Os Padrões e Características do Fenômeno Chupa-chupa

Por: Jackson Camargo Comentários: 0

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.


O Fenômeno Chupa-chupa apresenta características peculiares que impressionam tanto os pesquisadores já acostumados com casos ufológicos quanto céticos e detratores do fenômeno que evitam abordar fatos relacionados aos casos ocorridos em estados da região Norte e Nordeste.

Estas características peculiares que cercam estas ocorrências demonstram que algo insólito, inteligente e de origem alheia ao nosso conhecimento agiu em regiões povoadas da Amazônia.

Evolução do Fenômeno

O primeiro aspecto interessante que podemos citar em relação à manifestação chupa-chupa seria em relação à evolução do fenômeno. Os ataques ocorreram de forma muito esporádica em 1976, aumentando gradativamente até abril de 1977, com a ocorrência da Ilha dos Caranguejos, espalhando-se pelo Estado do Maranhão, chegando depois ao Pará e depois ao Amazonas, em território brasileiro. Informações não confirmadas sugerem que o fenômeno ocorreu também em países próximos, Guianas e Venezuela. Essa evolução por regiões ocorreu de forma padronizada, como num mapeamento científico. Isso por si só já confere uma atividade inteligente ao fenômeno.

Detalhes Recorrentes

Verificando os casos de chupa-chupa observam-se vários detalhes recorrentes. A quase totalidade dos casos ocorrem à noite, e referem-se à luzes que surgem repentinamente iluminando todo o local próximo ao contato. Praticamente todos os casos relatados por ribeirinhos, seja no Maranhão, no Amazonas ou no Pará existe a descrição do objeto intensamente iluminado. Quase sempre a luz é tão forte que impede a visualização da fonte da luminosidade, ou seja, o objeto propriamente dito.

Quando ocorre a aproximação repentina acontece o “ataque” que é descrito quase sempre da mesma forma: o objeto projeta um facho de luz que paralisa suas vítimas, impedindo que eles movimentem qualquer parte do corpo, até mesmo para gritar por socorro. Além da paralisia as vítimas descrevem em sua totalidade que sentiram uma dor insuportável sendo logo tomados de profunda fraqueza como se eles tivessem sendo dopados. Nessas condições a maioria ainda conseguiu observar um segundo feixe de luz que atingia as mulheres acima do seio esquerdo (na grande maioria dos caso) ou nos homens, na altura do pescoço. O feixe de luz produzia uma marca longilínea, reta, extensa e larga, como se algo tivesse chapado a pele destas pessoas vitimadas. Em todos os casos documentados haviam dois orifícios paralelos que se apresentavam elevados como se duas agulhas houvessem ali penetrado. A diferença é que quando pressionadas elas não desapareciam.

A queimadura resultante dos ataques era muito diferente das convencionas convencionais em praticamente todos os casos. Enquanto estas convencionais levam em torno de 96 horas para necrosar, as queimaduras produzidas pelo chupa-chupa necrosavam imediatamente.

As vítimas do chupa-chupa, após o incidente, se queixavam de vertigem, dores no corpo, tremores, falta de ânimo, sonolência, fraqueza, rouquidão, queda de pêlos, descamação da pele lesada e freqüentes dores de cabeça. Estes sintomas foram constatados por médicos.

Em geral a área afetada ficou permanentemente desprovida de pêlos. Além disso, os afetados ficaram com baixa imunidade permanentemente sendo que todos adoecem com facilidade.

Objetos Voadores Observados

Em relação aos objetos observados observa-se um padrão característico em todos os casos. Em geral os objetos eram observados aproximando-se das áreas afetadas vindos ou do céu, ou do oceano.

Os casos são predominantemente noturnos, com raras exceções diurnas. Foram identificados oito formas de objetos comumente observados em diferentes regiões. Alguns destes objetos apresentavam vigias e em alguns casos específicos observou-se a presença de tripulantes de aproximadamente 1,5 m de altura.

O mapa acima mostra a vasta área que foi palco de manifestação do fenômeno Chupa-chupa. O fenômeno ocorreu em ondas ou faixas, exatamente igual ao que ocorre em mapeamentos aéreos.
Entre os milhares de avistamentos ocorridos na Amazônia, na onda Chupa-chupa, foram relatados basicamente 6 tipos de aparelhos.

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:


Morte na Ilha do Caranguejo 

O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.


O Início do Fenômeno Chupa-Chupa

O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.


A Fase Gurupi, do Fenômeno Chupa-chupa

Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.


O Fenômeno Chupa-Chupa e a fase da Baía do Sol

Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.


A Operação Prato

Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.


Coronel Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato

Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.


Os Documentos Oficiais da Operação Prato

A Operação Prato, organizada pela Força Aérea Brasileira para investigar os casos agressivos envolvendo UFOs ao norte do Pará e Maranhão, gerou farta documentação. 


As Fotografias da Operação Prato

Conjunto de algumas das fotografias e frames de filmagens dos objetos envolvidos nos ataques.


Características e Padrões do Chupa-Chupa

Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.


Depoimentos de Testemunhas do Chupa-Chupa

Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.


Reportagens de Jornal

Coletânea de reportagens de jornais de época.


Entrevista com Daniel Rebisso Giese

Daniel Rebisso Giese – Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).


Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho

Wellaide Cecim Carvalho – médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.


Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda

Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima – Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.


Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes

Carlos Mendes – Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.


Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias

Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.


Os Anos Seguintes

Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Filmes e Documentários sobre o Chupa-Chupa

Acesse aqui filmes e documentários sobre o Chupa-chupa e a Operação Prato


 

Referências:


    1. PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
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    4. GIESE, Daniel Rebisso. O Fenômeno “Chupa-chupa”, na Amazônia. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.13-14, abr/jun 1989.
    5. ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
    6. CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
    7. GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
    8. GIESE, Daniel. O Fenômeno “Chupa-Chupa”: OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
    9. GIESE, Daniel. Novidades no Fenômeno “Chupa-Chupa”. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 7, p. 14-15, março 1986.
    10. AGHATOS, Stelio e OLIVEIRA, Daniela. UFOs Rondam a Floresta Amazônica. Revista UFO, Campo Grande, nº 39, p. 8-11, Agosto de 1995.
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    32. Operação Prato – 01.01.01 – Relatório de Missão 1 – (FAB – 1º COMAR) [25.9 MB – 40 páginas]
    33. Operação Prato – 01.01.02 – Relatório de Missão 2 – (FAB – 1º COMAR) [15.1 MB – 22 páginas]
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    35. Operação Prato – 01.03.00 – Ilustrações de Ocorrências – (FAB – 1º COMAR) – [22.5 MB – 52 páginas]
    36. Operação Prato – 02.00.00 – Resumo Cronológico – (FAB – 1º COMAR) – [31.8 MB – 52 Páginas]
    37. Operação Prato – 03.01.01 – Registro de Caso 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.29 MB – 4 páginas]
    38. Operação Prato – 03.01.02 – Registro de Caso 2 – (FAB – 1º COMAR) – [1.20 MB – 3 páginas]
    39. Operação Prato – 03.01.03 – Registro de Caso 3 – (FAB – 1º COMAR) – [3.79 MB – 8 páginas]
    40. Operação Prato – 03.01.04 – Registro de Caso 4 – (FAB – 1º COMAR) – [487 KB – 1 página]
    41. Operação Prato – 03.02.01 – Registro de Caso 5 – (FAB – 1º COMAR) – [743 KB – 2 páginas]
    42. Operação Prato – 03.02.02 – Registro de Caso 6 – (FAB – 1º COMAR) – [399 KB – 1 página]
    43. Operação Prato – 03.02.03 – Registro de Caso 7 – (FAB – 1º COMAR) – [337 KB – 1 página]
    44. Operação Prato – 03.02.04 – Registro de Caso 8 – (FAB – 1º COMAR) – [1.59 MB – 3 páginas]
    45. Operação Prato – 03.02.05 – Registro de Caso 9 – (FAB – 1º COMAR) – [4.00 MB – 9 páginas]
    46. Operação Prato – 03.02.06 – Relatório Adicional 1 – (FAB – 1º COMAR) – [3.02 MB – 6 páginas]
    47. Operação Prato – 03.02.07 – Relatório Adicional 2 – (FAB – 1º COMAR) – [412 KB – 1 página]
    48. Operação Prato – 03.02.08 – Relatório Adicional 3 – (FAB – 1º COMAR) – [463 KB – 1 página]
    49. Operação Prato – 03.02.09 – Relatório Adicional 4 – (FAB – 1º COMAR) – [437 KB – 1 página]
    50. Operação Prato – 04.00.00 – Folha de Ocorrências 1 – (FAB – 1º COMAR) – [2.72 MB – 5 páginas]
    51. Operação Prato – 05.00.00 – Informe Especial 1 – (FAB – 1º COMAR) – [11.2 MB – 15 páginas]
    52. Operação Prato – 06.00.00 – Órgãos de Informação 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.13 MB – 2 páginas]
    53. Operação Prato – 07.01.00 – Disposições Gerais 1 – (FAB – 1º COMAR) – [0.99 MB – 2 páginas]
    54. Operação Prato – 07.02.00 – Relatório Geral 1 – (FAB – 1º COMAR) – [115 MB – 160 páginas]
    55. Fotografias da Operação Prato – [683 Kb – 18 páginas]
    56. Fotografias da Operação Prato [BURN] – [25.7 MB – 86 páginas]
    57. Relatorio 1- Relatorio de Missao – Parte Informativa -VERSAO INEDITA
    58. Relatorio 2 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
    59. Relatorio 3 – Relatorio de Missao – Umbituba
    60. Relatorio 4 – Relatorio de Missao – II – Parte Operacional – VERSAO INEDITA
    61. Relatorio 5 – Relatorio de Pescadores
    62. Relatorio 6 – Comentarios e Aspecto Psico-Social e Econamico – VERSAO ANTIGA
    63. Relatorio 6 – Comentários e Aspecto Psico-Social e Economico – VERSAO INEDITA
    64. Relatorio 7 – Relatorio de Missao – I – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
    65. Relatorio 8 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
    66. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO ANTIGA
    67. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO INEDITA
    68. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO ANTIGA
    69. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO INEDITA
    70. Relatorio 11 – Extra 03 – VERSAO INEDITA
    71. Relatorio 12 – Extra 04 – VERSAO INEDITA
    72. Relatorio 13 – Extra 05 – VERSAO INEDITA
    73. Relatorio 14 – Extra 06 – VERSAO INEDITA
    74. Relatorio 15 – Relatorio de Missao – Fazenda Jeju
    75. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO ANTIGA
    76. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
    77. Relatorio 17 – Relatorio de Missao – Partes Operacional e Informativa – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
    78. Relatorio 18 – Relatorio do Agente – Extra 07 – VERSAO INEDITA
    79. Relatorio 19 – Relatorio do Agente – Extra 08 – VERSAO INEDITA
    80. Relatorio 20 – Relatorio do Agente – Extra – VERSAO INEDITA
    81. Relatorio 21 – Relatorio do Agente – Extra 09 – VERSAO INEDITA
    82. Relatorio 22 – Relatorio do Agente – Extra 10 – VERSAO INEDITA
    83. Relatorio 23 – Relatorio do Agente – Extra 11 – VERSAO INEDITA
    84. Relatorio 24 – Relatos Esparsos – VERSAO INEDITA
    85. Relatorio 25 – Extra 12 – VERSAO INEDITA
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    133. http://donmaor.blogspot.com/
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