{"id":2188,"date":"2022-03-03T16:01:43","date_gmt":"2022-03-03T19:01:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=2188"},"modified":"2025-04-21T12:38:49","modified_gmt":"2025-04-21T15:38:49","slug":"perseguicao-em-portage-ohio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/perseguicao-em-portage-ohio\/","title":{"rendered":"Persegui\u00e7\u00e3o em Portage, Ohio"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Um UFO \u00e9 avistado em diferentes regi\u00f5es da cidade de Portage e perseguido por policiais de Ohio, Estados Unidos, em 16 de abril de 1966.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>A historia \u00e9 de uma com\u00e9dia&#8230; de erros, de egr\u00e9gia falta de considera\u00e7\u00e3o para com as testemunhas, de aparente intriga, de excitamento (envolvendo uma persegui\u00e7\u00e3o de um carro a 105 milhas por hora) e finalmente, de trag\u00e9dia. Merece ser contada com algum detalhe e deveria, algum dia, ser publicada na \u00edntegra. Envolvi-me no caso de modo muito superficial pois s\u00f3 me convocaram na qualidade de consultor quando o fato j\u00e1 se achava num estado bastante avan\u00e7ado, mas foi com um grande interesse que observei o desenrolar desde o in\u00edcio. Muito se deve a William Weitzel, assistente de filosofia na Universidade de Pittsburg, Setor de Bradford, que, com cuidado, habilidade, tato e persist\u00eancia reuniu os diversos detalhes deste relato de Encontro Imediato. Mr. Weitzel autorizou-me a utilizar o material contido no exaustivo relat\u00f3rio que fez sobre o caso, que cont\u00e9m uma grande correspond\u00eancia com os observadores e com os funcion\u00e1rios governamentais.<\/p>\n<p>Este caso n\u00e3o foi pesquisado pelo Comit\u00ea Condon, que, na verdade, talvez nem tenha ouvido refer\u00eancias a ele muito embora o relat\u00f3rio tenha sido redigido seis meses antes do comit\u00ea entrar em atividade. Se tivesse conduzido uma investiga\u00e7\u00e3o, acredito piamente que outro &#8220;n\u00e3o-identificado&#8221; teria sido acrescentado ao substancial n\u00famero dos casos Condon que permaneceram insolucionados. Se o grupo da Universidade do Colorado tivesse examinado o caso sem preconceitos, sem d\u00favida alguma teria conseguido descobrir algum dado interessante.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o fosse pela infeliz circunst\u00e2ncia do relator inicial, que suportou o impacto do rid\u00edculo, se tornando um verdadeiro p\u00e1ria, sofrendo a ruptura do lar e do casamento e sendo obrigado a sofrer humilha\u00e7\u00f5es pessoais, este caso hist\u00f3rico poderia ser perfeitamente considerado como uma divertida com\u00e9dia. Tr\u00eas outros observadores [dois dos quais estavam geograficamente independentes da testemunha inicial e seu companheiro] atrav\u00e9s das fantasias da cobertura da imprensa e do fracasso da For\u00e7a A\u00e9rea por n\u00e3o interrog\u00e1-los, escaparam da acusa\u00e7\u00e3o, por implica\u00e7\u00e3o, de incompet\u00eancia total, alucina\u00e7\u00e3o e ate mesmo insanidade, muito embora tenham descrito, independentemente, o OVNI da mesma maneira que o fez a testemunha &#8220;em foco&#8221;.<\/p>\n<p>Tudo teve in\u00edcio de um modo bastante rotineiro. Na noite de 16 de abril de 1966, o Delegado do Xerife, Dale F. Spauer, um funcion\u00e1rio que trabalhava em hor\u00e1rio integral na delegacia do Condado de Portage, Ohio, apos ter jantado um bife com ovos, ter tirado uma soneca de duas horas, tomado duas x\u00edcaras de caf\u00e9, apresentou-se para o plant\u00e3o a meia-noite (veja Ap\u00eandice 1, CEI-9). Foi mandado logo que chegou para verificar uma queixa contra um vagabundo (nada foi constatado). Recebeu um chamado para pegar Wilbur Neff, um mec\u00e2nico que, naquela ocasi\u00e3o, fazia a ronda com ele na qualidade de &#8220;delegado nomeado&#8221;. Os dois homens foram mandados para responder a um chamado sobre um carro que tinha batido de encontro a um poste de ilumina\u00e7\u00e3o, pr\u00f3ximo a Atwater Center, Ohio. Mandaram o motorista para o hospital e o carro foi rebocado. A seguir, um funcion\u00e1rio da companhia de eletricidade Edison, de Ohio, apareceu para consertar o poste.<\/p>\n<p>Os dois delegados foram at\u00e9 Deerfield, nas redondezas, para tomar um caf\u00e9 e levar uma x\u00edcara para o eletricista. Em Deerfield ajudaram um homem cujo carro tinha engui\u00e7ado e trataram de arranjar-lhe um reboque. Voltaram a cena do poste acidentado por volta das 4:45 da madrugada.<\/p>\n<p>Enquanto conversavam com o eletricista da Edison de Ohio, o r\u00e1dio de seu carro comunicou que uma mulher, do condado de Summit, situada bem a oeste do condado de Portage, tinha comunicado um objeto profusamente iluminado &#8220;t\u00e3o grande quanto uma casa&#8221; sobrevoando a sua vizinhan\u00e7a. O objeto, contou a mulher, encontrava-se muito baixo para ser um avi\u00e3o e alto demais para ser uma l\u00e2mpada da rua. Imediatamente, foram ditas piadas para a esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio e para o eletricista. Nem Spaur nem Neff levaram o assunto a s\u00e9rio.<\/p>\n<p>Em seguida, os delegados rumaram para oeste pela estrada 224 com a inten\u00e7\u00e3o de preencherem um formul\u00e1rio do acidente no hospital. Viram um carro parado no acostamento do lado sul da estrada. Deram a volta com a r\u00e1dio-patrulha e aproximaram-se do carro abandonado, vindo por tr\u00e1s. Spaur relatou o que aconteceu:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><i>&#8220;Ele (Neff) saltou pelo lado direito e eu pelo esquerdo. Ele dirigiu-se para o \u00e2ngulo frontal direito da r\u00e1dio-patrulha, onde parou, isto \u00e9 uma esp\u00e9cie de seguran\u00e7a policial, e eu dirigi-me para o lado esquerdo da parte posterior do outro veiculo. Dei uma volta apenas para fazer uma esp\u00e9cie de controle visual da \u00e1rea, para certificar-me de que ningu\u00e9m tinha ido para o mato, sabe como \u00e9, para fazer alguma necessidade ou qualquer outra coisa. E eu sempre olho para tr\u00e1s de modo a que ningu\u00e9m apare\u00e7a pelas minhas costas. E quando eu olhei para esta zona boscosa atr\u00e1s de n\u00f3s, eu vi a coisa. Nessa hora estava subindo. E h\u00e1 ali uma inclina\u00e7\u00e3o suave; elevou-se ate o n\u00edvel das copas das arvores, a cerca de cem p\u00e9s de distancia. Come\u00e7ou a vir na nossa dire\u00e7\u00e3o&#8230; bem, as \u00e1rvores que ela estava sobrevoando ficavam bem em cima dessa eleva\u00e7\u00e3o, bem ao lado da estrada&#8230; E naquele momento eu observava a coisa. Estava t\u00e3o baixa que n\u00e3o se podia v\u00ea-la at\u00e9 que estivesse bem em cima da gente. Olhei para o Barney (Neff) e ele ainda continuava com os olhos presos no carro, no carro diante de n\u00f3s&#8230; e a coisa foi ficando cada vez mais brilhante, e mais brilhante, a \u00e1rea come\u00e7ou a ficar clara e olhei outra vez para o Barney e disse-lhe para olhar por cima do seu ombro. Ele fez o que lhe dissera. N\u00e3o disse nada, limitou-se a ficar onde estava com a boca aberta durante um minuto e como a claridade era muito intensa olhou para o ch\u00e3o. E eu comecei a olhar para baixo. Olhei para as minhas m\u00e3os, e minhas roupas n\u00e3o estavam queimando nem nada, quando a coisa parou bem em cima de n\u00f3s. A \u00fanica coisa, o \u00fanico som em toda a \u00e1rea era um zunido. N\u00e3o era nada que estivesse gritando ou realmente selvagem. E modificou-se um pouquinho&#8230; soava como um transformador sendo carregado ou um transformador sobrecarregado no momento da troca.<\/i><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><i>Senti muito medo durante alguns minutos; para falar a verdade estava petrificado: ent\u00e3o mexi o p\u00e9 direito e tive a impress\u00e3o de que tudo funcionava bem. E, l\u00f3gico, ele tomou a mesma decis\u00e3o que eu, colocar alguma coisa entre eu e ela, a coisa. Portanto, fomos os dois para o carro, entramos e nos sentamos. N\u00e3o me aventuro a dizer que levou 10, 30 segundos ou tr\u00eas minutos \u2014 e a coisa ficou ali e pairou, e n\u00f3s n\u00e3o fizemos nada&#8230; nada mesmo&#8230; e a coisa afastou-se rumo ao leste (estavam agora virados para o leste) e l\u00e1 ficou por um segundo nada acontecia comigo e Barney parecia estar bem. Apertei o bot\u00e3o do microfone e a luz apareceu, ent\u00e3o peguei-o. Comecei a lhes dizer, sabe n\u00e3o? Que aquela coisa estava ali. E pensei, bem se eu fizer, ele pensara. . . portanto limitei-me a contar para Bob atrav\u00e9s do r\u00e1dio, disse: &#8220;Este objeto brilhante esta bem aqui, aquele que todo mundo diz que esta passando por aqui&#8221;. E ele respondeu &#8220;Atire nele! &#8220;Essa coisa era, puxa, n\u00e3o era de brincadeira, esta&#8230; Mas que diabo, era t\u00e3o grande quanto uma casa! E era muito brilhante; teria feito seus olhos se encherem de l\u00e1grimas.<\/i><\/p>\n<p>Receberam ordens para acompanhar a apari\u00e7\u00e3o e assim come\u00e7ou, talvez, a mais violenta ca\u00e7a \u00e0 um OVNI de que se tenha not\u00edcia. O objeto foi seguido por mais de 70 milhas, as vezes em velocidades t\u00e3o altas quanto 105 milhas por hora.<\/p>\n<p>Enquanto a ca\u00e7ada estava se realizando, o Policial Wayne Huston, na sua r\u00e1dio-patrulha perto de East Palestine, Ohio, cerca de 40 milhas a leste do ponto onde teve in\u00edcio a ca\u00e7ada, escutava a conversa mantida pelo r\u00e1dio entre Spaur e seu escrit\u00f3rio em Ravenna.<\/p>\n<p>Posteriormente, por meio de um testemunho assinado, Huston admitiu para Weitzel:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><i>Falei com Spaur pelo r\u00e1dio. Encontrei-me com ele na extremidade norte da cidade na Estrada 14. Vi a coisa quando Dale se encontrava \u00e0 umas cinco milhas de dist\u00e2ncia de onde eu estava. Quando apareceu, devia estar a 800-900 p\u00e9s descendo a Estrada 14. Foi quando a vi mais baixo.<\/i><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><i>Enquanto ele voava por ali, eu estava de p\u00e9 ao lado da radio-patrulha. Observei-o seguir direto acima de n\u00f3s. Tinha o formato semelhante \u00e0 um sorvete em cone com um pouco da parte superior derretida. A extremidade mais fina do cocuruto estava para baixo; a parte superior parecia-se com uma c\u00fapula. Spaur e Neff desceram a estrada bem atr\u00e1s dele. Segui atr\u00e1s deles. Segu\u00edamos a uma velocidade de 80 a 85 milhas por hora e umas duas vezes a 105 milhas por hora. Num determinado momento fiquei colado ao p\u00e1ra-choque de Spaur e verificamos um com o outro o que est\u00e1vamos vendo. Estava bem na nossa frente, meia milha ou tr\u00eas quartos de milha mais adiante.<\/i><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><i>Conhe\u00e7o Rochester bastante bem (estavam agora na Pensilv\u00e2nia, a umas 15 milhas da fronteira de Ohio), e eu os ia orientando pelo r\u00e1dio. Durante todo o trajeto est\u00e1vamos tentando entrar em contato com um carro da Pensilv\u00e2nia. Pedi a base para se comunicar com a delegacia da Pol\u00edcia Estadual de Chippewa para verificar se tinham um carro na 51; n\u00e3o tinham. O primeiro carro da Pensilv\u00e2nia que avistamos foi em Conway (poucas milhas depois de Rochester). Dale estava com pouca gasolina e paramos onde Frank Panzanella estava estacionado.<\/i><\/p>\n<p>Portanto, aparece aqui o quarto observador: Frank Panzanella. policial de Conway. Seu testemunho assinado diz:<\/p>\n<p>\u00e0s cinco e vinte da manh\u00e3, parei no Hotel Conway e tomei uma x\u00edcara de caf\u00e9. Depois deixei o hotel seguindo pela Second Avenue. Olhei para a direita e vi um objeto brilhante. Julguei que se tratasse de um reflexo de um avi\u00e3o. Ent\u00e3o, sai da radio-patrulha e olhei novamente para o objeto. Vi dois outros carros da patrulha aproximarem-se; os policiais sa\u00edram e perguntaram-me se eu tinha visto o objeto. Apontaram para ele e disse-lhes que o estava observando j\u00e1 fazia uns dez minutos. O objeto tinha o formato de uma bola de r\u00fagbi cortada pela metade, era muito brilhante e tinha uns 25 ou 35 p\u00e9s de di\u00e2metro. A seguir, o objeto deslocou-se rumo a Harmony Township numa altitude aproximada de 1.000 p\u00e9s; ent\u00e3o parou e subiu direto, numa velocidade louca, para os 3.500 p\u00e9s (e, segundo a outra testemunha, parou). Chamei ent\u00e3o a esta\u00e7\u00e3o base e disse ao r\u00e1dio operador para notificar o aeroporto de Pittsburgh. Perguntou-me se me sentia mal. Respondi-lhe que se estava doente, os outros tr\u00eas patrulheiros tamb\u00e9m estavam. O objeto continuou a subir at\u00e9 que ficou t\u00e3o pequeno quanto a esfera de uma caneta esferogr\u00e1fica. O objeto, em rela\u00e7\u00e3o a lua estava bastante distante e \u00e0 sua esquerda (V\u00eanus estava a direita da lua). N\u00e3o podia ver a lua de onde me encontrava. O objeto foi visto entre duas antenas num quintal, do outro lado da rua, para o leste. N\u00f3s quatro vimos o objeto disparar direto para cima e desaparecer.<\/p>\n<p>O objeto estava plainando quando o avi\u00e3o que decolava do aeroporto passou por debaixo dele, em seguida disparou direto para cima segundo todas as testemunhas.<\/p>\n<p>O Major Quintanilla, ent\u00e3o chefe do Projeto Livro Azul, tentou, estabelecer uma interpreta\u00e7\u00e3o de que todos os quatro policiais, que se envolveram numa seq\u00fc\u00eancia e de forma independente, tinham primeiro avistado um sat\u00e9lite (mesmo se, naquele tempo, nenhum sat\u00e9lite estivesse vis\u00edvel em Ohio ) e de alguma forma conseguiu transferir suas aten\u00e7\u00f5es para V\u00eanus (que tinha sido avistado pelos observadores enquanto o objeto mantinha-se a vista). A &#8220;investiga\u00e7\u00e3o&#8221; inicial foi superficial; o inqu\u00e9rito inicial, feito com apenas uma das testemunhas, Spaur, constou de apenas uma liga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica de dois minutos e meio, que, segundo Spaur, come\u00e7ou com as palavras: &#8220;Fale-me sobre essa miragem que viu&#8221;. A segunda entrevista, tamb\u00e9m por telefone, durou um minuto e meio. Segundo a declara\u00e7\u00e3o assinada por Spaur, Quintanilla desejava, aparentemente, que Spaur dissesse ter visto o OVNI durante alguns poucos minutos; quando este lhe disse que o objeto estivera a vista quase que sem interrup\u00e7\u00f5es enquanto os observadores o perseguiam de Ohio at\u00e1 a Pensilv\u00e2nia, percorrendo uma distancia de umas 60 milhas, ele terminou rapidamente a conversa.<\/p>\n<p>O m\u00e9todo empregado por Quintanilla era simples: ignorar qualquer prova que fosse contraria \u00e0 sua hip\u00f3tese. Menos de cinco minutos de conversa pelo telefone foram suficientes para o Livro Azul chegar a uma &#8220;solu\u00e7\u00e3o&#8221; do caso; somente ap\u00f3s ter sido pressionado pelo Congresso \u00e9 que Quintanilla viajou para Ravenna, Ohio, e dirigiu-se ate o escrit\u00f3rio do xerife do condado de Portage, para entrevistar Spaur e Barney Neff.<\/p>\n<p>A entrevista foi gravada por Weitzel a pedido de Spaur, e nos oferece uma rara vis\u00e3o do Projeto Livro Azul por dentro. Desta feita a entrevista foi demorada e envolvente. Alem dos testemunhos de Spaur e Neff, tamb\u00e9m incluiu o do delegado xerife Robert Wilson, o r\u00e1dio operador que se mantivera em contato com Spaur e Neff, e do Xerife Ross Dustman cujo principal papel foi dar um depoimento a favor do car\u00e1ter dos seus delegados. Contudo, excluiu duas testemunhas de primeira grandeza. O Patrulheiro Huston de East Palestine, Ohio, e o Patrulheiro Panzanella, de Conway, Pensilv\u00e2nia, que se juntou aos outros tr\u00eas quando o avistamento chegou a sua cidade.<\/p>\n<p>Devido a extens\u00e3o da entrevista gravada, s\u00f3 poderemos transcrever algumas partes e estas estar\u00e3o for\u00e7osamente fora de contexto.<\/p>\n<p>SPAUR: Em segundo lugar, tenho a impress\u00e3o de que V\u00eanus nasce no leste, como estrela matutina. E isto, possivelmente, e outra coisa que esta errada.<\/p>\n<p>QUINTANILLA: Depende, depende.<\/p>\n<p>S: Como?<\/p>\n<p>Q: As vezes ela aparece bem em cima de voc\u00ea.<\/p>\n<p>S: Esta bem. Tudo certo. Bem, de qualquer modo&#8230;<\/p>\n<p>Q: V\u00eanus, V\u00eanus&#8230; V\u00eanus hoje (ru\u00eddo de papel sendo remexido) surge as duas e quarenta e nove da manh\u00e3. E surge \u00e0 150 graus azimute \u00e0 25 graus de eleva\u00e7\u00e3o. Ela n\u00e3o tem necessariamente que surgir rente ao horizonte; pode nascer mais alta. Mas esta na ecl\u00edptica, \u00e9 verdade.<\/p>\n<p>S: Est\u00e1 certo, ent\u00e3o est\u00e1 na ecl\u00edptica. Admitamos que esteja certo. Mas isto, esta coisa \u00e9 grande assim, e bem baixa e esta gente observou esta coisa por toda a regi\u00e3o de Mogadore; comunicaram o fato e eu a segui e Barney estava comigo. \u00cdamos descendo a estrada; ent\u00e3o o senhor vai ter que descontar, bem, havia dois loucos. Est\u00e1vamos perseguindo V\u00eanus. Agora V\u00eanus&#8230;<\/p>\n<p>Q: Olhe aqui, espere um instante.<\/p>\n<p>S: Muito bem, espere um instante, deixe-me falar&#8230;<\/p>\n<p>Q: Voc\u00ea usou a palavra errada&#8230;<\/p>\n<p>S: Esta bem. Ora&#8230;<\/p>\n<p>Q: Sou um oficial da Forca A\u00e9rea dos Estados Unidos&#8230;<\/p>\n<p>S: Correto. O senhor realmente \u00e9&#8230;<\/p>\n<p>Q: E n\u00e3o chamo ningu\u00e9m de maluco.<\/p>\n<p>S N\u00e3o, tudo bem. Ent\u00e3o eu tive alucina\u00e7\u00f5es! Mas o que eu estava dizendo&#8230;<\/p>\n<p>Q: N\u00e3o disse que voc\u00ea tivesse tido alucina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>S: O que estou tentando dizer \u00e9 o seguinte. Estou descendo a estrada; ent\u00e3o, essa coisa que estou seguindo&#8230;<\/p>\n<p>Q: E trate de me tratar com o mesmo respeito com que o trato.<\/p>\n<p>S: E o que farei senhor. Estou. Tratarei o senhor com mais respeito do que venho sendo tratado nos \u00faltimos&#8230;<\/p>\n<p>Q: N\u00e3o o estou chamando de louco. S\u00f3 estou afirmando que tivesse tido alucina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>S: Tudo bem, nos \u00faltimos vinte dias! De qualquer maneira&#8230; esta coisa passa por cima de outro carro da policia. Este observou a coisa passar; tornou a localiz\u00e1-la. Isto \u00e9, h\u00e1 dois carros que est\u00e3o vendo V\u00eanus. Ent\u00e3o vamos os dois descendo pela estrada. E entramos em Conway, Pensilv\u00e2nia, e ent\u00e3o esta coisa passa por cima de um terceiro carro que estava parado. Nem usamos a mesma freq\u00fc\u00eancia (uma refer\u00eancia ao fato de que ele e o outro patrulheiro n\u00e3o poderiam ter se comunicado antes do acontecimento). Jamais conheci, vi, falei antes nem depois com esse outro policial. Ele estava observando a mesma coisa quando ela passa por cima dele, rumando para Pittsburg, enquanto nos pass\u00e1vamos a toda velocidade. Bem, n\u00f3s observamos aquilo, quatro homens, todos l\u00e1, quatro policiais. Provavelmente o senhor dir\u00e1 o que bem entender, mas ficamos l\u00e1, ficamos observando, vimos o avi\u00e3o passar por debaixo dela (uma referencia ao avi\u00e3o que tinha acabado de decolar do aeroporto de Pittsburg), e vimos quando ascendeu diretamente para cima. E isto, senhor&#8230;<\/p>\n<p>Q: Desapareceu.<\/p>\n<p>S: Posso garantir que \u00e9 a pura verdade a verdade de Deus. Sim, senhor. A \u00fanica coisa que restava para se olhar, depois que fomos at\u00e9 a esta\u00e7\u00e3o e chamamos o cara (o r\u00e1dio operador tinha retransmitido uma mensagem para chamar um &#8220;coronel&#8221; ou algo assim), era uma mancha brilhante que estava l\u00e1. O sol estava todo de fora e a lua estava desaparecendo. Devia ser mais ou menos um quarto de lua (na verdade foi quatro dias antes da lua nova) logo pr\u00f3ximo da lua o que poderia ser ao sul da lua se o senhor estivesse virado para o oeste (leste), havia uma mancha brilhante. Disse que seria provavelmente, devia parecer com a borracha de um l\u00e1pis, brilhante mesmo (Isto, \u00e9 claro, era Venus, mas assim mesmo Quintanilla obstinadamente apegou-se a hip\u00f3tese de ser Venus o avistamento). .<\/p>\n<p>Wilson: (o r\u00e1dio operador que operava o r\u00e1dio mas que n\u00e3o tinha visto o OVNI.) Era a nave-mae.<\/p>\n<p>S: O que? A outra nave?<\/p>\n<p>W: Era a nave-mae!<\/p>\n<p>S: Ah, a nave-mae. Olhe, voc\u00eas v\u00e3o conseguir me convencer daqui a pouco. Ai, arranje-me um tranq\u00fcilizante e um pouco de caf\u00e9&#8230; (risos) Esta coisa estava parada, devia estar a esquerda, que era o norte, e n\u00f3s ficamos olhando e ela subiu, parou, o avi\u00e3o comercial passou por debaixo dela e depois ela foi direto para cima. Apenas t\u00e3o reto quanto, ora, direto para cima. E ent\u00e3o&#8230; eu, ai, eu n\u00e3o podia imaginar o que fosse, sei que as pessoas podem ficar fixadas em alguma coisa talvez, ou alguma coisa como esta; mas eu n\u00e3o penso que&#8230; n\u00e3o posso entender como eu mesmo, um outro carro patrulha e um outro sujeito e tudo isto pudesse estar-se passando. Perseguindo Venus. Eu, ora, n\u00e3o abro m\u00e3o de nada do que disse. Sei que h\u00e1&#8230; talvez seja esta uma forma para descontar os exageros do relato ou seja l\u00e1 o que for, mas estava l\u00e1. Vi muito bem.<\/p>\n<p>Q: Dale, n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de descontar exageros; estamos tentando conseguir (uma palavra incompreens\u00edvel). Estamos procurando determinar o que era.<\/p>\n<p>S: Senhor, se pudesse lhe dizer o que era, acredite-me, Major, eu&#8230; eu mesmo&#8230; e como j\u00e1 disse antes, se lhe tivesse dito que tinha visto um Ford descendo a auto-estrada, o senhor saberia a respeito do que eu falava. E se o senhor dissesse &#8220;Olhe, l\u00e1 vai um Chevrolet&#8221;, o senhor saberia do que estava falando, o que tinha identificado e eu saberia o que era. O mesmo quanto a uma aeronave. O senhor diz &#8220;L\u00e1 vai um B-29&#8221; e eu respondo &#8220;Sim, sem duvida, e um velho cavalo de guerra&#8221;, ou algo assim e a coisa est\u00e1 identificada. Mas aquilo, nunca vi nada como aquilo antes, ou depois ou na minha imagina\u00e7\u00e3o mais puxada pude pensar que existisse. Sei que se pode ter uma ilus\u00e3o de \u00f3tica, ou at\u00e9 mesmo ver alguma coisa se deslocando, ou como se olhasse atrav\u00e9s de um caco de vidro ou algo&#8230;<\/p>\n<p>Q: Sim, distor\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>S: Posso continuar com isto. Mas nunca vi nada t\u00e3o grande. Nos meus mais estranhos sonhos acho que n\u00e3o teria sido capaz de imaginar uma coisa como aquela ou t\u00ea-la visto. Mas a coisa estava l\u00e1. Vi-a com toda a clareza; v\u00ed-a fora do carro. V\u00ed-a de dentro do carro e v\u00ed-a fora do carro depois que cheguei em Conway. E detestaria pensar que arrisquei a vida deste homem (Neff) e as vidas de diversas outras pessoas perseguindo V\u00eanus. N\u00e3o acredito nada que eu estivesse perseguindo V\u00eanus. N\u00e3o sei como explicar. N\u00e3o fa\u00e7o a menor id\u00e9ia. Mas, senhor, esta coisa era t\u00e3o real quanto (palavra confusa)&#8230;<\/p>\n<p>Q: Sabe de uma coisa Dale? Vou lhe dizer isto seja l\u00e1 para o que for; voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 a primeira pessoa que passa por uma coisa dessas.<\/p>\n<p>W: (r\u00e1dio operador): O que a For\u00e7a A\u00e9rea julga que seja isto, Major?<\/p>\n<p>Q: Interpreta\u00e7\u00f5es err\u00f4neas de objetos convencionais e fen\u00f4menos naturais. No ano passado tivemos 245 casos astron\u00f4micos.<\/p>\n<p>W: Aquilo que Dale viu&#8230; em qual categoria se enquadra?<\/p>\n<p>Q: Coloque-o na categoria de observa\u00e7\u00f5es astron\u00f4micas e de sat\u00e9lites. .<\/p>\n<p>Atualmente este caso consta das estat\u00edsticas do Livro Azul como uma observa\u00e7\u00e3o de V\u00eanus mesmo se tanto o objeto quanto V\u00eanus tenham sido relatados como vistos.<\/p>\n<p>Quatro diferentes conjuntos de olhos humanos registraram algo aos seus c\u00e9rebros, quatro c\u00e9rebros que estavam acostumados a fazer avalia\u00e7\u00f5es a respeito das coisas que seus olhos viam. Dois observadores estavam num carro; os outros dois encontravam-se em cidades diferentes. O testemunho dos outros dois policiais nunca foi obtido.<\/p>\n<p>Quintanilla sent\u00eda-se obviamente satisfeito por ter atendido as exig\u00eancias do m\u00e9todo cientifico. Na verdade, teria achado suficiente o testemunho dado pelo telefone durante quatro minutos se o deputado Stanton n\u00e3o tivesse for\u00e7ado a m\u00e3o por ter um interesse pessoal no caso.<\/p>\n<p>Reservei um espa\u00e7o consider\u00e1vel a este incidente porque \u00e9 indicativo da minha experi\u00eancia com o Livro Azul durante tantos anos como seu consultor. Os casos que eu julgava como interpreta\u00e7\u00f5es err\u00f4neas e duvidosas o Livro Azul fazia o imposs\u00edvel para colocar no registro; casos como este, que estavam abertos \u00e0 pesquisa e tinham uma possibilidade de conter algo &#8220;genuinamente novo e emp\u00edrico&#8221;, eram tratados com pouco ou nenhum interesse.<\/p>\n<p>Se os observadores deste caso n\u00e3o fossem policiais, estou certo de que a avalia\u00e7\u00e3o teria sido &#8220;testemunhas duvidosas&#8221;, uma categoria favorita para os casos nos quais as testemunhas n\u00e3o tinham condi\u00e7\u00f5es de defesa. Classificar um policial como uma testemunha duvidosa seria uma atitude pouco pol\u00edtica, portanto a categoria de &#8220;astron\u00f4mico&#8221; foi escolhida, apesar da opini\u00e3o contr\u00e1ria do consultor astron\u00f4mico.<\/p>\n<p>Qualquer leitor perspicaz j\u00e1 deve ter notado que duas quest\u00f5es est\u00e3o interligadas em todo este assunto: uma est\u00e1 presa \u00e0 realidade do fen\u00f4meno OVNI relatado; a outra, e a quest\u00e3o da metodologia e da integridade cient\u00edfica. Independentemente de como a primeira quest\u00e3o fica resolvida com o tempo, o registro demonstrara que, mais uma vez, na longa historia da ci\u00eancia o preconceito, a emo\u00e7\u00e3o e &#8220;o provincialismo temporal&#8221; obstaculou, no caso da pesquisa dos OVNIs, a marcha da ci\u00eancia e da aventura intelectual que poderia ter sido profundamente ilustrativa.<\/p>\n<p>O caso do Condado de Portage foi muito embara\u00e7oso para mim de vez que foi dito e redito que o Livro Azul n\u00e3o adotou nenhuma interpreta\u00e7\u00e3o astron\u00f4mica com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 um avistamento de OVNI sem que eu me tivesse pronunciado como consultor astron\u00f4mico, mas a regra era frequente e flagrantemente violada. Aqui, por exemplo, a classifica\u00e7\u00e3o do caso como um &#8220;sat\u00e9lite e V\u00eanus&#8221; foi feita sem que me tivessem ouvido.<\/p>\n<p>Tr\u00eas meses mais tarde mandaram-me a ficha do Livro Azul a respeito do caso; minha classifica\u00e7\u00e3o foi um claro &#8220;N\u00e3o-Identificado&#8221;\u2014 uma classifica\u00e7\u00e3o que estava bastante alicercada no fato que tinha ficado estabelecido, atrav\u00e9s do testemunho gravado, de que os observadores tinham visto V\u00eanus assim como o OVNI tamb\u00e9m. Os policiais n\u00e3o conheciam o planeta pelo seu nome, mas confirmaram que havia uma &#8220;mancha brilhante pr\u00f3ximo a lua&#8221;. Naquela manh\u00e3, Venus situava-se h\u00e1 apenas alguns graus da parte superior direita da lua. Os observadores afirmaram que a medida que a claridade da alvorada aumentava antes do nascer do sol, a silhueta do OVNI tornava-se mais distinta; com V\u00eanus teria acontecido justo o oposto a medida que o dia fosse rompendo. O sol naquele dia, nasceu as cinco e quarenta e dois e o avistamento terminou pouco depois. Isto n\u00e3o significou nada. N\u00e3o quiseram acolher a minha opini\u00e3o.<\/p>\n<p>Apresentei aspectos deste caso com alguns detalhes porque, embora seja apenas um entre tantos outros parecidos, trata-se de um \u00f3timo exemplo de um Encontro Imediato de Primeiro Grau, da falta de imagina\u00e7\u00e3o do &#8220;estabelecimento&#8221; e da &#8220;verdadeira&#8221; natureza da experi\u00eancia para o observador.<\/p>\n<p>A seq\u00fc\u00eancia deste caso nada tem de agrad\u00e1vel. O p\u00fablico, sobretudo devido a imprensa e a concentra\u00e7\u00e3o do Livro Azul em Dale Spaur, chegando, praticamente, a excluir, as outras tr\u00eas testemunhas, ficou com a impress\u00e3o de que se tratava de um caso envolvendo um policial que tinha perdido a raz\u00e3o e passara por uma alucina\u00e7\u00e3o sem par. Esta mais do que claro de que esta foi a implica\u00e7\u00e3o da entrevista de Quintanilla com Spaur. Posteriormente, ele foi afastado da pol\u00edcia devido ao insuport\u00e1vel rid\u00edculo a que se expusera e a press\u00e3o desfavor\u00e1vel da publicidade. A combina\u00e7\u00e3o dos acontecimentos estragou sua vida no lar, afastou-o da mulher e arruinou sua carreira e sua sa\u00fade. J\u00e1 n\u00e3o faz mais parte dos quadros da pol\u00edcia e, comenta-se, que subsiste a custa de biscates.<\/p>\n<p>Felizmente, os desfechos tr\u00e1gicos n\u00e3o fazem parte do prot\u00f3tipo do Encontro Imediato do Primeiro Grau. Mas, o caso de Portage County e outros escolhidos como representativos usados neste cap\u00edtulo, retratam a natureza do OVNI quando experimentado de muito perto.<\/p>\n<p>Lurninesc\u00eancia brilhante, tamanho relativamente pequeno (da ordem das dezenas e n\u00e3o das centenas de p\u00e9s), geralmente de formato oval\u2014as vezes, encimado por uma c\u00fapula\u2014aus\u00eancia de asas convencionais, rodas, ou outras protuber\u00e2ncias e a capacidade de pairar no ar e acelerar rapidamente para velocidades altas caracterizam o OVNI num encontro imediato. A localiza\u00e7\u00e3o da apari\u00e7\u00e3o parece ser uma das principais caracter\u00edsticas. As trajet\u00f3rias do OVNI s\u00e3o, principalmente verticais quando as velocidades s\u00e3o elevadas &#8211; ascens\u00f5es em \u00e2ngulos de 45\u00ba graus ou mais parece ser a regra geral.<\/p>\n<div id=\"attachment_2196\" style=\"width: 638px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2196\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2196 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/testemunhasohio.jpg\" alt=\"\" width=\"628\" height=\"531\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/testemunhasohio.jpg 628w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/testemunhasohio-400x338.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/testemunhasohio-250x211.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/testemunhasohio-150x127.jpg 150w, 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Dale Spaur (centro) e Gerald Buchert (esquerda).<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_2195\" style=\"width: 462px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2195\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2195 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/portage66news01.gif\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"343\" \/><p id=\"caption-attachment-2195\" class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca noticiando o caso.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_2190\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2190\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2190 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/933b48a5bf0e.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"655\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/933b48a5bf0e.jpg 500w, 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class=\"wp-caption-text\">Jornal da \u00e9poca noticiando o caso.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_2193\" style=\"width: 609px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2193\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2193 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio.jpg\" alt=\"\" width=\"599\" height=\"483\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio.jpg 599w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio-400x323.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio-250x202.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio-150x121.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio-50x40.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapohio-100x81.jpg 100w, 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src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/portage_1_.gif\" alt=\"\" width=\"397\" height=\"361\" \/><p id=\"caption-attachment-2194\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do objeto feito por uma das testemunhas.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_2191\" style=\"width: 405px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2191\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2191 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/19660417-ravenna-ohio-da.jpg\" alt=\"\" width=\"395\" height=\"631\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/19660417-ravenna-ohio-da.jpg 395w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/19660417-ravenna-ohio-da-250x399.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/19660417-ravenna-ohio-da-150x240.jpg 150w, 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src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close.jpg\" alt=\"\" width=\"413\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close.jpg 413w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-400x436.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-250x272.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-150x163.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-50x54.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-100x109.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-200x218.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-300x327.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/close-350x381.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 413px) 100vw, 413px\" \/><p id=\"caption-attachment-2192\" class=\"wp-caption-text\">Astr\u00f4nomo Joseph Allen Hynek.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<div>\n<ul>\n<li>HYNEK, J. A. Ufologia, Uma Pesquisa Cient\u00edfica. Uma aprecia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica do problema dos UFOs\/OVNIs pela mais alta autoridade no assunto.Tradu\u00e7\u00e3o de Wilma Freitas Ronald de Carvalho. Rio de Janeiro: Editora N\u00f3rdica, 1972.<\/li>\n<li>MIST\u00c9RIOS DO DESCONHECIDO. O Fen\u00f4meno OVNI. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.<\/li>\n<li>MIST\u00c9RIOS DO DESCONHECIDO. Contactos Alien\u00edgenas. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Portage_County_UFO_chase\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Portage_County_UFO_chase<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufocasebook.com\/portage.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ufocasebook.com\/portage.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rc.nicap.org\/portagedir.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/rc.nicap.org\/portagedir.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.ufologie.net\/htm\/portage66.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ufologie.net\/htm\/portage66.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.abovetopsecret.com\/forum\/thread456244\/pg1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.abovetopsecret.com\/forum\/thread456244\/pg1<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<section id=\"content\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-lg-8\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um UFO \u00e9 avistado em diferentes regi\u00f5es da cidade de Portage e perseguido por policiais de Ohio, Estados Unidos, em 16 de abril de 1966. A historia \u00e9 de uma com\u00e9dia&#8230; de erros, de egr\u00e9gia falta de considera\u00e7\u00e3o para com as testemunhas, de aparente intriga, de excitamento (envolvendo uma persegui\u00e7\u00e3o de um carro a 105 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":2189,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[132,105],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2188"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2188"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2188\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6854,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2188\/revisions\/6854"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2189"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2188"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2188"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2188"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}