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A Internet é um dos principais, senão o principal
meio de comunicação da atualidade. Ela permite uma
rápida transmissão de informações, que em questões
de segundos é capaz de atingir qualquer lugar do
planeta. Tal tecnologia também traz alguns
prejuízos. Um exemplo bem comum é o chamado Hoax,
que caracteriza-se por uma mentira apoiada por
algumas verdades. Quando bem aplicado, um Hoax é
capaz de decretar a falência de uma multinacional, a
queda de um governo ou mudanças de pensamento,
crenças ou fatos reais que acabam sendo transformados em
fatos duvidosos.
Um dos mais conhecidos Hoax que circulam na
Internet é sobre uma possível fraude nas missões
Apollo, que resultaram em pousos tripulados na
superfície da Lua. No Brasil, dois sites destacam-se
na divulgação desta teoria alienatória:
www.afraudedoseculo.com.br e
www.showdalua.com
.
Vamos pegar como exemplo o artigo citado em
www.afraudedoseculo.com.br e analisaremos aqui,
parágrafo a parágrafo demonstrando que esta teoria
não passa de uma mistura de alguns poucos fatos
reais com inúmeros fatos distorcidos, inventados ou
mal interpretados.
Durante o artigo apresentaremos os trechos
originais de "www.afraudedoseculo.com.br"
com realce em amarelo e texto em cor azul anil. O texto
preto, sem realce, corresponde ao nosso comentário.
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Ao longo de todo o texto o leitor poderá ter uma
clara noção de como é fácil manipular e induzir a
decisão de uma pessoa utilizando técnicas que
pré-condicionam a opinião final do leitor.
===========================================================
Você acredita que o homem foi à
Lua?

Como se constrói um império
baseado em mentiras
Aqui, logo no início, temos um
bom exemplo de titulo
indutivo que pré-condiciona o
pensamento do leitor para o que
ele vai ler em seguida.
Começarei e terminarei este
texto com a mesma pergunta
acima. Após ter acesso às
inúmeras evidências de
fraude que abordaremos aqui,
será muito difícil que uma
pessoa continue com a mesma
idéia que ainda tem sobre a
viagem do homem à Lua.
O
que o autor apresenta como
evidências eu costumo chamar de bolo de
informações. Estes alegadas
evidências nada mais são do que
uma mistura de fatos reais com
fatos mal interpretados,
distorcidos ou até mesmo
inventados. Ao longo do texto
provaremos isso.
Quando vemos alguém dizendo
que não acredita que o homem
tenha viajado à Lua, nossa
primeira reação é a de
rejeição, de menosprezo a
alguém tão imbecil que não
acredita em nada que foi
filmado, nas inúmeras fotos
comprovando tal
acontecimento histórico que,
de certa forma, mudou os
rumos da humanidade.
Após ver as inúmeras
evidências de fraude
coletadas por diversos
pesquisadores ao longo de
mais de 3 décadas, o
sentimento que você poderá
ter será o de ter feito
papel de palhaço, de ter
sido feito de trouxa
juntamente com o resto da
humanidade, que acredita em
tudo que aparece na
televisão sem contestar o
que está vendo e o que é
dito.
Aqui percebemos um hábil
discurso anti-imperialista que
condiciona o leitor a aceitar o
que será passado mais adiante
pelo referido site. O tom
utilizado já prepara a mente do
leitor à tornar-se um novo
questionador da versão oficial
dos fatos, aqui apresentados
como uma grande farsa pelo
autor. Se o texto não fosse tão
tendencioso e se o autor não
houvesse utilizado estas
técnicas dificilmente seus
leitores deixariam ser enganados
pelo bolo de informações servido
ao longo do texto.
Antes que digam que estou
fraudando as fotos deste
site, estou colocando um
link em cada foto para a sua
original, diretamente no
site da NASA, nos Estados
Unidos. Basta clicar sobre
cada foto para ver a
original da NASA. Você terá
a oportunidade de ver como a
fraude foi mal feita e como
pudemos ter sido tão
ignorantes em aceitar tudo
sem contestar os fatos por
tantos e tantos anos.
Embora o que ele tenha afirmado
seja de fato, em partes, correto temos aqui
um claro exemplo do chamado bolo
de informações: Fotos reais, mas mal
interpretadas que aos olhos do
leigo são usadas de
acordo com os interesses do
autor do artigo.
Vamos começar, então, uma
viagem no tempo, para que
cada um de nós tire sua
própria conclusão se a
viagem do homem à Lua foi ou
não A Fraude do Século, que
originou ao nome deste site.
Evitando qualquer processo
judicial que poderia ocorrer
contra a minha pessoa,
declaro, desde já, que o
conteúdo deste site pode não
corresponder à realidade e
expressa apenas as minhas
idéias a respeito do
assunto, idéias estas
publicadas aqui preservando
e colocando em uso o meu
direito de liberdade de
expressão.
No
trecho acima observamos o uso de
uma técnica neurolinguistica
[1] que
aproxima o leitor do pensamento
do autor fazendo com este
próprio se identifique e
participe das idéias do autor. Tal técnica é muito
usada em oratória para captar a
atenção do público e maximizar a
absorção da mensagem principal.
Começaremos pela foto da porta
de entrada da Missão da Nave
Apollo 11, existente no site da
NASA. Note que, já no inicio, as
evidências de fraude borbulham.
Esta é a foto de abertura da
página e é a foto na qual
encontrei o maior número de
direções de sombras até o
momento em que criei este site.
Tem sombras pra todo lado! Para
ficar mais fácil de visualizar
as direções das sombras,
desenhei uma reta vermelha para
cada direção encontrada. Note
que existem, no mínimo, 4
direções diferentes de sombras,
num local onde a única fonte de
luz é o Sol, e todas as sombras
deveriam estar na mesma direção.
E não há desculpas de terem
tirado a foto com ausência de
luz solar (noite, na Lua) e
terem recorrido ao uso de uma
iluminação artificial. Pois,
repare, no fundo esquerdo da
foto, a incidência de luz solar,
de cima para baixo, no Módulo
Lunar.

Clique nesta foto para acessar a
original no site da NASA.
Aqui temos um dos maiores bolos
informativos apresentados no
site. A foto é verdadeira e
realmente está presente no site
da NASA, mas não passa de uma
montagem. Ela foi gerada a
partir de várias fotografias
originais que foram unidas para
a formação de uma fotografia
panorâmica, ou seja, o
astronauta fotografou a paisagem
na direção do módulo, virou-se
um pouco à direita, fotografando
em direção à borda da cratera,
depois virou-se mais um pouco
fotografando o meio da cratera,
virando-se novamente para
fotografar a sua borda. Em
laboratório estas fotografias
foram unidas para criação da
foto panorâmica. As fotografias
abaixo seguem exatamente o mesmo
princípio. Nelas é possível
observar as mesmas variações de
direção de sombras observadas
nas fotografias obtidas na Lua.


Como endereços na Internet mudam
a todo momento, não garanto que
você consiga ver as fotos
originais no site da NASA. Mas,
grande parte do arquivo de fotos
da NASA referente à Lua está
armazenada em endereços
semelhantes a
www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/20130773.jpg.
Caso você tenha interesse,
acesse esse endereço, que exibe
a foto abaixo, e depois mude os
números no final do endereço,
que você encontrará milhares de
fotos tiradas na época. A
segunda foto abaixo, por
exemplo, está localizada no
endereço
www.hq.nasa.gov/office/pao/History/alsj/a11/20130804.jpg.

Foto
20130773 com sombras em direções
diferentes

Foto
20130804 com sombras em direções
diferentes
No
exemplo acima temos sombras
apontando para a mesma direção.
A pequena variação presente ali
ocorre devido ao tipo de lente
utilizada. Nestas fotografias
abaixo podemos observar efeitos
semelhantes.

Acessando o endereço
www.hq.nasa.gov/office/pao/History/ap11ann/kippsphotos/apollo.html
você consegue ver várias outras
evidências da fraude. Você
consegue comparar as
contradições na própria página,
como estas duas fotos abaixo.
Qual será o tamanho real da
Terra vista da Lua? Seria o
tamanho em que se encontra a
Terra na primeira ou na segunda
foto abaixo?

Evidência de fraude:
Aparentemente, duas montagens
feitas por pessoas diferentes.
A primeira foto mostra o tamanho
da Terra mais próximo do real.
A segunda foto mostra o tamanho
da Terra vista da Lua menor que
o tamanho da Lua vista da Terra.
Baseado no que foi escrito acima
podemos chegar à duas
conclusões: ou o autor do texto
não sabe nada de fotografia ou
tem conhecimentos mas preferiu
omiti-los em nome de uma
verdade: "a sua própria". Durante
as missões Apollo os astronautas
utilizaram lentes de 70 mm que
não são ideais para se captar
corpos celestes. As câmeras Hasselblad 70 mm captam bem
objetos grandes, como a Terra, a
partir de sua órbita ou a Lua, a
partir da órbita Lunar. Para
captar a Terra a partir da Lua,
e vice-versa, ela não é a mais
indicada. Para a missão Apollo
ela era ideal, pois os astronautas
não estavam na Lua para
fotografar a Terra e sim
documentar as atividades dentro
do e fora dos módulos ao longo
da missão.
Mas
e a diferença de tamanhos?
Perceba que em cada fotografia
com discrepâncias entre o
tamanho da Terra ocorre durante
manobras de acoplamento,
enquanto que na superfície o
tamanho continua sempre o mesmo.
A diferença ocorre em função da
ampliação à que a fotografia é
submetida. No caso da fotografia
à direita quem observar a
seqüência das fotos disponível
no site da NASA ou em
instituições científicas, como
por exemplo o Lunar and
Planetary Institute [
http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/
] perceberá que ela foi obtida
imediatamente antes das manobras
e acoplamento de módulos logo
após a decolagem da Lua.
Enquanto dois astronautas
desciam à superfície um terceiro
astronauta permanecia em órbita
lunar. A imagem foi obtida
justamente por este terceiro astronauta
que procurava registrar a
aproximação do módulo lunar.
Cientistas da NASA ampliaram
esta imagem com o objetivo de
identificar a aproximação do
módulo. E assim ocorre com as
outras fotografias em que alega-se
diferenças no tamanho da
Terra.
Qual
será o tamanho real da Terra
vista da Lua? De acordo com
endereços
http://solarsystem.nasa.gov/features/planets/earth/earth.html
e
http://solarsystem.nasa.gov/features/planets/moon/moon.html,
o diâmetro da Terra é 3,7 vezes
maior que o diâmetro da Lua e a
massa da Terra é 81 vezes maior
que a massa da Lua. Estes são
dados da própria NASA!
Ah!
Não se esqueça de clicar em cada
foto acima, para ampliá-las e
notar melhor a gritante
diferença no tamanho da Terra. E
lembre-se que você estará
abrindo cada foto diretamente do
site da NASA!
Se
você não se contentou com o
tamanho da Terra vista da Lua
nas fotos acima na época da
expedição da nave Apollo 11,
veja estas outras ridículas
abaixo, tiradas em 1972, na
suposta expedição à Lua com a
nave Apollo 17. Será que a NASA
teria cometido a burrice de
enviar os astronautas à Lua
exatamente na época que a Lua
estava mais distante da Terra,
gastando assim mais combustível?
Creio que não. Mas, esta seria
uma desculpa para esta ínfima
Terra na foto.

Desproporções do tamanho da
Terra, vista da Lua
O
caso acima confirma o que já
dissemos: Quando as fotografias
são tomadas a partir da
superfície temos um único
tamanho. Quando a fotografia é
obtida a partir dos módulos ela
é ampliada para realçar
aproximação ou afastamento de
outra cápsula ou mesmo realçar
detalhes do terreno. Apenas
isso. Esta alegada evidência é
algo absurdamente distorcido,
por ingenuidade ou talvez
propositalmente. Por que? Não
sabemos. Mas a verdade é uma só.
Veja, abaixo, mais duas fotos
que mostram sombras em mais de
uma direção. Mais um detalhe: o
que são as luzes existentes no
canto superior esquerdo destas
fotos? A NASA afirma que não se
trata de iluminação artificial,
tratando-se de um brilho que
bate nas lentes da câmera
fotográfica e o reflete no fundo
do interior da câmera, causando
este "defeito visual" no filme,
também encontrado em diversas
outras fotos. Agora, note como
são perfeitas as definições de
sombra na roupa do astronauta
Edwin Aldrin sendo que, na Lua,
não há refração da luz. Ou seja,
não existe penumbra. Ou a sombra
é total (totalmente preta), ou
não há sombra. Penumbras como
estas, perfeitamente visíveis na
roupa de Aldrin, são impossíveis
de existirem na Lua porque na
Lua não há atmosfera. E são os
gases existentes na atmosfera os
responsáveis pelas penumbras no
nosso planeta.
 Edwin Aldrin ao lado de uma
experiência do Vento Solar As sombras na foto deveriam ser
paralelas, mas não são.
Aqui
temos um claro exemplo do já
conhecido bolo
de informações. O autor começa
citando o fato de que as sombras não
seguem na mesma direção
evidenciando uma fraude. O que
fica evidenciado aqui é a
superficialidade na análise das
fotografias. As fotografias
abaixo nos darão uma noção exata
de como um relevo pode
influenciar na orientação
virtual das sombras em relação à
um observador:
|

[créditos: Roberto
Silvestre (astrônomo)] |

[créditos: Roberto
Silvestre (astrônomo)] |
|

[créditos: Roberto
Silvestre (astrônomo)] |

[créditos: Roberto
Silvestre (astrônomo)] |
Em todas as imagens as estacas
são posicionadas em terrenos com
aclives (subidas) e declives
(descidas), exatamente como a
superfície lunar. Todos os
efeitos de diferenças em tamanho
de sombras, e alguns associados
à diferenças de direção são
ocasionadas pelo mesmo fator
básico: relevo. Se estas
diferenças fossem encontradas em
terreno absolutamente plano, sem
qualquer irregularidade aí sim
poderíamos considerar isso como
uma prova cabal e irrefutável de
fraude nos pousos na tripulados
na Lua.
Ainda no texto selecionado
acima, o autor questiona os
brilhos observados na
fotografia. Aqui ele usa duas
técnicas distintas: A primeira
chama-se "enchimento de
lingüiça"
onde coloca-se informação inútil
para dar corpo ao texto dando
impressão de ter muita
informação associado à
afirmativa. A
segunda técnica é o uso de
informações que nunca são
checadas. Mais de 90% das
pessoas que acessam este tipo de
informação (teorias
conspiratórias) não checam as
informações visando confirmar se
o que é falado é realmente
verdadeiro ou falso. Quem se dá
ao trabalho de checar isso
descobre que estas imagens fazem
parte de um conjunto de fotos
onde o astronauta fotografou o
ambiente em 360º, ou seja,
obteve várias fotografias em
várias direções para que mais
tarde os técnicos da NASA possam
produzir as imagens panorâmicas
que o autor gosta de usar como
prova em seus jogos de 7 erros.
Nesse conjunto de fotos todas as
imagens em que o sol bate na
lente da câmera produziram o
chamado "lens flare" que é o
efeito luminoso questionado pelo
autor. Isso ocorre em qualquer
maquina, seja fotográfica ou de
vídeo, portanto não é prova de
uso de outras fontes de
iluminação como alega o
"afraudedoseculo.com.br".
Como
é que funciona a refração? Para
ficar mais fácil de você
entender, utilize a sua mão
próxima ao tampo de uma mesa.
Veja como é a sombra de sua mão
incidindo sobre a mesa. Aproxime
a sua mão do tampo da mesa e
perceba que a sombra passa a
ficar mais escura. Aproxime mais
ainda, quase encostando a sua
mão na mesa e você verá que a
sombra ficou ainda mais escura.
Se você fizer isso à noite, com
uma luz acesa, você verá que a
tendência é de se criar uma
sombra tão escura que fique
impossível conseguir ver a mesa
com perfeição quanto mais
próxima da mesa estiver a sua
mão. Por quê isso acontece? É
devido às partículas de oxigênio
(e outros gases) existentes no
ar. Quando a sua mão está mais
distante da mesa, há uma sombra,
mas você ainda consegue enxergar
esta parte da mesa com
perfeição. Isto ocorre porque a
luz que incidiria diretamente
sobre a mesa foi barrada pela
sua mão. Mas, parte da luz ainda
conseguiu chegar à mesa porque
entre a sua mão e a mesa existem
partículas de oxigênio; e a luz
que estava incidindo, de cima
para baixo, conseguiu fazer uma
pequena curva, através da
refração da luz, uma vez que uma
partícula iluminada de oxigênio
conseguiu iluminar, em menor
escala, uma partícula de
oxigênio ao lado, que refletiu
esta luminosidade para outra
partícula, para outra, outra,
até que chegasse ainda um pouco
de luz na mesa. Portanto, com
sua mão um pouco distante da
mesa, você vê a sombra da sua
mão, mas ainda consegue enxergar
a parte da mesa na qual há a
sombra. Mas, quanto mais perto
sua mão fica da mesa, menos
partículas de oxigênio existem
para refletir a luz. Então, a
sombra fica mais escura.
Portanto, esta é a explicação
sobre a formação da penumbra no
nosso planeta, que existe devido
às partículas de gases
existentes no ar. Mas, e na Lua?
Por quê não deveria haver
penumbra na Lua? Simplesmente
porque na Lua não existe
atmosfera. Muito menos oxigênio!
Não há gás algum sobre a
superfície lunar, o que impede
que haja penumbra. Portanto, se
a foto acima possui penumbra,
pode ter certeza que ela não foi
tirada na Lua! Foi tirada na
Terra! No nosso próprio planeta!
E nos fizeram todos de trouxas!
Aqui o autor usa uma técnica e
indução mental que o transforma
em especialista aos olhos de um
leigo. Quando ele convida o
leitor à participar de sua
experiência ele usa novamente recursos neurolinguisticos para
transmitir a idéia de que ele é
especialista em refração. Como
veremos, ou ele desconhece
princípios básicos da Física ou
distorceu algumas informações propositalmente para
reforçar seu artigo.
Podemos refutar facilmente essa
afirmação falaciosa do autor
fazendo alguns questionamentos
básicos:
-
Se no espaço não existe
penumbra devido à ausência
de atmosfera o que causa o
efeito de penumbra durante
os eclipses lunares?
-
Porque nenhum cientista
questionou a presença de
penumbra nas fotos obtidas
na Lua?
A
verdade é que a ocorrência
de penumbra independe da
presença de atmosfera ou
oxigênio. Mas como explicar o
fato de o astronauta e partes do
módulo aparecerem perfeitamente
visíveis quando estão emersos na sombra?
Para entender bem a questão é
preciso levar em conta alguns
fatores: luz refletida pelo
ambiente e a composição do
material utilizado no Módulo
Lunar ou na vestimenta dos
astronautas. A Lua reflete
grande quantidade de luz que
recebe do Sol. Em ambientes
rurais, onde não existe energia
elétrica, sertanejos conseguem
andar normalmente por uma
estrada a noite sem se perder ou
tropeçar em galhos e pedras pelo
caminho. Isso ocorre pela grande
quantidade de luz que chega à
Terra refletida pela Lua. Se
aqui na Terra a quantidade de
luz refletida é alta, imagine no
ambiente lunar. O segundo
aspecto, relacionado à roupa do
astronauta e à composição do
módulo, podemos explicar usando
um exemplo "caseiro". Uma pessoa
usando roupa branca num ambiente
escuro é mais facilmente
encontrada do que uma pessoa
usando roupa preta. Isso ocorre
porque materiais brancos
refletem mais luz do que
materiais escuros. No caso do
modulo, uma superfície metálica
ou espelhada reflete quase a
totalidade de cores que a
atinge. Por isso que ele
permanece tão visível à sombra.
Nada mais do que combinação
entre reflexão e materiais
refletores.
Após
as fotos e filmagens realizadas
que mostravam a bandeira dos
Estados Unidos tremulando na
Lua, a NASA justificou que
aquilo poderia ter ocorrido
devido ao Vento Solar. Só
poderia mesmo. Porque Vento
Lunar não existe, simplesmente
porque não há atmosfera na Lua.
Sem atmosfera, sem vento. Mas,
aqui está outra coisa pra gente
engolir: o Vento Solar, que tem
o poder de tremular uma bandeira
tão bem quanto um vento normal
no nosso planeta! Outra desculpa
dada pela NASA é que, pelo fato
dos astronautas terem acabado de
tocar na bandeira, esta teria
ficado tremulando sozinha ainda
por algum tempo.
Aqui neste trecho realmente
ficou difícil fazer uma análise
adequada. Não pela alta
quantidade de conhecimento
científico e coerência textual
aplicados à ele, mas sim pela
falta deles. Vejamos o que ele
diz na primeira frase da
pérola-parágrafo: "Após
as fotos e filmagens realizadas
que mostravam a bandeira dos
Estados Unidos tremulando na
Lua, a NASA justificou que
aquilo poderia ter ocorrido
devido ao Vento Solar."
Repare que ele não cita fontes
desta afirmação. Assim só
podemos concluir que essa
alegada declaração da NASA não
existe. Após isso vem a segunda
pérola do parágrafo:
Só poderia mesmo. Porque Vento
Lunar não existe, simplesmente
porque não há atmosfera na Lua.
Ué?
Mas não era Vento Solar? O autor
simplesmente confunde os termos
ingenuamente acreditando que
Vento Solar (ou Lunar!?!?!) é
igual ao vento que temos aqui na
Terra (movimentação dos gases da
atmosfera). Na verdade o Vento
Solar é a emissão contínua de
partículas carregadas
provenientes da coroa solar.
Essas partículas podem ser
elétron, prótons ou
sub-partículas como os
neutrinos. Vento Solar não
produz tremular de bandeira. O
balanço da bandeira é produzido
pelo toque do astronauta que
fica bem evidente quando se
assiste o vídeo da missão. A
bandeira balança ao toque do
astronauta e pára pouco tempo
depois.
Parece que o filme A Fantástica
Viagem, de 1966, que mostrava
uma aventura dentro do corpo
humano, inspirou a NASA a criar
um filme de outra fantástica
viagem três anos depois: A
Fantástica Viagem do Homem à
Lua. O que quero fazer neste
texto é mostrar a todos as
contradições da NASA. Quero
mostrar a todos a incoerência
das fotos e dos dados.
Como vimos, cada uma das
alegadas incoerências são
absolutamente explicáveis e
facilmente comprováveis.
E quero
frisar bem que quando digo que
não há atmosfera na Lua, não sou
apenas eu quem está dizendo. É
também a própria NASA! Segundo
ela, não há atmosfera na Lua
porque a gravidade lá é muito
baixa. A gravidade na Lua é tão
pequena que não consegue sequer
reter os gases que costumam se
formar em volta de um corpo
celeste. Para comprovar que a
própria NASA diz que não há
atmosfera na Lua, basta acessar
o endereço
http://www-spof.gsfc.nasa.gov/stargaze/Smoon2.htm
e ler o conteúdo do subtítulo The Airless Moon (A Lua sem
Atmosfera). Assim, você verá que
a gravidade na Lua é seis vezes
menor que a gravidade na Terra.
E... relembrando... Se não há
atmosfera, não há vento, não há
oxigênio, não há refração da
luz, não há penumbra. A partir
deste raciocínio, podemos até
mudar a categoria do filme A
Fantástica Viagem do Homem à
Lua. Não o encontraríamos mais
na seção de filmes de ficção
científica ou aventura. O
encontraríamos juntamente com a
grande obra Acredite Se Quiser!
Aqui o autor usou uma técnica
eficaz para influenciar os
leitores. Nessa técnica joga-se
uma dúvida no ar, depois
citam-se conceitos científicos
que parecem fundamentá-la,
distorcem alguns pontos para
tornar mais convincente e depois
apresenta fotos e vídeos onde
uma mente sugestionada vai ver
exatamente aquilo que o autor
deseja.
Vamos ver mais uma foto com
penumbra extremamente acentuada:
 Buzz Aldrin nunca seria visível,
na Lua, estando no meio de uma
sombra
Essa
é de impressionar! Abra a foto
acima e veja todos os detalhes!
Veja a nitidez da imagem! Só tem
um problema aí. Edwin Aldrin
está bem no meio da sombra do
Módulo Lunar. Ou seja, era para
tudo ali estar completamente
escuro, totalmente preto, devido
à ausência das partículas de
oxigênio e outros gases no
vácuo. Não haveria a mínima
possibilidade de vermos Aldrin
nesta foto. Portanto, eis aqui
mais uma prova de que esta foto
nunca foi tirada na Lua!
Aqui novamente o autor volta ao
assunto da penumbra que já
refutado aqui.

Bandeira tremulando na Lua, onde
não existe vento
Esta
foto não poderia faltar na
coleção! Edwin Aldrin, "na Lua",
ao lado da bandeira tremulante
dos Estados Unidos da América!
De onde veio esse vento? Será
que o Vento Solar tem a
capacidade de tremular uma
bandeira tão fortemente como
afirma a NASA?
Aqui
temos um exercício de
imaginação. O autor fala de uma
bandeira tremulante. Eu não
sabia que imagens em formato JPG,
como nesta acima, era possível
ver objetos em movimento.
Curioso que eu vejo apenas uma
bandeira estática. Não só eu,
mas todos as pessoas que não se
deixam influenciar por
pseudo-entendidos.
Abra a foto e
veja a quantidade de pegadas no
solo "lunar". Só que, nas
pegadas, encontramos outro
problema: para que se forme a
marca de uma pegada, tem que
haver umidade no ar. Na Lua não
tem ar! Muito menos umidade!
Portanto, é praticamente
impossível que se formem pegadas
tão bem definidas como estas
desta foto, também encontradas
em milhares de outras fotos
tiradas "na Lua". Uma pegada, na
Lua, se desmancharia assim que a
bota levantasse do chão, tal
como acontece no fundo do mar,
onde há umidade aos extremos.
Quer
ver algumas pegadas mais de
perto? Então olhe estas.

Fotos de pegadas, que não se
formam na Lua, devido à ausência
de umidade
Realmente são muitas pegadas.
Mas tudo absolutamente natural.
A primeira afirmação, de que
para que uma pegada seja formada
é necessário umidade é
falaciosa. Uma pegada pode ser
imprensa sem necessidade de
umidade no ambiente. O que vai
determinar realmente é a
estrutura da partícula. Um
exemplo bem interessante, em
ambiente terrestre, é do talco.
A partícula do talco se mantém
unida devido à seu tamanho e sua
forma. Algo muito semelhante ao
que ocorre com as partículas
lunares.
É
ridículo e absurdo termos
acreditado nesta farsa por
tantos anos! Por tantas décadas!
Como se não bastasse, veja mais
esta foto, cheia de penumbras,
pegadas, sombras em múltiplas
direções e ainda, como se não
bastasse, preste atenção na base
do módulo lunar.
Aqui
começa a apelação sentimental.
Nada mais do que uma forma de
indução que converte mente
ingênuas.
Veja como
parece que o módulo foi colocado
delicadamente ali. Amplie a foto
abaixo e note como são profundas
as pegadas do astronauta na
superfície lunar, enquanto o pé
do módulo lunar se mostra
perfeito sobre a superfície, sem
afundar. Nem parece que esse pé
foi um dos responsáveis pela
sustentação, durante uma queda,
de um módulo de tantas
toneladas.

Foto com penumbras, sombras em
múltiplas direções e pegadas
Veja, neste outro, como parece
que até ajuntaram um montinho de
terra antes de colocar esse pé
do módulo onde ele se encontra.
Isto tudo para sair bem
bonitinho no filme! Bem
arrumadinho nesta Lua da
NASA!... Nesta Lua dos Estados
Unidos. Agora, veja bem a
segunda foto abaixo. Preste
bastante atenção no formato do
solo. Verifique que a terra está
um pouco solta apenas ao redor
do pé do módulo lunar,
evidenciando que alguém trouxe
esse montinho de terra de outro
lugar provavelmente para que
este pé não ficasse suspenso no
ar.
 Evidências do Módulo Lunar não
ter pousado na Lua
Aqui existe outra alegada
evidência que não se sustenta à
luz de uma análise imparcial e
adequada. Segundo o autor,
existe irregularidades nos trens
de pouso do módulo espacial.
Segundo ele o módulo deveria
afundar, devido ao peso, na
poeira lunar. Na verdade o que
temos ali é uma série de fatores
(espessura da camada de poeira,
motor de descida e tempo de
permanência) que não foram
levados em conta pelo autor em
suas análises.
A
camada de poeira lunar possui
poucos centímetros de espessura.
Abaixo desta camada temos rocha
pura. Quando o módulo pousa é
acionado um foguete propulsor
para diminuir a velocidade de
descida, visto que um
pára-quedas ali seria inútil. O
jato desse propulsor repele a
poeira no local do pouso
deixando rocha pura abaixo do
módulo. Nas laterais onde o
suporte se apóia o jato é menor
permitindo impressão do trem de
pouso. A areia expelida é jogada
para os lados e lentamente
deposita-se no ambiente. Quando
um módulo lunar pousava era
iniciado alguns procedimentos
internos e preparativos para as
atividades extra-veiculares.
Quando os astronautas saiam para
explorar a superfície a poeira
já havia se depositado. Nesses
locais, próximos ao módulo, as
pegadas era permanecem mais
definidas do que em regiões
afastadas. Nas imagens tomadas
pelos astronautas podemos
observar a rocha nua logo abaixo
do módulo, com um escurecimento
produzido pelo retro-foguete no
momento do pouso e alguns montes
de terra abaixo do trem de
pouso. Isso ocorre devido ao
movimento horizontal do modulo
no momento do pouso. Um simples
acionamento, uma inclinação do
módulo no momento da descida ou
um simples desnível de terreno
são suficientes para produzir
"montinhos de terra" até maiores
que os retratados nas imagens
divulgadas pelo "afraudedoseculo".
Preste muita atenção, agora, nos
pés do módulo e no chão que está
bem embaixo da parte central do
Módulo Lunar. Não há sinal algum
de que o módulo tenha vindo do
espaço, com propulsores potentes
que provavelmente teriam feito
até uma cratera embaixo do
módulo. Do jeito que está na
foto, o módulo foi colocado
delicadamente nesse lugar...

Módulo Lunar da nave Apollo 11.
Você crê que isso voa?
Você crê que aí dentro há
combustível suficiente para
alimentar um propulsor?
Aqui o autor reforça o que já
foi dito anteriormente ignorando
a existência da rocha pura
abaixo do local do pouso do
módulo. Além disso sua análise
não foi profunda o suficiente
para perceber a marca de
carbonização gerada pelos
propulsores de pouso do módulo
lunar.
Abaixo, outra foto do Módulo
Lunar, sem marca alguma, no
chão, de ter sido utilizado o
propulsor. Além disso, sem
proteção alguma, a foto foi
batida contra o Sol. Tente fazer
isso aqui da Terra e veja se a
foto não sairá queimada. Na Lua,
a foto se queimaria mais
facilmente ainda, tendo em vista
que lá não há atmosfera e a luz
solar incide com mais rigor na
Lua.

Uma Foto batida contra o Sol
nunca teria esta perfeição
Chão sem indícios de utilização
do propulsor na hora do pouso
Aqui o autor aborda um dos
pontos principais de sua tese e
repetida constantemente por
todos aqueles doutrinados por
seu artigo: A questão dos filmes
utilizados durante as missões.
Sobre isso falaremos
detalhadamente mais adiante.
Veja, agora, que interessante!
Esta próxima foto não é da
viagem da nave Apollo 11. E sim
da Apollo 17, três anos depois.
Veja que eles perceberam o
vacilo do pé do Módulo Lunar e
resolveram tentar corrigir a
falha, afundando o pé do módulo
na terra.

Pé do Módulo Lunar afundado na
terra na 6a
expedição
Novamente usando recursos
neurolinguisticos sinestésicos
para influir na mente do leitor.
A região do pouso da Apollo 17 é
impregnada de pequenas crateras.
Inclusive na própria fotografia
apresentada temos três delas
registradas.
Mais
uma foto famosa, com boas
penumbras:

Mais uma foto com penumbras
Argumento já refutado
anteriormente.
Nesta próxima foto, famosa
também, podemos ver a diferença
entre o tamanho das sombras de
Neil Armstrong (sombra menor) e
Edwin Aldrin (sombra maior).
Elas são muito desproporcionais
mas, por incrível que pareça,
não haviam lá duas fontes de
iluminação. Eu confesso que
cheguei a desconfiar desta foto
que é, na verdade, parte de uma
filmagem. Quando tive acesso ao
filme, pude perceber, durante
toda a filmagem, a movimentação
dos astronautas e consegui
verificar que a sombra de Neil
Armstrong está menor por haver
um pequeno relevo no solo logo
atrás dele, numa exata
inclinação que poderia nos fazer
pensar que haviam duas fontes de
iluminação no local.

Sombras com tamanhos diferentes,
mas devido a um pequeno relevo
no solo
A
argumentação acima também já foi
refutada quando abordamos os
aspectos envolvidos na distorção
de sombras (relevo, posição da
origem das sombras, angulo de
tomada de fotografia, etc). Aqui
apenas lembramos que a sombra do
astronauta à direita confunde-se
com a sombra da bandeira dando a
impressão de que a sombra deste
astronauta é maior. Apenas
ilusão provocado por um jogo de
luz e sombras.
Pelo
jeito, a bandeira dos Estados
Unidos foi fincada na Lua em
mais de um lugar. Compare a foto
acima com a foto abaixo, em
relação à distância do Módulo
Lunar.

Bandeira dos Estados Unidos
muito próxima do Módulo Lunar,
divergente com a foto anterior.
Neste trecho do texto o autor
tenta forçar a idéia de que
existe diferença entre uma foto
e outra. Se for bem criativo até
acha alguma diferença. Se for
racional e imparcial percebe-se
que não existe erro algum. A
primeira imagem foi tomada por
uma câmera do módulo lunar.
Percebe-se pouco acima da
bandeira uma haste branca
fincada na superfície. Ali foi
obtida a segunda fotografia. O
angulo da bandeira, incluindo a
própria bandeira são exatamente
os mesmos.
Agora, os três patetas, digo, os
três mentirosos, quero dizer, os
três astronautas que honraram os
Estados Unidos com A Fantástica
Viagem do Homem à Lua, em
quarentena, após retornarem à
Terra, recebendo os cumprimentos
de suas adoráveis esposas na
Base da Força Aérea de
Ellington.

Astronautas de quarentena
Aqui
o autor realmente força a
aceitação de sua tese e ataca a
própria pessoa dos astronautas.
Fica óbvio que na falta de
argumentos pode-se baixar o
nível e através disso tenta
impor suas opiniões.
A
meu ver, fizeram uma lavagem
cerebral na cabeça deles antes e
depois da viagem. Acredito que,
nesta quarentena, disseram-lhes
muito sobre os benefícios que
teriam mantendo esta grande
mentira por toda a vida. Vida
esta que poderia estar ameaçada
no caso de contarem a verdadeira
história a qualquer cidadão do
nosso planeta.
Daí
em diante, os três tiveram a
vida de um rei! Tudo era festa e
alegria! Sem nos esquecermos das
bandeirinhas americanas...

Grande festa nos Estados Unidos
Aqui temos um claro exemplo de
paranóia conspiracionista. Neste
estado a pessoa acredita
piamente em uma conspiração em
que existe intimidação de
testemunhas e manipulação de
informações a nível mundial.
Abrahan Lincoln já dizia: "
Você pode enganar algumas
pessoas o tempo todo, ou todas
as pessoas durante algum tempo,
mas você não pode enganar todas
as pessoas o tempo todo".
Seria mais fácil para a NASA e o
Governo Americano realizar o
programa Apollo do que intimidar
astronautas, cientistas do mundo
inteiro, técnicos que
trabalharam no programa, sem
falar no serviço terceirizado
envolvido. Extrapolando para a
chamada "afraudedoseculo" eles
teriam que silenciar todo o
pessoal envolvido com uma
hipotética farsa, bem como
preparar um lançamento fictício
além de chamadas ao vivo do
espaço e da Lua. São milhares de
pessoas envolvidas no programa.
Pessoas de diversas
nacionalidades, incluindo
brasileiros. Quanto custaria o
silêncio de toda essa gente?
Porque nenhum dos que
trabalharam no programa
denunciaram a alegada farsa?
Por
quê ocorreu a fraude?
Os
Estados Unidos tramaram esta
fraude porque a União Soviética
tinha acabado de enviar Yuri
Gagarin à órbita terrestre. A
foto da Terra vista do espaço e
a frase "A Terra é Azul"
condecorou a União Soviética
como a nação mais avançada
tecnologicamente do planeta. Os
Estados Unidos, no auge da
Guerra Fria, vendo que estavam
ficando para trás, resolveram
dar um golpe para atrair toda a
atenção do mundo para eles.

No
artigo acima o autor declara que
os Estados Unidos forjaram uma
fraude devido ao fato de a estão
União Soviética ter enviado Yuri
Gagarin ao espaço. Realmente
este feito teve forte impacto
nos Estados Unidos levando o
presidente Kennedy a lançar um
programa de longa duração
visando colocar os primeiros
seres humanos na Lua. Prazos
foram estipulados e
imediatamente o programa começou
culminando com o pouso de seis
naves tripuladas no solo lunar.
Para que isso ocorresse foram
investidos bilhões de dólares
direta e indiretamente no
Programa. Foram contratados
cientistas do mundo inteiro,
além de técnicos e pessoal
especializado em diversas áreas.
Foram desenvolvidas novas
tecnologias e equipamentos.
Foram contratadas diversas
empresas para fornecer apoio de
materiais e serviços. Tudo isso
parece que foi ignorado pelo
autor do texto que não sabe
explicar onde esse pessoal todo
se encaixa nessa absurda teoria.
Principalmente porque, um ano
antes, Stanley Kubrick lançou o
filme 2001 – Uma Odisséia no
Espaço, com efeitos especiais
nunca vistos antes na história
do cinema, que renderam um Oscar
ao brilhante Kubrick! E esses
efeitos especiais poderiam muito
bem serem utilizados pelos
Estados Unidos para forjar uma
viagem do homem à Lua.
Ainda no mesmo parágrafo o autor
extrapola ainda mais alegando
que Stanley Kubrick, famoso
diretor de 2001 - Uma Odisséia
no Espaço, teria se envolvido na
fraude. Quem entende de cinema
sabe que as coisas não são tão
fáceis assim. Para que um filme
do porte de "2001" seja
produzido é necessário mobilizar
inúmeros profissionais na área
de cenografia, filmagens,
fotografias, figurinistas,
pessoal de apoio, iluminação,
diretores, roteiristas, etc.
Onde os cientistas entram nisso?
Técnicos e cientistas são
péssimos atores. Com certeza
haveriam inúmeros erros de
gravação, com falas erradas,
incongruências, etc, que jamais
foram detectadas! Isso sem falar
que até hoje não surgiu nenhum
material autêntico com fotos de
cenografia, filmagens, etc que
prove que foi uma grande
falcatrua.
Podemos nos aprofundar nesse
aspecto e comparar produções
hollywoodianas com o Programa
Apollo. Um filme de ficção, de
duas horas de duração, leva em
torno de três anos para ser
produzido. Mesmo com tanto tempo
de produção sempre detectam-se
inúmeros erros de gravação. O
que dizer então do Programa
Apollo que produziu quase 26 mil
fotografias apenas no espaço,
com milhares de horas de
gravação e sem quaisquer tipos
de erros de filmagem como os
encontrados em filmes do gênero?
Como explicar isso? Nem que se
mobilizasse Hollywood inteira
não seria possível produzir
tamanho material audiovisual. Se
levarmos em conta as fotos e
vídeos de treinamentos, além de
fotos e vídeos dos técnicos e
cientistas em terra durante cada
missão, além de registros de
entusiastas presentes no Centro
Espacial Kennedy na época das
missões, a possibilidade de ser
uma produção de Hollywood cai
por terra.
Existe uma suposta foto de
Stanley Kubrick, na NASA, meio
escondido, agachado atrás de um
astronauta, antes da "viagem do
homem à Lua". Dizem que esta
foto foi colhida na própria
NASA, mas esta informação, até o
momento, não consegui confirmar
nem desmentir. Veja os detalhes:
 Existência de um "fundo preto"
em frente ao astronauta, que
poderia ter sido usado como os
famosos "fundos azuis" atuais. Suposto Stanley Kubrick, na
NASA, agachado, atrás de um
astronauta. À direita, fotos de
Kubrick para comparação.
E
então? Parece ou não parece o
Kubrick?
Aqui
temos que usar a criatividade ao
máximo para ver uma semelhança
entre Kubrick e o técnico da
NASA ao fundo. Novamente vemos
uma tentativa de distorção da
verdade em favor de uma teoria
cada vez mais decadente. Para
provar que o cidadão ali não é o
Stanley Kubrick podemos observar
outras fotografias do mesmo
conjunto de fotos que o site
apresenta. Ali encontra-se outra
fotografia onde temos uma
imagem, desta vez focalizada,
onde o técnico está bem mais
visível:

Então... ele parece mesmo com o
Kubrick?
O
que toda essa mentira traria de
resultados positivos aos Estados
Unidos? Veja bem: após a
concretização da farsa, todos os
grandes investidores
internacionais iriam querer
investir o seu dinheiro no país
mais evoluído tecnologicamente.
E foi exatamente isso que
aconteceu. Após a mentira que
perdura até hoje para a maioria
da população mundial, os Estados
Unidos viraram a mega potência
que são nos dias atuais. Viraram
os donos do mundo, se dando ao
luxo de poderem atacar países do
outro lado do planeta "por
precaução", para se prevenirem
de um ataque com armas que só
existem nos relatórios forjados
pelos Estados Unidos (George W.
Bush) e Inglaterra (Tony Blair).
Mas, isso já é outra história
que não vou entrar em detalhes
neste momento. Brevemente,
escreverei a respeito dessa
outra farsa, bem como de várias
outras que estão entaladas na
minha garganta.
Aqui
temos um conjunto de afirmações
que confundem a mente já
sugestionada do leitor. Quando o
autor afirma que houveram
investimentos nos Estados Unidos
ele pega uma informação
verdadeira, mas que ocorreu de
outra forma. Desde o final da
Segunda Guerra Mundial os
Estados Unidos são tidos como a
nação mais evoluída
tecnologicamente. Mesmo com os
soviéticos sendo os primeiros à
chegar ao espaço os Estados
Unidos já eram considerados o
centro econômico do planeta.
Como todo grande evento houve
sim uma influência no mercado
financeiro, mas algo
absolutamente normal.
E
então? Gostou das
paisagens das
fotos? É... realmente a paisagem
do Deserto de Nevada dos Estados
Unidos não é das melhores...
Aqui
temos uma afirmação
interessante. Sem dizer como
descobriu isso, o autor afirma
que a hipotética farsa foi
filmada no deserto de Nevada,
nos Estados Unidos. Vamos fazer
um exercício de comparação:
|
Fotografias do Deserto
de Nevada |
Fotografias do Programa
Apollo |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
 |
Alguma semelhança de ambiente?
alguém viu moitas e cactus nas
fotos do programa Apollo? Alguém
viu pegadas do pessoal de
cenografia e estúdio? Eu não vi!
A
NASA está recebendo tantas
críticas e indagações referentes
à ida do homem à Lua que
resolveu contratar, no final do
ano de 2002, James Oberg, um
renomado escritor aeroespacial,
para tentar justificar à
população mundial de que tudo
teria sido realmente verdade. A
BBC News publicou uma matéria a
respeito, que pode ser lida no
endereço
http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/2410431.stm.
Até outubro de 2003, posso
garantir que Oberg não lançou
livro algum com este propósito.
Você mesmo pode procurar isso no
endereço
http://www.jamesoberg.com/books.html.
Dizem que ele desistiu da
empreitada.
A
missão principal da NASA é
desenvolver pesquisa
aeroespacial gerando
conhecimentos científicos em
prol da humanidade. Não é seu
objetivo ensinar conceitos
científicos. Para isso existem
escolas e universidades.
O
escândalo da fraude da viagem do
homem à Lua veio à tona em 2001,
quando a norte-americana Fox
Television fez um programa
mostrando diversas evidências da
fraude. O programa foi ao ar com
o nome "FOX Special - Conspiracy
Theory: DID WE LAND ON THE MOON?"
(Especial FOX - Teoria da
Conspiração: NÓS POUSAMOS NA
LUA?). E foi a partir disso que
comecei a pesquisar a respeito e
a analisar mais de 2.500 fotos
da NASA, uma por uma, detalhe
por detalhe; e acabei
encontrando mais indícios da
fraude não citados pela Fox
Television.
Aqui
temos uma soma de erros
produzidos pelo desconhecimento
da própria teoria a qual
defende. A polêmica de que o
homem não pisou na lua surgiu de
um modo bem ridículo em 1974
quando Bill Kaysing, um
bibliotecário, publicou um livro
de 87 páginas intitulado We
Never went to the Moon
(encontrado no link http://www.amazon.com/exec/obidos/tg/detail/-/0787304875/102-1244569-8885721?v=glance#product-details).
O autor cita, várias alegadas
evidências, por sinal
reproduzidas pelo "afraudedoseculo",
caindo nos mesmos erros de
interpretação, enganos e
distorções propositais. Curiosa
é a declaração do autor do texto
por ora analisado que afirma ter
analisado mais de 2500
fotografias da NASA. A julgar
pelo resultado dessa analise
acredito que ele deve ter
escolhido a dedo as fotografias
a serem analisadas. Curiosa é a
afirmação de ter encontrado
evidências que a Fox Television
não tinha descoberto. Quem tiver
interesse em procurar na
Internet vai perceber que tudo o
que ele diz já era falado desde
a década de 1980.
Além
de pesquisar por informações que
contestavam a ida do homem à
Lua, também pesquisei sobre o
que a NASA dizia a respeito das
contestações. Tem respostas da
NASA que, mesmo sendo um pouco
absurdas, poderiam ser
aceitáveis. Mas, a maioria não
dá para engolir!
Qualquer pessoa que realize uma
investigação séria e imparcial
sobre o tema tem certeza que o
pouso ocorreu. Isso é fato.
Quando se faz uma pesquisa
tendenciosa, e desprovida dos
conhecimentos necessários
continuará iludido por estes
pseudo-pesquisadores.
Vamos ver agora, outras
evidências da falcatrua:
Segundo a NASA, as câmeras
utilizadas para tirar as
fotografias foram de modelo
HASSELBLAD 500EL munidas de
filme Kodak especial (vide
www.hq.nasa.gov/alsj/a11/a11-hass.html)
e de um revestimento de prata
que foi colocado nas câmeras
para deixá-las mais resistentes
às variações térmicas, mas creio
eu que não o suficiente para
suportar as extremas variações
de temperatura da Lua. A
temperatura na Lua varia tanto,
que seria impossível trazer de
lá uma única fotografia para ser
exibida na Terra. Só para se ter
idéia, a temperatura na Lua
varia de -153ºC à noite a +107ºC
durante o dia, conforme dados
obtidos na NASA no endereço
http://solarsystem.nasa.gov/features/planets/moon/moon.html.
Como é que hoje, mais de três
décadas após este grande sucesso
norte-americano, ainda não
existe um único filme de máquina
fotográfica capaz de suportar
sequer a pequenas variações de
temperatura? Ou será que eles já
possuíam as tão cobiçadas
câmeras digitais existentes
atualmente, que gravam as fotos
em chips? Será que a IBM, que
patrocinou o filme de Stanley
Kubrick, também patrocinou a
suposta ida do homem à Lua
criando máquinas fotográficas
digitais e mantendo esta
tecnologia sob sigilo por
décadas? Por falar nisso, você
sabia que o computador HAL do
filme 2001 – Uma Odisséia no
Espaço é uma alusão ao nome IBM?
Note que cada letra posterior às
letras que compõe o nome HAL
forma o nome da fabricante IBM.
Aqui temos uma confirmação clara
da profundidade da pesquisa
efetuada pelo autor do artigo:
absolutamente superficial. Aos
olhos do leigo uma afirmação
deste tipo é absolutamente
convincente. O leitor com
conhecimentos na área de Física
e Astronomia não se deixa
enganar.
Primeiro devemos esclarecer que
realmente existe uma variação de
temperatura enorme entre o dia a
a noite lunar. No entanto o
processo de aquecimento e
resfriamento ocorre de forma
diferente na Lua. A rotação e a
translação do nosso satélite tem
uma duração aproximada de 28
dias. Explicando melhor é como
se na Lua o sol permanecesse por
14 dias visível no céu, seguido
por mais 14 dias abaixo do
horizonte, caracterizando o
período noturno. Como não existe
atmosfera o que aquece realmente
é a superfície dos materiais. Na
terra tanto a superfície dos
materiais quanto a atmosfera são
aquecidas pela radiação solar.
Além disso a rotação permite que
cada lado do planeta seja
iluminado com freqüência
mantendo a temperatura mais ou
menos dentro de um padrão
específico de acordo com a
posição geográfica. Na Lua, onde
existe ausência de atmosfera e
rotação bem mais lenta esse
aquecimento e resfriamento é
mais lento, no entanto mais
intenso do que na Terra. Para
que uma superfície atinja 107º C
durante o dia serão necessárias
várias horas de exposição à luz
solar. Apenas o que estiver
exposto ao Sol será aquecido.
Uma rocha que estiver à sombra
de outra rocha não estará
aquecida como o resto do
ambiente. Seguindo esse
princípio devemos ter em mente
que o filme não estava exposto
ao Sol, e sim protegido dentro
da câmera. Como não estava
envolto em atmosfera a variação
térmica foi bem lenta do que o
normal.
Mas,
segundo a NASA, e conforme pode
ser comprovado acessando os
links acima, não foram
utilizadas câmeras fotográficas
digitais para tirar essas fotos.
Foram utilizadas câmeras
fotográficas convencionais com
filmes Kodak. Entrando em
contato com o suporte da Kodak
do Brasil, pela Internet, fiz a
seguinte pergunta:
Prezados(as) Senhores(as), eu gostaria de saber qual é a
temperatura máxima e mínima que
um filme normal com as fotos já
batidas e ainda não revelado
pode ser exposto. Gostaria de
saber também se existe
atualmente algum filme especial
que resista a grandes variações
de temperatura. Caso exista,
gostaria que me informassem qual
é o máximo e mínimo de
temperatura suportável pelo
filme. Muito obrigado pela atenção! Cordialmente, André Basílio.
Perceba que ele não cita em
qualquer momento os filmes
utilizados na Lua. Quem
respondeu a mensagem o fez
ingenuamente pensando que o
autor se referia à condições
terrestres e em situações
comuns.
A
resposta que obtive foi esta
abaixo:
Sr.
André, Agradecemos o contato mantido
conosco e o interesse
demonstrado pelos produtos e
serviços Kodak. Informamos que
um filme já exposto e ainda não
processado não deve ser
submetido a altas e/ou baixas
temperaturas. O ideal é mantê-lo
em local fresco e arejado com
temperatura ambiente. Não
dispomos de filmes especiais que
suportem variações de
temperatura. Atenciosamente, Centro de Informações ao
Consumidor Kodak Brasileira Com. Ind. Ltda 0800 15 0000
www.kodak.com.br
O
código do atendimento que me
retornou a resposta acima é
KMM5745727C0KM. Quem quiser
fazer como eu, o link e o
telefone da Kodak estão logo
acima para que cada um possa
fazer seus questionamentos e
conferir a informação.
O
autor usou a resposta da KODAK
como fundamentação ao seu ponto
de vista. Com certeza se ele
tivesse feito a pergunta
corretamente, perguntando
especificamente sobre os filmes
usados na LUa a resposta seria
bem diferente. A julgar pela
forma como a pergunta foi feita
e o uso de uma resposta
condicionada que fundamentam
erradamente o ponto de vista do
autor nos fazem pensar se isso
não foi proposital.
Verifique, nas fotos abaixo,
como as máquinas fotográficas
estão expostas às enormes
variações de temperatura:

Astronautas utilizando as
câmeras HASSELBLAD 500EL "na
Lua" onde a extrema variação de
temperatura
prejudicaria os negativos não
permitindo que fotos tão nítidas
chegassem à Terra.
Nas
duas primeiras imagens não é
possível deduzir nada em relação
à altas temperaturas no
ambiente. O tempo total da
missão na superfície da Lua não
foi suficiente para aquecer a
máquina fotográfica de modo a
transferir calor ao interior
desta a ponto de danificar o
filme.
Mais
um detalhe que não podemos
deixar passar despercebido:
compare a primeira foto desta
série acima com a do astronauta
na NASA, na frente do suposto
Stanley Kubrick. Note a extrema
similaridade da posição do
astronauta em ambas as fotos,
segurando a câmera!
Afirmação já discutida e já
provada como falaciosa.
Outro fato contestado por
inúmeros pesquisadores é a falta
de estrelas no fundo das
fotografias. Já que não há
atmosfera na Lua e a atmosfera
atrapalha, de certa forma, a
nossa visão, o brilho das
estrelas deveria ficar bem mais
reluzente visto da Lua, devendo
ser muito nítido nas
fotografias. A desculpa que a
NASA dá para este fato é que, na
Lua, a luz do Sol é tão intensa
que ofusca o brilho das
estrelas. Acredite, Se Quiser!
Aqui
temos outro ponto muito citado
pelo autor e seus seguidores
quando criticam as missões do
Programa Apollo. Ali temos um
exemplo muito claro da
superficialidade da "pesquisa"
realizada por quem defende esta
teoria conspiratória. Em
primeiro lugar podemos fazer o
seguinte questionamento: Na
Terra, quando temos o Sol acima
do horizonte, estamos no período
denominado noite ou no período
denominado dia? A resposta óbvia
é dia. Ok! Quando é dia, podemos
observar estrelas a olho nú, a
partir do solo do planeta? A
resposta, mais uma vez óbvia, é
não. Analisando agora as imagens
tomadas na Lua. Temos um céu
escuro e a presença do Sol em
todas as missões. Então
conclui-se que os astronautas
pousaram em locais onde era dia,
na Lua. Mas e o céu escuro? Na
Terra, durante o dia temos um
céu azulado devido à um fenômeno
chamado
espalhamento
Rayleigh. Quando um raio de luz
chega à atmosfera, as moléculas
agem como um prisma, decompondo
as cores. O azul é a cor que é
espalhada de maneira mais
eficiente dando esta tonalidade
ao céu. Na Lua, com a ausência
de atmosfera a luz chega
praticamente inteira à
superfície, sem ser decomposta.
Por isso que o céu lunar é
escuro. Não é porque seja noite
e sim por causa da ausência do
espalhamento Rayleigh. E sendo
dia há muita energia luminosa
impedindo a observação de
estrelas. Outro fator ignorado
pelos conspiracionistas é o fato
de que as câmeras além de não
serem as mais indicadas para
fotografar pequenos corpos
celestes também possuíam
sistemas de proteção de modo a
diminuir a entrada de energia
luminosa dentro da câmera. Então
assim explica-se os motivos de
não haverem fotografias de
corpos celestes a partir da
superfície lunar. Algo bem
simples e absolutamente
erroneamente utilizado como
prova de uma farsa que não
existe.
Veja
os filmes que foram transmitidos
para todo o planeta, da suposta
conquista da Lua. Perceba que os
astronautas transmitiam, em
tempo real, vídeo e som para a
base nos Estados Unidos. A
conversa entre a base e os
astronautas ocorria em tempo
real naquela época! Como era
possível isso há mais de 3
décadas atrás sendo que, hoje,
para uma rede de televisão
transmitir uma imagem para o
outro lado do planeta são gastos
2 segundos para a imagem chegar
lá e mais 2 segundos para a
imagem voltar, gastando, ao
todo, 4 segundos utilizando a
mais alta tecnologia existente
atualmente!?
Para
entender esta questão basta
conhecer um pouco de
telecomunicações, um pouco de
Física e um pouco de Astronomia.
Uma comunicação entre Terra e
Lua leva em torno de um segundo
que é o tempo que a energia
eletromagnética levaria para
percorrer a distância entre um e
outro. Um astronauta diria "oi"
na Lua e um segundo depois seria
recebido aqui na Terra e
vice-versa. Então realmente
existe uma comunicação mais
rápida sim. Ao astronauta vai
haver um intervalo de apouco
mais de 2 segundos até ele
receber a resposta do
controlador na Terra. Se o
astronauta responder a mensagem
o controlador vai receber a
mensagem dois segundos depois. A
imagem ao lado foi elaborada
pelo pessoal do Projeto Ockhan e
explica bem esse delay.
Outro detalhe questionável é
referente à qual áudio ou vídeo
os conspiracionistas utilizaram
para garimpar uma possível
evidência. Atualmente existem
inúmeros programas e meios para
edição de som e imagem. Assim é
possível diminuir ou aumentar
intervalos entre comunicações de
modo que se torna fácil criar
uma evidência de fraude, a
partir de outra fraude. O ideal
seria usar os vídeos originais (
e curiosamente os
conspiracionistas não o
utilizaram) e verificar se
existem incongruências na
comunicação neste material. Eu
pergunto: Por que os defensores
da teoria de fraude não fizeram
isso ainda?
Outro dado conflitante é o de
que o Sol emite uma radiação, na
Terra, de cerca de 0,36 rem/ano.
REM é abreviatura de Roentgen
Equivalent for Man. Wilhelm
Konrad Roentgen é o nome do
físico alemão inventor dos raios
X. Dentro de estações espaciais,
astronautas costumam receber
radiações de cerca de 6 rem/ano.
E, na Lua, esta radiação pode
chegar a até 7000 rem/minuto!
Tendo em vista que a população
do nosso planeta está acostumada
a receber entre 0,1 e 2 rem/ano,
e o ser humano consegue resistir
a um máximo de 4,5 rem/mês, a
radiação de 7000 rem/minuto
torna-se letal para qualquer
indivíduo! Esses dados podem ser
conferidos em estudos realizados
pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, publicados no
site http://astro.if.ufrgs.br/esol/esol.htm,
no subtítulo Tempestades de
1999 a 2003; e também em
estudos realizados pela
Universidade Estadual Paulista
no endereço
http://inorgan221.iq.unesp.br/quimgeral/nuclear/nuclear8.html.
Além das referências
brasileiras, no último parágrafo
do endereço
http://www.nas.nasa.gov/About/Education/SpaceSettlement/75SummerStudy/Chapt.2.html,
que contém um estudo feito pela
própria NASA sobre as
propriedades físicas do espaço,
conseguimos encontrar uma
informação de que, normalmente,
um ser adulto consegue suportar
até 5 rem/ano, embora hajam
casos de exposição a 50 rem/ano,
que se aproxima bem dos 4,5 rem/mês
especificados acima.
Aqui
o autor tenta demonstrar
conhecimento como forma de
fundamentar tudo aquilo que já
foi dito. Aqui, pela primeira
vez podemos dizer que ele usou
informações corretas sem
distorcê-las.
Que
roupas eram aquelas utilizadas
pelos astronautas que resistiam
a uma radiação solar tão
absurda? Resistia também a
altíssimas e baixíssimas
temperaturas? E ainda suportavam
a extrema falta da pressão
atmosférica? Quanto mais próximo
um corpo está do nosso planeta
(no fundo do mar, por exemplo)
maior é a pressão, que tende a
comprimir o corpo humano. Com a
ausência da pressão, o corpo
humano tende a dilatar e a
explodir! Fato semelhante pode
acontecer até mesmo dentro do
nosso próprio planeta. Imagine a
seguinte situação: você está
numa cidade litorânea, no nível
do mar, e o grau de ebulição da
água é cerca de 100º Celsius.
Então, você resolve fazer uma
viagem de avião, que está,
agora, a 30 mil metros de
altitude. Tendo em vista que a
temperatura do nosso corpo fica
em cerca de 36ºC, se alguma
parte da fuselagem da aeronave
rompesse e anulasse a
pressurização na aeronave, o seu
sangue ferveria dentro do seu
próprio corpo! Lembre-se que a
água ferve a 100ºC no nível do
mar porque, numa altitude 0, a
pressão atmosférica é de 100.000
Pascal. Quando a altitude atinge
os 18.900 metros, a pressão
atmosférica reduz para apenas
6.180 Pascal e a temperatura
necessária para ebulição da água
passa a ser a mesma temperatura
no nosso corpo humano. É morte,
na certa! E, mesmo se o sangue
não fervesse, você morreria
congelado, sendo que, em média,
a cada acréscimo de mil metros
de altitude, a temperatura cai
cerca de 2 graus Celsius.
Portanto, se a temperatura na
tal cidade litorânea estivesse
em 20ºC, a 30 mil metros de
altitude, estariam fazendo cerca
de 40ºC negativos! Com a redução
drástica da pressão, seu corpo
também tenderia a dilatar ou até
mesmo explodir!
Aqui
o autor volta ao velho hábito de
discutir sobre o que não sabe.
Os astronautas ficaram mais
expostos quando saíram da órbita
terrestre. Durante toda a viajem
até a Lua, durante toda as
atividades de exploração ao
satélite e durante a viagem de
volta ele ficaram expostos à
radiação. Entretanto o nível de
radiação ainda estava nos níveis
tolerados pelo corpo humano.
Devido à duração da viagem não
houve exposição à radiação
suficiente para causar danos ao
organismo.
Logo
em seguida o autor discorre
sobre pressão atmosférica,
ebulição do sangue, entre outras
coisas. Ele só esqueceu de citar
a composição do traje lunar,
suas camadas, seu sistema de
resfriamento interno, além de
toda a instrumentação ligada ao
traje. Basta pegar estas
informações diretamente do site
da NASA e checar um a um todos
os pontos relativos à proteção e
suporte de vida destes trajes.
Pra
mim, o que realmente aconteceu
nessa estória do homem à Lua foi
o seguinte: os Estados Unidos
levaram os astronautas e alguns
auxiliares a uma missão secreta
no Deserto de Nevada, Estados
Unidos, que, em vários locais,
tem uma enorme similaridade com
a aparência das fotos que teriam
sido tiradas na Lua. Então,
alegando a todos os
participantes que aquilo
tratava-se apenas de um
treinamento. Montaram tudo,
tiraram as fotos, e fizeram as
filmagens do local. Quando tudo
terminou e todos os equipamentos
foram colocados de volta num
caminhão baú, os astronautas
voltaram de helicóptero para a
NASA e todos os auxiliares
técnicos foram mortos e
enterrados lá mesmo, no Deserto
de Nevada. Por volta de duas
pessoas de alta patente da CIA
ficaram encarregadas de fazer o
serviço sujo e levar o caminhão
de volta à NASA. Após a viagem
de volta com os astronautas, o
piloto do helicóptero também
teria sido morto. Com exceção
das duas pessoas de alta patente
da CIA, todos os envolvidos
teriam sido mortos sem que os
astronautas soubessem. Todo o
material teria sido levado a
estúdios, onde teriam sido
realizados efeitos especiais nos
filmes e fotos tiradas. Fora os
diretamente envolvidos, apenas
mais uma pessoa sabia da trama,
sendo este o principal mentor da
falcatrua: o presidente Richard
Nixon. Perceba que ele foi o
único presidente dos Estados
Unidos que vivenciou, em apenas
três anos, todas as seis
supostas viagens do homem à Lua,
entre 1969 e 1972. Após a saída
de Nixon do poder, nunca mais
astronauta algum fora enviado à
Lua. Una-se a isto o fato de o
então presidente John Kennedy
ter dito, num discurso ocorrido
no início da década de 1960,
logo após a extinta União
Soviética ter enviado Yuri
Gagarin ao espaço, que os
Estados Unidos mandariam o homem
à Lua antes mesmo do final da
década, acirrando a corrida
espacial.
Ao
ler o trecho acima fica difícil
conter o riso e lançar os
seguintes questionamentos:
-
Se isso foi filmado no Deserto
do Nevada porque até agora não
temos fotos precisas destes
locais?
-
Se todos foram mortos cadê os
familiares reivindicando os
corpos?
-
Se houve uma farsa deste porte
porque a URSS e a China que
teriam motivos e capacidade para
denunciar admitem e confirmam o
pouso na Lua?
A
outra afirmação envolvendo o
ex-presidente Richard Nixon é
apenas uma tentativa de encher a
cabeça do leitor. Quem lançou o
Programa Apollo foi John
Kennedy, em 1961. Com a morte de
Kennedy em 1963 assumiu seu
vice, Lyndon Jonhson que
governou até 1969. Richard Nixon
assumiu apenas em 20 de janeiro
de 1969, quando o programa
Apollo já havia efetuado
lançamentos da Apollo 7 e 8 que
realizou a primeira viagem de
circunavegação da Lua. Em poucos
meses Nixon não teria condições
de mobilizar uma fraude deste
porte. E se a fraude veio de
governos anteriores o que ele
teria feito seria denunciá-la.

Presidente Richard Nixon
cumprimentando os astronautas da
Apollo 11 na van onde eles
ficaram em quarentena
(amplie a primeira foto para ver
se eles estão felizes ou
apreensivos com o feito
histórico)
Continuando o meu raciocínio,
com as fotos e filmes prontos,
os Estados Unidos fizeram aquele
mega marketing mundial, atraíram
todos os holofotes para si,
combinaram tudo com os
astronautas, dizendo-lhes que
eles seriam heróis e teriam
tratamentos dignos de reis pro
resto da vida e que nunca pessoa
alguma provaria que eles não
estiveram na Lua. Com tudo
pronto, mandaram o foguete pro
espaço. Mas, este, ficou apenas
em órbita da Terra. A partir
daí, a NASA começou a
transmitir, "ao vivo", o filme
que já estava pronto cheio de
efeitos especiais. Daí pra
frente foi fácil. Foi só os
astronautas ficarem na órbita
terrestre esperando o espetáculo
terminar antes de retornarem
para casa.
Aqui
temos uma boa dose de achismo do
autor, que colocou opiniões
pessoais acima do raciocínio dos
leitores. Como mostramos aqui,
seria inviável uma fraude deste
porte. Seria mais fácil colocar
missões tripuladas no solo lunar
do que ter êxito em uma fraude
deste nível.

Astronautas de volta à Terra no
módulo da Apollo 11 que caiu no
oceano
Richard Nixon não teria se
envolvido apenas no escândalo da
farsa do homem na Lua. Ele foi
também o mentor intelectual e
principal articulador do Caso
Watergate, que ocorreu em 1972,
quando a sede do Partido
Democrata sofreu uma espionagem
com escuta ilegal. Nixon, que
era do Partido Republicano,
queria a CIA e o FBI juntos para
grampearem telefones, invadirem
casas, violarem
correspondências, além de outras
práticas inadmissíveis num país
democrático. Porém, Richard
Nixon não conseguiu o apoio do
então diretor do FBI J. Edigard
Hoover, que morreu logo em
seguida, em maio de 1972. Apenas
seis semanas após a morte de
Hoover, o plano de Nixon já
entrava em ação, em 17 de junho
de 1972, sendo comprovado após
investigação independente do
jornal The Washington Post.
Mesmo com a prisão e a sentença
dada aos invasores, Nixon foi
reeleito em novembro de 1972. No
dia 17 de maio de 1973, Nixon
sofre um processo de
impeachment, acusado por abuso
de poder, entrave à justiça e
falso testemunho, e acaba
renunciando ao cargo no dia 8 de
agosto de 1974 antes de ser
deposto.
O
Caso Watergate é um exemplo
claro do que um governante pode
ser capaz quando está no poder.
Mas também é um exemplo claro de
que a verdade aparece
fundamentada em provas
convincentes e irrefutáveis. Foi
assim com o Caso Watergate, foi
assim com a questão das armas
químicas no Iraque que serviram
de pretexto para a 2ª Guerra do
Iraque e foi assim também com o
caso Collor-PC Farias, aqui no
Brasil. Na questão da ida à Lua
mostramos aqui que todas as
alegadas evidências surgem a
partir de más interpretações,
erros, distorções, fraudes e
falta de conhecimento científico
de quem as divulga. Nenhuma
delas se sustenta. Absolutamente
nenhuma.
Para
conhecer um pouco mais da vida
de Richard Nixon, o homem que
manchou a história dos Estados
Unidos sendo o primeiro
presidente que passou por um
processo de impeachment, acesse
o endereço
www1.folha.uol.com.br/folha/almanaque/mundo_09ago1974.htm,
onde há uma matéria criada pelo
jornal Folha de São Paulo. E
para saber mais sobre o Caso
Watergate, acesse o endereço
www.canaldaimprensa.com.br/nostalgia/dquintedicao/nostalgia1.htm
do site Canal da Imprensa.
Finalmente mais
uma declaração acertada entre
tantas sofríveis.
Jogo
dos 7 erros
Considero a foto abaixo, tirada
durante a viagem da nave Apollo
12, mais que ridícula! Ela é
simplesmente um menosprezo ao
nosso raciocínio, um insulto à
nossa inteligência e capacidade
de pensar! Mas, para não
passarmos tanta raiva, vamos
chamá-la de Jogo dos 7 Erros e
nos distrair um pouco. Olhe
atentamente para esta foto e
tente encontrar os 7 erros antes
de ler as respostas abaixo:

1 -
A sombra da antena parabólica
está para um lado, a do
astronauta para outro e a da
bandeira para outro!
2 - A bandeira deveria estar
totalmente caída no mastro,
devido à ausência de vento na
Lua.
3 - Há diversas penumbras na
foto, impossíveis de existirem
num ambiente sem atmosfera.
4 - Há pegadas por toda a parte,
impossíveis de existir num
ambiente sem umidade.
5 - Não há estrelas no céu, que
deveriam ser melhores visíveis
na Lua.
6 - No chão, embaixo do Módulo
Lunar, não há indícios dele ter
pousado ali.
7 - Um astronauta nunca pousaria
uma espaçonave bem ao lado de
uma cratera!
Aqui
mais uma vez cometendo o erro de
fazer análise em uma foto
panorâmica sem tomar as
precauções necessárias. O
alegado primeiro erro está na
interpretação do autor e não na
fotografia. Conforme já
discutimos o efeito de sombras
em direções contrárias ocorre
pela união de imagens tomadas em
direções diferentes.
O
chamado segundo erro discute
sobre a questão da bandeira
novamente. Agora ele afirma que
ela deveria estar caída. A
bandeira jamais cairia pois
estava presa à uma haste que a
mantinha permanentemente
suspensa, conforme se vê na
fotografia abaixo que consta na
própria matéria do "afraudedoseculo".

Depois ele cita a questão das
sombras como 3º erro. Provamos
aqui que ela existe em qualquer
ambiente. Logo após ele comenta
sobre a questão das pegadas que,
ao contrário do que ele fala,
podem sim se formar sem auxílio
de umidade. Em seguida comenta
sobre a ausência de estrelas.
Mostramos facilmente o quão
errado é este questionamento.
Depois afirma que não existem
vestígios de pouso no solo lunar
abaixo do módulo. Já provamos
que essa é uma afirmação
falaciosa. E pra terminar lança
um novo argumento: "Um
astronauta não pousaria uma
espaçonave ao lado de uma
cratera". Basta acessar o quadro
de objetivos da missão e
encontrar a resposta para este
questionamento. Na borda desta
cratera pousou uma sonda lançada
anos antes pelos americanos.
Esta sonda ficou exposta durante
muito tempo no local e era
interesse científico observar os
efeito da exposição de
equipamentos à artefatos
instalados no solo lunar. Por
isso a sonda pousou no referido
local.
Por
incrível que pareça, depois que
este site já estava no ar, ainda
encontrei mais um erro nesta
foto! Isso mesmo. Agora são 8
erros! Ampliando cada foto
tirada pela NASA você pode
verificar que, na lente interna
das câmeras fotográficas
utilizadas, há tênues cruzes
utilizadas como marcadores para
que as imagens a serem
fotografadas sejam melhor
focalizadas. Estas cruzes ficam
na parte interna da câmera,
entre o filme e o obturador. Na
foto acima, poderia ter sido
utilizada uma lente objetiva
para distorcer um pouco a
imagem, conforme pode ser
comprovado ampliando a própria
foto, mas tal lente objetiva
estaria do lado de fora da
câmera e nunca poderia distorcer
as cruzes constantes na foto,
feitas pela lente interna da
câmera! Veja que as cruzes estão
distorcidas! Portanto, só me
resta concluir que esta foto foi
manipulada em estúdio!

Para
que você mesmo(a) possa ampliar
esta foto, siga os seguintes
passos:
1 -
Clique na imagem acima para
abrir a foto completa
diretamente do site da NASA.
2 - Clique com o botão da
direita do mouse sobre a imagem
e selecione a opção Copiar.
3 - Abra um editor gráfico
qualquer, como o Paint, por
exemplo.
4 - Acesse o menu Editar e a
opção Colar.
5 - Analise cada detalhe da
foto.
Se o autor
tivesse bons conhecimentos na
área de fotografia saberia que
existe um fenômeno ótico neste
tipo de imagem em que a luz
expande-se e borra linhas tênues
e escuras. Isso ocorreu inúmeras
vezes nas fotografias obtidas na
Lua e ocorre com muita
freqüência em fotografias
terrestres. Algo absolutamente
normal que não tem nada a ver
com fraudes fotográficas.
Resumo das Evidências da
Falcatrua
1 -
Existem diversas fotos com
sombras em várias direções,
sendo que a única fonte de luz
deveria vir do Sol.
ARGUMENTO
REFUTADO.
2 -
Fotos com diferentes tamanhos da
Terra, vista da Lua,
evidenciando montagens
desproporcionais.
ARGUMENTO
REFUTADO.
3 -
Existem milhares de fotos com
penumbra, sendo que é impossível
haver penumbra na Lua pela
ausência da atmosfera.
ARGUMENTO
REFUTADO.
4 -
Faltam as estrelas no fundo de
todas as fotos. Com a ausência
da atmosfera, as estrelas
tornam-se ainda mais reluzentes.
ARGUMENTO
REFUTADO.
5 -
Nas fotos e vídeos, a bandeira
dos EUA fica tremulando ao
vento. Só que, não existe vento
na Lua porque lá não há
atmosfera.
ARGUMENTO
REFUTADO.
6 -
Em centenas de fotos, vê-se as
pegadas dos astronautas na Lua.
Mas, sem oxigênio e umidade, é
complicado que haja a formação
de pegadas.
ARGUMENTO
REFUTADO.
7 -
Embaixo de um dos pés do Módulo
Lunar, há indícios de alguém ter
levado um montinho de terra para
o pé não ficar no ar.
ARGUMENTO
REFUTADO.
8 -
Pelo que se vê nas fotos, não
houve pouso do Módulo Lunar. Ele
teria sido colocado
delicadamente lá. Não há marcas
dos propulsores da nave.
ARGUMENTO
REFUTADO.
9 -
No mesmo lugar onde o pé do
astronauta cria uma profunda
pegada na superfície lunar, o pé
do módulo lunar se mostra muito
delicado na superfície da Lua,
sem causar qualquer estrago.
ARGUMENTO
REFUTADO.
10 -
Pelo tamanho do Módulo Lunar,
dificilmente existiria nele
combustível suficiente para
colocá-lo em órbita.
ARGUMENTO
REFUTADO.
11 -
Não existem, até hoje, filmes
fotográficos que resistam à
enorme variação de temperatura
na Lua.
ARGUMENTO
REFUTADO.
12 -
Em 1969, os astronautas
conversavam, da Lua, com a NASA,
na Terra, em tempo real. Esta
tecnologia não existe até hoje.
ARGUMENTO
REFUTADO.
13 -
A radiação solar incidente na
Lua, sem atmosfera, é mortal
para qualquer ser humano.
ARGUMENTO
REFUTADO.
14 -
Dificilmente existiriam roupas
espaciais, na época, que
resistissem às enormes variações
de temperaturas da Lua (-153ºC a
+107ºC).
ARGUMENTO
REFUTADO.
15 -
Dificilmente existiriam roupas
espaciais, na época, que
resistissem à ausência da
pressão atmosférica na Lua.
ARGUMENTO
REFUTADO.
16 -
Extrema semelhança do ambiente
das fotos "da Lua" com o Deserto
de Nevada, nos Estados Unidos.
ARGUMENTO
REFUTADO.
17 -
Evidência de Stanley Kubrick na
NASA, que teria a auxiliado na
criação dos efeitos especiais
utilizados na fraude.
ARGUMENTO
REFUTADO.
18 -
O homem só teria ido à Lua por
seis vezes, exatamente durante a
gestão de Richard Nixon, num
prazo de três anos. Após isso,
nunca mais o homem teria voltado
à Lua.
ARGUMENTO
REFUTADO.
19 -
Richard Nixon, envolvido em
falcatruas que mancharam a
imagem dos Estados Unidos, foi o
principal articulador do
escandaloso Caso Watergate, o
qual culminou em sua renúncia
durante o primeiro processo de
impeachment estadunidense. Sua
história o condena.
ARGUMENTO
REFUTADO.
20 -
Evidência de manipulação na foto
do "Jogo dos 7 erros" mostra
várias cruzes distorcidas, mas
tais cruzes não poderiam estar
distorcidas nem mesmo por lentes
objetivas, que ficam do lado
externo da câmera, já que essas
cruzes fazem parte de um recurso
interno do equipamento.
ARGUMENTO
REFUTADO.
Finalização
É
claro que este é apenas o meu
pensamento. É o que eu,
pessoalmente, acho que
aconteceu. Não quer dizer que
isto seja o que realmente tenha
acontecido de verdade. E, por
falar em verdade, parece que
esta palavra ficou faltando na
real história da viagem do homem
à Lua...
Duvide de tudo. Tal como estou
contestando a NASA, há muitos
que também me contestam. Procure
você mesmo(a) o caminho da
verdade.
"Não acredite no que eu digo,
pois é a minha experiência e não
a sua. Experimente, indague e
busque."
Osho Rajneesh
Aqui o autor usa
palavras bonitas para encerrar o
texto dando a impressão de ser o
mensageiro da verdade
denunciando uma grande
falcatrua. Conforme expomos aqui
tudo o que ele apresentou não
passa de uma mistura de alguns
fatos e dados verdadeiros,
misturados com muitos fatos mal
interpretados, distorcidos ou
inventados. Infelizmente poucos
leitores tem motivação
suficiente para checar cada uma
das afirmações contidas em "afraudedoseculo".
Quase sempre acessam o site,
lêem tudo e saem com um
sentimento de ter sido enganado
e com a missão de divulgar a
"novidade". Realmente eles foram
enganados, mas não da forma como
eles imaginam.
E
então? Você ainda acredita que o
homem foi à Lua?

André Basílio é empresário no
ramo de informática,
escreve matérias de informática
para vários jornais do Estado de
Minas Gerais
e é estudante de Administração
na Faculdade de Pará de Minas -
MG - Brasil
Por fim o
autor se apresenta deixando a
clássica perguntar no ar. Para
finalizar nós também
apresentaremos perguntas. Várias
perguntas:
-
Por que a
URSS e a China não
denunciaram esta farsa?
-
Por que
cientistas não encontraram
evidências de fraudes?
-
Como a
NASA consegue silenciar
milhares de pessoas sendo
que até hoje não apareceu
ninguém dizendo ter
participado dela?
-
Quem
colocou os equipamentos
científicos instalados na
Lua entre 1969 e 1972?
-
Como a
NASA conseguiu produzir
milhares de fotografias e
milhares de horas de
filmagens da missão em tão
pouco tempo se tudo foi
feito em estúdio?
-
Por que
até hoje ninguém mostrou o
local onde tais gravações
teriam ocorrido?
-
Como se
explica os testemunhos de
milhares de pessoas não
ligadas diretamente ao
projeto?
-
Como se
explica a missão Apollo 13
que quase resultou na morte
de 3 astronautas?
-
Como se
explica a tecnologia
derivada do Programa Apollo
que até hoje traz benefícios
à humanidade?
-
Por que
nenhum conspiracionista
consegue responder
objetivamente qualquer uma
destas questões?
Agora a
principal pergunta e a mais
importante:
Você acredita
no
www.afraudedoseculo.com.br ?
==============================================
Nossa análise sobre este tema
não termina aqui. Em breve novos
artigos serão lançados onde
abordaremos outras alegadas
evidências, oriundas de outras
fontes, além de uma análise
sobre o perfil geral de um
adepto desta teoria
conspiratória.
aguardem...
=========================
Notas:
[1] Programação Neurolinguistica
(PNL) é uma expressão um
tanto obscura que na verdade
compreende três idéias simples.
A parte "Neuro" da PNL
reconhece a idéia fundamental de
que todos os comportamentos
nascem dos processos
neurológicos da visão, audição,
olfato, paladar, tato e
sensação. Percebemos o mundo
através dos cinco sentidos.
"Compreendemos" a informação e
depois agimos. Nossa neurologia
inclui não apenas os processos
mentais invisíveis, mas também
as reações fisiológicas a idéias
e acontecimentos. Uns refletem
os outros no nível físico. Corpo
e mente formam uma unidade
inseparável, um ser humano.
A parte "Lingüística" do
título indica que usamos a
linguagem para ordenar nossos
pensamentos e comportamentos e
nos comunicarmos com os outros.
A "Programação" refere-se
à maneira como organizamos
nossas idéias e ações à fim de
produzir resultados. A PNL trata
da estrutura da experiência
humana subjetiva, de como
organizamos o que vemos através
dos nossos sentidos. Também
examina a forma como descrevemos
isso através da linguagem e como
agimos, intencionalmente ou não,
para produzir resultados.
Do livro:
Introdução à Programação
Neurolingüística - J.O'Connor/J.Seymour
PNL é uma
maneira de modelar outros
comportamentos, mas única no
sentido que permite alguém a
começar a compreender a
estrutura da experiência
interna. O que isso quer dizer é
que nossa experiência é feita de
visualização (imagens),
experiências auditivas e
sensações. A PNL é o primeiro
modelo capaz de observar o
relacionamento entre como nós
neurologicamente processamos
informações e o efeito disto no
nosso comportamento e
sentimento.
A PNL estuda
a estrutura da experiência
subjetiva. Por estrutura
queremos dizer imagens, sons ou
diálogo interno e sensações com
que a pessoa cria suas
experiências internas e
influencia seu comportamento
externo. |