{"id":2499,"date":"2022-03-07T18:02:08","date_gmt":"2022-03-07T21:02:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=2499"},"modified":"2025-04-21T13:04:17","modified_gmt":"2025-04-21T16:04:17","slug":"avistamento-na-estrada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/avistamento-na-estrada\/","title":{"rendered":"Avistamento na Estrada"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Caso de avistamento de tripulantes, ocorrido em uma estrada, nas proximidades de Pirassununga (SP), em 19 de novembro de 1968.<\/strong><\/div>\n<div>\n<hr \/>\n<p>Texto original da SBEDV<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Eles eram quatro: Jaime, Luis, Walter e Osmar. Todos estudavam no Col\u00e9gio S\u00e3o Jo\u00e3o, em Aragua\u00ed. Na noite de 19 de novembro de 1968, viajavam juntos num Volks, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade de Pirassununga (SP), quando cerca das 23 horas, ao entrarem numa reta de 5 Km avistaram um foco de luz ao final da reta. De inicio pensaram que seria um ve\u00edculo vindo em sentido contr\u00e1rio. Como a luz demorou a aparecer come\u00e7aram a especular sobre o que seria. Quando estavam bem mais pr\u00f3ximos, Luis, que dirigia, piscou os far\u00f3is. O objeto respondeu ao sinal luminoso na mesma seq\u00fc\u00eancia de piscadas emitidas pelo ve\u00edculo.<\/p>\n<p>Isso causou nervosismo em Luis que passou o volante \u00e0 Osmar que perguntou aos companheiros:<\/p>\n<p>&#8220;- Continuo ou volto?&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;- Vamos para frente&#8221; sugeriu Jaime.<\/p>\n<p>Pouco depois, passavam pelo ponto da estrada sobre o qual deveria estar o objeto luminoso. Foi ent\u00e3o que observaram, a uns 80 metros \u00e0 direita da estrada, um foco de luz de aproximadamente 1 metro de di\u00e2metro, mais ou menos, de tonalidade azulada, que clareava a mata pr\u00f3xima.<\/p>\n<p><a name=\"carona\"><\/a><\/p>\n<h3>Carona<\/h3>\n<p>Dos quatro, Luis era o mais nervoso e pedia repetidamente para o companheiro acelerar o ve\u00edculo.<\/p>\n<p>&#8220;- o carro n\u00e3o d\u00e1 mais&#8230; n\u00e3o d\u00e1 mais&#8230;&#8221; &#8211; explicava Osmar, que j\u00e1 havia passado da terceira marcha para a segunda e estava com o p\u00e9 na t\u00e1bua.<\/p>\n<p>Assim, com alguns rezando e todos assustados, passaram lentamente em frente ao objeto, mais ou menos a um quil\u00f4metro da fazenda de Fernando Costa, que se localiza em pequena depress\u00e3o do terreno, \u00e0 esquerda da rodovia. Logo depois, o autom\u00f3vel come\u00e7ou a desenvolver velocidade funcionando normalmente.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o surgiu \u00e0 frente do fusca um redemoinho que tomava quase toda a largura da estrada. Isso fez o motorista reduzir a marcha e desviar o carro para a margem esquerda. mas, o que viu em seguida, o levou a frear ainda mais: No meio da estrada havia um homem em p\u00e9, olhando para o carro, com o bra\u00e7o direito estendido, tendo a palma da m\u00e3o voltada para baixo.<\/p>\n<p>Com a guinada para a esquerda e a frenagem r\u00e1pida, o ve\u00edculo passou raspando sem atropel\u00e1-lo. mas logo adiante, postados em fila na margem direita da estrada, estavam tr\u00eas outros homens, olhando o carro. Eram indiv\u00edduos altos, com fei\u00e7\u00f5es normais, usando macac\u00e3o azul claro. N\u00e3o falaram nem fizeram qualquer movimento.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"col-lg-8\"><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2500\" style=\"width: 1030px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2500\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2500 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_.png\" alt=\"\" width=\"1020\" height=\"638\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_.png 1020w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-400x250.png 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-650x407.png 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-250x156.png 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-768x480.png 768w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-150x94.png 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-50x31.png 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-100x63.png 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-200x125.png 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-300x188.png 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-350x219.png 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-450x281.png 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-500x313.png 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-550x344.png 550w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/90.htm4_-800x500.png 800w\" sizes=\"(max-width: 1020px) 100vw, 1020px\" \/><p id=\"caption-attachment-2500\" class=\"wp-caption-text\">A cidade de Pirassununga, destacado em vermelho no mapa de S\u00e3o Paulo.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petr\u00f3polis: Ed. Vozes, 1983.<\/li>\n<li>Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 1975<\/li>\n<\/ol>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caso de avistamento de tripulantes, ocorrido em uma estrada, nas proximidades de Pirassununga (SP), em 19 de novembro de 1968. Texto original da SBEDV &nbsp; Eles eram quatro: Jaime, Luis, Walter e Osmar. Todos estudavam no Col\u00e9gio S\u00e3o Jo\u00e3o, em Aragua\u00ed. 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