{"id":1231,"date":"2022-02-19T20:46:37","date_gmt":"2022-02-19T23:46:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/?p=1231"},"modified":"2022-02-19T20:46:37","modified_gmt":"2022-02-19T23:46:37","slug":"cronologia-de-fatos-ufologicos-antiguidade-ate-ano-0","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/cronologia-de-fatos-ufologicos-antiguidade-ate-ano-0\/","title":{"rendered":"Cronologia de Fatos Ufol\u00f3gicos [Antiguidade At\u00e9 ano 0]"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria, fatos ufol\u00f3gicos t\u00eam sido registrados pelo homem em pinturas, livros, folclore e na religi\u00e3o de povos de todo o planeta.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>Segundo a Ci\u00eancia Acad\u00eamica, a vida surgiu h\u00e1 3,5 bilh\u00f5es de anos, na forma de bact\u00e9rias e pouco depois algas. Mariscos e Moluscos surgiram posteriormente, por volta de 500 milh\u00f5es de anos. Mais alguns anos de evolu\u00e7\u00e3o e surgiram peixes e logo depois anf\u00edbios. Os r\u00e9pteis s\u00f3 apareceram no planeta a 360 milh\u00f5es de anos, quando os dinossauros se espalharam pelo Planeta Terra. Seu dom\u00ednio estende-se at\u00e9 aproximadamente 65 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando eles desapareceram repentina e misteriosamente. Os mam\u00edferos, por sua vez, teriam surgido somente por volta de 3 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. A humanidade, como civiliza\u00e7\u00e3o, teria apenas 45 mil anos, segundo a Ci\u00eancia da Arqueologia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><a name=\"descobertas\"><\/a>Descobertas Contradit\u00f3rias<\/h2>\n<p>Durante muitos anos esta vers\u00e3o oficial foi plenamente aceita pela comunidade acad\u00eamica. No entanto, algumas descobertas arqueol\u00f3gicas recentes podem causar uma revolu\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria da ra\u00e7a humana. V\u00e1rios artefatos e f\u00f3sseis antigos t\u00eam sido descobertos trazendo novas informa\u00e7\u00f5es que contradizem a vers\u00e3o oficial sugerindo que a ra\u00e7a humana \u00e9 muito mais antiga do que se sup\u00f5e. Os registros mais antigos datariam de 250 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, \u00e9poca em que a era dos dinossauros estava apenas no in\u00edcio. Confira algumas destas descobertas:<\/p>\n<h3><a name=\"antiguidade\"><\/a>&#8211; 250 milh\u00f5es de anos a.C.<\/h3>\n<p>Em 1938, o geologista Wilbor G. Burroughs, anunciou ter descoberto dez pegadas humanas perfeitas, com cinco dedos semelhantes aos p\u00e9s humanos atuais. Elas mediam 23,73&#215;10,25 cm e foram encontradas ao norte de Mount Vernon, nos Estados Unidos. A descoberta dataria do per\u00edodo Carbon\u00edfero, cerca de 250 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Pegadas semelhantes foram descobertas em Jackson County, e tamb\u00e9m nos Estados da Pensilv\u00e2nia e Missouri, todos nos Estados Unidos. Arqueologistas e geologistas est\u00e3o divididos quanto \u00e0\u00a0 origem destas pegadas. Alguns defendem que sejam anf\u00edbios gigantes, ainda n\u00e3o descobertos e catalogados, enquanto outros preferem aguardar novos dados antes de oficializar qualquer altera\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria biol\u00f3gica do Planeta Terra. Em dois pontos estes cientistas concordam:<\/p>\n<p>1) As pegadas s\u00e3o reais. N\u00e3o s\u00e3o fraudes ou marcas de eros\u00e3o.<\/p>\n<p>2) A hip\u00f3tese de ter sido impressa por um anf\u00edbio gigante n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o estranha quanto parece.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1232\" style=\"width: 164px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1232\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1232 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada4.jpg\" alt=\"\" width=\"154\" height=\"261\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada4.jpg 154w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada4-150x254.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada4-50x85.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada4-100x169.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 154px) 100vw, 154px\" \/><p id=\"caption-attachment-1232\" class=\"wp-caption-text\">Uma das pegadas descobertas pelo cientista Wilbor G. Burroughts, em Mount Vernon, Estados Unidos.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Outra descoberta, realizada tamb\u00e9m nos Estados Unidos comprova que a ra\u00e7a humana est\u00e1 presente no Planeta Terra h\u00e1 muito mais tempo do que se imagina. Na regi\u00e3o de Mount Vict\u00f3ria, foram descobertas pegadas humanas gigantes medindo 59 x 18 cm, indicando um peso de 250 kg. Estes casos s\u00e3o apenas alguns dos muitos registros f\u00f3sseis que p\u00f5em a teoria cient\u00edfica em Xeque. Um das mais surpreendente destas descobertas ocorreu em 3 de junho de 1968. William Meister e Francis Shape descobriram pegadas cal\u00e7adas em Antelope Springs, pr\u00f3ximo a Delta, no estado de Utah, (EUA). Elas mediam 32,5 x 11,25 cm. O interessante destas pegadas \u00e9 que elas esmagaram dois trilobites, no momento em que foram impressas. O trilobite est\u00e1 extinto a 240 milh\u00f5es de anos! A imagem abaixo mostra as pegadas. No detalhe est\u00e1 assinalado um dos trilobite.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1233\" style=\"width: 393px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1233\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1233 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite.jpg\" alt=\"\" width=\"383\" height=\"315\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite.jpg 383w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-250x206.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-150x123.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-50x41.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-100x82.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-200x164.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-300x247.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Huellas-humanass-con-un-tribolite-350x288.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><p id=\"caption-attachment-1233\" class=\"wp-caption-text\">Pegada encontrada em Antelope Springs.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; 70 milh\u00f5es de anos a.C.<br \/>\nFotografia de um conjunto de pegadas fossilizadas descobertas em Paluxy, Texas, EUA. Neste conjunto, haviam pegadas de dinossauros e p\u00e9s humanos que foram impressas na mesma \u00e9poca a aproximadamente 200 milh\u00f5es de anos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1236\" style=\"width: 154px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1236\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1236 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada5.jpg\" alt=\"\" width=\"144\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada5.jpg 144w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada5-50x69.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pegada5-100x139.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 144px) 100vw, 144px\" \/><p id=\"caption-attachment-1236\" class=\"wp-caption-text\">Pegadas humanas, lado a lado com pegadas de dinossauros, encontradas em Paluxy, Texas, EUA.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1235\" style=\"width: 388px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1235\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1235 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq1.gif\" alt=\"\" width=\"378\" height=\"273\" \/><p id=\"caption-attachment-1235\" class=\"wp-caption-text\">Pegadas humanas, lado a lado com pegadas de dinossauros, encontradas em Paluxy, Texas, EUA.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; Antiguidade das pegadas humanas f\u00f3sseis encontradas na regi\u00e3o da Valdecevilla, na Rioja, Espanha.<\/p>\n<p>&#8211; Antiguidade do cubo met\u00e1lico encontrado, em 1885, numa mina na \u00c1ustria, num estrato carbon\u00edfero. O objeto se encontra hoje no museu de Salisbury.<\/p>\n<p>&#8211; Antiguidade das pegadas humanas encontradas ao lado de pegadas de dinossauros no famoso &#8220;Vale dos Gigantes&#8221;, ao longo do leito do rio Paluxy, pr\u00f3ximo de Glen Rose, no Texas, Estados Unidos. As pegadas foram investigadas, em 1971, pelo Dr. C. N. Dougherty, que apresentou um registro de centenas de pegadas na regi\u00e3o.<br \/>\n&#8211; 22 milh\u00f5es de anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade da pegada gigante fossilizada numa laje de argila, encontrada na jazida carbon\u00edfera de Cow Canyon, a uns 40 quil\u00f4metros a leste de Lovelock, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>&#8211; 1 milh\u00e3o de anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade da pequena est\u00e1tua de 2 cm feita em argila, encontrada em 1889 no povoado de Nampa, Idaho, nos Estados Unidos, a uma profundidade de 90 metros. Segundo resultados de an\u00e1lises de laborat\u00f3rio, esta pe\u00e7a teria entre 1 e 2 milh\u00f5es de anos. Apesar da idade do artefato os cientistas acreditam que a estatueta tenha sido trazida com colonizadores americanos por volta de 1600 d.C.. Eles n\u00e3o conseguem explicar como esta figura foi parar a 90 metros abaixo do solo.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1239\" style=\"width: 92px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1239\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1239 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq10.gif\" alt=\"\" width=\"82\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq10.gif 82w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq10-50x122.gif 50w\" sizes=\"(max-width: 82px) 100vw, 82px\" \/><p id=\"caption-attachment-1239\" class=\"wp-caption-text\">Detalhe da figura encontrada em Nampa, Idaho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; 500 mil anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade do geodo encontrado, no dia 13 de fevereiro de 1961, pr\u00f3ximo ao lago Owens, na regi\u00e3o de Olancha, na Calif\u00f3rnia; contendo em seu interior uma pe\u00e7a met\u00e1lica manufaturada, cujas caracter\u00edsticas, segundo o dr. Willis, assemelham-se a uma vela de igni\u00e7\u00e3o para um motor a explos\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_1242\" style=\"width: 240px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1242\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1242 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12.gif\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12.gif 230w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12-150x98.gif 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12-50x33.gif 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12-100x65.gif 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq12-200x130.gif 200w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><p id=\"caption-attachment-1242\" class=\"wp-caption-text\">O misterioso geodo, de 500 mil anos de idade, encontrado em Olancha, Calif\u00f3rnia.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; 40 mil anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade do cr\u00e2nio Neanderthal, furado de bala, exposto no Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres, Inglaterra. O f\u00f3ssil foi encontrado na regi\u00e3o de Broken Hill, norte da Rod\u00e9sia, \u00c1frica. Na imagem ao lado podemos observar a trajet\u00f3ria da bala que teria perfurado o cr\u00e2nio.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1243\" style=\"width: 238px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1243\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1243 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13.jpg 228w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13-150x132.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13-50x44.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13-100x88.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq13-200x176.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 228px) 100vw, 228px\" \/><p id=\"caption-attachment-1243\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e2nio encontrado na regi\u00e3o de Broken Hill, com estranha perfura\u00e7\u00e3o.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; 20 mil anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade de um petr\u00f3glifo investigado pelos irm\u00e3os Leyland, na Austr\u00e1lia, onde aparece claramente um indiv\u00edduo vestindo um capacete e uma roupa com z\u00edper frontal, saindo do interior de um objeto esf\u00e9rico com trip\u00e9.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1244\" style=\"width: 206px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1244\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1244 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pintura_antiga8.gif\" alt=\"\" width=\"196\" height=\"292\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pintura_antiga8.gif 196w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pintura_antiga8-150x223.gif 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pintura_antiga8-50x74.gif 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pintura_antiga8-100x149.gif 100w\" sizes=\"(max-width: 196px) 100vw, 196px\" \/><p id=\"caption-attachment-1244\" class=\"wp-caption-text\">Pintura encontrada pelos irm\u00e3os Leyland, na Austr\u00e1lia.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; A Antiguidade das pinturas encontradas nas cavernas de Altamira, pr\u00f3ximas \u00e0 regi\u00e3o de Santillana dei Mar, em Santander, na Espanha, em cujo interior foram identificados desenhos que fazem pensar em discos voadores. (abaixo).<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1246\" style=\"width: 358px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1246\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1246 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira.jpg\" alt=\"\" width=\"348\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira.jpg 348w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-250x352.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-150x211.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-50x70.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-100x141.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-200x282.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/altamira-300x422.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 348px) 100vw, 348px\" \/><p id=\"caption-attachment-1246\" class=\"wp-caption-text\">A figura acima \u00e9 encontrada na caverna de Altamira, Santander, Espanha.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; 12 mil anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade dos petr\u00f3glifos de Val Camonica, na It\u00e1lia. voadores&#8221; trouxeram do c\u00e9u a ra\u00e7a dos dropas.<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div id=\"attachment_1247\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1247\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1247 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-250x188.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-150x113.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-50x38.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-100x75.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-200x150.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica-350x263.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-1247\" class=\"wp-caption-text\">Desenho antigo, encontrado em Valcamonica, onde observa-se dois personagens usando capacetes.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1248\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1248\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1248 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2-250x182.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2-150x109.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2-50x36.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2-100x73.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/valcamonica2-200x145.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-1248\" class=\"wp-caption-text\">Desenho representando as figuras de Valcamonica, com v\u00e1rios elementos rementendo \u00e0 manifesta\u00e7\u00f5es ufol\u00f3gicas.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; 10 mil anos<\/p>\n<p>&#8211; Antiguidade dos 716 discos de pedra com inscri\u00e7\u00f5es achados na regi\u00e3o de Baian-Kara-Ula, no Tibete, descobertos em 1938 pelo arque\u00f3logo dr. Chi-Pu-Tei e pesquisados em 1962 pelo investigador chin\u00eas dr. Tsum-Um-Nui, da Universidade de Pequim. De acordo com as lendas dos ham, moradores da fronteira entre a China e o Tibete, misteriosos navios.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_1250\" style=\"width: 432px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1250\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1250 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10.jpg\" alt=\"\" width=\"422\" height=\"484\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10.jpg 422w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-400x459.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-250x287.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-150x172.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-50x57.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-100x115.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-200x229.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-300x344.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/08092006-11_56_10-350x401.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 422px) 100vw, 422px\" \/><p id=\"caption-attachment-1250\" class=\"wp-caption-text\">Discos de Baian-Kara-Ula.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; Antiguidade do cr\u00e2nio do bis\u00e3o, furado de bala, exposto no Museu Paleontol\u00f3gico de Moscou, R\u00fassia. Foi encontrado a oeste do rio Leria, na Rep\u00fablica Socialista Aut\u00f4noma de Yakutia (abaixo).<\/p>\n<div id=\"attachment_1251\" style=\"width: 366px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1251\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1251 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5.jpg\" alt=\"\" width=\"356\" height=\"237\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5.jpg 356w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-250x166.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-150x100.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-50x33.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-100x67.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-200x133.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq5-350x233.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 356px) 100vw, 356px\" \/><p id=\"caption-attachment-1251\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e2nio antigo de bis\u00e3o, com estranha perfura\u00e7\u00e3o, exposto em museu de Moscou, R\u00fassia.<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; Antiguidade das pinturas rupestres das Wondjinas encontradas nas regi\u00f5es de Kimberley, na Austr\u00e1lia, pesquisadas desde 1838.<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1252\" style=\"width: 230px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1252\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1252 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9.jpg\" alt=\"\" width=\"220\" height=\"212\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9.jpg 220w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9-150x145.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9-50x48.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9-100x96.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/ufoarq9-200x193.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><p id=\"caption-attachment-1252\" class=\"wp-caption-text\">Acima algumas imagens rupestres dos Wondjinas. Segundo os abor\u00edgines australianos seriam seres do c\u00e9u que desceram \u00e0 Terra para ensinar os homens tendo retornado aos c\u00e9us posteriormente.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; 8 mil anos<br \/>\n&#8211; Antiguidade das pinturas rupestres encontradas nas cavernas de Varzel\u00e2ndia, em Minas Gerais, no Brasil; cujas imagens apresentam discos voadores e esquemas do sistema solar.<\/p>\n<div id=\"foto15\" class=\"foto\">\n<p><img src=\"http:\/\/www.fenomenum.com.br\/ufo\/historico\/imagens\/em-varzelandia-na-zona-do-medio-rio-sao-francisco-minas-gerais-as-pinturas-revelam-representar-as-pleiades-grupo-de-sete-estrelas-que-anunciam-a-chegada-das-chuvas-para-o-observador-pre-historico.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<div id=\"attachment_1254\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1254\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1254 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/varzelandia-1024x630.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"630\" \/><p id=\"caption-attachment-1254\" class=\"wp-caption-text\">Algumas imagens das figuras encontradas em Varzel\u00e2ndia (MG)<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8211; 7 mil anos<br \/>\n&#8211; Antiguidade das mais de 5 mil pinturas rupestres encontradas na regi\u00e3o de Tassili, no Saara argelino, na \u00c1frica, pesquisadas pelo investigador franc\u00eas Henri Lhote. Uma das imagens mostra um grupo de mulheres sendo conduzidas \u00e0 um objeto esf\u00e9rico luminoso por um ser com cabe\u00e7a redonda. Este ser est\u00e1 unido \u00e0 esfera luminosa atrav\u00e9s de uma esp\u00e9cie de cord\u00e3o umbilical. Abaixo duas imagens obtidas em Tassili.<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1256\" style=\"width: 356px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1256\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1256 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3.jpg\" alt=\"\" width=\"346\" height=\"308\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3.jpg 346w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-250x223.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-150x134.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-50x45.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-100x89.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-200x178.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Tass3-300x267.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 346px) 100vw, 346px\" \/><p id=\"caption-attachment-1256\" class=\"wp-caption-text\">Uma das pinturas rupestres de Tassili.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; 2345 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Ano em que subiu ao trono o imperador Yao. Nesse per\u00edodo, os manuscritos Chuang-Tzu no cap\u00edtulo 2; Liu-ShiChun Chiu volume XII e cap\u00edtulo 5; o Huainan-Tzu no cap\u00edtulo 8 relatam v\u00e1rios incidentes de caracter\u00edsticas ins\u00f3litas vividos pelo imperador Yao. Por exemplo, temos que, no ano 42 do seu reinado, uma estranha estrela desceu do c\u00e9u at\u00e9 a cratera de um vulc\u00e3o. Sendo que no ano 70 do seu governo, a estrela emergiu da cratera do vulc\u00e3o. No Hsui-nam-Tzu, relata-se a apari\u00e7\u00e3o de dez s\u00f3is.<\/p>\n<p>&#8211; 2300 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade da lenda Sei-To-Ki ou do &#8220;homem divino&#8221;, que desceu dos c\u00e9us para a Terra na regi\u00e3o da atual Cor\u00e9ia do Norte, onde reinou entre os povos locais durante mil anos.<\/p>\n<p>&#8211; 2000 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade da obra chinesa Ci\u00eancia Natural, em cujo texto no seu cap\u00edtulo 10, encontramos a seguinte descri\u00e7\u00e3o: &#8221; &#8230; Sob o reinado do imperador Xia ji, foram vistos dois s\u00f3is no rio Feichang; um deles ascendendo no leste e o outro descendo no oeste, sendo que ambos rugiam como o trov\u00e3o.&#8221; Nesse mesmo ano, na ilha de Kyu Shu, no Jap\u00e3o, um t\u00famulo chip-san apresenta uma inscri\u00e7\u00e3o ilustrando a imagem de um rei elevando as m\u00e3os para o c\u00e9u, procurando acolher sete discos solares.<\/p>\n<p>&#8211; 1800 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No livro de Ramayana, existe um trecho que relata que um exercito a\u00e9reo vindo do Ceil\u00e3o invadiu a regi\u00e3o da India. Rama e seu ex\u00e9rcito embarcam em Vimanas e repelem os invasores.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_1257\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1257\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1257 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"802\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01.jpg 600w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-400x535.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-250x334.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-150x201.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-50x67.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-100x134.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-200x267.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-300x401.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-350x468.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-450x602.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-500x668.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/pl01-550x735.jpg 550w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><p id=\"caption-attachment-1257\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o de um Vimana, encontrado em um antigo livro hindu.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&#8211; 1500 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade de um registro eg\u00edpcio onde,&#8221; rodas ou discos de fogo&#8221; s\u00e3o vistos planando sobre o pal\u00e1cio do fara\u00f3 Thutmosis III ou Thutm\u00e9s III:<\/p>\n<p>&#8220;No ano 2, do 3\u00ba m\u00eas do inverno, sexta hora do dia&#8230; os escribas da Casa da Vida verificaram que eram c\u00edrculos de fogo que vinham do c\u00e9u (embora) n\u00e3o tivessem cabe\u00e7a, o h\u00e1lito de suas bocas (tinha) odor f\u00e9tido. Seus corpos, uma vara (cerca de 45 metros) de comprimento e uma vara de largura. N\u00e3o tinha voz&#8230; Ora, passados uns dias deste acontecimento eis que se tornavam mais numerosos que qualquer outra coisa. Brilhavam no c\u00e9u, mais que o Sol&#8230; Poderosa era a posi\u00e7\u00e3o do c\u00edrculos de fogo. O ex\u00e9rcito do Rei estava atento e sua majestade se achava no meio dele. Era depois da ceia. Em seguida, eles (os c\u00edrculos de fogo) subiram mais alto e dirigiram-se para o sul&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; 1400 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo o livro sagrado indiano Mahabharata, houve nesta \u00e9poca, novas guerras nos c\u00e9us da \u00cdndia com a presen\u00e7a dos chamados Vimanas.<\/p>\n<p>&#8211; 1361 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Antiguidade do famoso IV canto de Akenaton ou tamb\u00e9m conhecido por Amenofis IV, antecessor de Tutankamon, realizado para o deus Aton. No canto, \u00e9 poss\u00edvel ler a seguinte descri\u00e7\u00e3o: &#8220;&#8230; E assim ocorreu que, encontrando-se o fara\u00f3 na ca\u00e7a do le\u00e3o, em pleno dia, seus olhos avistaram um disco brilhante pousado sobre uma rocha, e o mesmo pulsava como o cora\u00e7\u00e3o do fara\u00f3, e seu brilho era como o ouro e a p\u00farpura. O fara\u00f3 se colocou de joelhos ante o disco.&#8221; Nesse canto, no Ill Hino, o fara\u00f3 continua a narra\u00e7\u00e3o dizendo: &#8221; &#8230; Oh!, disco solar que com teu brilho ofuscante pulsas como um cora\u00e7\u00e3o e minha vontade parece tua. Oh!, disco de fogo que me iluminas e teu brilho e a tua sabedoria s\u00e3o superiores \u00e0 do Sol.&#8221; Cabe destacar que foi ap\u00f3s a vis\u00e3o do disco solar identificado como o deus Aton, que Amenofis IV mudou seu nome para Akenaton, alterando toda a estrutura religiosa do antigo Egito, o que lhe valeu ser assassinado mais tarde.<\/p>\n<p>&#8211; 1027 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nessa data, correspondente ao ano 24 do reinado do imperador Chao Wang, da dinastia Cheu, ocorreu o seguinte fen\u00f4meno: &#8220;&#8230; No dia 8 da 4a. Lua, apareceu uma luz pelo lado sudoeste que iluminou o pal\u00e1cio do rei. O monarca surpreendido pelo fulgor, interrogou aos s\u00e1bios a respeito. Eles lhe mostraram livros nos que se indicava que esses prod\u00edgios significavam a apari\u00e7\u00e3o do grande s\u00e1bio do Ocidente, cuja religi\u00e3o haveria de ser introduzida no pa\u00eds.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 880 anos a.C.<br \/>\n&#8211; O pal\u00e1cio de Arsurbanipal, em Ninive, est\u00e3o registrados em alto relevo objetos semelhantes \u00e0 discos voadores e seus tripulantes.<\/p>\n<p>&#8211; 853 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo a B\u00edblia, nesta \u00e9poca o profeta Elias foi arrebatado por uma carruagem de fogo.<\/p>\n<p>&#8211; 721 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em tempos dos in\u00edcios do imp\u00e9rio romano, R\u00f4mulo, que o teria fundado por volta de 754 a.C., desaparece em estranhas circunst\u00e2ncias ap\u00f3s uma ins\u00f3lita tempestade precedida de um eclipse do Sol. Segundo a lenda, R\u00f4mulo teria sido arrebatado at\u00e9 a presen\u00e7a dos deuses, no c\u00e9u, numa carruagem voadora.<\/p>\n<p>&#8211; 708 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Durante o reinado do imperador Numa Pompilio, os escribas romanos registraram a observa\u00e7\u00e3o nos c\u00e9us de um &#8220;escudo de bronze&#8221; voador.<\/p>\n<p>&#8211; 667 anos a.C.<br \/>\n&#8211; O imperador japon\u00eas Kami-Yamato-Ihari-Biko declarou \u00e0 corte que contatou seus antepassados celestes que haviam descido do c\u00e9u em carruagens voadoras.<\/p>\n<p>&#8211; 508 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Pl\u00ednio, o Velho descreve que objetos voadores, descritos como escudos ardentes foram observados na regi\u00e3o da vila de Bolsena, na It\u00e1lia. Tais objetos emitiam forte calor, provocando inc\u00eandios em algumas regi\u00f5es da cidade.<\/p>\n<p>&#8211; 503 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano e por volta da meia-noite, na cidade de Roma, foram vistos &#8220;navios&#8221; como os de guerra, brilhando no c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 500 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Julio Obsequens descreve que durante o consulado de Publio Postumo Tuberto e de Agripa Menenio Lanato, foram observados v\u00e1rios objetos alongados e incandescentes durante a madrugada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">&#8211; 498 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano na It\u00e1lia, durante a batalha do lago Regilo provocada pela invas\u00e3o de Tarqu\u00ednio, dois estranhos &#8220;cavaleiros de branco&#8221;, de uma altura superior \u00e0 s dos mais altos soldados, apareceram repentinamente em meio \u00e0 batalha.<\/p>\n<p>&#8211; 480 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na obra Temistocles VI, Plutarco recolhe um curioso fen\u00f4meno produzido na antiga Gr\u00e9cia, onde, nesse ano, uma grande luz incandescente apareceu no c\u00e9u, justo quando os gregos venciam a frota invasora persa do rei Xerxes, na batalha de Salamina.<\/p>\n<p>&#8211; 461 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo o s\u00e1bio grego Lycosthenes: &#8221; &#8230; Se observou que o c\u00e9u brilhava e o povo viu estranhos fantasmas que o aterrorizavam. As formas e as vozes da apari\u00e7\u00e3o eram terr\u00edveis para os olhos e ouvidos humanos.<\/p>\n<p>&#8211; 394 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo narra o livro Hist\u00f3ria Natural VI-XXXI, do romano Pl\u00ednio, o Velho, um estranho &#8220;conjunto celestial&#8221; brilhou sobre Cnido, cidade de Caria, ao mesmo tempo em que os soldados espartanos eram derrotados no mar, perdendo o imp\u00e9rio grego.<\/p>\n<p>&#8211; 372 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em comemora\u00e7\u00e3o \u00e0 queda da cidade de Esparta, na Gr\u00e9cia, o historiador Diodoro S\u00edculo escreveu: &#8220;&#8230; Um or\u00e1culo divino anunciou a queda do imp\u00e9rio, pois durante multas noites foi vista nos c\u00e9us uma grande luz brilhante.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 344 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na obra As Nuvens do Engano, Plutarco comenta que, nesse ano, o grande legislador grego, Timoleonte, ao ser requerido pelas cidades gregas de Sic\u00edlia para expulsar Os cartagineses, relata uma curiosa situa\u00e7\u00e3o: &#8220;&#8230; Agora, com sete naves corintias e duas de Corcira, e uma d\u00e9cima que proporcionaram os leucadianos, ele zarpou. E, pela noite, ap\u00f3s ter entrado no mar aberto e desfrutando de um vento favor\u00e1vel, os c\u00e9us pareceram explodir, abrindo-se subitamente sobre a sua nave, expelindo seguidamente abundante e vivo fogo. Desse se elevou uma rocha no alto, como aquelas de que s\u00e3o portadores os m\u00edsticos, e correndo com eles na sua trajet\u00f3ria os levou precisamente \u00e0quela parte da It\u00e1lia \u00e0 qual haveriam colocado rumo os pilotos&#8221;&#8230;..<\/p>\n<p>&#8211; 340 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo os registros recolhidos pelo historiador Tito L\u00edvio em seu Livro VIII, cap\u00edtulo VI, da antiga rep\u00fablica romana, consta o estranho encontro ocorrido entre os c\u00f4nsules romanos, Latino e Romano, com um indiv\u00edduo de aspecto majestoso e elevada estatura, fora do normal.<\/p>\n<p>&#8211; 332 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No per\u00edodo do cerco da cidade de Tiro pelo imperador Alexandre, o Grande, apareceu repentinamente sobre o campo &#8220;escudos voadores&#8221;, como foram chamados, voando em forma\u00e7\u00e3o triangular. Dirigia a forma\u00e7\u00e3o um disco de maior di\u00e2metro, sendo quase o dobro dos demais. Os discos passearam, sendo observados pelos ex\u00e9rcitos de ambos os lados, at\u00e9 que, repentinamente, do maior dos escudos voadores sa\u00edram uns raios que desfizeram as muralhas e as torres como se fossem feitas de barro. E os sitiantes lan\u00e7aram-se em avalanche pelas brechas. Os escudos voadores permaneceram suspensos at\u00e9 que a cidade foi conquistada, desaparecendo rapidamente logo depois, no alto, fundindo-se com o azul do c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 329 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Quando Alexandre, o Grande, cruzava o rio Jaxartes, na \u00cdndia, apareceram escudos voadores brilhantes que sobrevoaram pela coluna de soldados. Toda a cavalaria, os elefantes de guerra e demais soldados debandaram-se em p\u00e2nico.<\/p>\n<p>&#8211; 234 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na sua obra Timoleonte, Plutarco comenta que na cidade de Rimini, nesse ano, foram vistas tr\u00eas luas, enquanto as tribos dos galos invadiam a It\u00e1lia.<\/p>\n<p>&#8211; 223 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Dion C\u00e1ssio, historiador grego, escreveu na sua obra Hist\u00f3ria Romana, livro 1 que, nesse ano ocorreram eventos que semearam grande pavor entre os cidad\u00e3os de Roma. Segundo narra, ocorreu que o rio Picena teve as \u00e1guas cor de sangue em Etruria, e uma boa parte do c\u00e9u pareceu estar incendiada. Em Arimio, fulgurou durante uma noite uma luz como se fosse dia. Em muitas outras partes da It\u00e1lia, foram vis\u00edveis tr\u00eas luas durante a noite, e no f\u00f3rum um abutre esteve pousado durante v\u00e1rios dias.<\/p>\n<p>&#8211; 222 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No livro Hist\u00f3ria Natural, livro II, escrito por Pl\u00ednio, o Velho, comenta que, tr\u00eas luas apareceram ao mesmo tempo durante o consulado de Gnaeus Domitius e Gaius Faunus.<\/p>\n<p>&#8211; 221 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo consta no trabalho Prodigium Libellus, do grego Lycosthenes, novamente foram vistas naquele ano tr\u00eas luas na cidade de Rimini, as quais voavam em diversos pontos do c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 218 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nos livros XII e LXII de sua Hist\u00f3ria Romana, o historiador Tito L\u00edvio relata como &#8220;navios fantasmas&#8221; foram avistados brilhando no c\u00e9u. Inclusive em Roma, assim como em outros lugares apareceram imagens de homens altos com brilhantes vestes brancas que se mantinham a dist\u00e2ncia sem aproximar-se das testemunhas. Nos seus livros XXI-XXII, o mesmo Tito L\u00edvio recolhe a narrativa de como foi avistado um &#8220;escudo voador&#8221; nos c\u00e9us de Arpi (cidade de Apulia na It\u00e1lia). Tamb\u00e9m, nesses livros, se recolhem novas apari\u00e7\u00f5es de &#8220;navios fantasmas&#8221;, assim como o fen\u00f4meno do &#8220;globo solar&#8221; menor, e das &#8220;l\u00e2mpadas cintilantes&#8221;, vistas no c\u00e9u de Praeneste, cidade de Lacio.<\/p>\n<p>&#8211; 217 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Seguindo com as obras de Tito L\u00edvio, no seu livro XXIII, relata o seguinte: &#8220;&#8230; O disco solar apareceu contra\u00eddo. Resplandecentes pedras ca\u00edram do c\u00e9u em Praeneste e em Arpi apareceram escudos no c\u00e9u, o Sol pareceu estar lutando contra a Lua, e em Caperna duas luas se elevaram ao mesmo tempo&#8230; Em Faleiro, o c\u00e9u pareceu desgarrar-se como numa grande fresta e atrav\u00e9s da fenda havia reluzido uma brilhante luz e aquelas partes haviam-se contra\u00eddo &#8230; Em Capua houve o aspecto de um c\u00e9u incendiado e de uma lua que ca\u00eda em meio a uma grande chuva&#8230; &#8221; Nesse mesmo ano, &#8220;globos de fogo&#8221; foram avistados no c\u00e9u quando os romanos foram derrotados no lago Trasimenus pelas tropas de An\u00edbal.<\/p>\n<p>&#8211; 216 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo consta no trabalho Prodigium Libellus, temos o seguinte relato: &#8220;No dia da batalha de Cannae, entre os romanos e os cartagineses foram observados objetos circulares e outros em forma de navio, fen\u00f4meno que durou toda uma noite. Desde o solo era poss\u00edvel distinguir formas brancas a bordo daqueles objetos que se mantinham no c\u00e9u, mas podiam ser observados da Terra \u00e0 vontade.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 215 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Os consules romanos Sevilio G\u00e9mino e Caio Quinto, observam objetos estranhos sobrevoando Roma. Em Arpi, observou-se um escudo voador durante o dia. Em C\u00e1pua, tamb\u00e9m foram observados estranhos objetos voadores.<\/p>\n<p>&#8211; 214 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No seu livro XXI, Tito L\u00edvio relata como foi vista na cidade de Adria uma plataforma no c\u00e9u, e pr\u00f3ximo dela uma forma de &#8220;homem vestido de branco&#8221;. No seu livro XXIV, recolhe incidentes estranhos em Adria, onde foi visto um &#8220;altar no c\u00e9u&#8221;, al\u00e9m do testemunho de algumas pessoas que afirmaram ter visto legi\u00f5es armadas sobre o jan\u00edculo. J\u00e1 nos livros XXIV e XLIV, foram avistadas no rio Tarracina naves de guerra cujas formas eram desconhecidas.<\/p>\n<p>&#8211; 213 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Dio Cassius escreve: &#8220;Em Ariminium, 3 Luas apareceram \u00e0 noite, tornando-a como se fosse dia luminoso. (119, vlo 2, cap. 46).<\/p>\n<p>&#8211; 212 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No livro XXV de Tito L\u00edvio, encontramos o avistamento de uma esp\u00e9cie de altar que voava pelos c\u00e9us da cidade de Rhaetia. Neste altar havia uma s\u00e9rie de homens que vestiam branco.<\/p>\n<p>&#8211; 206 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, relata Tito L\u00edvio que dois s\u00f3is foram vistos na regi\u00e3o de Alba e em Fregelle se fez dia durante a noite.<\/p>\n<p>&#8211; 204 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, dois s\u00f3is tamb\u00e9m foram vistos ao longo da It\u00e1lia, em Seria, um meteoro foi visto cruzando o c\u00e9u de leste a oeste.<\/p>\n<p>&#8211; 202 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No per\u00edodo dos consuls Marcus Corn\u00e9lius Cetego e Publio Semprenio observaramse dois s\u00f3is durante a noite. Na regi\u00e3o de Sezza, observou-se um objeto luminoso que cruzou o c\u00e9u de leste para oeste.<\/p>\n<p>&#8211; 175 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, foi relatado que na cidade de Lacio, foram avistados tr\u00eas s\u00f3is brilhantes no c\u00e9u ao mesmo tempo, e v\u00e1rias rochas ca\u00edram \u00e0quela noite, em Lanuvia.<\/p>\n<p>&#8211; 174 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo Pl\u00ednio, nesse ano foram vistos em Roma tr\u00eas s\u00f3is no c\u00e9u ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>&#8211; 173 anos a.C.<br \/>\n&#8211; O historiador Tito L\u00edvio escreve que, nesse ano, ocorreram incr\u00edveis eventos em Lanuvium e Friverum, respectivamente. Sendo que em Lanuvium foi avistada no c\u00e9u uma grande frota de navios do espa\u00e7o e, em Friverum, uma estranha l\u00e3 cinza cobriu o solo.<\/p>\n<p>&#8211; 171 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, observadores presentes no f\u00f3rum romano observaram tr\u00eas s\u00f3is brilhando no c\u00e9u ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>&#8211; 170 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo os registros romanos, nesse ano na Via Apia, aproximadamente a 25 km de Roma, foi vista uma frota de naves no c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 167 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em Lanuvium, foi vista uma brilhante rocha no c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 166 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Novamente, na cidade de Lanuvium, foi observada uma rocha no c\u00e9u e em Casini foi avistado um Sol por v\u00e1rias horas brilhando durante a noite, sendo que no territ\u00f3rio de Vei apareceu um tipo de l\u00e3 entre algumas \u00e1rvores.<\/p>\n<p>&#8211; 163 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano foi observado em C\u00e1pua um Sol durante a noite. Em Forini, foram vistos dois s\u00f3is durante o dia, brilhando ao mesmo tempo como se estivesse em fogo. Em Cefal\u00f4nia, foi ouvido um som vindo dos c\u00e9us que foi interpretado como sendo trombetas divinas. Seguidamente houve uma chuva de terra e um vento tempestuoso, o qual derrubou casas e arrasou os cultivos. \u00e0\u20ac noite, um brilhante Sol apareceu em Pisauro.<\/p>\n<p>&#8211; 154 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na regi\u00e3o de Compsa, especificamente sobre a cidade de Sammio, apareceram armas voando e atravessando o c\u00e9u de um ponto a outro.<\/p>\n<p>&#8211; 152 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em muitos lugares de Roma, foram avistadas apari\u00e7\u00f5es vestidas com roupas brancas que, a cada tentativa de aproxima\u00e7\u00e3o, desapareciam repentinamente.<\/p>\n<p>&#8211; 140 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Durante esse ano em Praeneste, cidade de Lacio, na It\u00e1lia, imagens apareceram no c\u00e9u.<\/p>\n<p>&#8211; 137 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano em Praeneste, cidade de Lacio, na It\u00e1lia, foi vista uma rocha no c\u00e9u durante a noite.<\/p>\n<p>&#8211; 134 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na regi\u00e3o de Amiternum, cidade de Sabinos, durante v\u00e1rias semanas foi vista \u00e0 noite uma luz muito brilhante semelhante ao Sol.<\/p>\n<p>&#8211; 127 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na cidade dos Volscos de Fruosino, foi vista no c\u00e9u uma rocha acesa.<\/p>\n<p>&#8211; 122 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No Prodigium, cap\u00edtulo 114, se l\u00ea que em Galiun, na Sic\u00edlia, foram observados tr\u00eas s\u00f3is e tr\u00eas luas. (Julio Obsequens, &#8220;Prodigiorum Libellus, cap 42) .<\/p>\n<p>&#8211; 118 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Pl\u00ednio menciona no seu livro II, cap\u00edtulo XXXI, como em Roma foram vistos tr\u00eas s\u00f3is no c\u00e9u desse ano, afirmando: &#8221; &#8230; Se informa tamb\u00e9m que v\u00e1rios s\u00f3is foram vistos ao meio-dia no B\u00f3sforo e que duraram at\u00e9 o anoitecer.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 116 anos a.C.<br \/>\n&#8211; O historiador Lycosthenes recolhe num escrito que, na cidade de Lacio, foram avistados tr\u00eas s\u00f3is no c\u00e9u desse ano, enquanto Pl\u00ednio, no seu livro II, cap\u00edtulo XXXI, complementa informando que, em Remo, tamb\u00e9m se observou o mesmo fen\u00f4meno, comentando: &#8221; &#8230; Uma luz no c\u00e9u \u00e0 noite, o fen\u00f4meno chamado de &#8220;s\u00f3is noturnos&#8221;, foi vista durante o consulado de Caio Cec\u00edlio e Cineo Papirio, e durante um longo per\u00edodo provocou uma luz de intensidade diurna durante a noite.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 106 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Novamente, na cidade de Roma, foi ouvido um grande barulho vindo do c\u00e9u, sendo que logo pareceu cair lan\u00e7as. Houve a seguir uma chuva de sangue. Logo depois, foi vista uma rocha no c\u00e9u.<br \/>\n&#8211; C\u00edcero, que viveu entre 106 e 43 antes de Cristo, escreveu em Divination, (Liv. 1, cap. 42): &#8220;quando dois s\u00f3is foram vistos ou quanto tr\u00eas Luas apareceram e quando chamas de fogo surgiram dos c\u00e9us; ou em outras ocasi\u00f5es, quando um Sol foi visto de noite, quando ru\u00eddos foram ouvidos no c\u00e9u; quando o pr\u00f3prio c\u00e9u pareceu abrir-se e estranhos globos de fogo foram divisados&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; 103 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse per\u00edodo, foram registrados v\u00e1rios eventos a\u00e9reos an\u00f4malos pelos historiadores. Dentre eles, Plutarco, em sua obra Caio M\u00e1rio, menciona os muitos sinais que apareceram no c\u00e9u. O romano Pero de Meria e Tuda se informou que durante a noite haviam sido vistos lan\u00e7as flamejantes e escudos voadores, que a princ\u00edpio se moviam em distintas dire\u00e7\u00f5es e logo chocaram entre si, representando os movimentos dos homens na batalha. Finalmente uns cederam enquanto outros pressionavam em persegui\u00e7\u00e3o, e todos eles se deslocavam em dire\u00e7\u00e3o oeste. O historiador Julius Obsequens descreve: &#8220;&#8230;A Lua, como uma estrela, apareceu de dia desde a hora terceira at\u00e9 a s\u00e9tima. Na hora terceira do dia, um eclipse do Sol produziu escurid\u00e3o. Choveu leite no campo votivo. Em Picena (Adri\u00e1tico), foram vistos tr\u00eas s\u00f3is.&#8221; Num outro trabalho, Pl\u00ednio, o Velho, recolhe em sua Hist\u00f3ria Natural, livro II, cap\u00edtulo LVIII, alguns dados comentando o seguinte: &#8221; &#8230; Nos contam que durante as guerras contra os cimbios ouviram-se ru\u00eddos de met\u00e1licas armaduras e sons de trombetas procedentes do alto, e o mesmo sucedeu frequentemente tanto antes como depois. No consulado de M\u00e1rio, os habitantes de Ameria e Turder viram esse espet\u00e1culo de ex\u00e9rcitos celestiais avan\u00e7ando do leste e oeste para enfrentar-se em batalha, sendo derrotados os do oeste.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 100 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Pl\u00ednio, em sua &#8220;Naturales Historia&#8221;, informa que &#8220;no consulado de Lucius Varelius e Galius Marius, apareceu escudo de fogo, espalhando cintila\u00e7\u00f5es e atravessando o c\u00e9u&#8221;.<\/p>\n<p>&#8211; 98 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em Tarqu\u00ednia se observou um objeto voador em forma de escudo cruzando o c\u00e9u de oeste para leste.<\/p>\n<p>&#8211; 93 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Relatos nesse per\u00edodo comentam que, em Volsini, brotaram chamas do c\u00e9u no alvorecer do dia, e depois que se juntaram todas, a chama abriu uma grande faixa cor gris parecendo dividir-se no c\u00e9u, sendo que da fenda apareceram l\u00ednguas de fogo.<\/p>\n<p>&#8211; 91 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No cap\u00edtulo 114, do livro Prodigium, Julio Obsequens descreve como um globo de fogo percorreu o c\u00e9u italiano na regi\u00e3o do norte, emitindo um barulho terr\u00edvel. No mesmo livro, tamb\u00e9m encontramos outra men\u00e7\u00e3o a um outro globo de fogo avistado em Spoletium, o qual desceu ao n\u00edvel do solo, para jogo aumentar seu tamanho ascendendo, fazendo-se t\u00e3o grande que ocultou o pr\u00f3prio Sol.<\/p>\n<p>&#8211; 85 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Pl\u00ednio, o Velho, narra no seu livro 11, cap\u00edtulo XXVI, o seguinte: &#8221; &#8230; Luzes brilhantes apareceram de improviso no c\u00e9u.&#8221; No cap\u00edtulo XXXIII encontramos: &#8220;&#8230;Um Sol noturno, isto \u00e9, uma luz emanada da noite, foi avistado durante o consulado de Cecilius e de Papirius, e em muitas outras ocasi\u00f5es, de tal forma que a noite parecia dia.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 83 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em Apollonia, segundo Plutarco, os soldados de Sila aprenderam um &#8220;s\u00e1tiro&#8221; adormecido, tal e como os escultores e poetas o descrevem. Desprezando aos muitos int\u00e9rpretes ele emitia um grito rouco, como o de uma cabra, que n\u00e3o podia ser entendido. Sila, horrorizado, ordenou que o retirassem de sua vista.<\/p>\n<p>&#8211; 82 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Ocorreu tamb\u00e9m durante o governo de Sila, entre C\u00e1pua e Volturno, um grande bater de estandartes e armas com espantoso barulho, de tal forma que os ex\u00e9rcitos pareceram estar empenhados em combate durante v\u00e1rios dias. Quando esse evento foi investigado mais de perto, as marcas de cavalos e de homens e das matas recentemente pisoteadas pareciam predizer a carga de uma grande guerra.<\/p>\n<p>&#8211; 76 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Pl\u00ednio, o Velho, relata na sua obra Hist\u00f3ria Natural, livro II, cap\u00edtulo XXXV, o seguinte: &#8220;&#8230;Foi durante o consulado de Ot\u00e1vio e Scribonio que uma luz, caindo de uma estrela, cresceu ao aproximar-se da Terra e, depois de alcan\u00e7ar o tamanho da Lua, derramou a claridade de um dia encoberto. Sendo esse fen\u00f4meno testemunhado pelo pr\u00f3c\u00f4nsul Silano e sua comitiva.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 73 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No cap\u00edtulo XV, da obra Tem\u00edstocles, Plutarco relata o estranho caso ocorrido em Otria, na regi\u00e3o de Fr\u00edgia (Mar Negro), durante o treinamento das tropas do rei de Ponto, Nitr\u00edtades, e o c\u00f4nsul romano L\u00f3culo; quando, repentinamente, o c\u00e9u se abriu e um objeto envolto em chamas caiu entre os ex\u00e9rcitos. Segundo o relato, o objeto era muito semelhante a um jarro de vinho e sua cor, a de prata fundida.<\/p>\n<p>&#8211; 66 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nessa oportunidade, Pl\u00ednio, no seu livro 11, cap\u00edtulo XXXV, relata um novo evento a\u00e9reo anormal: &#8221; &#8230; No consulado de Cineo Ot\u00e1vio e Caio Scribonio foi visto cair uma fa\u00edsca de estrela e aumentar de tamanho ao aproximar-se da Terra, e ap\u00f3s se fazer grande como a Lua difundiu uma t\u00eanue luminosidade, para logo, voltando-se para o c\u00e9u, tornar-se como uma rocha; essa \u00e9 a \u00fanica not\u00edcia do ocorrido. Foi tamb\u00e9m visto pelo proc\u00f4nsul Sila e o seu grupo.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 63 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Em Spoletium, cidade de Umbria, um brilhante feixe luminoso atravessou o c\u00e9u desde o oeste, sendo toda a cidade sacudida por v\u00e1rios tremores de terra.<\/p>\n<p>&#8211; 50 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Marco T\u00falio C\u00edcero escreve na sua obra Divinationis, livro I, cap\u00edtulo XLIII, o seguinte relato: &#8220;&#8230;Foram vistas aparecer duas ou tr\u00eas luas, e chamas de fogo observadas no c\u00e9u. Em outra oportunidade o Sol substituiu a noite, e sons foram ouvidos no c\u00e9u. As pr\u00f3prias nuvens pareciam explodir, e apareceram estranhos globos no c\u00e9u.&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; 49 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo Pl\u00ednio, em Samnium foi observado nesse per\u00edodo um novo fen\u00f4meno a\u00e9reo, durante o consulado de Lucius Paulus e Caius Marcellus.<br \/>\n&#8211; Nesse mesmo ano, Caio Suet\u00f4nio, em sua obra Os Doze C\u00e9sares, recolhe o ins\u00f3lito encontro de Caio J\u00falio C\u00e9sar com uma &#8220;apari\u00e7\u00e3o de sobre-humana estatura e beleza&#8221;, na fronteira entre a G\u00e1lia e a It\u00e1lia. Cabe destacar que a vida do imperador Caio J\u00falio C\u00e9sar est\u00e1 repleta de relatos e eventos envolvendo a presen\u00e7a de estranhos objetos voadores tanto no c\u00e9u como em terra, assim como de misteriosas apari\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; 48 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Plutarco recolhe em sua obra que no m\u00eas de agosto desse ano ocorre um curioso incidente em Tesalia, quando no alvorecer, um pouco antes da batalha entre os ex\u00e9rcitos de J\u00falio C\u00e9sar e de Pompeio, uma enorme e brilhante luz apareceu sobrevoando o campo. O mesmo C\u00e9sar afirmou ter visto uma fulgurante rocha, que saiu do interior da enorme luz, precipitando-se sobre o acampamento de Pompeio, enquanto inspecionava a guarda. Curiosamente, o resultado dessa batalha, segundo comenta o historiador Dio Cassius, havia sido revelado na S\u00edria, a mais de 1. 500 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia do local dos acontecimentos, por dois estranhos jovens, os quais desapareceram t\u00e3o misteriosamente como haviam surgido.<\/p>\n<p>&#8211; 44 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Na obra C\u00e9sar, de Plutarco, cap\u00edtulo LXIII, encontramos uma grande quantidade de relatos sobre a presen\u00e7a de luzes no c\u00e9u, esferas e diversos prod\u00edgios celestiais, al\u00e9m de sons estrondosos vindos do espa\u00e7o e da apari\u00e7\u00e3o de &#8220;aves de press\u00e1gios&#8221;. De igual forma, nesse mesmo per\u00edodo, o fil\u00f3sofo Estrab\u00e3o afirma que foram apreciados por diversas multid\u00f5es grupos de &#8220;homens envoltos em fogo&#8221; que se precipitavam desde o c\u00e9u. Por outro lado, tamb\u00e9m Pl\u00ednio, no seu livro 11, cap\u00edtulo XXXI, menciona que foram vistos tr\u00eas s\u00f3is nos c\u00e9us de Roma nessa \u00e9poca.<\/p>\n<p>&#8211; 42 anos a.C.<br \/>\n&#8211; V\u00e1rios eventos foram recolhidos nas obras do fil\u00f3sofo Obsequens ocorridas durante esse ano. Dentre elas, a apari\u00e7\u00e3o de tr\u00eas s\u00f3is observados na cidade de Modena, pr\u00f3ximo da terceira hora do dia, sendo que os tr\u00eas objetos acabaram, afinal, fundindo-se num s\u00f3 corpo. Por outro lado, em Mutina, os mesmos tr\u00eas s\u00f3is foram observados no mesmo hor\u00e1rio. Em Roma, uma enorme luz brilhou no c\u00e9u durante a noite, fazendo com que as pessoas se levantassem para trabalhar pensando que j\u00e1 era dia.<\/p>\n<p>&#8211; 41 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Segundo Lycosthenes, em Cnido, pr\u00f3ximo do rio de Cil\u00edcia, foram vistos tr\u00eas s\u00f3is no c\u00e9u que tamb\u00e9m se reuniram formando um \u00fanico corpo.<\/p>\n<p>&#8211; 16 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, conforme relatam algumas cr\u00f4nicas, na It\u00e1lia, foi vista uma rocha envolta em chamas que cruzou o espa\u00e7o transformando a noite em dia.<\/p>\n<p>&#8211; 12 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, em Roma, um &#8220;cometa&#8221; iluminou a cidade imperial durante v\u00e1rios dias, sendo que mais tarde se dividiu em pequenas rochas para depois desaparecer.<\/p>\n<p>&#8211; 9 anos a.C.<br \/>\n&#8211; No dia 1o. de fevereiro desse ano, na cidade de Kyu Shu, no Jap\u00e3o, apareceram nove s\u00f3is no c\u00e9u, provocando grande confus\u00e3o e pavor entre a popula\u00e7\u00e3o e os membros da dinastia Yamato.<\/p>\n<p>&#8211; 7 anos a.C.<br \/>\n&#8211; Nesse ano, acredita-se ter sido o do nascimento de Jesus, data em que a lend\u00e1ria estrela de Bel\u00e9m teria guiado os reis magos at\u00e9 a gruta onde se encontrava o menino rec\u00e9m-nascido.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>Eram os Deuses Astronautas? &#8212; Erich von Daniken<br \/>\nO Livro Negro dos OVNI`s &#8212; Edi\u00e7\u00f5es Ibero-americanas Qu\u00f3rum, S.A. &#8211; Adaptado para a l\u00edngua portuguesa pela Editora S\u00e9culo Futuro Ltda.<br \/>\nExtraterrestres na Hist\u00f3ria &#8212; Jacques Bergier<br \/>\nA Hist\u00f3ria do Ocultismo &#8212; Pr\u00e9 Hist\u00f3ria e Antiguidade &#8211; Ed. Abril<br \/>\nA B\u00edblia e os Discos Voadores &#8212; Fernando Cleto Nunes Pereira<br \/>\nDURRANT, Henry. Informe UFO. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Elisa Mascarenhas. S\u00e3o Paulo: Ed. Difel,1983<br \/>\nFALEIRO, Ant\u00f4nio. UFOs no Brasil &#8211; Misteriosos e milenares. CBPDV, 2002.<br \/>\nMIST\u00c9RIOS DO DESCONHECIDO. Contactos Alien\u00edgenas. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.<br \/>\nMIST\u00c9RIOS DO DESCONHECIDO. O Fen\u00f4meno OVNI. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.legendarytimes.com\/\">https:\/\/www.legendarytimes.com\/<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.ufoevidence.org\/topics\/general-ancientastronauts.htm\">http:\/\/www.ufoevidence.org\/topics\/general-ancientastronauts.htm<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/xfacts.com\/old\/index.html\">https:\/\/xfacts.com\/old\/index.html<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/historiadeterror.blogspot.com\/2006\/12\/ufoarqueologia-motivos-para-acreditar.html\">http:\/\/historiadeterror.blogspot.com\/2006\/12\/ufoarqueologia-motivos-para-acreditar.html<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.vigilia.com.br\/vforum\/viewforum.php?f=16\">https:\/\/www.vigilia.com.br\/vforum\/viewforum.php?f=16<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<div><\/div>\n<section id=\"content\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-8\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria, fatos ufol\u00f3gicos t\u00eam sido registrados pelo homem em pinturas, livros, folclore e na religi\u00e3o de povos de todo o planeta. Segundo a Ci\u00eancia Acad\u00eamica, a vida surgiu h\u00e1 3,5 bilh\u00f5es de anos, na forma de bact\u00e9rias e pouco depois algas. Mariscos e Moluscos surgiram posteriormente, por volta de 500 milh\u00f5es de anos. 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