{"id":1817,"date":"2022-02-27T15:40:53","date_gmt":"2022-02-27T18:40:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/?p=1817"},"modified":"2025-04-22T13:21:23","modified_gmt":"2025-04-22T16:21:23","slug":"o-caso-da-ilha-de-trindade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/o-caso-da-ilha-de-trindade\/","title":{"rendered":"O Caso da Ilha de Trindade"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>O Caso da Ilha de Trindade \u00e9 um dos mais importantes casos de avistamento e registro de disco voador da Ufologia, tendo sido testemunhado por dezenas de militares presentes na ocasi\u00e3o, na Ilha de Trindade, no litoral do Esp\u00edrito Santo. Pol\u00eamico e controverso, o Caso da Ilha de Trindade \u00e9 um dos mais famosos casos da hist\u00f3ria da Ufologia Brasileira e Mundial. Refere-se \u00e0 uma s\u00e9rie de fotografias, de autoria de Almiro Bara\u00fana, nas quais observa-se um disco voador sobre a Ilha de Trindade no Litoral Brasileiro. O caso \u00e9 alvo de debates acalorados entre uf\u00f3logos e c\u00e9ticos que o tem como refer\u00eancia para v\u00e1rios outros casos ocorridos na mesma \u00e9poca ou posterior.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>O caso da Ilha de Trindade \u00e9 um dos mais importantes casos da Ufologia Brasileira e Mundial, sendo citado ainda hoje em diversos sites, revistas e jornais ufol\u00f3gicos. Isso se deve pela qualidade das imagens e dos testemunhos associados ao caso.<\/p>\n<p>Em 16 de janeiro de 1958 o navio Almirante Saldanha, da Marinha do Brasil, estava pr\u00f3ximo \u00e0 Ilha de Trindade, no litoral brasileiro e sua tripula\u00e7\u00e3o fazia pesquisas associadas ao Ano Geof\u00edsico Internacional. O evento desta data, em que foram obtidas fotografias de um disco-voador, \u00e9 o \u00e1pice de uma s\u00e9rie de fen\u00f4menos verificados na ilha nas semanas anteriores e testemunhados por oper\u00e1rios, marinheiros e oficiais em v\u00e1rias ocasi\u00f5es entre dezembro de 1957 e janeiro de 1958. Destes, pelo menos cinco incidentes haviam chamado a aten\u00e7\u00e3o pois tiveram como testemunhas oficiais de alta patente, cientistas e outros especialistas presentes no local.<\/p>\n<p>Um destes eventos ocorreu em final de novembro de 1957, em uma manh\u00e3 clara e ensolarada, quando um bal\u00e3o meteorol\u00f3gico foi lan\u00e7ado para estudos. O comandante Bacelar estava no interior de uma esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio acompanhando o experimento. Em dado momento houve uma distor\u00e7\u00e3o nos sinais levando o comandante acreditar que os equipamentos do bal\u00e3o haviam se desprendido. Ele avisou um de seus subordinados que saiu para verificar. Ao voltar o oficial afirmou que havia um outro objeto no c\u00e9u, pr\u00f3ximo ao bal\u00e3o. O comandante correu para observar e avistou o referido objeto andando erraticamente pelo c\u00e9u fazendo manobras fechadas em alta velocidade. Olhando com instrumentos o oficial percebeu que o objeto era circular e de apar\u00eancia met\u00e1lica. Ap\u00f3s o evento o militar enviou uma mensagem via r\u00e1dio para a central da Marinha solicitando informa\u00e7\u00f5es. Este era o terceiro evento registrado na Ilha em poucos dias. O numero de apari\u00e7\u00f5es aumentou consideravelmente com apari\u00e7\u00f5es quase di\u00e1rias.<\/p>\n<p>Nos primeiros dias de janeiro de 1958, o objeto foi novamente registrado sendo que desta vez causou p\u00e2nico entre os presentes pois o objeto realizou manobras muito baixas. Em alguns casos parecia que se chocaria com instala\u00e7\u00f5es militares e cient\u00edficas da Ilha. Estes fatos j\u00e1 estavam sendo investigados pela Marinha. Neste epis\u00f3dio em espec\u00edfico as testemunhas foram interrogadas cuidadosamente. Um sargento da Marinha presente na ocasi\u00e3o conseguiu uma fotografia do OVNI. O negativo foi apreendido pela Marinha.<\/p>\n<p>Dias depois deste evento, em 16 de janeiro, o Almirante Saldanha chegava \u00e0 Ilha de Trindade, tendo a bordo o fot\u00f3grafo profissional Almiro Bara\u00fana. Por volta do meio dia o OVNI apareceu novamente chamando a aten\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios militares presentes tanto na ilha quanto nas embarca\u00e7\u00f5es presentes no local. O OVNI veio em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 ilha em alta velocidade, pairou ligeiramente sobre um pico, desapareceu atr\u00e1s dele por algum tempo e movimentou-se em dire\u00e7\u00e3o ao mar. Bara\u00fana conseguiu obter quatro imagens do objeto durante estas manobras.<\/p>\n<div id=\"attachment_1821\" style=\"width: 689px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1821\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1821 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/trinda2.gif\" alt=\"\" width=\"679\" height=\"516\" \/><p id=\"caption-attachment-1821\" class=\"wp-caption-text\">Diagrama demonstrando a trajet\u00f3ria do disco e a sua posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao navio no momento em que foi fotografado.<\/p><\/div>\n<p>Segundo jornais cariocas, da \u00e9poca, devido \u00e0 repercuss\u00e3o do caso na m\u00eddia o Pent\u00e1gono solicitou c\u00f3pia das fotografias para an\u00e1lise. Segundo o embaixador americano na \u00e9poca o Pent\u00e1gono tinha interesse em comparar estas fotografias com outras existentes em seus arquivos. Talvez este pedido tenha ocorrido motivado pela visita do major-general Thomas Darey, da For\u00e7a A\u00e9rea Americana ao Rio de Janeiro dias antes da not\u00edcia ser veiculada.<\/p>\n<p>Em entrevista para a imprensa, o almirante Gerson Macedo Soares, secret\u00e1rio geral da Marinha, na \u00e9poca, confirmou o epis\u00f3dio ocorrido em Trindade. O comandante Pedro Moreira, oficial de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas tamb\u00e9m confirmou os fatos noticiados pela imprensa.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Inqu\u00e9rito Oficial<\/h3>\n<p>O evento de 16 de janeiro obrigou \u00e0 uma investiga\u00e7\u00e3o oficial por parte da Marinha do Brasil por determina\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional. O inqu\u00e9rito, aprovado pela C\u00e2mara dos Deputados no dia 27 de fevereiro de 1958, de autoria do deputado S\u00e9rgio Magalh\u00e3es, solicitava que a Marinha explicasse os fatos relacionados ao incidente da Ilha de Trindade:<\/p>\n<\/div>\n<table style=\"border-collapse: collapse; width: 100%;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%; background-color: #f0efeb;\"><strong>Di\u00e1rio do Congresso Nacional (27 de fev. 1958)<\/strong><\/p>\n<p>Objeto: O Minist\u00e9rio da Marinha \u00e9 solicitado a responder \u00e0s seguintes perguntas do Deputado S\u00e9rgio Magalh\u00e3es:<\/p>\n<p>Original do pedido de informa\u00e7\u00f5es s\u00f4bre D.V. pelo Deputado S\u00e9rgio Magalh\u00e3es:<\/p>\n<p>As perguntas formuladas s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n<p>1) Se \u00e9 verdade que a tripula\u00e7\u00e3o do NE &#8220;Almirante Saldanha&#8221; assistiu ao aparecimento de estranho objeto s\u00f4bre a Ilha de Trindade.<\/p>\n<p>2) Considerando que a nota oficial emitida pelo gabinete do Ministro da Marinha reconhece que foram tiradas fotos do estranho objeto na presen\u00e7a de grande n\u00famero de elementos da guarni\u00e7\u00e3o do NE &#8220;Almirante Saldanha&#8221;, pergunto se foi aberto algum inqu\u00e9rito e tomados os depoimentos dos tripulantes.<\/p>\n<p>3) Na hip\u00f3tese negativa, em que se baseia o Minist\u00e9rio da Marinha para n\u00e3o dar import\u00e2ncia ao fato.<\/p>\n<p>4) Se \u00e9 verdade que as fotos foram reveladas na presen\u00e7a da oficialidade do NE &#8220;Almirante Saldanha&#8221;, denunciando logo o estranho objeto.<\/p>\n<p>5) Se os negativos foram submetidos a exame a fim de apurar qualquer fotografia realizada antes do acontecimento.<\/p>\n<p>6) Por que o fato foi mantido em sigilo durante c\u00earca de um m\u00eas.<\/p>\n<p>7) Se \u00e9 verdade que outros fen\u00f4menos id\u00eanticos foram observados por oficiais da Marinha.<\/p>\n<p>8) Se \u00e9 verdade que o comandante do rebocador &#8220;Tridente&#8221; assistiu ao aparecimento do objeto chamado &#8220;disco voador&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong><\/p>\n<p>O aparecimento d\u00easses estranhos objetos, conhecidos como Discos Voadores, vem despertando, h\u00e1 mais de dez anos, o interesse e a curiosidade mundiais.<\/p>\n<p>Pela primeira vez, por\u00e9m, o fen\u00f4meno \u00e9 assistido por grande n\u00famero de elementos de uma for\u00e7a militar e as suas fotografias recebem a chamada oficial, numa nota distribu\u00edda a imprensa pelo gabinete do Ministro da Marinha. Sendo, entretanto, uma quest\u00e3o que afeta a seguran\u00e7a nacional, necessita de maior esclarecimento, porquanto h\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es nas not\u00edcias divulgadas, sem que a Marinha procure a informar opini\u00e3o p\u00fablica. Ainda mais que, declarando oficialmente o gabinete do Ministro da Marinha ter grande n\u00famero de elementos da guarni\u00e7\u00e3o do NE &#8220;Saldanha da Gama&#8221; visto o estranho objeto fotografado s\u00f4bre a Ilha da Trindade, n\u00e3o foram tomados os depoimentos dos tripulantes ou outras quaisquer provid\u00eancias, como confessa o chefe do Estado Maior da Armada, ao responder a imprensa.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em resposta \u00e0 essa solicita\u00e7\u00e3o o deputado teve acesso \u00e0 um documento confidencial da Marinha onde era confirmado todo o epis\u00f3dio, inclusive acrescentando novos dados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Ceticismo<\/h2>\n<p>O Caso da Ilha de Trindade \u00e9 muito combatido por c\u00e9ticos e detratores do Fen\u00f4meno OVNI. A maneira como isso tudo come\u00e7ou \u00e9 um tanto quanto rid\u00edcula. O caso foi divulgado de imediato, ganhando grande repercuss\u00e3o j\u00e1 naquela \u00e9poca. Houve um furo jornal\u00edstico por parte de um notici\u00e1rio da \u00e9poca que provocou a ira de seu concorrente direto que publicaria a not\u00edcia em primeira m\u00e3o. Em resposta, este ve\u00edculo produziu um artigo em que tentou desmistificar o caso. A confus\u00e3o estava feita e c\u00e9ticos embarcaram na hist\u00f3ria usando o caso em sua batalha por negar os fatos ufol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Atualmente existem v\u00e1rios estudos c\u00e9ticos sobre o caso sendo divulgados por variados sites c\u00e9ticos, inclusive brasileiros. Nenhum destes estudos se sustenta, embora os c\u00e9ticos discordem desta afirma\u00e7\u00e3o. Vejamos ent\u00e3o o conjunto destas tentativas de refuta\u00e7\u00e3o apresentadas e repetidas incansavelmente por este grupo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a name=\"idoneidade\"><\/a><\/p>\n<h2>A idoneidade do autor<\/h2>\n<p>Este \u00e9 um dos principais argumentos apresentados. Segundo os c\u00e9ticos, as fotografias de Bara\u00fana n\u00e3o podem serem consideradas leg\u00edtimas porque Bara\u00fana seria um mestre em forjar fotos de OVNIs, inclusive publicando artigo ilustrado em uma revista de grande repercuss\u00e3o na \u00e9poca, em per\u00edodo anterior \u00e0s ocorr\u00eancias registradas em Trindade.<\/p>\n<p>De fato existiu tal artigo publicado. Essa \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o verdadeira. Mas, vejamos&#8230; Almiro Bara\u00fana era c\u00e9tico em rela\u00e7\u00e3o aos discos voadores. Ele produziu o artigo com a inten\u00e7\u00e3o de mostrar que os casos de fotografias de OVNIs teriam origem em fraudes. Se verificarmos as fotografias deste artigo com as fotografias obtidas em Trindade, na presen\u00e7a de 48 pessoas, veremos uma diferen\u00e7a brutal de qualidade.<\/p>\n<p>Outro detalhe que n\u00e3o vemos c\u00e9ticos citarem \u00e9 o fato de que Almiro Bara\u00fana n\u00e3o usou as fotografias de Trindade para desacreditar os casos ufol\u00f3gicos e a pr\u00f3pria Ufologia, j\u00e1 que ele antes disso se apresentava como c\u00e9tico. Seria uma oportunidade imperd\u00edvel para qualquer c\u00e9tico. Se ele n\u00e3o fez isso s\u00f3 podemos concluir que n\u00e3o houve fraude e o caso foi sim leg\u00edtimo.<\/p>\n<p>Para encerrar de vez a quest\u00e3o sobre a idoneidade de Bara\u00fana perguntamos: Porque uma pessoa que um dia fraudou fotografias ufol\u00f3gicas com o intuito de desmoralizar a Ufologia, mudou repentinamente de lado? Por acaso isso impede algu\u00e9m de ter uma experi\u00eancia leg\u00edtima?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Fotos fraudadas?<\/h3>\n<p>Este \u00e9 outro ponto comum na maioria das abordagens c\u00e9ticas sobre o caso. Um dos mais ferrenhos defensores dessa hip\u00f3tese \u00e9 Martin Powell que afirma que Bara\u00fana teria usado recursos de dupla exposi\u00e7\u00e3o para fraudar a imagem do disco voador. Ele teria primeiramente fotografado um avi\u00e3o no c\u00e9u e depois fotografado a Ilha de Trindade com o mesmo negativo. Ele refor\u00e7a sua teoria com a afirma\u00e7\u00e3o de que em duas fotografias o objeto registrado na segunda fotografia era id\u00eantico ao primeiro em posi\u00e7\u00e3o invertida. Ora, isso \u00e9 algo question\u00e1vel que, de forma alguma, refuta o caso. Como sabemos, fotografias de objetos a dist\u00e2ncia, com varia\u00e7\u00f5es de posi\u00e7\u00e3o, luz e sombra podem ocultar ou real\u00e7ar detalhes deste objeto. Sendo assim, afirmar que houve uma adultera\u00e7\u00e3o na foto, usando um mesmo modelo, em posi\u00e7\u00e3o invertida, \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o precipitada sendo apenas mera suposi\u00e7\u00e3o. Outro ponto importante a ser ressaltado \u00e9 que variadas institui\u00e7\u00f5es civis e militares, ou mesmo particulares, fizeram numerosos testes em que n\u00e3o foram constatados sobreposi\u00e7\u00e3o de imagens (que \u00e9 algo facilmente detectado), adultera\u00e7\u00e3o de imagens ou qualquer outro truque fotogr\u00e1fico. At\u00e9 mesmo a rela\u00e7\u00e3o luz e sombra do objeto e do ambiente coincidem perfeitamente, ou seja, o objeto captado na fotografia foi mesmo registrado no local fotografado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Avi\u00e3o?<\/h3>\n<p>Entre todas as afirmativas, talvez a mais c\u00f4mica seja a afirma\u00e7\u00e3o de que o objeto fotografado era um avi\u00e3o, modelo Twin Bonanza, utilizado na \u00e9poca. Sem explicar como e porque haveria um avi\u00e3o daquele modelo no meio do oceano e como nenhuma das dezenas de testemunhas o reconheceu como tal, o autor tenta for\u00e7ar uma explica\u00e7\u00e3o para o caso de forma mais agrad\u00e1vel \u00e0 suas convic\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Primeiro vamos fazer aqui o que o autor fez para chegar a esta estupenda conclus\u00e3o. Vamos pegar as fotografias originais por ele utilizadas para desenvolver seu estudo (estudo?). As fotografias utilizadas apresentamos aqui:<\/p>\n<div id=\"attachment_1824\" style=\"width: 965px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1824\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1824 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell.jpg\" alt=\"\" width=\"955\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell.jpg 955w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-400x154.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-650x250.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-250x96.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-768x296.jpg 768w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-150x58.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-50x19.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-100x39.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-200x77.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-300x116.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-350x135.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-450x173.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-500x193.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-550x212.jpg 550w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fotos-powell-800x308.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 955px) 100vw, 955px\" \/><p id=\"caption-attachment-1824\" class=\"wp-caption-text\">Imagens utilizadas por Martin Powell em seu estudo sobre o caso<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nota-se claramente a qualidade das imagens que diga-se de passagem condiz com a qualidade do estudo e suas conclus\u00f5es. A imagem foi obtida a partir de um livro que abordava o caso e a partir dela que a an\u00e1lise foi feita. Em nenhum momento esta an\u00e1lise foi realizada a partir de imagens de qualidade obtidas a partir dos originais. Compare, por exemplo a qualidade destas duas imagens com a qualidade das fotografias apresentadas por n\u00f3s anteriormente e disponibilizadas novamente logo abaixo:<\/p>\n<div id=\"attachment_1825\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1825\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1825 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/trinda10-1024x743.gif\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"743\" \/><p id=\"caption-attachment-1825\" class=\"wp-caption-text\">Uma das fotografias obtidas por Almiro Bara\u00fana.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1826\" style=\"width: 886px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1826\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1826 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/trinda12.gif\" alt=\"\" width=\"876\" height=\"633\" \/><p id=\"caption-attachment-1826\" class=\"wp-caption-text\">Uma das fotografias obtidas por Almiro Bara\u00fana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1827\" style=\"width: 880px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1827\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1827 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/trinda14.gif\" alt=\"\" width=\"870\" height=\"633\" \/><p id=\"caption-attachment-1827\" class=\"wp-caption-text\">Uma das fotografias obtidas por Almiro Bara\u00fana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1828\" style=\"width: 1170px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1828\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1828 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/trinda16.gif\" alt=\"\" width=\"1160\" height=\"844\" \/><p id=\"caption-attachment-1828\" class=\"wp-caption-text\">Uma das fotografias obtidas por Almiro Bara\u00fana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A qualidade da fotografias utilizadas no estudo de Martin Powell \u00e9 muito inferior e n\u00e3o oferece subs\u00eddios para uma an\u00e1lise adequada. Mesmo assim ele insistiu em faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Vejamos o que ele nos diz sobre o alegado avi\u00e3o que teria sido fotografado:<\/p>\n<table style=\"border-collapse: collapse; width: 100%;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%; border-color: #e6e5df; background-color: #e6e5df;\">\n<h3><strong>Teoria de Aeronave \u2013 Considera\u00e7\u00f5es Iniciais<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar da afirma\u00e7\u00e3o do GSW e outros escritores de que o objeto nas imagens n\u00e3o apresenta nenhuma rela\u00e7\u00e3o com qualquer aeronave conhecida na \u00e9poca, e sua rejei\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese de Menzel, eu acredito que h\u00e1 bases razo\u00e1veis para comparar uma das imagens a uma aeronave. Enquanto pesquisava o caso encontrei uma imagem melhorada em computador (pelo GSW) da F1 a qual eu achei que mantinha alguma semelhan\u00e7a com uma aeronave bimotor leve. Com um pouco de concentra\u00e7\u00e3o, uma pessoa pode ver um avi\u00e3o leve aproximando-se da ilha, visto ligeiramente inclinado \u00e0 direita. O aspecto do avi\u00e3o, como descrito, \u00e9 consistente com a dire\u00e7\u00e3o na qual o objeto foi visto se originando. Exame adicional da imagem melhorada do GSW (e, de fato, da F1 original) revela outros detalhes que poderiam ser interpretados como partes individuais de uma aeronave. A fuselagem principal pode ser vista, iluminada de cima, de forma que o lado inferior da aeronave est\u00e1 em sombra. Dois dist\u00farbios na linha das asas podem ser vistos a uma pequena dist\u00e2ncia de cada lateral da fuselagem, i.e. no local aproximado dos motores da aeronave. O que foi assumido como a c\u00fapula do disco voador (a se\u00e7\u00e3o escura ao topo) pode ser visto agora como o p\u00e1ra-brisa da cabina do piloto. Finalmente, uma protrus\u00e3o peculiar abaixo da aeronave \u2013 sobre a qual eu nunca vi qualquer refer\u00eancia pr\u00e9via \u2013 pode ser interpretada como um trem de pouso extens\u00edvel (ou retr\u00e1til) no nariz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sele\u00e7\u00e3o da Aeronave<\/strong><\/p>\n<p>Para testar este conceito, eu precisei determinar se qualquer aeronave em servi\u00e7o poderia combinar as caracter\u00edsticas mostradas na F1 de Barauna. Eu recorri a uma longa lista publicada de aeronaves em servi\u00e7o durante 1957-58, e selecionei algumas delas usando os crit\u00e9rios seguintes:<\/p>\n<p>(a) Aeronave em servi\u00e7o em janeiro de 1958,<br \/>\n(b) Aeronave leve (para este prop\u00f3sito, tendo um peso vazio de menos de aproximadamente 2000 kgs),<br \/>\n(c) Monoplano,<br \/>\n(d) Bimotora, e<br \/>\n(e) Trem de pouso retr\u00e1til em triciclo (i.e., n\u00e3o do tipo fixo ou apoiado na cauda).<\/p>\n<p>A procura resultou em cinco aeronaves, e elas est\u00e3o listadas na Tabela 1, junto com seu tamanho e dados de desempenho. Os alcances das aeronaves s\u00e3o inclu\u00eddos para prover uma indica\u00e7\u00e3o de se a aeronave poderia chegar \u00e0 ilha do ponto em terra mais pr\u00f3ximo (a viagem de regresso \u00e0 Ilha de Trindade do continente tem ao redor de 1300 milhas \u2013 n\u00e3o h\u00e1 nenhuma pista de aterrissagem na ilha). O arquiteto e escritor cient\u00edfico Steuart Campbell aponta que o objeto na fotografia apareceu\/desapareceu a um azimute de ao redor 259\u00b0, i.e. um pouco a sudoeste. Campbell usa este azimute para apoiar sua alega\u00e7\u00e3o de que o objeto era uma miragem do planeta J\u00fapiter, por\u00e9m tamb\u00e9m vale mencionar que esta \u00e9 muito proximamente a dire\u00e7\u00e3o de Rio de Janeiro (a cidade mais pr\u00f3xima da ilha). A Tabela 1 mostra pelo menos algumas das aeronaves selecionadas que poderiam ter feito a viagem de regresso a Trindade. Isto fortalece a possibilidade de que o objeto de Trindade era uma aeronave, por\u00e9m por raz\u00f5es que explicarei depois, a pergunta de se uma aeronave poderia alcan\u00e7ar a ilha poderia muito bem provar ser irrelevante ao caso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong><\/p>\n<p>Tendo preparado uma lista de aeronaves candidatas, eu tentei ent\u00e3o identificar a aeronave vista na F1 de Bara\u00fana. Primeiramente eu precisaria identificar as caracter\u00edsticas em F1 que poderiam ser combinadas com essas aeronaves reais, e nome\u00e1-las para refer\u00eancia. Os pontos A a F representam partes da aeronave medidas no plano horizontal (Figura 1). Eles incluem o come\u00e7o e o fim dos motores e o nariz da aeronave. Pontos adicionais H, W e N s\u00e3o medidos no plano vertical (Figura 2), e s\u00e3o todos medidos relativos \u00e0 sua altura da fuselagem (F). H \u00e9 a altura do motor sobre a base da fuselagem, N a altura do nariz, e W a altura do p\u00e1ra-brisa. Os pontos horizontais A e D n\u00e3o s\u00e3o pontos fixos e s\u00e3o criticamente dependentes do \u00e2ngulo no qual a aeronave \u00e9 vista, assim era ent\u00e3o importante estabelecer este \u00e2ngulo com precis\u00e3o razo\u00e1vel. Claramente o \u00e2ngulo era raso, sendo ligeiramente ao lado esquerdo da aeronave. Eu estimei o \u00e2ngulo, usando um modelo de aeronave, como entre 11\u00b0 e 13\u00b0. Eu ent\u00e3o tirei fotoc\u00f3pias de planos das aeronaves candidatas de um diret\u00f3rio inclusivo, aumentando-os suficientemente para me permitir localizar os pontos A a F com um n\u00edvel alto de precis\u00e3o. Eu sobrepus uma grade nos planos de forma que poderia obter as coordenadas x e y para cada um dos pontos. Eu ent\u00e3o escaneei a imagem de F1 a uma resolu\u00e7\u00e3o alta e a nivelei de forma que poderia localizar os pontos de pixel em rela\u00e7\u00e3o ao seu eixo geom\u00e9trico correto. Precisei determinar uma dist\u00e2ncia aproximada ao objeto para minimizar os efeitos de distor\u00e7\u00e3o. A pesquisa de Campbell havia me proporcionado uma escala altitude\/azimuth necess\u00e1ria para avaliar, com precis\u00e3o razo\u00e1vel, a largura angular do objeto na fotografia que no caso de F1 mostrou ser 1\u00b0.54 \u00b1 0.26. Sabendo as dimens\u00f5es da aeronave, trigonometria simples poderia ent\u00e3o determinar uma dist\u00e2ncia do objeto. Cada aeronave foi levada em conta, usando suas dimens\u00f5es apropriadas, de forma que cada uma teve sua pr\u00f3pria dist\u00e2ncia computada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 largura angular do objeto de F1. Por exemplo, o Twin Bonanza foi estimado a 418 metros de dist\u00e2ncia do fot\u00f3grafo, e o Piper Apache a 375 metros.<\/p>\n<p>Eu ent\u00e3o escrevi um programa de computador que compararia as posi\u00e7\u00f5es dos pontos no plano com aqueles do objeto na fotografia. Usando um ponto fixo na aeronave como uma refer\u00eancia, o programa de computador giraria o plano da aeronave em incrementos pequenos e mediria a posi\u00e7\u00e3o relativa dos pontos at\u00e9 que eles combinassem (ou chegassem o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel) com suas posi\u00e7\u00f5es relativas na fotografia. O ponto de refer\u00eancia mais \u00f3bvio a ser usado era aquele mais \u00e0 esquerda na imagem, i.e. o ponto A. Ele recebeu portanto um valor de pixel de zero, e o ponto mais \u00e0 direita (F) um valor de 208. S\u00e3o mostrados os valores de pixel medidos de F1 na fileira de topo da Tabela 2. Por causa da resolu\u00e7\u00e3o pobre da imagem na fotografia, cada ponto tem uma gama de valores poss\u00edveis. A aeronave que melhor combinou a da fotografia teria seus pontos A para F dentro da gama de valores na fileira de topo. A Tabela 2 d\u00e1 a melhor combina\u00e7\u00e3o calculada de pontos para cada aeronave, e tamb\u00e9m o \u00e2ngulo de vis\u00e3o no qual isto foi alcan\u00e7ado. A tabela mostra que os \u00e2ngulos de vis\u00e3o da maioria das aeronaves fica pr\u00f3ximo dos \u00e2ngulos que eu havia previamente estimado. Eu dei o n\u00famero de pontos que a aeronave combinava (por defini\u00e7\u00e3o, todas combinavam os pontos de in\u00edcio e fim A e F). A coluna final, o erro de pixel total, soma os pontos que n\u00e3o foram combinados e soma as quantidades pelas quais os pixels ca\u00edram fora do valor designado. Por exemplo, o Piper Apache satisfez todos os pontos exceto D, que caiu fora da gama designada (64 a 81) por (85-81) = 4 pixels, conseq\u00fcentemente este n\u00famero aparece na coluna final. A tabela indica que as aeronaves que combinam melhor os pontos horizontais do objeto de Trindade s\u00e3o o Beechcraft Twin Bonanza, o Piper Apache e o Cessna 310.<\/p>\n<p>Os resultados das medidas de ponto verticais s\u00e3o mostrados na Tabela 3. Novamente, a fileira do topo d\u00e1 os valores para o objeto de Trindade, com suas gamas de erro associadas. A tabela tamb\u00e9m d\u00e1 duas outras medidas; o \u00e2ngulo diedral e a altura da roda do nariz. O diedral \u00e9 o \u00e2ngulo, medido relativo \u00e0 horizontal, da inclina\u00e7\u00e3o superior das asas. O objeto de Trindade tem asas que claramente se inclinam em uma dire\u00e7\u00e3o superior. Seu \u00e2ngulo diedral se compara favoravelmente com o de uma aeronave leve t\u00edpica, os resultados podem ser vistos na primeira coluna. A altura da roda do nariz \u00e9 s\u00f3 um valor aproximado (medido das fotografias e n\u00e3o planos) o qual eu inclu\u00ed para maior completude. A aeronave que combina melhor as medidas verticais do objeto de F1 \u00e9 o Twin Bonanza. Esta aeronave combina nove das onze caracter\u00edsticas medidas do objeto de Trindade \u2013 mais que qualquer outra aeronave no estudo. Esta aeronave deve ser ent\u00e3o uma candidata favorita para o objeto na F1 de Barauna.<\/p>\n<p>A Figura 3 mostra uma imagem sem tratamento do objeto da F1 contra meu desenho de reconstru\u00e7\u00e3o de um Twin Bonanza, visto ao \u00e2ngulo (estimado) de 13\u00b0.6 \u00e0 esquerda. Para enfatizar as semelhan\u00e7as eu conectei ambas as imagens por linhas verticais mostrando o local de cada um dos pontos horizontais (meu desenho de reconstru\u00e7\u00e3o \u00e9 puramente baseado nos planos do Bonanza, e n\u00e3o mostra a aeronave precisamente em seu aspecto correto. Para combinar a imagem de F1 mais precisamente, a aeronave deveria estar com o nariz um pouco mais virado para cima). O leitor pode tentar desfocalizar a vis\u00e3o e tomar uma dist\u00e2ncia ao olhar para a imagem de F1. A imagem de uma aeronave em F1 pode parecer mais v\u00edvida usando esta t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, se n\u00f3s formos assumir que o objeto de F1 \u00e9 um Twin Bonanza, est\u00e1 claro pela Figura 3 que a envergadura do objeto na fotografia \u00e9 muito menor que deveria ser. Na realidade, por volta de metade da asa de estibordo e um ter\u00e7o da asa de bordo parece estar faltando na imagem da F1. H\u00e1 duas poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es para isto: sobre-exposi\u00e7\u00e3o ou dupla-exposi\u00e7\u00e3o. Qualquer que fosse o caso, a se\u00e7\u00e3o exterior escura e estreita das asas teriam sido apagadas pelo fundo do c\u00e9u luminoso. De fato, Barauna declarou que tinha usado uma velocidade de obturador de 1\/125 segundos a uma abertura de f\/8. Isto, como ele mesmo admitiu, resultou em uma pequena sobre-exposi\u00e7\u00e3o da foto. Se o objeto de F1 \u00e9 examinado de perto, uma pessoa pode ver que o objeto \u00e9 assim\u00e9trico em rela\u00e7\u00e3o ao domo central \u2013 uma geometria estranha para uma nave supostamente em forma de disco. A asa de bordo diminui gradualmente, insinuando que o objeto real se estende muito al\u00e9m do que a foto indica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Compara\u00e7\u00e3o das Fotografias 1 e 2<\/strong><\/p>\n<p>Em seguida examinei a alega\u00e7\u00e3o do Oficial de que o objeto da F2 estava invertido quando comparado com o em F1 e F3. O objeto em F3 mostra pouca rela\u00e7\u00e3o \u00f3bvia a F1, mas F2 certamente se assemelha em geral a F1 em tamanho e forma (F2 mede aproximadamente 1\u00b0.3 comparado a 1\u00b0.5 de F1).<\/p>\n<p>Se qualquer duplica\u00e7\u00e3o das imagens foi realmente feita, \u00e9 razo\u00e1vel assumir que F2 foi copiada de F1. Quando comparada a F1, F2 est\u00e1 notavelmente degradada. A roda do nariz ficou obscurecida pelo ru\u00eddo ao redor do corpo do objeto, e h\u00e1 menos defini\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas dentro dele. Isto \u00e9 consistente com uma imagem ter sido copiada, tal como uma imagem \u00e9 crescentemente degradada quando copiada v\u00e1rias vezes em uma fotocopiadora.<\/p>\n<p>Eu inverti a imagem de F1 e a ajustei usando software de computador, em uma tentativa de combinar sua apar\u00eancia geral com a de F2. O resultado \u00e9 mostrado na Figura 5, na qual ambas as imagens tiveram seu tamanho combinado de forma que suas caracter\u00edsticas emparelhem o melhor poss\u00edvel. Aumentando as propriedades de contraste e gama da imagem, F1 come\u00e7ou a mostrar muito mais ru\u00eddo ao seu redor, e depois de um tempo as semelhan\u00e7as entre as duas imagens ficaram bastante claras. A maioria das caracter\u00edsticas \u00e9 bastante individual em forma e n\u00e3o seria esperado que ocorressem em outra imagem, na mesma posi\u00e7\u00e3o relativa, por casualidade. E, contudo, elas s\u00e3o vistas ocorrendo em ambas as fotografias. Como a extremidade de uma imagem \u00e9 seguida e comparada com a outra, not\u00e1veis semelhan\u00e7as s\u00e3o encontradas. Por exemplo, o domo do disco (ou o p\u00e1ra-brisa da aeronave) e a \u00e1rea clara abaixo e \u00e0 esquerda dele s\u00e3o bem parecidos em ambas as imagens. A \u00e1rea ao redor da roda do nariz (que \u00e9 envolvida pelo ru\u00eddo) e a metade esquerda da imagem tamb\u00e9m s\u00e3o semelhantes em ambos os quadros. O leitor deveria tentar ver estas imagens a um \u00e2ngulo obl\u00edquo; as semelhan\u00e7as podem parecer mais \u00f3bvias deste modo. Como resultado desta experi\u00eancia, eu diria que h\u00e1 um caso forte para F2 ter sido uma c\u00f3pia invertida de F1, como o Oficial havia afirmado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Segue-se da avalia\u00e7\u00e3o anterior que as fotografias da Ilha de Trindade poderiam envolver tanto uma aeronave quanto um processo de dupla-exposi\u00e7\u00e3o. A pergunta permanece sobre se uma aeronave realmente estava na ilha para produzir a primeira imagem. Eu mostrei que era poss\u00edvel a uma aeronave bimotora leve chegar \u00e0 ilha e voltar ao continente, embora qual seria o prop\u00f3sito prov\u00e1vel de tal v\u00f4o \u2013 e quem o faria \u2013 n\u00e3o esteja muito claro. Navega\u00e7\u00e3o por 650 milhas de mar seria dif\u00edcil para dizer o menos, e a maior parte fora do alcance de sinais de r\u00e1dio para navega\u00e7\u00e3o. Certamente, n\u00e3o h\u00e1 (e presumivelmente nunca houve) qualquer r\u00e1dio de orienta\u00e7\u00e3o para navega\u00e7\u00e3o na Ilha de Trindade. Com um tempo de viagem de ida-e-volta de mais de seis horas teria sido uma tarefa exigente para qualquer piloto de aeronave leve. Permitindo estes fatores, eu concluo que n\u00e3o havia nenhuma aeronave na Ilha de Trindade. O que seria mais prov\u00e1vel, o aeroplano foi fotografado em outro lugar e ent\u00e3o sobreposto no fundo da ilha. Isto ajudaria a explicar por que, como o Oficial tinha notado, a ilha aparece focalizada nitidamente nas fotografias, mas o pr\u00f3prio objeto est\u00e1 borrado.<\/p>\n<p>Talvez todas as imagens tenham derivado do mesmo original \u2013 e ele teria sido uma fotografia de um Twin Bonanza ao que parece. Barauna poderia ter experimentado com uma foto desta aeronave, talvez tendo notado \u2013 bastante sem querer \u2013 como parecia como um disco voador do \u00e2ngulo particular em que tinha sido fotografada. Ele poderia ent\u00e3o ter re-fotografado imagens sucessivas da aeronave, em configura\u00e7\u00f5es de exposi\u00e7\u00e3o e obturador diferentes, e talvez desfocado a m\u00e1quina fotogr\u00e1fica, em uma tentativa de ver como sua forma de disco poderia ser refinada.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<h3>Continuidade da An\u00e1lise<\/h3>\n<div>\n<p>O trecho aqui apresentado destaca-se a grande determina\u00e7\u00e3o em encerrar o caso atrav\u00e9s de explica\u00e7\u00f5es que na verdade nada explicam. Vou ressaltar e comentar aqui os trechos mais importantes.<\/p>\n<p>Logo no primeiro par\u00e1grafo, Powell confirma que n\u00e3o usou fotografias originais, baseando seus estudos apenas em fotografias j\u00e1 descaracterizadas ou com grande perda de qualidade. Quando entra no segundo par\u00e1grafo o autor for\u00e7a uma interpreta\u00e7\u00e3o subjetiva dele mesmo. Ele enxerga um avi\u00e3o na imagem que ele apresenta e induz seus leitores a enxergarem isso tamb\u00e9m. O que \u00e9 mais c\u00f4mico \u00e9 que a comunidade c\u00e9tica surta quando os uf\u00f3logos apresentam imagens da esfinge marciana, onde observa-se claramente a forma de um rosto. Esta fotografia, obtida em 1976 pela sonda Viking, \u00e9 combatida por c\u00e9ticos que alegam que ali temos apenas um efeito de pareidolia (Entenda o que \u00e9 Pareidolia\u00a0<a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Pareidolia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>). Em termos comparativos, a esfinge marciana \u00e9 muito mais obvia visualmente do que um avi\u00e3o nas fotografias de Martin Powell. \u00c9 o claro exemplo de dois pesos duas medidas, onde o que vale para c\u00e9ticos n\u00e3o vale para uf\u00f3logos e vice-versa.<\/p>\n<p>Depois do exerc\u00edcio criativo, o autor discorre sobre a sele\u00e7\u00e3o de uma aeronave apropriada que se encaixe em sua teoria. Com uma pose de pesquisador fala sobre sua grandiosa pesquisa apresentando os requisitos que ela deve apresentar para encaixar-se ao modelo necess\u00e1rio. Destaque para a frase:<\/p>\n<p>&#8220;<em>&#8230;a pergunta de se uma aeronave poderia alcan\u00e7ar a ilha poderia muito bem provar ser irrelevante ao caso<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p>Como essa informa\u00e7\u00e3o essencial pode ser irrelevante? Trindade situa-se a 1200 Km da costa brasileira e a 2400 Km da costa africana. E n\u00e3o se trata apenas de sugerir um avi\u00e3o que tenha essa autonomia de voo. Tem que pensar na volta, pois a Ilha n\u00e3o tinha pista de pouso. Ent\u00e3o numa viagem do continente brasileiro para a Ilha a aeronave teria que ter uma autonomia superior a 2500 Km e o dobro se for levar em conta a costa africana. Naquela \u00e9poca avi\u00f5es desse porte n\u00e3o tinham autonomia para tal. Partindo deste princ\u00edpio torna-se mais claro o porque de o autor querer passar por cima deste detalhe, pois isso elimina por completo sua hip\u00f3tese.<\/p>\n<p>Na seq\u00fc\u00eancia, depois de uma descri\u00e7\u00e3o glamorosa de sua pesquisa o autor chega \u00e0 conclus\u00e3o de que o Twin Bonanza seria o avi\u00e3o que hipoteticamente teria sido fotografado em Trindade. Ele chegou \u00e0 esta conclus\u00e3o gra\u00e7as aos seus estudos apoiados na pareidolia j\u00e1 comentada. Reproduzimos na seq\u00fc\u00eancia as imagens que compunham o texto.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_1833\" style=\"width: 275px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1833\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1833 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb.jpg\" alt=\"\" width=\"265\" height=\"162\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb.jpg 265w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb-250x153.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb-150x92.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb-50x31.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb-100x61.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig5-thumb-200x122.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 265px) 100vw, 265px\" \/><p id=\"caption-attachment-1833\" class=\"wp-caption-text\">Acima as duas imagens da forma como foram utilizadas no estudo.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_1831\" style=\"width: 304px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1831\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1831 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb.jpg\" alt=\"\" width=\"294\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb.jpg 294w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb-250x172.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb-150x103.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb-50x34.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb-100x69.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/fig3-thumb-200x137.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 294px) 100vw, 294px\" \/><p id=\"caption-attachment-1831\" class=\"wp-caption-text\">Acima a rela\u00e7\u00e3o apontada pelo autor. Com muita imagina\u00e7\u00e3o e uma boa dose de vontade \u00e9 poss\u00edvel aceitar a hip\u00f3tese de Martin Powell.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<div id=\"attachment_1834\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1834\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1834 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/detalhes-1024x196.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"196\" \/><p id=\"caption-attachment-1834\" class=\"wp-caption-text\">Os detalhes apontados pelo autor em uma representa\u00e7\u00e3o de um Twin Bonanza.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s efetuar as compara\u00e7\u00f5es o autor, Martin Powell continua discorrendo sobre suas teorias e n\u00e3o cita em nenhum momento a autonomia de v\u00f4o das aeronaves envolvidas. Curiosamente encontramos apenas a seguinte afirma\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>&#8220;Eu mostrei que era poss\u00edvel a uma aeronave bimotora leve chegar \u00e0 ilha e voltar ao continente, embora qual seria o prop\u00f3sito prov\u00e1vel de tal v\u00f4o \u2013 e quem o faria \u2013 n\u00e3o esteja muito claro. Navega\u00e7\u00e3o por 650 milhas de mar seria dif\u00edcil para dizer o menos, e a maior parte fora do alcance de sinais de r\u00e1dio para navega\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<div id=\"attachment_1835\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1835\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-1835 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/comparacao-1024x440.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"440\" \/><p id=\"caption-attachment-1835\" class=\"wp-caption-text\">\u00c0 esquerda o disco voador fotografado em Trindade e \u00e0 direita um Twin Bonanza. Ambas as imagens est\u00e3o em alta resolu\u00e7\u00e3o e podem ser observadas detalhadamente bastando clicar sobre elas.<\/p><\/div>\n<p>Inevitavelmente devemos perguntar: Onde ele mostrou que isso era poss\u00edvel? Por fim ele mesmo conclui que isso seria absolutamente dif\u00edcil por variados motivos e ent\u00e3o, mais a frente, alega a que poderia ter havido dupla exposi\u00e7\u00e3o. Como j\u00e1 citamos, dupla exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 algo facilmente descoberto. Os negativos foram exaustivamente analisadas por laborat\u00f3rio civis, militares e particulares e nenhum ind\u00edcio de dupla exposi\u00e7\u00e3o no negativo foi descoberto.<\/p>\n<p>Embora os c\u00e9ticos n\u00e3o admitiam, este caso permanece s\u00f3lido e at\u00e9 o momento sem refuta\u00e7\u00e3o, resistindo bravamente contra aqueles que por medo, ou ignor\u00e2ncia mesmo insistem em negar a realidade dos fatos.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<ol>\n<li>\n<hr \/>\n<p>BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petr\u00f3polis: Ed. Vozes, 1983.<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 04<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 06<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 16<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 18<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 19-20<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 22-23<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 24-25<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 1975<\/li>\n<li>PEREIRA, Jader. Tipologia dos human\u00f3ides extraterrestres. Cole\u00e7\u00e3o Biblioteca UFO, n\u00ba 1, Mar\u00e7o 1991.<\/li>\n<li>ZALUAR, Aur\u00e9lio. Caso da Ilha de Trindade: 21 anos depois. OVNI Documento, Rio de Janeiro, n\u00ba 5, p. 21-24, out\/dez 1979.<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htm<\/a><\/li>\n<li><a 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href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIw<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.html<\/a><\/li>\n<li><a 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href=\"http:\/\/www.ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;id=3767http:\/\/www.infa.com.br\/o_caso_trindade.htmlhttp:\/\/www.cubbrasil.net\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=83http:\/\/www.portaldascuriosidades.com\/forum\/index.php?topic=1359.20http:\/\/www.transcomunicacao.net\/aeroanomalia\/trindade.htmlhttp:\/\/www.geubs.com.br\/paginas\/pagina_03_02_01_04.htmhttp:\/\/arquivoconfidencial.blogspot.com\/2005\/10\/1958-o-caso-trindade.htmlhttp:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YS1EJd9AnIwhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/photographs\/section\/1950s\/photo300.htmhttp:\/\/www.cohenufo.org\/Trindade_Hynek.htmlhttp:\/\/www.ufologie.net\/htm\/trindade58.htmhttp:\/\/www.subversiveelement.com\/Trindade_Photos.htmlhttp:\/\/www.ufoevidence.org\/cases\/case254.htmhttp:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFOhttp:\/\/kevinrandle.blogspot.com\/2008\/03\/ufo-at-trindade-island.htmlhttp:\/\/tinwiki.org\/wiki\/Trindade_Island_photoshttp:\/\/www.ufoinfo.com\/organizations\/org_brazil.shtml\">http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/The_Trindade_Island%27s_UFO<\/a><\/li>\n<li><a 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Pol\u00eamico e controverso, o Caso da Ilha de Trindade \u00e9 um dos mais famosos casos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":1818,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[108,129,105,107],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1817"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1817"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1817\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6833,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1817\/revisions\/6833"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1818"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1817"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1817"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1817"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}