
pesquisadores, bem como a pesquisadora
Eliana Palma, participam, com suas teorias,
de meu livro: “Olhos de Dragão – relatório
Chupacabras”, com aproximadamente 250
páginas e que já está no prelo.
O I.E.A. pode
estar coletando sangue e cartilagem dos
animais atacados a serviço de seres
alienígenas, como também pode estar se
alimentando para garantir sua própria
subsistência. Sua curiosa preferência por
fêmeas leva a crer que esse animal
desconhecido possui um faro apurado, que lhe
permite localizar sua presa pelo odor
característico das fêmeas (hormônio
estrógeno).
Depois de
análises realizadas pelos veterinários
auxiliares em nossa pesquisa, de consultas a
imagens e dados recolhidos e do resultado do
Hemograma, conclui-se, até o momento, sobre
o predador:
-
Não se
caracterizaram ataques oriundos de
animais caninos ou felinos.
-
Trata-se
de vários animais.
-
Os animais
predadores em questão são dotados de
comportamento e habilidade inteligentes
e sobrecomuns.
-
Os animais
mutilados, mortos ou vivos, apresentam
um padrão de arranhões, em número de
três, demonstrando que os animais
atacantes possuem três garras. As
perfurações simétricas e limpas não
apresentam sinais naturais de
mastigação, característica de qualquer
mordida de predador comum.
-
Pela
profundidade das pegadas com três dedos,
deduz-se que os predadores sejam animais
de médio porte, com força descomunal.
-
Pelas
imagens observadas dos animais que
sobreviveram, pode-se concluir que,
enquanto uma garra segura o focinho,
outra corta as orelhas como uma espécie
de tesoura, conformando, em alguns
casos, um corte reto. Em algumas
ovelhas, percebe-se que, em suas
orelhas, falta-lhes apenas um pedaço,
cirurgicamente extirpado.
De acordo com
o hemograma, a suspeita de anemia foi
confirmada, pois o número de hemáceas
apresenta-se abaixo do normal, atestando
Anemia Aguda ou Anemia Crônica.
Quanto às
apreciações finais a respeito do trabalho
desenvolvido pelas autoridades oficiais,
registram-se aqui lacunas e imprecisões,
ignorando ou fazendo-se ignorar os seguintes
aspectos:
O “bolo
alimentar” encontrado pelos zoólogos do
Zoológico de Curitiba não foi constatado,
oficialmente, como sendo realmente um bolo
alimentar. No dia em que foi emitido o laudo
oficial do caso, não foi nem tocado nesse
assunto.
Não se
explicou, satisfatoriamente, como os cães
arrancavam as orelhas inteiras das ovelhas
atacadas, nem como cortavam de maneira tão
precisa, sem mastigação, como a constatada
por pesquisadores.
Não se
explicou como os cães atacavam as ovelhas,
deixando, em todas elas, marcas de uma pata
com três garras em seus chanfros.
Não se
explicou, inclusive ignorando o fato, como
que vários animais atacados não apresentaram
sangue em seu corpo.
Não se
explicou como os animais, depois de mortos,
não apresentavam odor característico, mesmo
depois de vários dias ao relento.
Não foi dada –
oficialmente – nenhuma explicação sobre a
relação com mortes de gado e que começaram a
ocorrer, após as chacinas com as ovelhas.
No caso
específico do estado do Paraná, não foi
feita análise de todos os casos ocorridos na
região de Campina Grande do Sul, mas,
apenas, dos ocorridos na chácara Recanto dos
Três, estratégia esta, utilizada para
explicar os casos paulistanos e até mesmo
nacionais.
Não se
explicou por que todos os animais
sobreviventes ficaram anêmicos, após os
ataques, ocasionando a morte subsequente de
grande número deles.
Não foram
mostradas evidências concretas de nenhum
predador responsável pelas mortes, ou
testemunha ocular dos ataques às ovelhas e
aos outros animais.
Ignorou-se
qualquer hipótese de o fenômeno indicar a
presença de um animal desconhecido aos
padrões biológicos da Ciência Oficial.
A população
local não foi prevenida quanto ao perigo do
consumo da carne dos animais atacados ou
sobreviventes.
Não foram
relacionados, sob hipótese alguma, os casos
ocorridos em nosso Estado com os casos que
estavam ocorrendo no interior de São Paulo e
de outros Estados; nem com os que, em anos
passados, ocorreram no México, Espanha,
Porto Rico e outros países.
Ignoraram-se
os relatos de testemunhas, intimidando-as
quando possível, para que desmentissem ou
negassem o que realmente viram.
Foram omitidas
informações referentes às necropsias
realizadas nos animais mortos. Fazendo-se
ignorar, inclusive, as fotografias obtidas
por ocasião da necropsia dos animais da
chácara Recanto dos Três, e testemunhadas
por várias pessoas envolvidas no caso.
No caso de
Campina Grande do Sul, não foi explicado
satisfatoriamente, pelas autoridades
competentes, nenhuma das circunstâncias
bizarras que envolvem os ataques, como por
exemplo: o feto de uma ovelha prenhe atacada
que desapareceu.
Foi
desrespeitada e desvalidada a opinião de
pesquisadores e profissionais, não permitido
acesso e divulgação de seu parecer perante a
Imprensa, atestando má-fé e falta de ética
profissional, por parte da parte das equipes
oficiais.
Não foi
permitido que a imprensa local continuasse a
divulgar o assunto, censurando-a e
creditando o caso a ataque de “cães
selvagens” ou de suçuarana.
Não foi sequer
mencionada a inusitada presença do Exército
ou da Policia Militar nas regiões de Campina
Grande do Sul e Quatro Barras, fora dos
locais onde costumam exercer atividades de
exercícios militares naquela região,
indicando atividades paralelas das
autoridades, em questão.
Emitiram-se
falsos laudos, obliterando provas
fotográficas, testemunhais e periciais.
Desviaram e
doutrinaram a opinião pública – impedindo
cidadãos e pesquisadores de livre acesso à
verdade – acobertando investigações
paralelas oficiais.
Promoveram-se
– secretamente – caçadas
científico-militares, negando ao público
ciência das atividades de um predador
violento e possivelmente perigoso. Expondo
assim, cidadãos a situações (ou ameaças) de
risco de vida.
Atualmente,
estou aguardando o resultado de análises nas
três amostras de pêlos que obtive nessa
pesquisa. Devido a dificuldades
laboratoriais enviei-as para o exterior.
Observando a
ação do governo, presume-se que os
responsáveis pelo caso não tiveram
alternativa, a partir do momento em que
entraram no caso. Se deixassem o caso em
aberto e sem uma solução, deixariam a
população local em polvorosa, pois um
misterioso predador cercava várias cidades
de nosso país. Depois que foi omitido o
laudo oficial oral dos representantes do
governo, a população acalmou-se, mas não
ficou plenamente convencida quanto ao
parecer divulgado. Nenhum laudo assinado foi
publicado. Muitos suspeitam de que existe
mais do que foi mostrado. Alguns o aceitam,
na falta de uma hipótese mais adequada, e
outros teimam em aceitá-lo.
Enfim não
explicaram satisfatoriamente, como já foi
demonstrado anteriormente, todas as
implicações referentes a esses ataques.
A verdade,
como a conhecemos e buscamos, foi-nos
omitida e inadvertidamente encoberta, não
satisfazendo a verdadeira pesquisa
científica como o deveria ser.
Esperamos que
nosso árduo trabalho, realizado a duras
penas, tenha surtido algum efeito e que
traga mais luz à verdadeira pesquisa
científica da qual a humanidade tanto se
orgulha. Se desistirmos de buscar evidências
sólidas quanto aos fenômenos que envolveram
Campina Grande do Sul e outras regiões do
país, não iremos jamais saber o que
realmente aconteceu....
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Casos de
ataques nos mais diversos países
apresentam sempre as mesmas
características: ambiente limpo, sem
ausência de rastros de predadores e
sangue; ausência de sangue também
nos corpos dos animais atacados,
presença de muco esverdeado e
ausência de sinais de outros
predadores. Em alguns casos pegadas
e pêlos desconhecidos foram
encontrados. [Crédito: Carlos
Alberto Machado] |
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Casos de
ataques nos mais diversos países
apresentam sempre as mesmas
características: ambiente limpo, sem
ausência de rastros de predadores e
sangue; ausência de sangue também
nos corpos dos animais atacados,
presença de muco esverdeado e
ausência de sinais de outros
predadores. Em alguns casos pegadas
e pêlos desconhecidos foram
encontrados. [Crédito: Carlos
Alberto Machado] |
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Casos de
ataques nos mais diversos países
apresentam sempre as mesmas
características: ambiente limpo, sem
ausência de rastros de predadores e
sangue; ausência de sangue também
nos corpos dos animais atacados,
presença de muco esverdeado e
ausência de sinais de outros
predadores. Em alguns casos pegadas
e pêlos desconhecidos foram
encontrados. [Crédito: Carlos
Alberto Machado] |
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Casos
bizarros: feridas precisas, ambiente
limpo, feridas similares em
praticamente todos os casos, animais
atacados não esboçavam reação, como
no caso em que galinhas e frangos
morreram no próprio galinheiro.
[Crédito: Carlos Alberto Machado] |
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Animais
sobreviventes encontravam-se
anêmicos, com feridas profundas e
sem as orelhas. Detalhe curioso é
que em muitos casos estas feridas
cicatrizavam mais rapidamente como
se tivesse sido cauterizado por
algum tipo de substância.[Crédito:
Carlos Alberto Machado] |
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Animais
sobreviventes encontravam-se
anêmicos, com feridas profundas e
sem as orelhas. Detalhe curioso é
que em muitos casos estas feridas
cicatrizavam mais rapidamente como
se tivesse sido cauterizado por
algum tipo de substância.[Crédito:
Carlos Alberto Machado] |
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Comparação de
feridas em vários animais atacados
em cidades diferentes. [Crédito:
Carlos Alberto Machado] |
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