{"id":1514,"date":"2022-02-24T11:09:18","date_gmt":"2022-02-24T14:09:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/?p=1514"},"modified":"2025-04-22T13:21:34","modified_gmt":"2025-04-22T16:21:34","slug":"caso-fort-monmouth","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/caso-fort-monmouth\/","title":{"rendered":"Caso Fort Monmouth"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Em setembro de 1951, ocorrem sucessivas apari\u00e7\u00f5es de OVNIs nas telas de radares militares, a partir de bases americanas em Nova Jersei (EUA).<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>Em setembro de 1951, houveram v\u00e1rios casos de avistamento, capta\u00e7\u00e3o por radar e persegui\u00e7\u00e3o de OVNIs por ca\u00e7as da For\u00e7a A\u00e9rea Americana (USAF). Nessa \u00e9poca, a pol\u00edtica de acobertamento funcionava a pleno vapor, e se fez presente em todos os casos ocorridos naquela \u00e9poca, em territ\u00f3rio americano, australiano, ingl\u00eas e canadense, al\u00e9m de regi\u00f5es controladas pelos americanos, notadamente \u00e1reas de conflito na Cor\u00e9ia do Norte e nas bases militares americanas no Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre os casos ocorridos naquela \u00e9poca, os incidentes de Fort Monmouth merecem destaque, n\u00e3o s\u00f3 pelos testemunhos dos militares envolvidos, como tamb\u00e9m pela confirma\u00e7\u00e3o por radar e pelas manobras de acobertamento dos militares americanos, levadas a cabo logo ap\u00f3s a ocorr\u00eancia dos avistamentos.<\/p>\n<p>Fort Monmouth \u00e9 uma instala\u00e7\u00e3o militar americana situada no condado de Monmouth, Nova Jersei, fundada no come\u00e7o do s\u00e9culo XX. Durante a Segunda Guerra Mundial foi um importante campo de instru\u00e7\u00e3o de oficiais. No per\u00edodo p\u00f3s-guerra, For Monmouth continuou recebendo e formando oficiais. Foi a partir destas instala\u00e7\u00f5es que alguns OVNIs foram registrados naquele m\u00eas de setembro de 1951.<\/p>\n<p>O primeiro incidente ocorreu por volta das 11:10 hs da manh\u00e3 do dia 10 de setembro, quando um alvo desconhecido surgiu na tela de um radar AN\/MPG-1. O objeto deslocava-se em alta velocidade, em baixa altitude (valor exato indeterminado), 11 km a sudeste de Fort Monmouth. O objeto deslocava-se seguindo a linha da costa e em uma velocidade superior ao dos avi\u00f5es da \u00e9poca. O objeto continuou sendo rastreado at\u00e9 desaparecer a 12,8 km a nordeste. Quem operava o radar era um t\u00e9cnico experiente, que no exato momento em que o OVNI surgiu, realizava uma demonstra\u00e7\u00e3o para oficiais ali presentes. Ele assumiu que o objeto seria uma aeronave deslocando-se em alta velocidade, em fun\u00e7\u00e3o da dificuldade de rastrear o alvo desconhecido. Seu equipamento estava programado para rastrear aeronaves convencionais que na \u00e9poca chegavam a 700 mph. Velocidades superiores \u00e0 isso, era muito dificil fazer o rastreio do alvo.<\/p>\n<p>Pouco depois, por volta das 11:35 hs, ocorre um novo epis\u00f3dio, desta vez com contato visual. Tenente Wilbert S. Rogers, veterano da Segunda Guerra Mundial, e o Capit\u00e3o Ezra S. Ballard, voavam a bordo de um avi\u00e3o T-33, da For\u00e7a A\u00e9rea Americana. Eles haviam decolado da Base A\u00e9rea de Dover, em Delaware, para a Base A\u00e9rea de Mitchell, em Nova York. O avi\u00e3o voava rumo NNE, a 450 mph, a 20 mil p\u00e9s de altitude. Nas proximidades de Sandy Point, o tenente Rogers observou um objeto voador, descendo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Sandy Point. Tal objeto nivelou e manteve sua altitude durante alguns segundos, tempo suficiente para o tenente perceber que o objeto tinha formato disc\u00f3ide, de aspecto prateado, tendo entre 9 e 15 metros de di\u00e2metro e n\u00e3o refletia a luz solar. O piloto decidiu interceptar o objeto e realizou uma manobra a esquerda para seguir o objeto. Durante esta manobra ele desceu o avi\u00e3o de 20 mil para 17 mil p\u00e9s. Durante este manobra, o capit\u00e3o Ballard avistou o objeto, que realizava uma manobra descendo de 8 mil para 2 mil p\u00e9s nas proximidades de Freehold. Durante esta manobra o objeto desapareceu, justamente quando cruzava a costa. Quando desapareceu, o avi\u00e3o encontrava-se a 550 mph. Nenhum objeto voltou a ser visto naquele dia. O piloto seguiu ent\u00e3o para a Base A\u00e9rea de Mitchell onde reportou o fato aos seus superiores. Este relato acabou caindo na imprensa que divulgou o epis\u00f3dio. Mais tarde naquele mesmo dia, militares da base lan\u00e7aram um bal\u00e3o meteorol\u00f3gico e solicitaram que radares rastreassem o alvo, no intuito de determinar a altitude m\u00e1xima que um bal\u00e3o pode ser observado.<\/p>\n<p>Na manh\u00e3 do dia seguinte, 11 de setembro, ocorreu uma nova apari\u00e7\u00e3o ufol\u00f3gica confirmada por radar. Por volta das 10:50 hs, dois radares SCR 584, registraram um mesmo alvo, a a 27.4 km a nordeste de Fort Monmouth, e numa altitude de 31 mil p\u00e9s (9440 m). Este radar estava capacitado para registrar alvos com velocidades superiores a 700 Mph, mas tamb\u00e9m apresentou dificuldades em rastrear o objeto em fun\u00e7\u00e3o de sua velocidade e voo irregular.<\/p>\n<p>Ainda naquele dia, por volta das 13:30 hs, outro OVNI foi captado pelo radar SCR-584. O objeto realizava manobras err\u00e1ticas, com grande agilidade, sobre a regi\u00e3o de Navesink, Nova Jersei, a 6 mil p\u00e9s de altitude. Em dado momento, o objeto pairou est\u00e1tico no c\u00e9u. Diante disso, os operadores sa\u00edram na tentativa de confirmar visualmente o objeto. Entretanto, havia muita nebulosidade e eles voltaram ao equipamento. Ent\u00e3o o objeto come\u00e7ou a elevar-se com muita rapidez. Ap\u00f3s pairar novamente o objeto deslocou-se em dire\u00e7\u00e3o sudeste, em alt\u00edssima velocidade.<\/p>\n<p>A For\u00e7a A\u00e9rea Americana (USAF), na \u00e9poca, mantinha um departamento de investiga\u00e7\u00e3o de casos ufol\u00f3gicos, chamado Projeto Grudge. Este comit\u00ea funcionava de modo an\u00e1logo ao do Projeto Blue Book, sendo de carater desmistificador e seguindo o protocolo tradicional das autoridades americanas frente \u00e0 este tema. Para estes casos, a USAF atribuiu como origem: bal\u00f5es, invers\u00e3o t\u00e9rmica e confus\u00e3o por parte das testemunhas. Bal\u00f5es teriam originado a maioria dos casos de registro por radar, com excess\u00e3o daquelas com movimento irregular e em alta velocidade. Para estes a causa seria invers\u00e3o t\u00e9rmica. Os pilotos de T-33, por sua vez, teriam confundido bal\u00f5es, soltos pela base em For Monmouth, com discos voadores.<\/p>\n<p>Se levarmos em conta o comportamento tradicional da USAF, neste e em outros casos, percebe-se que os militares rapidamente agem no sentido de embaralhar as informa\u00e7\u00f5es e relatos sobre o tema. O uso de bal\u00f5es, justamente naquele per\u00edodo parece refor\u00e7ar isso. Pouco depois do primeiro registro por radar, em 10 de setembro, dois bal\u00f5es foram lan\u00e7ados. Eles tinham aproximadamente 8 p\u00e9s de di\u00e2metro (2,5 m), tinham formato arredondado e subiam numa raz\u00e3o de 8 p\u00e9s por minuto (9 milhas por hora ou 14,6 Km\/h). Seu deslocamento horizontal ocorre ao sabor dos ventos, portanto n\u00e3o se explica os movimentos err\u00e1ticos (comum em casos ufol\u00f3gicos) e aqueles aparentemente inteligentes, como o observado nos avistamentos do dia 10. Curiosamente, se observarmos os hor\u00e1rios, constantes nos documentos oficiais, referentes ao caso, observamos que a vers\u00e3o oficial n\u00e3o se sustenta. Observando-se a trajet\u00f3ria desenvolvida pelo avi\u00e3o, os hor\u00e1rios de lan\u00e7amento dos bal\u00f5es, e da observa\u00e7\u00e3o do disco voador, conclue-se que durante a manobra de intercepta\u00e7\u00e3o os bal\u00f5es seriam vistos inicialmente \u00e0 frente do ca\u00e7a, em velocidade baixa e movimento ascendente, passando \u00e0 direita e em quest\u00e3o de segundos atr\u00e1s do ca\u00e7a. Ao contr\u00e1rio disso, temos um objeto em forma de disco, prateado, vindo pela frente, passando \u00e0 esquerda em manobra e desaparecendo sobre o oceano.<\/p>\n<p><i>&#8220;Eu n\u00e3o sei se era um disco voador, mas com certeza era algo que eu nunca tinha visto antes. N\u00f3s n\u00e3o conseguimos t\u00ea-lo pego com um F86. Eu apontei-o para o Capit\u00e3o Ballard que sugeriu que n\u00f3s tent\u00e1ssemos segui-lo, mas n\u00f3s descobrimos que n\u00e3o dava. Ele era muito r\u00e1pido. N\u00e3o pode ser um bal\u00e3o porque ele estava descendo e nenhum bal\u00e3o voa naquela velocidade\u201d.<\/i>\u00a0Tenente Rogers.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_1524\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1524\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1524 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33.jpg 600w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33-400x189.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33-250x118.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33-150x71.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33-50x24.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/t33-100x47.jpg 100w, 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src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fortmonmoutn123-1024x666.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"666\" \/><p id=\"caption-attachment-1523\" class=\"wp-caption-text\">Mapa da regi\u00e3o de Fort Monmouth com a trajet\u00f3ria do OVNI destacada em vermelho e em amarelo a trajet\u00f3ria do ca\u00e7a T33.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_1516\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1516\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1516 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p1.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"493\" \/><p id=\"caption-attachment-1516\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1517\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1517\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1517 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p2.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"339\" \/><p id=\"caption-attachment-1517\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1518\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1518\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1518 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p3.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"698\" \/><p id=\"caption-attachment-1518\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1519\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1519\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1519 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p4.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"802\" \/><p id=\"caption-attachment-1519\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1520\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1520\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1520 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p5.gif\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"566\" \/><p id=\"caption-attachment-1520\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1521\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1521\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1521 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p6.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"275\" \/><p id=\"caption-attachment-1521\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1522\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1522\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1522 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fmS10p7.gif\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"162\" \/><p id=\"caption-attachment-1522\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca, noticiando o fato.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li><a href=\"http:\/\/www.nicap.org\/510910sandyhook_dir.htm\">http:\/\/www.nicap.org\/510910sandyhook_dir.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.nicap.org\/510910monmouth_dir.htm\">http:\/\/www.nicap.org\/510910monmouth_dir.htm<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<section id=\"content\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-8\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em setembro de 1951, ocorrem sucessivas apari\u00e7\u00f5es de OVNIs nas telas de radares militares, a partir de bases americanas em Nova Jersei (EUA). 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