Página Inicial | Notícias | Contato | Chat | Enquetes | Índice de Artigos | Nossas Fontes


 
 
Você está aqui: Página Inicial >> Aspectos Históricos >> Cronologia Ufológica - Ano 1951 até 1960 >> Cronologia - Ano1952
 
 

Voltar Avançar

 - Investigaçõo:

 

Cronologia de Casos Ufológicos - Ano 1952

 


Estudo Estatístico dos Casos do Ano de 1952

 

Por Jackson Luiz Camargo ( ufojack@yahoo.com )

  Comentários  |  Imprimir esta página

 

Década de 50: 1951 ] [ 1952 ] 1953 ] 1954 ] 1955 ] 1956 ] 1957 ] 1958 ] 1959 ] 1960 ]


 

Baixar Cronologia 1952.pdf [ 1889 Kb]


 

A Ufologia teve sua origem em 24 de junho de 1947, por ocasiõo do famoso avistamento de Kenneth Arnold, a bordo de seu aviõo, nas proximidades do Mount Rainier, no estado de Washington, Estados Unidos. Justamente nessa época, em vários regiões dos Estados Unidos estavam ocorrendo avistamentos de estranhos objetos voadores que deixaram atônitas tanto a populaçõo do país quanto o próprio governo que esforçou-se em acobertar tais fatos. Com a intensificaçõo das ocorrências, o posicionamento dúbio da Força Aérea Americana e a curiosidade gerada em torno do assunto, surgiram organizaçõo civis de pesquisa ufológica. As primeiras ações destas instituições foram um pouco desordenadas, por não existirem referenciais anteriores, nem intercâmbio entre os diferentes grupos existentes. Com o passar dos meses, esta estrutura começou a se formar. Cada grupo começou a gerar uma base de dados que permitiu criar referenciais e metodologias de estudo para estes casos insólitos.

Assim, quando chegou o ano de 1952, já havia uma certa experiência na pesquisa destes casos, havendo comunicaçõo entre alguns centros, permitindo cruzamento de informações e havia uma atençõo redobrada ao que era divulgado na mídia comum. A nível oficial, a Força Aérea Americana coletava casos e desenvolvia um estudo, embora de forma induzida visando desmistificar o assunto.

Os ufólogos americanos, coletaram vários casos naquele ano de 1952, sempre dentro de suas possibilidades. Mais tarde, com a liberaçõo dos casos oficialmente pesquisados, foi possível acrescentar mais peças ao quebra-cabeças de 1952. Ainda assim, a listagem não estava completa e talvez nunca o seja, pois apenas os casos que chegavam ao conhecimento dos ufólogos e posteriormente investigados foram listados. Certamente ainda existem testemunhas que jamais informaram seus avistamentos, tanto à ufólogos civis quanto à pesquisadores militares.

Em nosso estudo, na tentativa de reunir os casos daquele ano utilizamos dados e documentos do Projeto Bluebook, da NICAP, uma das entidades mais atuantes daquela época, livros e coletâneas de casos ufológicos, Boletins da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, Revista UFO e sua antecessoras, entre outras fontes. As listagem completa das fontes utilizadas estõo listadas ao final da cronologia de 1952.

 

O Estudo

 

A relaçõo de casos por período ficou assim distribuída:

Casos por Período

Indeterminado 7
Janeiro 11
Fevereiro 11
Março 15
Abril 46
Maio 30
Junho 76
Julho 164
Agosto 88
Setembro 59
Outubro 41
Novembro 30
Dezembro 33
Total 611

Características da Onda

A Onda ufológica de 1952 é em grande parte norte-americana pois os casos catalogados ocorreram, em sua maioria, em Estados Unidos e Canadá. Isso deve pelo fato de que nos Estados Unidos e Canadá haviam entidades de pesquisa ufológica atuantes, além de já existirem comissões de pesquisa dos casos dentro das Forças Aéreas de cada país. Na França e no Japõo também houveram vários casos registrados. No Japõo, os relatos originam-se a partir de bases aéreas e militares americanos em serviço naquele país. Na França, os casos registrados foram investigados em sua maioria por pesquisadores civis. No Brasil, a pesquisa ufológica iniciou-se oficialmente em 1952 por ocasiõo do caso Barra da Tijuca, embora já houvessem pioneiros no assunto no Brasil. Devido às dimensões continentais de nosso país e pelo número limitado de investigadores atuantes na época muitos casos ocorridos dentro daquela onda, em território brasileiro, sequer foram investigados.

 

Principais casos

Entre os casos mais importantes, a nivel mundial, ocorridos naquela época, destacam-se os casos de sobrevoo da capital dos Estados Unidos, Washington, que em várias ocasiões foi sobrevoada por vários objetos, que foram testemunhados por muitos moradores da cidade, bem como captados por radares e perseguidos por caças da USAF, no mês de julho daquele ano.

Outro caso digno de destaque é o do chefe escoteiro Sonny Deverges que dirigia, em companhia de 3 escoteiros, em uma zona rural de West Palm Beach, Flórida. Após o anoitecer todos observaram uma claridade na floresta e resolveram verificar. Deverges adentrou na floresta e observou um objeto em forma de disco, com aspecto prateado, pousado em uma clareira. Deverges avistou um tripulante do estranho aparelho que surpreendido acionou algum equipamento de defesa. Do aparelho surgiu uma pequena esfera luminosa cor de fogo que circundou o chefe escoteiro e o atingiu no braço, gerando uma séria queimadura.

Também destacam-se os avistamentos em massa, com várias centenas de testemunhas, em avistamentos coletivos em Flint (Michigan, EUA - 20 de abril); Araranguá (Santa Catarina, Brasil - 14 de junho); Oloron (França - 17 de outubro); Gaillac (França - 27 de outubro); Marrocos (21 de setembro), e no norte europeu em 27 e 28 de setembro, onde houveram milhares de testemunhas.

 

Análise estatística

 Quadro de Análises
 â€¢ Distribuiçõo temporal dos casos
 â€¢ Distribuiçõo regional dos casos
 â€¢ Estudo de tendência
 

Ao todo foram compilados 613 casos para o ano de 1952, número que pode ser modificado no futuro a partir de novas informações. Houve uma grande variaçõo no nível de informações entre os casos e entre as fontes à elas relacionadas. Em alguns casos foi impossível apurar a data correta do evento, horário em que ocorreu, sobre as testemunhas, descriçõo do objeto e detalhes a ele associados. Em funçõo disso, a análise estatística fica prejudicada.

 
 

Distribuiçõo Temporal dos Casos

Os 613 casos compilados foram organizados de forma cronológica. Casos sem indicaçõo de datas foram classificados como indeterminados. Casos sem identificaçõo de data, mas com indicaçõo de mês foram incluídos na contagem mensal referente. Assim, a contagem geral dos casos ficou distribuído da seguinte forma:

Mês n° de casos
Data Indeterminada 9
Janeiro 11
Fevereiro 11
Março 15
Abril 46
Maio 30
Junho 76
Julho 164
Agosto 88
Setembro 59
Outubro 41
Novembro 30
Dezembro 33
Total de casos 613
 

O gráfico de casos a nível mundial, por período ficou assim distribuído:

 

 

Pelo gráfico observa-se que, o ano começa relativamente calmo, com 11 casos em janeiro e 11 casos em fevereiro. Ocorre um ligeiro aumento em março, chegando a 15 casos. Em abril a onda ufológica inicia-se com um aumento repentino no número de casos, chegando a 46 ocorrências. Em maio, o número cai para 30, mas em junho ocorre um salto no número de observações, chegando a 76 ocorrências. Em julho, a onda ufológica atinge o máximo, chegando a 164 ocorrências registradas. A partir deste período, o número de casos decai para 88 em agosto, 59 em setembro, 41 em outubro, 30 em novembro, mantendo-se nesse nível em dezembro, com 33 casos.

Estes dados estimulam nossa curiosidade e nos fazem questionar sobre como ela se manifestou em diferentes países e continentes. Assim procuramos traçar um panorama de avistamentos por regiõo, contando o número de ocorrências por países e sua respectiva distribuiçõo temporal. A análise de distribuiçõo regional é apresentada no quadro abaixo:

 
RANKING PAÍS N° DE CASOS
1 EUA 365
2 FRANÇA 100
3 CANADÃ 48
4 JAPÃO 16
5 CORÉIA 14
6 BRASIL 10
7 ALEMANHA 9
8 MARROCOS 6
9 INGLATERRA 6
10 SUÉCIA 4
11 MÉXICO 3
12 PERU 2
13 ITÃLIA 2
14 DINAMARCA 2
15 ÃFRICA DO NORTE 2
16 SENEGAL 1
17 PORTUGAL 1
18 PORTO RICO 1
19 PANAMÃ 1
20 NOVA ZELÂNDIA 1
21 MAR DO NORTE 1
22 ISRAEL 1
23 IRLANDA 1
24 ILHAS AÇORES 1
25 HOLANDA 1
26 GUAM 1
27 GROELÂNDIA 1
28 ESCANDINÃVIA 1
29 CUBA 1
30 CONGO 1
31 COLÔMBIA 1
32 CHIPRE 1
33 AUSTRÃLIA 1
34 ATLÂNTICO NORTE 1
35 ARGÉLIA 1
36 ALGÉRIA 1
37 ÃFRICA DO SUL 1
38 ÃFRICA 1
39 SEM INFORMAÇÕES 1
 

Estados Unidos, França, Canadá, Japõo, Coréia, Brasil e Alemanha sõo os países com maior número de aparições registradas. Na tabela de distribuiçõo abaixo encontramos a distribuiçõo mensal de casos para os 10 primeiros países.

 
  INDET. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

TOTAL

EUA 2 7 6 11 35 16 36 128 54 26 15 13 16 365
FRANÇA 1 0 0 1 3 3 20 13 14 13 22 8 2 100
CANADÃ 1 1 0 0 5 3 7 11 7 1 0 3 9 48
JAPÃO 0 0 0 2 2 0 3 4 3 0 1 0 1 16
CORÉIA 0 1 4 0 0 1 3 1 2 0 0 1 1 14
BRASIL 5 1 0 0 0 1 2 0 0 0 0 0 1 10
ALEMANHA 0 0 0 0 1 0 3 3 0 1 1 0 0 9
MARROCOS 0 0 0 0 0 0 1 1 1 3 0 0 0 6
INGLATERRA 0 0 1 0 0 1 0 0 0 3 1 0 0 6
SUÉCIA 0 0 0 0 0 1 0 0 0 3 0 0 0 4
 

Com base na tabela cima foi possível estabelecer os seguintes dados comparativos no grafico:

 

  

 

Os quatro gráficos acima compreendem os quatro países com maior número de casos relatados. Nos Estados Unidos, os casos relacionados à onda começam em Abril, diminuem um pouco em maio, ressurgem em Junho atingindo seu ápice em Julho, diminuindo continuamente até dezembro. No Canadá, a onda se comporta mais ou menos da mesma forma. A única diferença é que em dezembro ocorre um novo aumento no número de casos relatados. No Japõo, houveram dois casos em março e abril, e depois um aumento considerável nos meses de junho, julho e agosto. Na França, a onda ufológica começou em junho, diminuiu um pouco em julho, mantendo-se estável até outubro, quando houve o maior número de casos, dimimuindo em novembro e dezembro.

Comparando Estados Unidos e França, especificamente, verifica-se que a onda ufológica ocorre de forma concentrada em um período específico com grande quantidade de ocorrências, enquanto que na França ela se comporta de maneira mais homogênea a partir da metade do ano, sendo que os casos ocorrem continuamente junho e dezembro.

 

Estudo de Tendência

O estudo de tendencia da casuística de 1952 revelou dados curiosos. Esta análise verificou relações entre fase lunar, dia da semana e horário de avistamento.

Na primeira análise realizada, envolvendo fase lunar verificou-se que a maioria dos casos relatados ocorreram durante a Lua Nova, com um total de 159 casos e durante a Lua Crescente, com um total de 154 casos. Houveram ainda 146 casos ocorridos durante a Lua Minguante e 118 casos ocorridos durante a Lua Cheia.

 

A segunda análise realizada, envolvendo dias da semana, procuramos confirmar a hipótese de que os avistamentos seriam mais frequentes aos finais de semana, durante momentos de lazer e descanso das testemunhas. Entretanto observou-se que segunda feira é o dia com maior número de observações, seguido de quarta feira. Domingo e sexta feira sõo os dias com o menor indice de avistamentos, sugerindo que os avistamentos ocorrem indiferentemente às atividades realizadas pelas testemunhas. Elas podem estar trabalhando, passeando, dirigindo, resolvendo problemas diários, etc. O fato dela ser testemunha ocorre por ela estar no lugar certo e na hora certa.

 

Tabela de distribuiçõo de casos por dia da semana
Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
74 94 86 88 80 68 87

 

 

Para a análise da casuística de acordo com os horários classificamos os casos em três categorias:

  1. ocorridos entre 18hs e 7:00 hs da manhõ

  2. ocorridos entre 7:00 hs da manhõ e 18:00 hs

  3. casos sem indicaçõo de horário ou período de ocorrência.

Dos 613 casos catalogados, 266 ocorreram no período noturno, se enquadrando na categoria A; 155 ocorreram no período diurno, se enquadrando na categoria B; e em 192 casos não houveram dados suficientes para determinar o período em que se enquadram.

 

 

A análise estatística de casos ufológicos, principalmente, os mais antigos, esbarra em vários problemas de natureza metodológica. Na grande maioria dos casos faltam informações para compor o grande quebra-cabeças de cada período. A busca constante por novas fontes, o cruzamento de informações, bem como uma análise, à luz dos fatos atuais, é absolutamente necessária para promover o crescimento da Ufologia como área de pesquisas.

 

Home
Aspectos Históricos
Casos Ufológicos
Galerias
Comprovações
Artigos Especiais
Hipóteses e Teorias
Fraudes
Espaço do Ufólogo
Links Recomendados
Multimídia
Downloads
Busca
Chat
Deixe sua mensagem

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   
 - Veja também

1951
1952
1953
1954
1955
1956
1957
1958
1959
1960

 

 
   
 - Outros artigos recomendados

Ano 1 até ano 1000

Cronologia de fatos, descobertas, relatos e documentos históricos com manifestações incomuns ocorridos entre os anos 1 d.C. e 1000 d. C.

Ano 1001 até ano 1900

Cronologia de fatos, descobertas, relatos e documentos históricos com manifestações incomuns ocorridos entre os anos 1001 d.C. e 1900 d. C.

Perseguiçõo no Alasca

Um interessante caso de contato radar, sem contato visual, envolvendo instalações e caças da Força Aérea Americana

Casos Ufológicos Nacionais

Coletâne de casos ufológicos ocorridos no Brasil, a partir de 1846

 
   
 - Sugestão de Vídeos

 

 
   
 - Sugestão de Livros

[L1] HYNEK, J. A. Ufologia, Uma Pesquisa Científica. Uma apreciaçõo crítica do problema dos UFOs/OVNIs pela mais alta autoridade no assunto.Traduçõo de Wilma Freitas Ronald de Carvalho. Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1972.

[L2] PEREIRA, Flávio. O livro vermelho dos Discos Voadores.Sõo Paulo: Edições Florença Ltda., 1966.

[L3] SIMÕES, Auriphebo Berrance. Os discos voadores - fantasia e realidade. Sõo Paulo: Edart; 1959.

[L4] CARRIÓN, Felipe Machado. Discos voadores - Imprevisíveis e conturbadores. Escola Gráfica Educandário Sõo Luiz, 1968.

 
   
 - Artigos de Revistas

[R1] PEREIRA, F. C. N. A Verdade sobre a Barra da Tijuca. OVNI Documento, Rio de Janeiro, n° 1, p. 9-12, outubro 1978.

[R2] ZALUAR, Aurélio. Caso da Ilha de Trindade: 21 anos depois. OVNI Documento, Rio de Janeiro, n° 5, p. 21-24, out/dez 1979.

[R3] SOARES, J. V. História dos Discos Voadores no Brasil. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, n° 3, p. 20-21, julho/agosto de 1985.

[R4] SANTOS, Horta. A ortotenia: Investigando o comportamento regular e organizado dos discos voadores e seus tripulantes. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, n° 9, 08-13, set/1986.

[R5] História dos discos voadores no Brasil. Revista Disco Voador. Porto Alegre, 1980.

[R6] PETIT, Marco Antonio. Bases submarinas de UFOS em nosso Planeta. Revista UFO, Campo Grande, n° 2, p. 6-10, abril 1988.

[R7] DANTAS, Solange Vieira. Extraterrestres instalam bases na Terra. Revista UFO, Campo Grande, n° 11, 6-20, agosto 1990.

 
   
 - Boletins
[B1] Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 01
[B2]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 02
[B3] Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 03
[B4] Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - n° 04
[B5]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 05
[B6]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 06
[B7]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 07
[B8]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 08
[B9]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 09
[B10]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 010
[B11]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 011
[B12]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 012
[B13]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 013
[B14]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 14
[B15]
[B16]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 16
[B17]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 17
[B18]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 18
[B19]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 19
[B20]  Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 24/25
[B21]
[B22] Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) - ediçõo 31/35
 
   
 - Documentos Oficiais
[D1] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-849
[D2] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-873 
[D3] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-910
[D4] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-912
[D5] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1002
[D6] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1043 
[D7] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1052
[D8] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1060 
[D9] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1065
[D10] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1107
[D11] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1118 
[D12] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1121
[D13] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1146 
[D14] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1148
[D15] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1165
[D16] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1192
[D17] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1195
[D18] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1198
[D19] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1209
[D20] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1228
[D21] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1240
[D22] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1250
[D23] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1263
[D24] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1271
[D25] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1292
[D26] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1307 
[D27]  http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1310
[D28] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1313
[D29] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1325 
[D30] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1371
[D31] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1382
[D32] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1408
[D33] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1430
[D34] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1438
[D35] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1448  
[D36] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1552  
[D37] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1568
[D38] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1574
[D39] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB8-1651
[D40] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-231
[D41] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-270
[D42] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-334
[D43] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-352
[D44] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-364
[D45] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-379
[D46]  http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-405
[D47] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-421
[D48] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-432
[D49] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-441
[D50] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-453 
[D51] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-475
[D52] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-567
[D53] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-544
[D54] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-640
[D55] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-645
[D56] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-650
[D57] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-675
[D58] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-689
[D59] http://www.bluebookarchive.org/page.aspx?PageCode=MAXW-PBB9-697
[D60]
 
   
 
   
 
   
Comentários  
 
   
Visite nossas outras seções  
Home
1951
1952
1953
1954
1955
1956
1957
1958
1959
1960
 
   
 
 

© 2012 - Fenomenum é uma realizaçõo do Centro de Investigaçõo e Pesquisa Exobiológica [CIPEX]
Entidade sem fins lucrativos destinada ao estudo, investigaçõo e divulgaçõo de fatos ufológicos e similares