{"id":2762,"date":"2022-03-09T11:54:54","date_gmt":"2022-03-09T14:54:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=2762"},"modified":"2025-04-21T13:08:24","modified_gmt":"2025-04-21T16:08:24","slug":"ufo-e-fotografado-no-rio-de-janeiro-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/ufo-e-fotografado-no-rio-de-janeiro-rj\/","title":{"rendered":"UFO \u00e9 Fotografado no Rio de Janeiro (RJ)"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Nelson Schubsky fotografa um OVNI em em 1\u00ba de outubro de 1971. Outras 12 pessoas tamb\u00e9m avistaram o estranho objeto sobre um f\u00e1brica de produtos de beleza no Rio de Janeiro (RJ).<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>Texto original da SBEDV<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Antes de estender perante o leitor o abundante material que cont\u00e9m este caso, em testemunhos e considera\u00e7\u00f5es a respeito da tomadas das fotos, queremos real\u00e7ar brevemente o lado sensacionalista que o caso apresenta. Trata-se de um Disco Voador de relativamente pequenas propor\u00e7\u00f5es (2 a 3 metros de di\u00e2metro) que, de uma altura de aprox. 20 a 25 m e distancia de cerca de 80 metros \u00e9 observado, na sua lenta e serena aproxima\u00e7\u00e3o, por duas pessoas, at\u00e9 que se localiza exatamente a uns 6 ou 8 m acima delas, e p\u00e1ra. Isso d\u00e1-se exatamente em uma rua movimentad\u00edssima, em bairro populoso, S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, no centro do Rio, \u00e0 boca da noite e na entrada para uma vila (fileira de conjunto de casas). As duas testemunhas principais, sentadas no ponto assinalado, quando se d\u00e3o conta de estarem frente a um Disco Voador, levantam-se e correm para dentro da vila, gritando \u00e0 procura de mais testemunhas. Abrem-se as portas e cerca de 10 pessoas (5 delas entrevistadas pela SBEDV) podem presenciar como o DV acompanha no alto e ao longo dos telhados a corrida das testemunhas, pelo menos at\u00e9 o meio da vila. Ent\u00e3o o objeto parou outra vez e se afastou da vila, elevando-se ao mesmo tempo, at\u00e9 ficar fora do alcance de vis\u00e3o (obstru\u00edda por edif\u00edcios pr\u00f3ximos). Antes porem foi duas vezes fotografado por uma das testemunhas da vila, um visitante e fot\u00f3grafo amador, que ali estava munido da sua m\u00e1quina.<\/p>\n<p><a name=\"local\"><\/a><\/p>\n<h3>O Local<\/h3>\n<p>Chamamos a aten\u00e7\u00e3o um artigo de O Globo-Rio-de 7\/10\/71 &#8220;TODO MUNDO NA VILA VIU O DISCO VOADOR&#8221;, acompanhado de uma foto, bastante n\u00edtida, de um DV luminoso. O epis\u00f3dio ocorreu numa vila (Vila Cardoso) da rua Bomfim hoje um misto de resid\u00eancia e complexos industriais, mas que dista somente cerca de 1.500 metros, em linha reta, da Quinta da Boa Vista, onde hoje se localiza o Museu Nacional, mas que no passado, ao tempo do Imp\u00e9rio, representava o Pal\u00e1cio e resid\u00eancia do Imperador, e era assim tamb\u00e9m automaticamente o centro da &#8220;cidade de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro&#8221;).<\/p>\n<p><a name=\"episodio\"><\/a><\/p>\n<h3>O Epis\u00f3dio e as Testemunhas<\/h3>\n<p>Entre as 5 testemunhas por n\u00f3s entrevistadas, inclusive o fot\u00f3grafo, destacam-se duas: V\u00e2nia, de 9 anos e a sua Madrinha Vera, de 21 anos. Elas foram as duas primeiras pessoas que vislumbraram o DV no dia 2\/10\/71, uma sexta-feira. Eram aproximadamente 19h 50 min., ap\u00f3s o jantar, quando as duas estavam sentadas em um degrau de escada, pr\u00f3ximo ao piso, observando o movimento da rua, \u00e0 direita da entrada para a vila. Esse ponto (escada) fica muito perto de um poste de ilumina\u00e7\u00e3o, de aproximadamente 3,5m de altura (do qual falaremos adiante), que conduz para a vila os fios el\u00e9tricos oriundos de um transformador situado do mesmo lado da rua, mais uns 5 metros afastado para o &#8220;Oeste&#8221;.<\/p>\n<p><a name=\"vania\"><\/a><\/p>\n<h3>Entrevista de V\u00e2nia<\/h3>\n<p>Entrevistada por n\u00f3s em 13\/10\/71 V\u00e2nia informou que percebeu, na dire\u00e7\u00e3o Oeste, um foco luminoso, acima do edif\u00edcio Bav\u00e1ria (que fica do outro lado da rua e tem uma altura entre 17 e 18 metros que distava das duas testemunhas, em linha reta, aproximadamente 80 a 90 metros).<\/p>\n<p>&#8220;Olha l\u00e1, Vera; \u00e9 um avi\u00e3o:&#8221; foram as palavras da pequena testemunha, a quem Vera entretanto, apos demorados momentos de observa\u00e7\u00e3o, respondeu que n\u00e3o podia tratar-se de avi\u00e3o, &#8220;por n\u00e3o fazer barulho e estar muito perto&#8221;. Vania admirou ent\u00e3o, interessada, 3 ap\u00eandices luminosos (amarelo, azul e vermelho) que piscavam de modo ritmado.<\/p>\n<p>Foi V\u00e2nia que daqui em diante n\u00e3o despregou mais os olhos do objeto, que chegou a ficar na vertical acima das duas testemunhas, flutuando um pouco em cima do poste.<\/p>\n<p>As duas testemunhas correram ent\u00e3o para dentro da Vila, chamando por mais pessoas para testemunharem o fato, enquanto o corpo luminoso as acompanhava na sua peregrina\u00e7\u00e3o acima e ao longo do telhado da Vila (na sua parte \u00e0 esquerda).<\/p>\n<p>\u00c9 de Vania o croqui n\u00ba 25 (dispon\u00edvel no Boletim 81\/84), onde ela quis expressar que primeiramente viu o objeto sem os seus tr\u00eas ap\u00eandices luminosos, os quais s\u00f3 se acenderiam posteriormente. Vania tamb\u00e9m nos afirmou que gostaria de ver o objeto em outra ocasi\u00e3o. De fato, nos 2 meses seguintes o mesmo reapareceu mais duas vezes sobre a Vila, embora em hor\u00e1rios diferentes, sendo uma vez as 23h. No entanto, n\u00e3o sabemos se Vania pode ver a sua curiosidade satisfeita nessas 2 nova vezes.<\/p>\n<p><a name=\"vera\"><\/a><\/p>\n<h3>Entrevista de Vera<\/h3>\n<p>Vera foi por n\u00f3s entrevistada no dia seguinte, em 14\/10\/71 \u00e9 mo\u00e7a do tipo longil\u00edneo, inteligente e de rea\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas. Alem de confirmar as palavras de Vania, explicou-nos que, com referencia ao objeto de luz amarela, pensou primeiramente tratar-se de um avi\u00e3o ou helic\u00f3ptero com a sua marcha serena de uns 5 km por hora. Ficaram sentadas esperando ainda uns 3 minutos, ate que o objeto chegou a uma dist\u00e2ncia de una 20 metros aproximadamente, ficando acima do transformador (compare mapa da fig. 33 e localiza\u00e7\u00e3o de &#8220;T&#8221; na foto panor\u00e2mica). Ate a\u00ed veio numa linha descendente, do cume do edif\u00edcio Bav\u00e1ria, para ficar a uns 2 a 3 metros acima do transformador (situado a uns 5 m do ch\u00e3o). Embora ainda n\u00e3o se notasse a forma n\u00edtida, percebeu que agora se acendia no objeto um 2\u00ba foco de luz amarela. Logo em seguida acendeu mais um foco, e ent\u00e3o percebeu o corpo central com os dois eixos luminosos laterais. O objeto foi se aproximando ainda mais, agora j\u00e1 em voo horizontal, ate chegar na vertical acima das duas testemunhas e acima do poste. Ent\u00e3o subiu um pouco, para baixar logo em seguida, ficando um pouco mais alto do que o poste de ilumina\u00e7\u00e3o. Foi ent\u00e3o percebido o aparecimento de um 3\u00ba foco, ou melhor, do 3\u00ba feixe luminoso vertical. Na ocasi\u00e3o passaram pela rua dois transeuntes que miraram o objeto e, conforme ouviram as duas testemunhas, comentaram que &#8220;aquilo deveria ser sat\u00e9lite&#8221;. Dali em diante, Vera n\u00e3o compartilhou mais do temperamento fleum\u00e1tico de sua afilhada, porquanto come\u00e7ou a lhe pedir, em altos brados, que n\u00e3o mais olhasse para o objeto, &#8220;porque aquilo era Disco Voador&#8221; (OBS: Interpretamos este comportamento como sendo conseq\u00fc\u00eancia de intoxica\u00e7\u00e3o mental produzidos por certos meios de propaganda de TV e revistas que levam ao p\u00fablico campanha terrorista, contra o assunto DV, preparados por c\u00edrculos militares estrangeiros).<\/p>\n<p>As duas testemunhas chamaram ent\u00e3o pelo irm\u00e3o de Vania, de nome Walker, que n\u00e3o apareceu por estar ocupado no momento, como souberam depois. Vera correu ent\u00e3o para o centro da Vila, que fica a uns 30 metros da entrada (veja nas figs. 33 e 35), parando frente \u00e0 casa n\u00ba 5 e chamando por S. F. C., uma mo\u00e7a de 21 anos. Esta, saindo, trouxe tamb\u00e9m uma visita, o estudante Nelson Calmon Schubsky , que, tendo a m\u00e3o a sua m\u00e1quina Leica, bateu as duas fotos das quais nos vamos ocupar adiante.<\/p>\n<p>Vania e Vera tem a certeza de que, na sua corrida pela rua da Vila, foram acompanhadas pelo objeto luminoso em voo rasante ao longo e acima dos telhados das casas. Vera acha tamb\u00e9m que o DV ainda parou por alguns segundos acima da casa n\u00b0 5, quando tomou ent\u00e3o novo rumo, subindo obliquamente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 torre \u00e0 esquerda da fabrica Helena Rubinstein, (com aproximadamente 23 metros de altura, e distante da Vila, uns 60 a 70 metros).<\/p>\n<p>O objeto ent\u00e3o adquiriu uma colora\u00e7\u00e3o vermelho-azulada intensa, antes de desaparecer atr\u00e1s da torre. Mais uma vez voltou, mostrando uma cor amarelo-azulada, e depois vermelha, antes de desaparecer definitivamente.<\/p>\n<p>Vera admite que, das 17 casas da ala principal da Vila, pelo menos 10 pessoas, entre estas 5 adultos viram o objeto.<\/p>\n<p>Embora tivesse evitado ao m\u00e1ximo olhar para o DV, Vera acompanhou todo o itiner\u00e1rio do mesmo, conforme documenta seu croqui da fig. n\u00ba 23 (onde se localizam em cima e \u00e0 esquerda, em &#8220;B&#8221; o edif\u00edcio Bav\u00e1ria; em &#8220;T&#8221;, o transformador e \u00e0 direita as diversas casas da Vila, com o ponto onde foram batidas as duas fotos).<\/p>\n<p>Foi Vera que, gentilmente, nos apresentou a uma outra moradora Vila, Dna Neuza, a qual tamb\u00e9m saiu da sua casa (n\u00b0 8) por ocasi\u00e3o do pandem\u00f4nio, que pode ser vista junto com a jovem S.F.C.,na foto da fig. n\u00ba 28, apontando para a dire\u00e7\u00e3o que tomou o objeto. Esse ponto foi tamb\u00e9m de onde o jovem Nelson bateu as duas chapas do objeto.<\/p>\n<p><a name=\"testemunhas\"><\/a><\/p>\n<h3>As 3\u00aa e 4\u00aa Testemunhas<\/h3>\n<p>Foi Dna Neuza que para n\u00f3s fez o croquis da fig. n\u00ba 27, que vamos discutir mais adiante, juntamente com os da fig. n\u00ba 27 (feitos por S.F.C.). A nosso ver s\u00e3o estas as duas testemunhas que melhor observaram os detalhes que o objeto apresentava, porquanto ainda estavam emocionalmente descansadas e n\u00e3o tinham sofrido o desgaste emocional, pelo tempo j\u00e1 transcorrido. A testemunha S.F.C. tamb\u00e9m observou que o objeto, quando estava atr\u00e1s da torre do edif\u00edcio Rubinstein , projetou o seu halo vermelho ainda por alguns minutos (Veja os seus croquis na figura 27, onde fixou as duas posi\u00e7\u00f5es do objeto, respectivamente ao serem tomadas as duas fotos, quando no seu voo come\u00e7ou a afastar-se dos telhados da Vila).<\/p>\n<p><a name=\"autor\"><\/a><\/p>\n<h3>As Fotos e seu Autor<\/h3>\n<p>Recebemos do fot\u00f3grafo uma carta que a seguir reproduzimos: &#8220;Eu Nelson Calmon Schubsky, 23 anos de idade, com resid\u00eancia \u00e0 rua Mal. Taumaturgo de Azevedo 56, apt. 401, Tijuca, Rio de Janeiro (GB), estudante do pr\u00e9-vestibular de odontologia.<\/p>\n<p>Estava eu no dia 2 de outubro (uma 6\u00aa feira) de 1971 na casa n\u00ba 5 da Vila (Cardoso) quando, por volta das 19h 45 min., fui alertado por um grito, de uma das moradoras da Vila, que procurava por minha namorada S.F.C.. Imediatamente me dirigi para fora da casa e l\u00e1 deparei com um estranho objeto (luminoso) pairando imediatamente por cima da mesma (resid\u00eancia). Pedi que fosse apanhada a minha Leica III-F e com ela passei a fotografar o objeto, chegando a fazer duas fotos com velocidade de 1\/40 de segundo, diafragma aberto 2,8), com filme ORWO de 20 Asas.<\/p>\n<p>De volta \u00e0 minha resid\u00eancia (ainda de noite), entrei em contato telef\u00f4nico com o Sr. Bruno, chefe de reportagem do (jornal) Correio da Manha, pedindo que ele indicasse o modo de se processar a revela\u00e7\u00e3o. Esta foi feita a temperatura de 20\u00baC e no tempo de 20 minutos, da seguinte maneira: O filme (a emuls\u00e3o) era agitado durante 10 segundos em cada minuto de revela\u00e7\u00e3o; entretanto, no primeiro minuto essa agita\u00e7\u00e3o durou 20 segundos. A revela\u00e7\u00e3o foi feita em total escurid\u00e3o, e o revelador, que tinha sido guardado em geladeira, foi deixado esquentar no ambiente, ate chegar aos 20\u00baC. A cuba ficou depois imersa em outra, com cubos de gelo, para a temperatura n\u00e3o subir. Desta maneira, a revela\u00e7\u00e3o demorou 20 minutos para as conseguir resultado equivalente a 150 a 200 Asas aproximadamente quando para 20 asas teria demorado 4 minutos somente. Assinado Nelson C. S.<\/p>\n<p><a name=\"fotos\"><\/a><\/p>\n<h3>Considera\u00e7\u00f5es Sobre as Fotos<\/h3>\n<p>Devemos elucidar adicionalmente que o DV na Vila Cardoso encontrou, no momento oportuno, um apaixonado (h\u00e1 6 anos) pela fotografia. O estudante Nelson possui diversas maquinas e material apropriado para fazer as suas pr\u00f3prias amplia\u00e7\u00f5es. Isto \u00e9 muito bem documentado neste Boletim,pela excelente qualidade das amplia\u00e7\u00f5es fotogr\u00e1ficas por ele generosamente cedidas \u00e0 SBEDV. Isto para sorte dos aficionados do problema DV, em geral, e para a SBEDV, em especial.<\/p>\n<p>A lente Sunitar, da Leica do Sr. Nelson, tem uma distancia focal F-50 mm. A imagem na pel\u00edcula (fig. n\u00ba 26) tem na primeira foto um tamanho aproximado I= 1 mm. Com estes dois dados conhecidos inicialmente, poderemos calcular mais um qualquer entre outros dois (tamanho real &#8211; R &#8211; do objeto, ou sua distancia &#8211; D &#8211; ao observador). Temos ent\u00e3o (ver croquis da fig. 2g):<\/p>\n<p>1\u00ba) Sendo analisada a distancia (D) a que estava o objeto, pode-se calcular o seu tamanho (isto \u00e9: tamanho real &#8211; R &#8211; da proje\u00e7\u00e3o cuja imagem se acha reproduzida &#8211; I &#8211; na pel\u00edcula);<\/p>\n<p>R= (I . D)\/F<\/p>\n<p>Sendo avaliado o tamanho real &#8211; R -, pode-se calcular a sua dist\u00e2ncia &#8211; D &#8211; ao observador:<\/p>\n<p>D = (F . R)\/I<\/p>\n<p>Neste caso, o tamanho real do objeto pode ser avaliado com razo\u00e1vel precis\u00e3o (2,5 m), uma vez que o mesmo chegou a passar bem pr\u00f3ximo as testemunhas. Na 1\u00aa foto, o tamanho da imagem \u00e9 de aprox. I = 1 mm. Ent\u00e3o, a dist\u00e2ncia do objeto foi:<\/p>\n<p>D = (50mm x 2,5 m)\/0,75mm = 125 m<\/p>\n<p>Na 2\u00ba foto o tamanho da imagem \u00e9 de 0,75 mm, sendo ent\u00e3o a dist\u00e2ncia do objeto:<\/p>\n<p>D = (50mm x 2,5m)\/0,75mm = 166 m<\/p>\n<p>Evidentemente, na 2\u00aa foto a dist\u00e2ncia &#8211; D &#8211; deve ser maior, uma vez que o objeto estava se afastando.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a 1\u00aa foto, a avalia\u00e7\u00e3o visual do fot\u00f3grafo, \u00e0 noite (quando geralmente faltam referencias comparativas para a vista), foi em torno de 300 m (em vez de 125 calculados), para a dist\u00e2ncia do objeto. A figura n\u00ba 24 mostra o croqui que o Sr. Nelson fez para a SBEDV, em uma de suas entrevistas, poucos dias depois do acontecimento.<\/p>\n<p>Ha ainda outras determina\u00e7\u00f5es interessantes, que poderiam tal vez ser feitas a partir das duas fotos, tais como:<\/p>\n<p>a) C\u00e1lculo da altura angular (a partir do horizonte) do objeto, por compara\u00e7\u00e3o com algum ponto luminoso de referencia (Avaliada, pelo fot\u00f3grafo, em 35\u00ba para a 1\u00aa foto que em 45\u00ba para a 2\u00aa foto. N\u00e3o pode, o 2\u00ba ponto luminoso na 2\u00ba foto, servir como refer\u00eancia, por tratar-se segundo o Sr. Nelson, de um artefato ou reflexo do DV na pr\u00f3pria lente da m\u00e1quina);<\/p>\n<p>b) Arco percorrido pelo objeto, entre os instantes das duas fotos (avaliado, pelo Sr. Nelson,em cerca de 30\u00ba; veja tamb\u00e9m croquis da fig. n\u00ba 34)<\/p>\n<p>c) Eventualmente c\u00e1lculos aerofotogram\u00e9tricos e estereosc\u00f3picos, possibilitando talvez assim conhecimentos sobre a conforma\u00e7\u00e3o do objeto propriamente dito (j\u00e1 que foi fotografado em duas posi\u00e7\u00f5es distantes, entre si, de uns 40 metros). Para esta finalidade ser\u00e3o de grande valia sugest\u00f5es de especialistas no assunto.<\/p>\n<p><a name=\"aspecto\"><\/a><\/p>\n<h3>Considera\u00e7\u00f5es Sobre o Aspecto do Disco Voador na Pel\u00edcula Fotogr\u00e1fica e nos Croquis Feitos pelas Testemunhas<\/h3>\n<p>De um modo geral, os croquis das testemunhas apresentam uma perfeita identidade com as fotos do objeto. Entretanto encontramos, no croquis da testemunha S.F.C., grande diverg\u00eancia com a foto. Paradoxalmente, esta testemunha foi a que viu o objeto a pequena distancia, n\u00e3o estava possu\u00edda de medo, como a testemunha Vera, que tem um alto \u00edndice educacional e cultural. A mesma insistiu conosco sobre a certeza do seu testemunho, quando chamamos aten\u00e7\u00e3o sobre a discrep\u00e2ncia do seu croqui em compara\u00e7\u00e3o aos outros. Fatos desta natureza s\u00e3o bastante freq\u00fcentes no assunto DV, e no Boletim SBEDV n\u00b0 69\/70, p\u00e1gina 115 chamamos a aten\u00e7\u00e3o do leitor, sobre as diverg\u00eancias de testemunho de duas pessoas (um casal amazonense de Manaus) que assistiram ao mesmo fato, simultaneamente. Vamos hoje nos alongar para analisar as condi\u00e7\u00f5es que eventualmente possam conduzir a um tal resultado:<\/p>\n<p><a name=\"divergencias\"><\/a><\/p>\n<h3>Raz\u00f5es para a Diverg\u00eancia de Testemunho<\/h3>\n<p>1\u00ba raz\u00e3o: Pessoas de educa\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica especializada ver\u00e3o pontos e pormenores importantes, ofuscados entretanto, para outros observadores, por fen\u00f4menos espalhafatosos mas as vezes de import\u00e2ncia secund\u00e1ria. Como por exemplo, citamos o caso de classifica\u00e7\u00e3o de tripulantes:as testemunhas mais ing\u00eanuas ou menos atentas, em vez de observarem mais as importantes caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas anat\u00f4micas dos tripulantes, preocupam-se mais com alguns detalhes secund\u00e1rios, como roupagem ou escafandro que por ventura vestirem os tripulantes.<\/p>\n<p>2\u00ba raz\u00e3o: Existem pessoas que percebem sons de ate 20.000 vibra\u00e7\u00f5es por segundo, e outras somente ate 16.000 ou menos, dependendo de idade, sa\u00fade e outros fatores pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o podemos tamb\u00e9m conceber diferen\u00e7as de percep\u00e7\u00e3o, em nosso \u00f3rg\u00e3o visual, para ondas diversas, emitidas pelos DV, e que n\u00e3o foram ainda identificadas pela nossa ci\u00eancia (a qual por certo desconhece um feixe de luz como \u00e9 visto na foto do Sr. Nelson: parece flex\u00edvel e decepado na sua extremidade inferior).<\/p>\n<p>3\u00aa raz\u00e3o: J\u00e1 diversas vezes chamamos aten\u00e7\u00e3o sobre a campanha de difama\u00e7\u00e3o e de terror que se faz freq\u00fcentemente, em torno do problema DV, por pessoas e c\u00edrculos interessados em &#8220;atrapalhar&#8221; o estudo deste problema. O p\u00e2nico e histerismo, que esta campanha provoca em algumas das testemunhas, dificulta muito a coleta de dados preciosos, para o que \u00e9 necess\u00e1rio a mente serena.<\/p>\n<p>Tudo isto j\u00e1 foi compreendido h\u00e1 longa data pelo antigo Presidente da SBEDV, Sr. Lullo Duncan de Lima Rodrigues j\u00e1 falecido), o qual em boa hora, junto com outros s\u00f3cios, deu \u00e0 SBEDV um &#8220;Dec\u00e1logo&#8221; do qual transcrevemos o item 6: &#8220;A Sociedade n\u00e3o critica nem repele os relatos aparentemente fantasiosos, pois parte do princ\u00edpio de que, aquilo que parece ser hoje, fantasia, pode tornar-se realidade, amanha&#8221;. A prop\u00f3sito, podemos acrescentar que, muitas coisas que pareciam absurdas no passado s\u00e3o hoje em dia um realidade palp\u00e1vel e corriqueira.<\/p>\n<p><a name=\"especulacoes\"><\/a><\/p>\n<h3>Especula\u00e7\u00f5es Sobre a Finalidade da Presen\u00e7a do Disco Voador no Local<\/h3>\n<p>A &#8220;abordagem&#8221; franca das duas primeiras testemunhas, pelo DV, que para este fim teve de mudar o seu rumo em 90\u00ba (veja no croquis na fig. 33), e a volta posterior por mais duas vezes \u00e0 mesma vila, leva-nos \u00e0 conclus\u00e3o de que talvez o DV estivesse estudando o nosso &#8220;material humano&#8221;. Por enquanto nada podemos concluir sobre a finalidade dos feixes luminosos: se meros ap\u00eandices para atrair curiosidade das pessoas se s\u00e3o necess\u00e1rios para a mec\u00e2nica de voo ou se s\u00e3o uma esp\u00e9cie de radar muito adiantado, capaz de penetrar com a sua vis\u00e3o no interior das casas ou na compreens\u00e3o das mentes.<\/p>\n<p><a name=\"epilogo\"><\/a><\/p>\n<h3>Ep\u00edlogo<\/h3>\n<p>S\u00e3o as fotos do Sr. Nelson um testemunho importante da presen\u00e7a concreta e objetiva dos DV, entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>Isto sem d\u00favida serve de estorvo \u00e0 campanha de descr\u00e9dito que de contesta\u00e7\u00e3o que geralmente \u00e9 feita pelos c\u00edrculos que defendem hegemonias terrestres. Para estes constitui um grande empecilho o testemunho de 5 pessoas, Entretanto, no caso em apre\u00e7o, estes c\u00edrculos n\u00e3o ousaram utilizar os seus conhecidos expedientes para desacreditar ou &#8220;fazer desaparecer&#8221; as fotos (conforme foi feito em diversos outros casos). Queremos ent\u00e3o nos congratular com todos, fraternalmente e ecumenicamente (ate mesmo com os respons\u00e1veis pelos tais &#8220;c\u00edrculos&#8221;).<\/p>\n<p>Dados interessantes e adicionais foram ainda comunicados pela agencia &#8220;Associated Press&#8221;, na pessoa do Sr. Francisco J. P. Silva, o qual informou ao Sr Nelson que naquela 6\u00aa feira foi visto o DV tamb\u00e9m em v\u00e1rios locais, entre eles Ricardo Albuquerque e Braz de Pina variando a hora. N\u00f3s da SBEDV lamentamos que a referida ag\u00eancia n\u00e3o tivesse comunicado este caso, t\u00e3o bem documentado, para as suas sucursais mundiais; aos quatro ventos. compreendemos que a pol\u00edtica de hoje ainda influi tamb\u00e9m muito nas vias de comunica\u00e7\u00e3o deste mundo que costumam chamar de &#8220;livre e democr\u00e1tico&#8221;. Soubemos tamb\u00e9m da exist\u00eancia de um filme natural, que mostra o voo de um objeto id\u00eantico ao fotografado pelo Sr. Nelson, que se encontraria em poder de um funcion\u00e1rio de uma TV (no Rio) no entanto, este filme tamb\u00e9m nunca foi mostrado ao p\u00fablico, apesar de uma emissora de TV possuir tanta facilidade para isto (ou ser\u00e1 que haveria &#8220;for\u00e7as ocultas&#8221; impedindo esta livre divulga\u00e7\u00e3o?).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2764\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2764\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2764 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/local-1024x235.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"235\" \/><p id=\"caption-attachment-2764\" class=\"wp-caption-text\">Local onde ocorreu o caso S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, na vila Cardoso, na Rua do Bonfim, Bairro S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, Rio de Janeiro. Em &#8220;T&#8221; \u00e9 indicado a posi\u00e7\u00e3o e o tamanho aproximado do objeto observado.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2765\" style=\"width: 394px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2765\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2765 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064.jpg 384w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-250x230.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-150x138.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-50x46.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-100x92.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-200x184.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-300x277.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/fo197064-350x323.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><p id=\"caption-attachment-2765\" class=\"wp-caption-text\">Uma das fotografia coloridas, obtidas neste avistamento.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2766\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2766\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2766 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PICT0495-1024x682.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"682\" \/><p id=\"caption-attachment-2766\" class=\"wp-caption-text\">Mesma foto anterior, escaneada do material original da SBEDV.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_2767\" style=\"width: 692px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2767\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2767 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/PICT0542-scaled-e1646837424721-682x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"682\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-2767\" class=\"wp-caption-text\">A segunda fotografia, feita pela testemunha, escaneada do material original da SBEDV.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<section id=\"content\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<ol>\n<li class=\"col-lg-8\">Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 94-98<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nelson Schubsky fotografa um OVNI em em 1\u00ba de outubro de 1971. Outras 12 pessoas tamb\u00e9m avistaram o estranho objeto sobre um f\u00e1brica de produtos de beleza no Rio de Janeiro (RJ). 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