{"id":1353,"date":"2022-02-21T20:52:26","date_gmt":"2022-02-21T23:52:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/?p=1353"},"modified":"2025-04-21T12:26:12","modified_gmt":"2025-04-21T15:26:12","slug":"horror-em-aracariguama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/horror-em-aracariguama\/","title":{"rendered":"Horror em Ara\u00e7ariguama"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Impressionante caso em que o protagonista, Jo\u00e3o Prestes Filho foi atingido por uma luz vinda do c\u00e9u, morrendo de forma horr\u00edvel pouco depois.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Em 1946 &#8211; cerca de um ano antes do famoso incidente no Monte Rainer, nos EUA, que deu in\u00edcio \u00e0 chamada era moderna dos OVNIs -, o brasileiro Jo\u00e3o Prestes Filho morria de forma violenta, com queimaduras causadas por uma estranha luz.<\/p>\n<p>A resposta para um dos mais desconcertantes e pavorosos casos na hist\u00f3ria da ufologia mundial come\u00e7ou a surgir num pequeno hotel de S\u00e3o Roque, a 47 km de S\u00e3o Paulo, onde o historiador e uf\u00f3logo Cl\u00e1udio Tsuyoshi Suenaga e eu hav\u00edamos nos hospedado para investigar v\u00e1rios ataques de supostos chupa-cabras na regi\u00e3o. Cl\u00e1udio me falou sobre uma p\u00e1gina de jornal de 12 de abril de 1997, que ele havia encontrado num banheiro. O texto dizia: &#8220;Faleceu em 6 de abril, em sua resid\u00eancia nesta cidade, o estimado Sr. Roque Prestes&#8230;.. com 91 anos de idade&#8230;.. era irm\u00e3o de Jo\u00e3o Prestes\u00a0 (falecido)&#8230;..&#8221;.<\/p>\n<p>Para nosso espanto, t\u00ednhamos encontrado a pista dos parentes de Jo\u00e3o Prestes Filho, o homem que, em 4 de mar\u00e7o de 1946, morreu de uma forma desumana: depois de ser atacado por uma estranha luz, suas carnes come\u00e7aram a se separar dos ossos &#8211; especialmente da mand\u00edbula, peito, m\u00e3os, dedos, pernas e p\u00e9s at\u00e9 consumir sua vida em poucas horas. Alguns peda\u00e7os de came ficaram pendurados nos tend\u00f5es, para espanto das testemunhas e impot\u00eancia da v\u00edtima.<\/p>\n<p>No dia seguinte falamos com o filho do falecido por telefone e logo est\u00e1vamos na casa do sexagen\u00e1rio Lu\u00eds Prestes, na periferia de S\u00e3o Roque, ainda de luto pela morte de seu pai. &#8220;At\u00e9 pouco tempo antes de morrer&#8221;, nos disse Lu\u00eds Prestes, &#8221; meu pai recordava o fim tr\u00e1gico de seu irm\u00e3o, em 1946. Eu era pequeno, tinha uns nove anos, mas me lembro perfeitamente do que aconteceu com meu tio Jo\u00e3o. Era semana de carnaval, e Jo\u00e3o, que odiava a festa, decidiu ir pescar. Naquela \u00e9poca, ele vivia em Ara\u00e7ariguama, um povoado a cerca de sete quil\u00f4metros de S\u00e3o Roque, um lugar muito isolado e tranquilo. Minha tia foi brincar no carnaval com os filhos. Eu estava em Ara\u00e7ariguama quando me disseram que meu tio estava morrendo na casa de um parente. Quis entrar, mas n\u00e3o me deixaram porque era muito pequeno e poderia me impressionar com o seu estado f\u00edsico. Segundo ele contou a meu pai, quando voltou para casa da pescaria, abriu a janela e algo como um fogo, ou uma \u2018tocha de fogo&#8217;, entrou no quarto onde ele estava. Ele caiu no ch\u00e3o e sentiu que o corpo estava ardendo. Enrolou-se numa manta e caminhou mais de dois quil\u00f4metros at\u00e9 a vila. Meu pai dizia que Jo\u00e3o estava queimado apenas da cintura pra cima, com exce\u00e7\u00e3o dos cabelos. Eu cheguei a ver meu tio quando o tiraram da casa para leva-lo \u00e0 Santana do Parna\u00edba, onde havia um hospital. Jo\u00e3o morreu antes de chegar ao hospital&#8221;.<\/p>\n<p>Eu disse a Lu\u00eds que em v\u00e1rios livros publicados em ingl\u00eas, japon\u00eas e ate em russo se diz que Jo\u00e3o Prestes morreu de uma forma terr\u00edvel, com peda\u00e7os desprendendo de seu corpo, e perguntei-lhe se isso estava correto. &#8220;N\u00e3o&#8221;, ele respondeu. &#8220;Sua apar\u00eancia, segundo meu pai, era realmente ruim, mas n\u00e3o chegava a tanto. Apresentava queimaduras graves pelo corpo, mas n\u00e3o tinha qualquer les\u00e3o corporal. Meu pai, que era subdelegado de policia de Santana do Parna\u00edba, pediu a colabora\u00e7\u00e3o da policia cient\u00edfica para pesquisar o caso, mas n\u00e3o sei coisa alguma dos resultados. O certo \u00e9 que na casa de Jo\u00e3o nada foi queimado, e ele tamb\u00e9m n\u00e3o tinha inimigos ou algu\u00e9m que pudesse ter feito aquilo. Ainda moribundo, repetiu v\u00e1rias vezes que tinha sido agredido por uma luz, e que ela era uma coisa de \u2018outro mundo&#8221;.<\/p>\n<h3>Uma Regi\u00e3o Conturbada<\/h3>\n<p>Lu\u00eds Prestes tamb\u00e9m nos falou de outros acontecimentos na regi\u00e3o, aumentando nosso assombro. &#8220;Naqueles tempos, em Ara\u00e7ariguama e na regi\u00e3o&#8221;, ele continuou, &#8220;viam-se constantemente umas \u2018bolas de fogo&#8217; que as pessoas diziam ser assombra\u00e7\u00f5es. Alguns acreditavam que vinham da mina de ouro, que hoje est\u00e1 fechada. E aconteciam outras coisas estranhas. Meu pai me dizia que em 1922 ele p\u00f4de ver, em companhia de meu av\u00f4 e um dos meus tios, um lobisomem. Meu tio jogou uma pedra nele, acertando em sua m\u00e3o. No dia seguinte, um vizinho apareceu com a m\u00e3o enfaixada. Outras pessoas contavam casos parecidos&#8221;.<\/p>\n<p>Com tudo isso, come\u00e7ou a se formar em nossas mentes a ideia de que Ara\u00e7ariguama e a regi\u00e3o de S\u00e3o Roque poderia ser uma esp\u00e9cie de janela fant\u00e1stica, uma zona por onde emergia uma quantidade e variedade surpreendente de fen\u00f4menos an\u00f4malos. A teoria parecia estar de acordo com os dados subsequentes fornecidos por nosso informante. &#8220;Com meu tio Emiliano Prestes, irm\u00e3o de Jo\u00e3o&#8221;, prosseguiu Lu\u00eds, &#8220;tamb\u00e9m aconteceu algo de arrepiar os cabelos. Alguns meses ap\u00f3s a tr\u00e1gica morte de seu irm\u00e3o, ele estava caminhando por um bosque de Ara\u00e7ariguama, em \u00c1gua Podre &#8211; o mesmo local onde surgiu o lobisomem em 1922 -, quando viu uma tocha de fogo no ar. Apavorado, Emiliano encostou-se a um barranco quando a coisa veio para cima dele, e a \u00fanica coisa que p\u00f4de fazer foi se ajoelhar e rezar por sua vida. Ele nos disse que sentiu um calor intenso, mas por sorte a tocha se afastou e desapareceu&#8221; . Essas bolas de fogo eram comuns na regi\u00e3o, assustando as pessoas que se aventuravam pelas estradas \u00e0 noite.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outras Apari\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Lu\u00eds Prestes ainda nos forneceu uma informa\u00e7\u00e3o importante: a exist\u00eancia de Verg\u00edlio Francisco Alves, possivelmente a \u00faltima testemunha viva das ultimas horas de vida de Jo\u00e3o. N\u00f3s o encontramos numa casa pr\u00f3xima, ainda trabalhando, aos 92 anos, com excelente sa\u00fade.<\/p>\n<p>Ele nos contou que era primo em segundo grau de Jo\u00e3o Prestes e, ao narrar o que aconteceu com Jo\u00e3o, praticamente repetiu a hist\u00f3ria de Lu\u00eds. Depois de ter sido queimado pela estranha luz, correu mais de 2 km at\u00e9 a casa de sua irm\u00e3 Maria, pr\u00f3xima \u00e0 igreja de Ara\u00e7ariguama. Quando o delegado de pol\u00edcia Jo\u00e3o Malaquias foi\u00a0 chamado para ver o seu estado, Jo\u00e3o lhe disse que n\u00e3o deveria culpar ningu\u00e9m pelo que lhe havia ocorrido, pois o que o havia atacado n\u00e3o era coisa desse mundo. Verg\u00edlio tamb\u00e9m confirmou \u00e0 Cl\u00e1udio que sua pele estava muito queimada, por\u00e9m apenas da cintura para cima, mas que apesar disso a pele n\u00e3o tinha se desprendido corpo. &#8220;Creio que foi coisa do boitat\u00e1&#8221;, ele comentou, &#8220;porque ele j\u00e1 havia atacado Jo\u00e3o anteriormente&#8221;. Estupefatos diante da nova informa\u00e7\u00e3o, Cl\u00e1udio e eu pedimos quase em un\u00edssono que ele falasse sobre isso.<\/p>\n<p>&#8220;Quando Jo\u00e3o era tropeiro, ainda muito jovem, vivia com o pai em Ara\u00e7ariguama&#8221;, ele come\u00e7ou. &#8220;Um certo dia, ao entardecer, quando conduzia burros por uma colina, viu um fogo que caiu do c\u00e9u, uma \u2018bola de fogo&#8217;. Estava pr\u00f3ximo de uma capela onde havia uma cruz, e sentiu a bola passando ao seu lado e quase o acertando. Jo\u00e3o me contava que ali, \u00e0s vezes, se viam dez ou doze bolas que surgiam no c\u00e9u; algumas eram avermelhadas, outras da cor da Lua. As vezes, cinco ou seis ca\u00edam ao solo e explodiam. As pessoas chamavam essas luzes de boitat\u00e1&#8221; .<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Verg\u00edlio foi testemunha da apari\u00e7\u00e3o de uma de tais luzes, que surgiu por tr\u00e1s da montanha onde estavam as minas de ouro e caiu em outra colina, onde tamb\u00e9m sempre aparecem luzes raras. &#8220;Tamb\u00e9m cham\u00e1vamos de m\u00e3e do ouro a essas bolas de fogo. Tamb\u00e9m havia o lagarto de ouro, um fogo alongado que se movia em linha reta, devagar, sem fazer ru\u00eddo&#8221;.<\/p>\n<h3>Rumo a Ara\u00e7ariguama<\/h3>\n<p>Segundo um informe publicado nos anos 60 pelo j\u00e1 falecido uf\u00f3logo Walter Buller a policia fechou a casa de Jo\u00e3o e logo depois ela foi derrubada, pois, aparentemente, seus familiares n\u00e3o tinham coragem de voltar ao lugar, talvez achando que fosse uma casa amaldi\u00e7oada. Seguimos para Ara\u00e7ariguama, onde fomos recebidos por Fabiana Matias de Oliveira, que nos levou at\u00e9 seu tio, Hermes da Fonseca, de quase 70 anos, conhecedor profundo da hist\u00f3ria e das pessoas da regi\u00e3o. Ele afirmou que tinha conhecido Jo\u00e3o Prestes e se lembrava perfeitamente do dia de sua morte. &#8220;N\u00e3o cheguei a ver o corpo queimado&#8221;, ele explicou. &#8220;Mais tarde a imprensa publicou que seu corpo havia se derretido, ca\u00eddo em peda\u00e7os. Aqui sempre tem acontecido coisas extraordin\u00e1rias. um ano ap\u00f3s a morte de Jo\u00e3o, seu irm\u00e3o Emiliano Prestes viu duas \u2018bolas de fogo&#8217;, pr\u00f3ximo ao cemit\u00e9rio. Elas subiam, se chocavam e voltavam a subir, repetindo a mesma a\u00e7\u00e3o. De repente, as luzes come\u00e7aram a rode\u00e1-lo, e ele sentiu um calor intenso, ajoelhando-se e rezando at\u00e9 que elas se foram. Ainda hoje em dia, mas com menor intensidade, se veem essas luzes aqui perto, em Ibat\u00e9, entre Ara\u00e7ariguama e S\u00e3o Roque. Quando se encontram, soltam fa\u00edscas, mas n\u00e3o se desfazem. Giomar Gouveia, campe\u00e3o de hipismo e dono de uns est\u00e1bulos em Ibat\u00e9, viu um \u2018raio de luz laranja&#8217; sobre seus animais. Isso aconteceu em 1995&#8221;.<\/p>\n<p>Entusiasmado por nosso interesse, Hermes continuou lembrando-se de outros acontecimentos. &#8220;Em 1960, um motorista de \u00f4nibus chamado Celso Gomide vinha de S\u00e3o Roque quando viu uma \u2018luz vermelha&#8217; que o fez parar o veiculo.\u00a0 A luz se aproximou da cabine, e Gomide, assustado, p\u00f4s-se a rezar. Os passageiros ficaram perplexos diante da luz ins\u00f3lita que os rodeou por mais de vinte minutos&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Em 1955 eu trabalhava na constru\u00e7\u00e3o de um telef\u00e9rico da f\u00e1brica de cimento Santa Rita, para transportar as pedras. Era o dia 24 de agosto, e fazia um calor insuport\u00e1vel, quando eu e outros trabalhadores vimos um objeto grande como um caminh\u00e3o que flutuava no c\u00e9u, da cor do \u2018alum\u00ednio&#8217;. Ele dava voltas e desprendia fumo, deixando c\u00edrculos de fuma\u00e7a esbranqui\u00e7ada. N\u00f3s o vimos \u00e0s 11h15, e \u00e0s 12h chegaram cinco ou seis avi\u00f5es da FAB; eram menores que a roda voadora e, em poucos segundos, ela se foi com rapidez, deixando para tr\u00e1s os avi\u00f5es militares. No\u00a0 dia seguinte, o jornal Folha de S\u00e3o Paulo publicou um artigo onde comentava que milhares &#8216;de pessoas haviam visto um disco voador com as mesmas caracter\u00edsticas em Osasco, pr\u00f3ximo de Ara\u00e7ariguama&#8221;.<\/p>\n<p>A menos de 1 km do povoado se encontra o cemit\u00e9rio onde achamos o coveiro Nelson Oliveira, de 53 anos. Ele nos levou at\u00e9 a tumba onde est\u00e3o os restos mortais de Jo\u00e3o Prestes. Sobre a caixa de cimento recoberta por terra sobrava apenas uma cruz tosca e um n\u00famero de identifica\u00e7\u00e3o. Aproveitamos para perguntar a Nelson se havia visto algo de extraordin\u00e1rio na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Em 1989 vi algo estranho&#8221;, ele relembrou,&#8221; uma \u2018coisa redonda&#8217; voando sobre o cemit\u00e9rio. Era como um chap\u00e9u, mas ao contr\u00e1rio. Parecia ser todo de \u2018alum\u00ednio&#8217; e cintilava de vez em quando ao se mover em linha reta, devagar, mas se balan\u00e7ando. La na dire\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo&#8221;.<\/p>\n<p>Conforme o uf\u00f3logo Antonio Ribera me declarou numa entrevista em Barcelona, Jo\u00e3o Prestes pode ter sido queimado pelo sistema de propuls\u00e3o de uma nave extraterrestre. &#8220;n\u00e3o creio que os alien\u00edgenas quisessem mata-lo&#8221;, explicou Ribera. &#8220;Simplesmente, n\u00e3o sabiam o que podia acontecer ao se aproximarem demasiadamente de seres humanos&#8221;.<\/p>\n<p>Sobrou-nos tempo para que pud\u00e9ssemos refletir sobre a tem\u00edvel morte de Jo\u00e3o Prestes Filho. Perguntei a Cl\u00e1udio o que ele pensava que era a luz que o matou. &#8220;Talvez um rel\u00e2mpago globular ou esf\u00e9rico&#8221;, ele respondeu. Eu insisti, perguntando sobre as outras luzes e as criaturas da regi\u00e3o. Ele ficou calado, encolheu os ombros e lan\u00e7ou um ultimo olhar para a torre da igreja do povoado.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_1355\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1355\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1355 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"691\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama.png 1024w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama-400x270.png 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama-650x439.png 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama-250x169.png 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama-768x518.png 768w, 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sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-1355\" class=\"wp-caption-text\">A cidade de Ara\u00e7ariguama, destacado em vermelho no mapa de S\u00e3o Paulo<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1354\" style=\"width: 431px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1354\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1354 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002.jpg\" alt=\"\" width=\"421\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002.jpg 421w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002-400x252.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002-250x157.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002-150x94.jpg 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src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002_0000.jpg\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002_0000.jpg 190w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002_0000-150x210.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002_0000-50x70.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/aracariguama_clip_image002_0000-100x140.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 190px) 100vw, 190px\" \/><p id=\"caption-attachment-1356\" class=\"wp-caption-text\">Sr. Hermes da Fonseca.<\/p><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petr\u00f3polis: Ed. Vozes, 1983.<\/li>\n<li>MAUSO, Pablo Vilarrubia. O Incrivel Caso do Homem que Derreteu. Revista Sexto Sentido. S\u00e3o Paulo, Ano 3, n\u00ba 28, 2002.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<section id=\"content\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-8\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impressionante caso em que o protagonista, Jo\u00e3o Prestes Filho foi atingido por uma luz vinda do c\u00e9u, morrendo de forma horr\u00edvel pouco depois. Em 1946 &#8211; cerca de um ano antes do famoso incidente no Monte Rainer, nos EUA, que deu in\u00edcio \u00e0 chamada era moderna dos OVNIs -, o brasileiro Jo\u00e3o Prestes Filho morria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":1430,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[128,105],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1353"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1353"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1353\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6791,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1353\/revisions\/6791"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}