{"id":3126,"date":"2022-03-14T10:53:17","date_gmt":"2022-03-14T13:53:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=3126"},"modified":"2025-04-21T13:11:15","modified_gmt":"2025-04-21T16:11:15","slug":"caso-paulo-coutinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/caso-paulo-coutinho\/","title":{"rendered":"Caso Paulo Coutinho"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Um impressionante caso de abdu\u00e7\u00e3o do jovem Paulo Coutinho, ocorrido no bairro Aricanduva, em S\u00e3o Paulo (SP), em 23 de junho de 1976.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>Com textos da SBEDV<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Na noite de 23 de julho de 1976, a fam\u00edlia de um jovem estudante do bairro Aricanduva, em S\u00e3o Paulo, vive momentos de ang\u00fastia. Seu filho, Paulo Coutinho, desaparece misteriosamente por aproximadamente 20 horas. Na tarde do dia seguinte, aparece ao lado de sua casa, visivelmente abatido e contando ter sido levado a bordo de um OVNI por seres estranhos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<h3>Dados sobre o epis\u00f3dio:<\/h3>\n<p>A testemunha: Paulo Coutinho, estudante, de 37 anos de idade (na ocasi\u00e3o do rapto), quarto filho do casal Maria Coutinho e Jos\u00e9 Coutinho (de 59 anos de idade, aposentado).<\/p>\n<p>Local do seq\u00fcestro: Rua Mois\u00e9s Marx, uma das principais do populoso bairro de Aricanduva. Este bairro fica na cidade de S\u00e3o Paulo, a uma dist\u00e2ncia de aproximadamente 12 a 15 km do centro.<\/p>\n<p>Resid\u00eancia da testemunha: Rua J\u00falio Cola\u00e7o, n\u00ba 399, Vila Aricanduva \u2013 S\u00e3o Paulo (Capital), distante cerca de 700 metros do local do seq\u00fcestro.<\/p>\n<p>Datas:<\/p>\n<ul>\n<li>Do seq\u00fcestro: 23 de junho de 1976, aproximadamente \u00e0s 24 horas;<\/li>\n<li>Da devolu\u00e7\u00e3o do seq\u00fcestrado: 24 de junho de 1976, cerca de 20 horas ap\u00f3s o rapto;<\/li>\n<li>Da pesquisa: 16 a 24 de outubro de 1976; 26 de mar\u00e7o e 15 de maio de 1977.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Agradecimento: O nosso agradecimento vai para os familiares de Paulo e para Carlos Artur Ribeiro da Rocha (que mui habilmente nos informou sobre o presente caso, alem de tamb\u00e9m outros). Passamos agora a narrar o epis\u00f3dio propriamente dito, e chamamos a aten\u00e7\u00e3o dos leitores, para as importantes peculiaridades de que o mesmo se reveste.<\/p>\n<p><a name=\"episodio\"><\/a><\/p>\n<h3>O Epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>Antecedentes: Paulo Coutinho freq\u00fcentava o segundo ano, na escola Zalina Rocha, em hor\u00e1rio noturno. Esta escola fica situada na Rua Dr. Luiz Carlos, distante cerca de tr\u00eas quadras da sua resid\u00eancia.<\/p>\n<p>No dia do incidente Paulo havia sa\u00eddo de casa cerca de 18:45 hs. Antes de seguir para o col\u00e9gio, ele passou pela casa de sua namorada, que estuda no mesmo estabelecimento. Ambos chegaram \u00e0 escola por volta das 19:25 hs.<\/p>\n<p>OBS.:Instado por n\u00f3s a fazer um relato minucioso de tudo o que se passou naquela noite, Paulo narrou um fato interessante: Entre 21:15 hs e 22:45 hs, ele havia feito uma prova de matem\u00e1tica. Normalmente, nesta mat\u00e9ria, ele obtinha a nota m\u00ednima(\u201cD\u201d). Entretanto, na prova que mencionamos, Paulo conseguiu, inexplicavelmente, a nota m\u00e1xima (\u201cA\u201d).<\/p>\n<p>Paulo e sua namorada sa\u00edram do col\u00e9gio, aproximadamente \u00e0s 23:30 hs. Ele deixou a mo\u00e7a em casa e se dirigia para a resid\u00eancia dele.<\/p>\n<p>Seu trajeto era a Rua Mois\u00e9s Marx, que alcan\u00e7ou, aproximadamente, \u00e0s 23:45 hs. Conforme se pode observar em algumas fotos que acompanham o texto, essa rua apresenta uma topografia irregular, com altos e baixos; ela passa pela igreja de S\u00e3o Pedro, segundo uma orienta\u00e7\u00e3o leste-oeste, e apruma-se a seguir, em dire\u00e7\u00e3o ao centro da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>OBS.:O col\u00e9gio estadual de Vila Aricanduva (CEVA) Zalina Rocha, situado na esquina das ruas Dr. Luiz Carlos e Prof. Miguel Russiano, serve a aproximadamente 2 mil alunos, oriundos n\u00e3o s\u00f3 daquele bairro, como tamb\u00e9m, das vilas Guilhermina, Artur Alvim, Matilde Dalila e Cidade Patriarca.<\/p>\n<p>Calcula Paulo haver deixado a escola \u00e0s 23:30 hs em companhia de sua namorada, que deixou \u00e0s 23:45 hs, na esquina da rua onde a mesma residia. Isto foi confirmado, posteriormente pela m\u00e3e da mo\u00e7a, que a aguardava naquela ponto e acrescentou que o encontro ocorrera por volta de 23:45 hs. Cronometrando-se o tempo que se gasta para ir daquela esquina at\u00e9 o local do seq\u00fcestro (assinado no mapa), evidencia-se que Paulo deve ter gasto, no percurso, uns 4 min, o que indica ter o incidente ocorrido aproximadamente \u00e0s 23:47 hs.<\/p>\n<p>Descri\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio: Paulo caminhava na dire\u00e7\u00e3o leste-oeste, na cal\u00e7ada direita da rua Mois\u00e9s Marx. De repente, a um \u00e2ngulo de aproximadamente 60\u00ba acima do horizonte, ele avistou uma luz branca. Aparentemente, esta luz se afastava em dire\u00e7\u00e3o ao centro da cidade.<\/p>\n<p>O estudante parou para observar melhor a estranha luz. Nisto, percebeu que, ao inv\u00e9s de afastar-se, a luminosidade inverteu seu movimento e rapidamente aproximou-se do rapaz. Assustado, Paulo procurou afastar-se depressa do local. S\u00f3 ent\u00e3o notou que isto j\u00e1 n\u00e3o era mais poss\u00edvel. Repentinamente, sentiu-se impedido de fazer qualquer movimento com os membros e com o resto do corpo. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o eram seus olhos, por meio dos quais continuou a acompanhar a vertiginosa aproxima\u00e7\u00e3o da luz.<\/p>\n<p>Durante os dois segundos seguintes, a luminosidade aproximou-se o suficiente para se distinguir sua forma. Tinha o feitio de uma esfera de aproximadamente 2m de di\u00e2metro. A lua, antes branca, mudara para uma tonalidade alaranjada (compar\u00e1vel \u00e0 do padr\u00e3o Letrafilm 280 M). A esfera baixou ao n\u00edvel do solo, sobre a cal\u00e7ada, distando cerca de 6 m de Paulo. O objeto luminoso ficou perto da murada das casas e jardins. Mais tarde, Paulo se lembrou de que a luz da esfera iluminava um arbusto que se erguia a uns 80 cm acima do muro.<\/p>\n<p>Paulo acredita que ficou imobilizado e observando o objeto por uns 2 ou 3 minutos. Gradualmente, a luz da esfera foi desaparecendo. Ap\u00f3s o total desaparecimento, surgiu, em lugar da esfera, a figura de um indiv\u00edduo an\u00e3o, com uma estatura aproximada de 90 cm. A sua cabe\u00e7a era exageradamente grande, com cerca de 30 cm de di\u00e2metro, ocupando quase um ter\u00e7o do volume do corpo.<\/p>\n<p>Os olhos mediam aproximadamente 3 cm de di\u00e2metro. Embora proporcional ao tamanho da cabe\u00e7a, eram bem maiores que o olho humano comum. A escler\u00f3tica era grande e branca. Sobressa\u00eda no centro do olho a pupila, tamb\u00e9m grande, e cercada por \u00edris de um azul p\u00e1lido. A cabe\u00e7a do estranho ser era totalmente calva. Paulo continuava imobilizado. Durante uns 2 ou 3 minutos, ele e o an\u00e3o ficaram se observando mutuamente. O estudante p\u00f4de ent\u00e3o distinguir tais pormenores gra\u00e7as \u00e0 luz de merc\u00fario, oriunda de um poste de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, que ficava pr\u00f3ximo. Ele p\u00f4de notar, tamb\u00e9m, que as fei\u00e7\u00f5es da criatura n\u00e3o se pareciam com as de um terrestre. O an\u00e3o apresentava um nariz feio, arrebitado, como um focinho de porco; a boca era relativamente pequena e ele vestia um macac\u00e3o de tecido bem grosso, sem nenhuma emenda, de cor cinza-azulada.<\/p>\n<p>Em seguida, sem que ele pr\u00f3prio pudesse achar uma explica\u00e7\u00e3o para o seu gesto, Paulo come\u00e7ou a movimentar-se na dire\u00e7\u00e3o daquela ser. Prosseguiu at\u00e9 reduzir a dist\u00e2ncia entre ambos, de 6 metros, para apenas 50 cm. Depois, colocou-se do lado esquerdo do ser, paralelamente a este (nesta posi\u00e7\u00e3o, ele fica entre o an\u00e3o e o muro). Paulo havia dado, portanto, uma volta de 180\u00ba com o corpo. Tudo isto ele percebeu apenas com os olhos, uma vez que se encontrava totalmente impedido de fazer outros movimentos, al\u00e9m dos descritos.<\/p>\n<p><a name=\"viagem\"><\/a><\/p>\n<h3>Uma viagem<\/h3>\n<p>Paulo e o an\u00e3o estavam postados na Rua Mois\u00e9s Marx, no sentido leste, adiante deles ficava a Igreja de S\u00e3o Pedro. O estudante observou ent\u00e3o que a igreja come\u00e7ou a situar-se lentamente num plano inferior ao dele. Dirigindo o olhar para o plano da rua, Paulo notou que outro se afastava cada vez mais. A princ\u00edpio, duvidou que isto significasse a eleva\u00e7\u00e3o do seu corpo, no ar. Mas, percebeu de soslaio que o ser ao seu lado tamb\u00e9m acompanhava esse movimento de ascens\u00e3o. Logo notou que ambos ultrapassavam a altura dos postes de ilumina\u00e7\u00e3o, que possuem aproximadamente 20 metros de comprimento. A eleva\u00e7\u00e3o dos dois processou-se lentamente, at\u00e9 alcan\u00e7arem uma altura de uns 30 m. Isto aconteceu num intervalo de aproximadamente 10 ou 15 segundos.<\/p>\n<p>A seguir, a ascens\u00e3o tomou um ritmo vertiginoso. Paulo notou isto porque viu a Terra distanciar-se deles em poucos segundos. O nosso planeta apresentou-se com a forma de um globo, com uma das metades preta (\u00e0 esquerda), e a outra azul.<\/p>\n<p>O estudante acredita que avan\u00e7aram no espa\u00e7o por mais 25 ou 30 segundos. Nesse instante, ele come\u00e7ou a perceber um objeto \u00e0 dist\u00e2ncia. Esse objeto possu\u00eda a forma de um charuto, com uns 200 ou 300 metros de comprimento; a sua cor era de um vermelho cintilante. Este cilindro estava colocado horizontalmente em rela\u00e7\u00e3o ao campo visual de Paulo.<\/p>\n<p><a name=\"nave\"><\/a><\/p>\n<h3>Dentro de uma nave<\/h3>\n<p>Paulo e o ser extraterrestre aproximaram-se ent\u00e3o vagarosamente do cilindro. Nesse instante, a cor do objeto mudou para cinza claro (padr\u00e3o Letrafilm 171 M). No centro do cilindro, havia uma certa marca retangular de cor cinza escura (padr\u00e3o Letrafilm 230 M). O rapaz e seu acompanhante chegaram perto desta marca e, por ela, passaram para o interior do cilindro. Paulo acreditava que o fato aconteceu desta forma, pois ignora a maneira exata como se deu a passagem. Lembre-se apenas de que sentia uma tonteira, e, repentinamente, encontrou-se estendido sobre um ch\u00e3o poroso, no interior de um c\u00edrculo cinza escuro (padr\u00e3o Letrafilm 174 M). Ele notou que se achava em um c\u00f4modo quadrado, com certa de 3 metros de lado. As paredes e o ch\u00e3o do compartimento eram de cor cinza clara.<\/p>\n<p>Ao lado do estudante, havia mais dois an\u00f5es, de p\u00e9, al\u00e9m daquele que o trouxera para a nave. As fei\u00e7\u00f5es destes dois outros seres eram id\u00eanticos \u00e0s do primeiro. Por\u00e9m, diferiam um pouco na altura, pois um deles era mais alto que o outro. Al\u00e9m disso, apresentavam pequenas diferen\u00e7as caracter\u00edsticas nos tra\u00e7os do rosto.<\/p>\n<p>Duvidando ainda que estivesse vivendo um fato real, Paulo quis colocar-se de p\u00e9. Ele desejava tocar nos estranhos com as pr\u00f3prias m\u00e3os, para se convencer melhor de tudo. Entretanto, n\u00e3o conseguiu ficar de p\u00e9. A altura do quarto onde se achava era de aproximadamente 1,20m, e a estatura de Paulo \u00e9 de 1,74m. Assim, o rapaz viu-se for\u00e7ado a ficar de joelhos no ch\u00e3o. Quando tentou colocar as m\u00e3os nos extraterrestres, este gesto tamb\u00e9m foi impedido, porque, repentinamente, o estudante viu-se de novo imobilizado. Simultaneamente, surgiu na mente de Paulo esta mensagem: \u201cN\u00f3s n\u00e3o vamos fazer coisa alguma contra voc\u00ea. Assim, tamb\u00e9m, n\u00e3o tente coisa alguma contra n\u00f3s!\u201d. Uma vez que este pensamento n\u00e3o se originava de seu pr\u00f3prio racioc\u00ednio, Paulo julgou que a id\u00e9ia estava sendo emitida para ele, pela mente de um dos extraterrestres.<\/p>\n<p>OBS.: Paulo n\u00e3o fez refer\u00eancia, em nenhum momento, a qualquer aparelho, nas m\u00e3os dos astronautas, que se pudesse responsabilizar pela paralisa\u00e7\u00e3o que sofreu: quer no interior da nave, quer ainda na Terra, na rua Mois\u00e9s Marx, quando foi seq\u00fcestrado. Nestas condi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o podemos dar aos estudantes nenhuma das explica\u00e7\u00f5es oferecidas em casos semelhantes, discutidos, \u00e0s vezes, sob t\u00edtulo \u201cEfeitos fisiol\u00f3gicos de raios\u201d, como nos casos relatados nos Boletins da SBEDV, n\u00ba42\/44 (p\u00e1g. 1 e 2), 48\/50 (p\u00e1g.:6 a 7), 54 (p\u00e1g.: 19), 55\/59 (p\u00e1g.: 13 \u00e0 15), 66\/68 (p\u00e1g.: 89 a 90), 74\/79 (p\u00e1g.: 25 a 26), 80 (p\u00e1g.: 22) e 94\/98 (p\u00e1g. 7)<\/p>\n<p>Logo em seguida, nova mensagem surgiu na mente de Paulo: \u201cSiga-nos\u201d!. Dois seres, \u00e0 sua frente, dirigiram-se em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 uma das paredes do quarto. Paulo acompanhou-os, tendo, \u00e0 sua direita, o mesmo an\u00e3o que o raptara. Os movimentos de Paulo agora haviam recuperado a liberdade. Contudo, enquanto os seres moviam-se com destreza, Paulo arrastava-se penosamente de joelhos. Na parede em frente, repentinamente a parte central desapareceu, deixando um v\u00e3o de aproximadamente 2m. Por esta abertura, todo o grupo atravessou para uma sala cont\u00edgua.<\/p>\n<p>Esta sala era mais extensa que a anterior, tamb\u00e9m quadrada, apresentando cerca de 10 m de lado. Entretanto, a altura era id\u00eantica \u00e0 do quarto, e, como neste, havia superf\u00edcies curvil\u00edneas de encontro (concord\u00e2ncia) entre as paredes e entre estas e o teto. N\u00e3o havia, nesses locais, as linhas retas (arestas) usuais. A cor e abertura do ch\u00e3o e das paredes eram conforme as do quarto. Nesta sala havia mais seis criaturas. Tais seres apresentavam aspecto semelhante ao daquele que acompanhava Paulo. Ao todo, havia agora nove tripulantes. Conforme o estudante notou, um dos tripulantes estava encostado \u00e0 parede e de tal modo que \u00e0 sua direita ficava a abertura por onde o grupo havia penetrado. Este ser tinha uma das m\u00e3os colocada numa sali\u00eancia da parede. Com o desenrolar dos acontecimentos, Paulo interpretou que esta sali\u00eancia seria um posto de comunica\u00e7\u00e3o interna com outros compartimentos da nave. O estudante arrastou-se em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 parede oposta \u00e0 que lhe servira de passagem. Quando faltavam cerca de 2 metros para chegar at\u00e9 a mesa, recebeu ordem (telep\u00e1tica) para permanecer onde estava. Obedeceu \u00e0 ordem e sentou-se para mais bem se acomodar.<\/p>\n<p><a name=\"morfologia\"><\/a><\/p>\n<h3>A Morfologia dos Extraterrestres<\/h3>\n<p>Paulo achou esta sala arejada. Isto porque sentia o frio do suor que lhe corria pelo rosto e pelo corpo (devido ao medo que estava experimentando). Observando mais atentamente os tripulantes da nave, notou que todos usavam roupas iguais \u00e0s dos outros que o introduziram na sala. Todos vestiam macac\u00f5es de um tecido cinza azulado (Letrafilm 115 M), fechado no pesco\u00e7o e nos punhos. Usavam sapatos de cor prateada, com sola inteiri\u00e7a, lisa, grossa e bicuda. Entretanto, tamanho dos cal\u00e7ados, de aproximadamente 27 cm de comprimento, era desproporcional em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 reduzida altura dos an\u00f5es (cerca de 90 cm). Contudo, os cinco dedos vis\u00edveis, das m\u00e3os, eram de dimens\u00f5es bem proporcionais em rela\u00e7\u00e3o aos corpos. Todos os tripulantes eram calvos, \u00e0 semelhan\u00e7a dos anteriores. Possu\u00edam pele branca, e ombros largos. Os olhos eram tamb\u00e9m grandes, com escler\u00f3tica branca e \u00edris de um azul claro, quase branco. Impressionava bastante o formato amendoado, que possu\u00edam os olhos, com di\u00e2metro de uns 3 cm, conforme anteriormente mencionamos. Todos possu\u00edam o mesmo tipo de nariz arrebitado. Apresentava uma fronte ampla, com duas protuber\u00e2ncias, sendo que a da esquerda se acentuava mais que a do lado direito. A pele de seus rostos parecia mais s\u00f3lida que a dos terrestres, rugosa, compar\u00e1vel \u00e0 das palmas das m\u00e3os (conforme interpreta\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Paulo). Na boca, n\u00e3o se enxergavam os dentes, uma vez que n\u00e3o a abriam o suficiente para que fossem vistos, e nem sorriam. Entretanto, dentre os seis tripulantes que se encontravam na sala, havia tr\u00eas que apresentavam fei\u00e7\u00f5es mais harmoniosas e delicadas. As suas orelhas, ao inv\u00e9s de seres bicudas e grandes como as dos demais, eram menores, bem formadas com o pavilh\u00e3o auricular de forma quase circular. Como se soube mais tarde, estes \u00faltimos tipos de tripulantes corresponderiam \u00e0 mulheres daqueles extraterrestres.<\/p>\n<p>OBS.: O leitor j\u00e1 deve ter reparado os croquis explicativos, de boa qualidade, que acompanham o texto. Estas ilustra\u00e7\u00f5es foram feitas por Paulo. Isto contribui enormemente para a pesquisa, n\u00e3o s\u00f3 do caso em foco mas tamb\u00e9m talvez para outros que vierem eventualmente a ocorrer, para o futuro, especialmente os que se referirem \u00e0 seres extraterrestres semelhantes aos agora descritos.<\/p>\n<p><a name=\"transmissao\"><\/a><\/p>\n<h3>Transmiss\u00e3o de pensamento comanda uma tela de proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Pelos c\u00e1lculos de Paulo, ele teria permanecido cerca de 40 a 60 segundos naquela sala, quando se lembrou com saudade, ent\u00e3o, da ultima pessoa que lhe havia feito companhia na Terra, a sua namorada. Nesse momento, na parede \u00e0 sua frente, iluminou-se como que uma tela, com cerca de 2 metros de largura. Nela surgiu uma imagem tridimensional, a cores, mostrando a namorada a caminhar, durante o dia, e de tal modo que a dist\u00e2ncia entre eles parecia ser de aproximadamente 1 metro.<\/p>\n<p>Como ele havia deixado \u00e0 noite, e como julgava que ele havia sido raptado h\u00e1 cerca de 15 minutos passados, Paulo concluiu que a proje\u00e7\u00e3o \u00e0 sua frente significava apenas uma filmagem (ou cena gravada) de sua namorada, e n\u00e3o uma transmiss\u00e3o ao vivo.<\/p>\n<p>Em seguida viu ainda, na mesma \u201ctela\u201d, dois colegas seus, do col\u00e9gio, que estavam de motocicleta. A cena se passava tamb\u00e9m durante o dia e os dois rapazes perseguiam nas ruas um bal\u00e3o de festas juninas. Reconheceu Paulo, no quadro uma rua que ficava perto de sua casa. Paulo irritou-se por ver os amigos a se divertirem, ao inv\u00e9s de estarem \u00e0 sua procura.<\/p>\n<p>OBS.: Achamos esquisita essa rea\u00e7\u00e3o de Paulo, uma vez que, no caso anterior, de sua namorada, ele j\u00e1 havia entendido que se tratava de um filme gravado.<\/p>\n<p>Com tristeza, lembrou-se tamb\u00e9m dos pais. No mesmo instante, estes apareceram tamb\u00e9m na tela. Primeiramente, o rapaz viu que sua m\u00e3e, chorando, e depois viu o pai, inquieto e preocupado, ambos no interior de sua resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Observando tudo isso, Paulo virou-se para que os seres que lhe faziam companhia e perguntou-lhes revoltado, em portugu\u00eas, alto e bom som: \u201cQue querem voc\u00eas comigo?\u201d. Como se fosse uma resposta, surgiu na mente do rapaz esta id\u00e9ia:\u201dFique tranq\u00fcilo; n\u00f3s n\u00e3o vamos lhe fazer mal&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Paulo arriscou, ent\u00e3o a seguinte pergunta aos extraterrestres: O que voc\u00eas v\u00eam fazer aqui, na Terra?\u201d. A resposta veio em forma id\u00eantica \u00e0s anteriores, atrav\u00e9s do pensamento: \u201cEstamos estudando como a vida surgiu, nos planetas e no Universo. Estamos tamb\u00e9m aqui para ajudar&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>\u201cE Deus existe?, perguntou Paulo. Teve a impress\u00e3o de que a resposta foi \u201cSim\u201d. Contudo, ficou na d\u00favida se sua pergunta havia sido compreendida. Na tela, Paulo viu ainda o acoplamento de um foguete americano, com outro russo, no espa\u00e7o. Ali\u00e1s, ele j\u00e1 havia observado isto no aparelho de televis\u00e3o de sua casa e, posteriormente, recebera, na escola, explica\u00e7\u00f5es a respeito do assunto, feito por um de seus professores. Paulo perguntou ainda aos tripulantes da nave se era bom o grau de tecnologia terrestre. Foi-lhe respondido mentalmente: \u201cSe todos os pa\u00edses do planeta unissem seus esfor\u00e7os, em comum, o resultado teria um alcance muito maior. Este era o caso daqueles seres, habitantes de um outro sistema estelar, tamb\u00e9m assinalado graficamente em uma das proje\u00e7\u00f5es na tela.<\/p>\n<p>Paulo pediu, ent\u00e3o, para ver a Terra. De imediato, o nosso planeta apareceu com um di\u00e2metro de uns 50 cm, numa tonalidade azul, com uma faixa preta colocada agora do lado direito. Em seguida, a Terra come\u00e7ou a diminuir rapidamente, at\u00e9 desaparecer em cerca de um segundo, como se velozmente se afastasse.<\/p>\n<p><a name=\"metodos\"><\/a><\/p>\n<h3>M\u00e9todos de educa\u00e7\u00e3o e algumas das finalidades de uma ra\u00e7a de extraterrestres<\/h3>\n<p>Na ocasi\u00e3o, Paulo se lembrou de ter visto no aparelho de televis\u00e3o de sua casa, um filme de fic\u00e7\u00e3o chamado \u201cPerdidos no Espa\u00e7o\u201d. Perguntou ent\u00e3o, ao seu cicerone, se eles tamb\u00e9m empregavam rob\u00f4s como os que vira no filme. A resposta foi \u201cN\u00e3o\u201d, mas que os seres que acabava de conhecer eram preparados.cada um, cuidadosamente, para uma tarefa espec\u00edfica, a qual desempenhariam mais tarde. Assim, para se criar um novo ser, tanto a mulher como o homem doavam a parte gen\u00e9tica necess\u00e1ria, em um laborat\u00f3rio constitu\u00eddo especialmente para tal finalidade. A nova criatura seria ent\u00e3o criada e preparada, nesse laborat\u00f3rio, para as suas tarefas.<\/p>\n<p>Todas essas explica\u00e7\u00f5es mentais transmitidas a Paulo eram simultaneamente acompanhadas de proje\u00e7\u00f5es explicativas no v\u00eddeo. Dessa maneira, lhe foi tamb\u00e9m chamada a aten\u00e7\u00e3o para as diferen\u00e7as existentes entre os homens e as mulheres daquela ra\u00e7a extraterrestre.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio guia, que o acompanhava, assegurou que ele mesmo havia sido preparado para uma tarefa de comunica\u00e7\u00e3o com outros seres. Naquele momento, ele estava, portanto exercendo sua tarefa junto a Paulo.<\/p>\n<p>OBS.:Pelo resumo dos conhecimentos mais recentes sobre o \u201cracioc\u00ednio, aprendizagem e esquecimento\u201d (Denken, Lernen vergessen\u201d) do c\u00e9rebro humano, segundo o livro do Frederic Vester (Deutsche Verlags-Anstalt, Stuttgart \u2013 1975), s\u00e3o de capital import\u00e2ncia os tr\u00eas primeiros meses de vida.Durante eles ainda se formam as c\u00e9lulas nervosas, at\u00e9 que alcancem 15 bilh\u00f5es, chegando 500.000 km de comprimento a soma das suas conex\u00f5es. A caracter\u00edstica destas conex\u00f5es, que representar\u00e1 em nossa vida a maneira de raciocinar e de agir (diferente para cada um), depende entretanto da maneira como s\u00e3o estabelecidas estas conex\u00f5es nervosas. Este estabelecimento das conex\u00f5es nervosas depende das impress\u00f5es externas que o lactante recebe nos tr\u00eas primeiros meses de vida. Assim estaria confirmada a import\u00e2ncia destas influ\u00eancias externas sobre a crian\u00e7a, no que diz respeito \u00e0s tend\u00eancias e afinidades na sua futura vida de adulto.<\/p>\n<p>\u00c0 pergunta de Paulo, \u201cporque os extraterrestres n\u00e3o descem em massa, na Terra?\u201d lhe foi explicado que segue. \u201cEnquanto o globo terrestre permanecesse dividido, um gesto assim provocaria uma guerra, o que os extraterrestres queriam evitar. Poderiam descer em massa, para ajudar. Mas, somente quando a Terra fosse uma \u00fanica unidade, porque n\u00e3o queriam se envolver em fac\u00e7\u00f5es. Existiam ainda milh\u00f5es de planetas com vida, onde faziam tamb\u00e9m suas pesquisas.<\/p>\n<p><a name=\"telepatia\"><\/a><\/p>\n<h3>Observa\u00e7\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o por telepatia<\/h3>\n<p>O guia de Paulo afastou-se e acercou-se do indiv\u00edduo postado no aparelho, que provavelmente era de comunica\u00e7\u00e3o. Os dois extraterrestres olharam-se, reciprocamente, durante 2 ou 3 minutos, em sil\u00eancio.<\/p>\n<p>NOTA: (Todos os acontecimentos, nas duas salas, haviam se desenrolado, at\u00e9 ent\u00e3o, no mais profundo sil\u00eancio, conforme explicou Paulo. As \u00fanicas exce\u00e7\u00f5es foram a exclama\u00e7\u00e3o e as perguntas expressadas por Paulo, em voz alta. O leitor deve lembrar-se de comunica\u00e7\u00e3o id\u00eantica \u00e0 do presente caso, descrita no livro de Ant\u00f4nio Rossi \u201cEm um disco voador visitei outro planeta\u201d. Leia-se tamb\u00e9m a p\u00e1gina 36 do Boletim Especial de 1975, da SBEDV).<\/p>\n<p>Em seguida, o ser que era guia de Paulo colocou a palma da m\u00e3o no aparelho da parede. Depois, olhou para uma das tr\u00eas mo\u00e7as extraterrestres presentes. Ela voltou-se e encarou o seu interlocutor mental. Depois, encaminhou-se para a parede oposta, onde se abriu uma passagem com largura de 1m aproximadamente. Por esta abertura percebia-se, al\u00e9m, um corredor banhado de uma luminosidade avermelhada. Ap\u00f3s a mo\u00e7a haver passado para o tal corredor, a parede fechou-se novamente.<\/p>\n<p><a name=\"exame\"><\/a><\/p>\n<h3>Um exame m\u00e9dico<\/h3>\n<p>Enquanto isso acontecia, o guia extraterrestre voltara pra junto de Paulo. Quando indagou sobre o que significavam esses \u00faltimos acontecimentos, Paulo n\u00e3o obteve resposta. Entretanto, o globo terrestre reapareceu na tela, por momentos, levando cerca de 1 segundo para alcan\u00e7ar o di\u00e2metro de uns 50 cms, diminuindo e desaparecendo em seguida. Nesse instante, retornou a mo\u00e7a que havia deixado a sala momentos antes. Agora, ela se encontrava acompanhada por mais um an\u00e3o extraterrestre. A esta altura, a sala j\u00e1 continha onze pessoas, incluindo-se Paulo. Este recebeu, ent\u00e3o, a mensagem de acompanhar de novo o seu guia. O estudante, o seu guia e o novo personagem masculino que penetrara na sala, movimentaram-se em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 parede. Ali surgiu de novo a passagem inicial, utilizada anteriormente por Paulo e seus tr\u00eas acompanhantes. Novamente, pelo v\u00e3o de aproximadamente 1 metro, os tr\u00eas passaram pelo centro da parede, para o quarto anterior.<\/p>\n<p>Ali, Paulo ficou outra vez de joelhos, no ch\u00e3o, dentro daquele c\u00edrculo cinza escuro, j\u00e1 mencionado. A seguir, da parede lateral, destacou-se uma esp\u00e9cie de maca. Esta padiola veio horizontalmente, flutuando a uma altura de uns 17 cms do ch\u00e3o, na dire\u00e7\u00e3o de Paulo. O corpo do estudante come\u00e7ou tamb\u00e9m a flutuar acima do ch\u00e3o. A maca passou automaticamente por baixo do corpo do rapaz, a fim de sustent\u00e1-lo. Paulo estendeu a pernas, de modo que todo o seu corpo ficou apoiado na tal maca.<\/p>\n<p>O extraterrestre rec\u00e9m chegado, que havia tamb\u00e9m acompanhado Paulo para o quarto, come\u00e7ou a passar a m\u00e3o pelo corpo do estudante. Iniciou os movimentos pela perna esquerda, a uma dist\u00e2ncia de aproximadamente 5 cm. Entre a m\u00e3o do extraterrestre e a pele de Paulo, formava-se uma luz branca e forte, que deixava eri\u00e7ados os pelos da pele do rapaz. Em seguida, a m\u00e3o do tripulante foi assim percorrendo o lado esquerdo, passando pela m\u00e3o, pelo bra\u00e7o e pelo ombro, at\u00e9 a cabe\u00e7a de Paulo. Da\u00ed, ent\u00e3o inverteu o movimento e, de mesma forma, percorreu o lado direito de Paulo, at\u00e9 o p\u00e9.<\/p>\n<p>Paulo indagou o que aquilo significava. Seu guia deu-lhe a entender que ele estava sendo examinado por um \u201cm\u00e9dico\u201d. Receoso, o estudante perguntou se o m\u00e9dico tinha a inten\u00e7\u00e3o e abrir seu corpo a fim de v\u00ea-lo melhor. Foi-lhe respondido que isto n\u00e3o era necess\u00e1rio, pois o funcionamento de seu organismo podia ser melhor observado independente de qualquer incis\u00e3o no corpo. Caso o desejasse, at\u00e9 mesmo uma interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica se realizaria sem que fosse previsto haver corte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<h3>A Pesquisa da SBEDV<\/h3>\n<div>\n<p>De acordo com o j\u00e1 exposto em Boletins da SBEDV, a import\u00e2ncia de um relato ufol\u00f3gico depende de v\u00e1rios fatores. Tais fatores s\u00e3o:<\/p>\n<p>A &#8211; Capacidade espec\u00edfica e experi\u00eancia do pesquisador, para conduzir o estudo e saber descobrir, \u00e0s vezes em pequenos detalhes, os pontos b\u00e1sicos que fazem a diferen\u00e7a entre uma pesquisa e uma reportagem;<\/p>\n<p>B &#8211; A credibilidade da testemunha, ou testemunhas;<\/p>\n<p>C &#8211; O sangue-frio demonstrado (ou n\u00e3o) pela testemunha no decorrer dos epis\u00f3dios;<\/p>\n<p>D &#8211; A capacidade de a testemunha relembrar min\u00facias ocorridas durante o epis\u00f3dio, ao narrar o fato posteriormente ao pesquisador, para a reconstitui\u00e7\u00e3o do evento; afora isso, resta:<\/p>\n<p>E &#8211; A compila\u00e7\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es possivelmente ligadas ao epis\u00f3dio pesquisado feitas, por\u00e9m, por outras pessoas, ou testemunhos secund\u00e1rias.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do testemunho humano, surgem \u00e0s vezes:<\/p>\n<p>F &#8211; Outros comprovantes de ordem material, f\u00edsica, objetiva, ou de ordem fisiol\u00f3gica da testemunhas, animais ou plantas. Essas provas f\u00edsicas podem ser uma foto de disco voador, artefatos e a constata\u00e7\u00e3o de impress\u00f5es deixadas pelo objeto voador. Tais vest\u00edgios encontram-se eventualmente nos utens\u00edlios da testemunha, na vegeta\u00e7\u00e3o e nas proximidades ou podem resultar em um impacto do objeto voador no solo, do pr\u00f3prio local da aterrissagem. Cabe tamb\u00e9m citar aqui as modifica\u00e7\u00f5es ocorridas no corpo da testemunha, seja nos seu humores (horm\u00f4nios, eletr\u00f3litos) ou nos f\u00e2neros (pele, cabelo, etc.).<\/p>\n<p>Na experi\u00eancia de Paulo Coutinho, vamos considerar, a seguir, os diversos fatores testemunhais que este caso pode oferecer.<\/p>\n<p>Roteiro dos fatores testemunhais:<\/p>\n<p>A &#8211; A credibilidade de Paulo<\/p>\n<p>B &#8211; Ind\u00edcios de ordem fisiol\u00f3gica confirmat\u00f3rios da experi\u00eancia de Paulo<\/p>\n<p>C &#8211; Ind\u00edcios de ordem f\u00edsica confirmat\u00f3rios da experi\u00eancia de Paulo<\/p>\n<p>D &#8211; \u00cdndicios testemunhais secund\u00e1rios<\/p>\n<p>E &#8211; Dist\u00farbio eletromagn\u00e9tico observado nas vizinhan\u00e7as do local do rapto de Paulo<\/p>\n<p>F &#8211; Fen\u00f4menos luminosos voadores observados na data do reaparecimento de Paulo<\/p>\n<p>G &#8211; Fen\u00f4menos luminosos voadores observados antes do seq\u00fcestro de Paulo<\/p>\n<p>H &#8211; Fen\u00f4menos luminosos observados ap\u00f3s o seq\u00fcestro de Paulo<\/p>\n<p>I &#8211; Outras luzes observadas pela fam\u00edlia Coutinho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>A) A Credibilidade de Paulo<\/h3>\n<p>H\u00e1 duas maneiras de levantar as caracter\u00edsticas de uma personalidade, no que se refere ao seu grau de credibilidade.<\/p>\n<p>Uma delas seria estudar essa pessoa atrav\u00e9s de entrevistas, feitas por um psic\u00f3logo profissional. Nessas entrevistas, inclui-se a aplica\u00e7\u00e3o dos devidos testes (alguns deles bastante demorados e, outros, traumatizantes para o entrevistado). Isso levaria muito tempo \u2013 v\u00e1rios dias, sen\u00e3o semanas (e, entre n\u00f3s, o uf\u00f3logo Hulvio Brant Aleixo \u2013 CICOANI, Belo Horizonte [MG], seria o mais credenciado para fazer isso).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m seria l\u00edcito fazer um regresso ao epis\u00f3dio, com o paciente em estado de sono hipn\u00f3tico. Embora este processo n\u00e3o confirme a realidade objetiva do epis\u00f3dio em si, pelo menos poderia comprovar a sinceridade da pessoa envolvida, pela maneira como sua mente concebeu ou gravou o fato. Outras vezes, contudo, este processo traz \u00e0 tona detalhes preciosos do epis\u00f3dio ou lances ainda encobertos pela amn\u00e9sia lacunar da testemunha, que chegam assim ao nosso conhecimento.<\/p>\n<p>Este pesquisador do epis\u00f3dio vivido por Paulo Coutinho n\u00e3o disp\u00f5em de conhecimentos especializados para a realiza\u00e7\u00e3o dos testes aqui referidos e nem do tempo suficiente para execut\u00e1-los. Assim, por enquanto, apelamos para o bom senso e a nossa experi\u00eancia psicol\u00f3gica, com rela\u00e7\u00e3o a esta testemunha.<\/p>\n<p>Fizemos ainda diversas indaga\u00e7\u00f5es sobre a personalidade de Paulo, no conv\u00edvio em seu ambiente familiar, com os colega, vizinhos, etc.<\/p>\n<p>Paulo \u00e9 um rapaz extrovertido. \u00c9 de f\u00e1cil relacionamento e possui muitos amigos. Seu passado mental \u00e9 de higidez e nada encontramos que desabone a veracidade do seu relato.<\/p>\n<p>Achamos tamb\u00e9m que o seu grau de intelig\u00eancia e idealismo (este ultimo, explicado pela mocidade) n\u00e3o interferiram e maneira negativa na fiel rememoriza\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio, para a pesquisa. \u00c9 verdade que Paulo insistiu em certos detalhes, durante o seu relato; isto, por\u00e9m conta a seu favor. Sua narrativa \u00e9 tamb\u00e9m bastante diferente do que a televis\u00e3o costuma \u00e0s vezes projetar para seus telespectadores. A fic\u00e7\u00e3o ufol\u00f3gica apresentada por este meio de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das causas da polui\u00e7\u00e3o mental sobre o assunto. Mas, Paulo n\u00e3o conhecia a literatura ufol\u00f3gica especializada. Sabia apenas de alguns raros e superficial\u00edssimos cabe\u00e7alhos de jornais sensacionalistas.<\/p>\n<p>Mas ainda, a faculdade de Paulo \u2013 de saber projetar graficamente no papel aquilo que tinha visto e vivido \u2013 serve-nos de grande ajuda para a pesquisa. Esta forma de narratva torna o caso deste rapaz um dos mais importantes do mundo atual. Isto porque Paulo sube focalizar intimamente uma as facetas do problema raramente apresentada at\u00e9 agora no Brasil: uma ra\u00e7a extraterrestre, bem como alguns detalhes relativos a seus recursos t\u00e9cnicos. Alem disso, Paulo d\u00e1 uma descri\u00e7\u00e3o sucinta de m\u00e9todos educativos dessa ra\u00e7a extraterrestre.<\/p>\n<p>J\u00e1 que Paulo descreveu um interc\u00e2mbio amistoso entre ele e os ufonautas, isto naturalmente se choca com as leis e dogmas estabelecidos pelos \u201cfantoches pol\u00edticos\u201d, no campo da Ufologia. \u201cBarrar esses relatos de in\u00edcio\u201d (stop them at the gate\u201d, traduzido do ingl\u00eas, \u201cabafe-se a ma\u00e9ria!\u201d) \u00e9 o modo de tais setores (ligados aos servi\u00e7os secretos ou astr\u00f4nomos improvisados em uf\u00f3logos) agirem em rela\u00e7\u00e3o ao problema.<\/p>\n<p>Parece que a presen\u00e7a de um elemento do Departamento de Seguran\u00e7a, como um dos familiares de Paulo, deve ter desencorajado quaisquer destes setores e seus ataques gratuitos (\u00e0 pessoa de Paulo). N\u00e3o foi permitido tamb\u00e9m que os representantes da imprensa sensacionalista se aproximassem do rapaz.<\/p>\n<p>Essa imprensa, com raras exce\u00e7\u00f5es, at\u00e9 agora nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o demonstrou em transmitir, de uma forma geral, aos seus leitores, os resultados obtidos pelos pesquisadores nacionais, que vasculham o problema ufol\u00f3gico nos \u00faltimos vinte anos ou mais.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s j\u00e1 trinta anos de exist\u00eancia, a pesquisa sobre o assunto disco voador n\u00e3o foi oficializado e continua ainda a guerra psicol\u00f3gica que lhe \u00e9 movida. Assim, conv\u00e9m usar tamb\u00e9m de grande prud\u00eancia, sempre que a ci\u00eancia oficializada for chamada a cooperar na pesquisa. Isto porque tal ci\u00eancia se confessou comprometida com a pol\u00edtica ufol\u00f3gica atual, conforme focalizad nos boletins da SBEDV.<\/p>\n<p>Desta maneira, no caso em foco, desaconselhamos, por enquanto, o uso da regress\u00e3o ao epis\u00f3dio ufol\u00f3gico com o paciente em sono hipn\u00f3tico. Isto, n\u00e3o tanto pelos inc\u00f4modos diretos, mas principalmente, pelos abusos que a testemunha poderia sofrer por parte de m\u00e3os inescrupulosas. Como por exemplo, podemos citar as eventuais ordens p\u00f3s-hipn\u00f3ticas, inconfess\u00e1veis. Tais procedimentos tem o intuito de deixar a testemunha sentindo verdadeiro horror pela experi\u00eancia ufol\u00f3gica por que passou, silenciando-a assim para as pesquisas posteriores \u2013 e isto, injustificadamente&#8230;<\/p>\n<p>De resto, o caso de Paulo n\u00e3o parece apresentar hiatos importantes de amn\u00e9sia. Do nosso ponto de vista, esta seria a \u00fanica justificativa para que se aplicasse a regress\u00e3o em sono hipn\u00f3tico a um epis\u00f3dio.<\/p>\n<p>Paulo sofreu, abruptamente, uma experi\u00eancia f\u00edsica extenuante e incomum, despreparado para isso pelo seu pr\u00f3prio meio. Mesmo assim, este rapaz n\u00e3o sofreu maiores traumatismos psicol\u00f3gicos. Frequentemente se observam tais traumas em outras testemunhas, que s\u00e3o vilipendiadas pela imprensa de suas comunidades e, ainda, atacadas pelos que se dizem ufologistas mas que, de fato, n\u00e3o passam de meros pol\u00edticos assalariados.<\/p>\n<p>Paulo teve um acolhimento p\u00f3s-epis\u00f3dio ufol\u00f3gico bom, junto \u00e0 fam\u00edlia, colegas e conhecidos. Al\u00e9m disso, pouco ou nada sofreu com ataques da imprensa ou de outros. Isso beneficiou bastante a nossa pesquisa, pois recebemos um bom atendimento por parte da fam\u00edlia de Paulo. Pudemos contar com o seu apoio e coopera\u00e7\u00e3o para, por exemplo, obtermos o material de pesquisa bem como os endere\u00e7os das testemunhas secund\u00e1rias. A estas, na maioria, fomos apresentados pessoalmente, por defer\u00eancia dos familiares de Paulo.<\/p>\n<h3>B) Ind\u00edcios de Ordem Fisiol\u00f3gica Confirmados da Experi\u00eancia de Paulo<\/h3>\n<p>B.1) O Sr. Jos\u00e9 Coutinho, pai de Paulo, notou que seu filho estava praticamente inconsciente, ao ser encontrado no quintal. O rapaz apresentava a pele fria e roxa, e sudorese copiosa. Sua respira\u00e7\u00e3o era r\u00e1pida e arquejante. Estes s\u00e3o sintomas frequentemente observados em pessoas em estado de choque circulat\u00f3rio. (OBS. Da SBEDV: No caso, por insufici\u00eancia respirat\u00f3ria por traumatismo de outra esp\u00e9cie?)<\/p>\n<p>(Observa\u00e7\u00e3o B.1.1) Segundo o Sr. Jos\u00e9 nos relatou, foi o investigador de apelido Tarzan, \u00e0 procura de recursos m\u00e9dicos, quem levantou Paulo, j\u00e1 semiconsciente, e o tomo nos bra\u00e7os, transportando-o para o autom\u00f3vel. Este investigador manteve o estudante nos bra\u00e7os durante todo o percurso at\u00e9 o Pronto-Socorro do Tatuap\u00e9. No dia seguinte, conforme relatou posteriormente o Sr. Jos\u00e9, Tarzan apresentava-se com uma afec\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea (OBS. Da SBEDV: Bolhosa? Pruriginosa? Infiltrativa?) nos bra\u00e7os.<\/p>\n<p>(Observa\u00e7\u00e3o B2.1) Respondendo \u00e0s nossas indaga\u00e7\u00f5es, Paulo narrou que, aproximadamente um m\u00eas ap\u00f3s o epis\u00f3dio, o seu peso era de 61 kg. Antes, por\u00e9m, seu peso normal oscilava entre 55 e 56 kg. Contudo, nos meses seguintes, o peso voltou ao n\u00edvel antigo).<\/p>\n<p>B.3.) Ap\u00f3s o epis\u00f3dio, Paulo come\u00e7ou a perceber um zumbido na cabe\u00e7a, durante as aulas. Esse zumbido, entretanto, apresenta interrup\u00e7\u00f5es, como se fosse uma forma de comunica\u00e7\u00e3o ou c\u00f3digo.<\/p>\n<p>Intrigado com o fato, o estudante passou a fazer discretas indaga\u00e7\u00f5es entre seus colegas de escola, a fim de saber se tal ru\u00eddo era tamb\u00e9m ouvido por eles. Paulo constatou ent\u00e3o que seus colegas Hermano e Rubens (este com 16 anos de idade) tamb\u00e9m ouviam (na resid\u00eancia e na escola) o mesmo zumbido, com o mesmo ritmo das interrup\u00e7\u00f5es percebidas por Paulo.<\/p>\n<p>Em retrospectiva ao epis\u00f3dio, Paulo informou-nos de outro detalhe. Na noite de seu seq\u00fcestro, ele ouvira tamb\u00e9m um ru\u00eddo, durante o dia inteiro e no decorrer das aulas daquele dia. Por\u00e9m, daquela vez, tal ru\u00eddo era de tonalidade diferente: aguda e permanente. O rapaz informou tamb\u00e9m que, durante os \u00faltimos tr\u00eas anos, havia escutado ocasionalmente, na cabe\u00e7a (mesmo tapando os ouvidos), uns zumbidos parecidos com gritos de morcegos, de tonalidade alta e intensidade fraca.<\/p>\n<p>(Observa\u00e7\u00e3o B.3.1) Conforme not\u00edcia no Boletim da SBEDV n\u00ba 74\/79, p\u00e1g. 25, o boletim \u201cThe UFO Investigation\u201d, da NICAP, de Nov.\/dez.1965, divulgou os experimentos do Prof. Ingalls, da Universidade de Cornell. Segundo essas experi\u00eancias, o c\u00e9rebro humano pode perceber diretamente a um feixe radar, como som \u2013 e isto, na fronte (lobo frontal) \u2013 mesmo tapando-se os ouvidos.<\/p>\n<p>Citamos isso, para chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor para o fato de que, certas ondas, \u00e0 semelhan\u00e7a do radar, poderiam ser empregadas pelos extraterrestres em transmiss\u00e3o direta \u00e0 testemunha terrestre, impregnando diretamente a c\u00f3rtex com mensagens. Esse fen\u00f4meno poderia servir tamb\u00e9m para a tarefa de localizar determinadas pessoas, sintonizando a emiss\u00e3o com a respectiva \u201conda cerebral\u201d do indiv\u00edduo.<\/p>\n<p>Assim, aquele ru\u00eddo percebido por Paulo antes do seu seq\u00fcestro teria sido talvez um sinal de telemetria ou monitoriza\u00e7\u00e3o, por parte dos extraterrestres? (Leia-se tamb\u00e9m no boletim da SBEDV n\u00ba 104\/111, item 7: \u201cTripulantes do disco voador testam sociedade terrestre?\u201d, com um subt\u00edtulo \u2013 \u201cA localiza\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea de uma pessoa, no processo de telemetria extraterrestre\u201d.).<\/p>\n<p>George Hunt Willianson, uf\u00f3logo e arque\u00f3logo norte Americano, esteve no Rio de Janeiro, ocasi\u00e3o em que conversou com uf\u00f3logos da SBEDV. Hunt chamou a aten\u00e7\u00e3o para o fato de ser poss\u00edvel a transmiss\u00e3o de mensagens de seres extraterrestres para pessoas terrestres (que disso n\u00e3o se apercebiam).<\/p>\n<p>Essas mensagens seriam transmitidas com muita rapidez, por via telep\u00e1tica, e gravadas diretamente ao n\u00edvel das c\u00e9lulas nervosas. A transmiss\u00e3o e o conte\u00fado de tais mensagens n\u00e3o seriam percebidas conscientemente pelos terrestres receptores. Estes, apenas ouviriam, em suas cabe\u00e7as, um zumbido de tonalidade alta. Poder\u00edamos chamar este processo de uma \u201ctaqui-telepatia subliminar sonora\u201d ou, resumindo, uma \u201cTaqui-cripto-telepatia\u201d (termo da SBEDV).<\/p>\n<p>B.4) Paulo achou que o seu sistema nervoso ficou mais tranq\u00fcilo, depois de sua experi\u00eancia extraterrestre, em compara\u00e7\u00e3o com o seu estado anterior. Ele deixou, da\u00ed em diante, de ficar nervoso na ocasi\u00e3o das provas escolares e perdeu seu antigo costume de gaguejar. Tais modifica\u00e7\u00f5es devem ter sido observadas tamb\u00e9m por outras pessoas (que com ele convivem).<\/p>\n<p>(Observa\u00e7\u00e3o B.4.1) Uns 8 meses ap\u00f3s o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, Paulo notou uma acelera\u00e7\u00e3o de sua atividade card\u00edaca, com o pulso oscilando entre 110 e 120 batidas por minuto. No exame m\u00e9dico a que se submeteu, nada de anormal foi constatado, nem no eletrocardiograma, nem no funcionamento da tire\u00f3ide. Logo em seguida, houve tamb\u00e9m uma tend\u00eancia \u00e0 normaliza\u00e7\u00e3o da freq\u00fc\u00eancia dos batimentos card\u00edacos.<\/p>\n<h3>C) Ind\u00edcios de Ordem F\u00edsica Confirmados da Experi\u00eancia de Paulo<\/h3>\n<p>C.1) Nosso companheiro Carlos Artur Ribeiro da Rocha chamou-nos a aten\u00e7\u00e3o para a possibilidade de examinarmos o magnetismo da lapiseira e da caneta, met\u00e1licas, de Paulo. Estes dois objetos haviam permanecido na camisa do estudante, e portanto em seu corpo, durante todo o seq\u00fcestro. E, de fato, a lapiseira e a caneta demonstravam uma capacidade incomum de desviar o mostrador do magnet\u00f4metro (da marca R. Perrinjaquet- 18, ch.ph. de Sauvage, Ch-120 Chatelaine \u2013 Suisse), quando colocadas junto ao marcador vermelho. Com a caneta, o desvio foi at\u00e9 a marca 5. Com a lapiseira, a marca foi at\u00e9 ultrapassada. Entretanto, o rel\u00f3gio de pulso do estudante (da marca Seiko, com 17 j\u00f3ias (rubis?) causou somente um desvio do mostrador do mangt\u00f4metro, at\u00e9 a marca 1. O estranho \u00e9 que o rel\u00f3gio do pai de Paulo (da marca Universal) tamb\u00e9m demonstrou um fraco desvio (meia marca). O sr. Jos\u00e9 Coutinho procurou justificar isso pelo fato de haver comparado as horas dos dois rel\u00f3gios, colocando-os lado a lado, logo ap\u00f3s o reaparecimento de Paulo (na ocasi\u00e3o, os dois rel\u00f3gios apontavam a mesma hora).<\/p>\n<p>No dia seguinte \u00e0 volta de Paulo, o Sr. Jos\u00e9 comparou o hor\u00e1rio dos dois rel\u00f3gios, mais uma vez. Notou que o calend\u00e1rio do rel\u00f3gio de Paulo estava atrasado um dia (SBEDV: influ\u00eancia magn\u00e9tica sobre o mecanismo de propuls\u00e3o do calend\u00e1rio? Haver\u00e1, no futuro a possibilidade de uma experimenta\u00e7\u00e3o com for\u00e7a magn\u00e9tica no rel\u00f3gio de Paulo, por parte de um relojoeiro?).<\/p>\n<p>Os trincos e outras pe\u00e7as de metal da casa de Paulo n\u00e3o evidenciaram nenhum magnetismo, quando pesquisados. Gentilmente, Paulo adquiriu para n\u00f3s uma lapiseira e uma caneta id\u00eanticas \u00e0s que usava durante o seq\u00fcestro. Nesses objetos novos, n\u00e3o havia sinal de magnetismo, quando examinados pelo mesmo magnet\u00f4metro (de Perrinjacquet). Essas canetas ainda virgens (quando em futura exposi\u00e7\u00e3o a um campo magn\u00e9tico) poder\u00e3o, eventualmente, servir a uma pesquisa. Nessa ocasi\u00e3o, o magnetismo adquirido por esses objetos em futura experimenta\u00e7\u00e3o seria aferido pelo mesmo magnet\u00f4metro j\u00e1 mencionado (de Perrinjacquet). Isso, ap\u00f3s terem as duas canetas sido expostas, paulatinamente, a campos magn\u00e9ticos de diversas intensidades, em escala crescente, at\u00e9 se conseguir fixar nelas um grau id\u00eantico ao assinalado na lapiseira de Paulo. Isso permitiria uma dedu\u00e7\u00e3o, no campo da F\u00edsica, sobre a for\u00e7a dos campos magn\u00e9ticos presentes nas naves extraterrestres visitadas por Paulo.<\/p>\n<p>(Obs. Da SBEDV: Entre os colegas do nosso local de trabalho, pesquisamos o magnetismo de dez canetas met\u00e1licas, de proced\u00eancias diferentes. Em nenhuma delas encontramos tra\u00e7os de atividade magn\u00e9tica, quando postas em contato com o magnet\u00f4metro de Perrinjacquet. Tamb\u00e9m na casa da fam\u00edlia Coutinho, examinamos outras pe\u00e7as de ferro e de a\u00e7o, com resultados negativos.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi feita a pesquisa da \u201cTermoluminesc\u00eancia\u201d no material (cimento) raspado dos locais do suposto seq\u00fcestro e da \u201cdevolu\u00e7\u00e3o\u201d de Paulo. Esse material deveria ter sido comparado com a amostra \u201cteste\u201d, da mesma constitui\u00e7\u00e3o, por\u00e9m colhida em um ponto perif\u00e9rico dos locais em quest\u00e3o. Tal exame deveria ter sido realizado tamb\u00e9m at\u00e9 48 horas depois do epis\u00f3dio. Em caso positivo, isso comprovaria uma modifica\u00e7\u00e3o da intensidade de termo luminesc\u00eancia nos locais supostamente submetidos a uma irradia\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, oriunda dos recursos t\u00e9cnicos extraterrestres ou do meio de transporte utilizado pelos seq\u00fcestradores de Paulo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, sobre a maneira como Paulo teria sido transportado para a esfera luminosa, ao inv\u00e9s de um coment\u00e1rio nosso, preferimos transcrever alguns trechos instrutivos de observa\u00e7\u00e3o ufol\u00f3gica, feita por um m\u00e9dico, na ilha Gran Can\u00e1ria, Espanha.<\/p>\n<p>Os trechos referidos fazem parte da entrevista que essa testemunha, o m\u00e9dico Francisco Julio Padron L\u00e9on, deu ao uf\u00f3logo bilba\u00edno Juan Benitez. Tal entrevista foi publicada no boletim ufol\u00f3gico \u201cIns\u00f3lito\u201d, (ago\/set. 1977), do Porto, Portugal, cujo diretor \u00e9 Joaquim Fernandes.<\/p>\n<p>A seguir transcrevemos os trechos em quest\u00e3o:<\/p>\n<p>P: &#8211; E os pain\u00e9is? Alteraram-se?<\/p>\n<p>R: &#8211; Ficaram no mesmo lugar que antes. Mantiveram as mesmas dimens\u00f5es. Talvez que, com o aumento das dimens\u00f5es da esfera, aparecessem mais separados da parede da esfera. Perguntei a mim pr\u00f3prio como poderia \u201cflutuar\u201d no seio da referida esfera. N\u00e3o posso saber&#8230;<\/p>\n<p>P: &#8211; Atrav\u00e9s do objeto, viam-se a vegeta\u00e7\u00e3o e suas casas&#8230;?<\/p>\n<p>R \u2013 N\u00e3o, por uma simples raz\u00e3o. A esfera estava apenas \u00e0 esquerda da casa. Apenas via o c\u00e9u.<\/p>\n<p>P: &#8211; Que julga que aconteceria se, por exemplo, o senhor atirasse uma pedra contra o objeto?<\/p>\n<p>R: &#8211; Possivelmente, nada.<\/p>\n<p>P- A pedra ultrapassaria o objeto?<\/p>\n<p>R: &#8211; Penso que n\u00e3o. Disse-lhe j\u00e1 que a superf\u00edcie externa me pareceu ser material. Posso supor que \u201caquilo\u201d poderia ser uma s\u00e9rie de campos eletromagn\u00e9ticos rodeando os seres. N\u00e3o sei como o possa fazer, mas foi o que deduzi. Era como se rodeassem de halo para se proteger. Gostaria de ser um catedr\u00e1tico em F\u00edsica para poder saber algo mais&#8230;<\/p>\n<h3>D) Ind\u00edcios testemunhais secund\u00e1rios<\/h3>\n<p>D.1) Entrevistamos o colegial Luciano Carvejano, de 17 anos de idade, morador na Rua Mois\u00e9s Marx, n\u00ba 389. Pedimos a este rapaz que nos apontasse o local exato onde havia achado o caderno de Paulo, quando voltava de um baile junino na noite de 23 de junho. Luciano apontou o local em frente ao n\u00ba 503, conforme documenta\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica nossa. Era o mesmo trecho que Paulo nos indicara como o lugar onde fora seq\u00fcestrado. \u00c9 de se sublinhar que Paulo n\u00e3o havia mostrado tal lugar a Luciano.<\/p>\n<p>Luciano informou-nos ainda que era aproximadamente meia-noite quando passou pelo local, juntamente com quatro companheiros. Estes queriam rasgar o caderno. Por\u00e9m Luciano havia lido o nome de Paulo no Caderno e argumentou que o mesmo pertenceria a um colega seu de escola. Assim, levou o caderno para sua pr\u00f3pria casa naquela noite. L\u00e1, o caderno foi objeto de debate de Luciano e sua m\u00e3e, que chegara em seguida de volta da mesma festa junina. Conforme nos assegurou esta senhora (por acaso, a encontramos perto de sua casa durante a nossa pesquisa, ela havia pedido a seu filho que voltasse ao local onde achara o caderno de Paulo, naquela noite, \u00e0 procura de outros pertences do estudante, como carteira, etc. Luciano fez o que sua m\u00e3e lhe pedia, mas, nada achou al\u00e9m do caderno.<\/p>\n<p>No dia seguinte, \u00e0s 10 horas da manh\u00e3, Luciano foi entregar o caderno a DNA. Maria Coutinho, m\u00e3e de Paulo. Esta lhe fez v\u00e1rias perguntas: se havia recebido o caderno das m\u00e3os de Paulo, se sabia de not\u00edcias suas, se havia encontrado outros objetos do filho&#8230;<\/p>\n<p>(Observa\u00e7\u00e3o D1.1: D. Maria come\u00e7ou a chorar quando todas estas perguntas foram respondidas negativamente por Luciano. Posteriormente, soubemos pelo Sr. Jos\u00e9, pai de Paulo, que, naquele instante da entrega do caderno, toda a fam\u00edlia ficou consciente da gravidade do desaparecimento do rapaz. O Sr. Jos\u00e9 teve uma crise de nervos, chegando a chorar. O cunhado de Paulo que pertencia ao departamento de Seguran\u00e7a tamb\u00e9m ficou convencido da seriedade do caso e come\u00e7ou a agir).<\/p>\n<h3>E) Dist\u00farbios Eletromagn\u00e9ticos Observados nas Vizinhan\u00e7as do Local do Rapto<\/h3>\n<p>Depois que a hist\u00f3ria do seq\u00fcestro de Paulo tornou-se conhecida, soube-se da exist\u00eancia de v\u00e1rios outros fatos interessantes, possivelmente ligados a ela. Diversas pessoas residentes nas vizinhan\u00e7as de Paulo observaram fen\u00f4menos luminosos, nada data da volta do seq\u00fcestrado e tamb\u00e9m antes do seu rapto. Outras pessoas constataram interfer\u00eancia no funcionamento de seus aparelhos de televis\u00e3o, nessas mesmas datas. Entretanto, com a emo\u00e7\u00e3o e a alegria pelo retorno do rapaz, n\u00e3o se cuidou de anotar os nomes e os endere\u00e7os destes vizinhos. Com isso, ficamos impossibilitados de uma pesquisa ou confirma\u00e7\u00e3o posterior de tais fatsos<\/p>\n<p>E.1) Uma exce\u00e7\u00e3o foi o caso de M\u00e1rcia Maria Viana de Souza, de 16 anos de idade, estudante no mesmo col\u00e9gio de Paulo. M\u00e1rcia reside a uma dist\u00e2ncia de aproximadamente 200 metros acima de Paulo, na Rua J\u00falio Cola\u00e7o, n\u00ba 294. Ela nos relatou que chegara \u00e0 casa cerca de 15 minutos antes da meia noite, na data do seq\u00fcestro de Paulo. Assim que entrou em casa, M\u00e1rcia colocou de lado o seu material escolar, no que acredita ter lavado 15 segundos. Em seguida, ligou o seu aparelho de televis\u00e3o, para ver um filme (geralmente, o escolhido \u00e9 o Canal 5). Durante cerca de cinco minutos, ela assistiu ao filme. Nesse instante, o alto falante do televisor come\u00e7ou a produzir determinado som. O ru\u00eddo era semelhante ao que se ouve antes de uma destrui\u00e7\u00e3o da v\u00e1lvula do \u00e9cran. Ao mesmo tempo, em que a imagem desaparecesse por completo da tela, surgiram no v\u00eddeo riscos paralelos, em diagonal. M\u00e1rcia olhou para fora da porta da casa, a fim de descobrir se havia algum curto circuito nos fios externos da eletricidade ou alguma anormalidade na antena do aparelho de televis\u00e3o. Quando a estudante voltou ao interior da casa, o televisor j\u00e1 havia voltado ao normal. Mesmo assim, M\u00e1rcia ficou assustada e resolveu deslig\u00e1-lo.<\/p>\n<h3>F) Fen\u00f4menos Luminosos voadores observados na Data do Reaparecimento de Paulo<\/h3>\n<p>F.1) D. Virg\u00edlia Alves Costa descreveu-nos um fen\u00f4meno que observou no dia 24 de junho. Esta senhora reside na Rua Julio Cola\u00e7o, n\u00ba 510, distante cerca de 150m da casa de Paulo. Aproximadamente \u00e0s 19 horas do dia 24 de junho, D. Virgilia viu uma bola luminosa \u201cfeita de uma lua cheia\u201d, pairando acima da antena de televis\u00e3o da casa de Paulo (localizada perto do port\u00e3o de entrada). A princ\u00edpio D. Virg\u00edlia acreditou tratar-se de um bal\u00e3o de festejos juninos. Essa bola ficou parada no mesmo lugar durante uns 5 minutos. Depois, elevou-se nos ares, para desaparecer em seguida. D. Virg\u00edlia chamou ainda uma de suas filhas, professora, de 28 anos de idade, que tamb\u00e9m testemunhou a subida da esfera luminosa.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, D. Virg\u00edlia comentou: \u201cO filho de D. Maria (m\u00e3e de Paulo) est\u00e1 desaparecido e eu estou preocupada&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>O reaparecimento de Paulo deu-se aproximadamente \u00e0s 20 horas. Uma outra filha de D. Virg\u00edlia, chamada Marly, atestou por\u00e9m que o fen\u00f4meno luminoso ocorrera realmente \u00e0s 19 horas. Marly afirmou isso porque estava se preparando para ir \u00e0 escola naquela hora exata.<\/p>\n<p>D. Virg\u00edlia levou cerca de sete meses para narrar o fen\u00f4meno que observara \u00e0 fam\u00edlia de Paulo. Ela justificou o atraso em comunicar este dado t\u00e3o importante pelo receio que sentira de se ver ridicularizada por terceiros.<\/p>\n<p>F.2) Procuramos ainda confirmar interessantes pesquisas feitas por dois policiais, apelidados de Foguinho e Pardal. Eles descobriram que duas estudantes da escola de Paulo, chamadas N\u00eddia e Celina, tamb\u00e9m viram uma luz que percorria o c\u00e9u, na hora do reaparecimento do rapaz seq\u00fcestrado. Na ocasi\u00e3o, uma delas teria comentado: \u201cSer\u00e1 que Paulo estar\u00e1 l\u00e1 dentro (da luz)?<\/p>\n<p>Fomos entrevistar N\u00eddia em sua resid\u00eancia, que fica na rua Dr. Edgard de Sousa, n\u00ba 910, nas vizinhan\u00e7as da Igreja de S\u00e3o Pedro. A mo\u00e7a confirmou todo o epis\u00f3dio relatado pelos policiais. Acrescento ainda que a luz avistada por ela e Celina \u00e0s 19 horas encontrava-se a uma altura aproximada de 70 graus do horizonte. Aparentemente, a luz veio da dire\u00e7\u00e3o norte e ficou parada no ar durante alguns minutos. Em seguida, afastou-se e desapareceu por completo.<\/p>\n<h3>G) Fen\u00f4menos luminosos observados antes do seq\u00fcestro de Paulo<\/h3>\n<p>\u00c1lvaro, estudante de 21 anos de idade, relatou-nos que foi testemunha de um fen\u00f4meno ocorrido cerca de duas ou tr\u00eas semanas antes do seq\u00fcestro de Paulo. Este estudante mora duas casas abaixo da resid\u00eancia de Paulo. Na ocasi\u00e3o, \u00c1lvaro chegou a casa, da escola, aproximadamente \u00e0s 23:30 hs. Ao abrir a porta de entrada, ele avistou uma luz forte e ofuscante, localizada atr\u00e1s de uma pereira. Esta \u00e1rvore tem cerca de 5 metros de altura e fica no jardim dos fundos da casa. Pela janela do banheiro, que fica nos fundos da casa, \u00c1lvaro procurou observar o fen\u00f4meno. Contudo nada mais avistou. Nos dias que se seguiram, ele narrou o epis\u00f3dio aos seus pais.<\/p>\n<p>Obs G.1 Atrav\u00e9s do pai de Paulo, soubemos de outro fen\u00f4meno. Um outro filho deste senhor, chamado Luiz, mora a uns 150 metros abaixo da casa de Paulo. Segundo Luiz contou a seu pai, uma vizinha avistara uma luz voando a baixa altura, aproximadamente um m\u00eas antes do seq\u00fcestro de Paulo. Essa vizinha chamou pelo marido, para que ele tamb\u00e9m observasse o fen\u00f4meno. Entretanto, quando este senhor chegou, a luz j\u00e1 havia desaparecido.<\/p>\n<h3>H) Fen\u00f4menos luminosos Ap\u00f3s o Sequestro de Paulo<\/h3>\n<p>H.1) Paulo relatou-nos que ele e sua namorada avistaram um fen\u00f4meno luminoso, aproximadamente vinte dias ap\u00f3s o sequestro. J\u00e1 era noite e os dois estavam sentados no jardim da casa da mo\u00e7a, que mora tamb\u00e9m no mesmo bairro de Paulo. Ambos viram uma luz, a um \u00e2ngulo de aproximadamente 50 graus acima do horizonte. Essa luz baixou e aproximou-se at\u00e9 a uma dist\u00e2ncia de uns 50 a 100 metros de Paulo. A mo\u00e7a, por medo ou por ter sido chamado para dentro da casa, havia se afastado antes dessa aproxima\u00e7\u00e3o maior. Pela forma e pelas dimens\u00f5es que a luminosidade apresentava, Paulo reconheceu nela a mesma massa que o havia seq\u00fcestrado antes. O rapaz temeu um novo rapto&#8230; e em hora impr\u00f3pria! Assim, concentrou seus pensamentos no sentido de repelir tal possibilidade. E, de fato, logo a seguir, a esfera luminosa come\u00e7ou a distanciar-se at\u00e9 desaparecer de todo.<\/p>\n<p>H.2) Cerca de dez semanas depois do seq\u00fcestro de Paulo, foi observado, nesta mesma casa, outro estranho fen\u00f4meno luminoso. O fato ocorreu na noite de 7 de setembro. Eram cerca de 22:30 hs, quando intensa luminosidade projetou-se para o interior da casa, atrav\u00e9s da janela da cozinha. Este fato n\u00e3o poderia ter sido causado por qualquer ve\u00edculo que passasse pela rua. Isto, porque aquela depend\u00eancia da casa \u00e9 completamente afastada da rua, separada por outras edifica\u00e7\u00f5es que se erguem na vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<p>H.3) O pai de Paulo relatou-nos que, alertado pelo seq\u00fcestro do filho, costumava posteriormente perscrutar o c\u00e9u. Assim, havia decorrido tr\u00eas semanas ap\u00f3s o rapto de Paulo, quando certo dia, aproximadamente \u00e0s 13:30 hs, o Sr. Jose Coutinho observou um fen\u00f4meno estranho no c\u00e9u. Tratava-se de um objeto de forma triangular, de apar\u00eancia met\u00e1lica, que se afastou lentamente at\u00e9 perder-se de vista. O fato durou cerca de 40 a 50 segundos.<\/p>\n<h3>I) Outras luzes observadas pela fam\u00edlia Coutinho<\/h3>\n<p>I. 1) D. Maria Coutinho relatou-nos um fen\u00f4meno que aconteceu nas v\u00e9speras do nascimento de seu filho Paulo. Este nasceu \u00e0s 2hs da madrugada do dia 10 de setembro de 1958, por opera\u00e7\u00e3o cesariana. O epis\u00f3dio narrado por D. Maria sucedeu no dia 9 de setembro de 1958, entre 13 e 14 hs. Naquele dia, o c\u00e9u estava nublado e uma tempestade amea\u00e7ava desabar. Nesta ocasi\u00e3o, D. Maria avistou no c\u00e9u uma bola voadora de apar\u00eancia met\u00e1lica. Logo em seguida, o objeto voador desapareceu no espa\u00e7o. Carlos, o irm\u00e3o mais velho de Paulo, contando cerca de 8 anos de idade naquela ocasi\u00e3o, taxou o objeto de disco voador. Conforme nos relatou, o Sr. Jos\u00e9 Coutinho tamb\u00e9m avistou o fen\u00f4meno, ao ser alertado pela esposa.<\/p>\n<p>I.2) Paulo contou-nos ainda outro fato ocorrido certa noite, em janeiro de 1972. Naquele momento, ele estava se despedindo de uma antiga namorada, que ia mudar-se para longe. O jovem par fez ent\u00e3o um pacto de se recordarem mutuamente, em determinada hora da noite, quando estivessem distantes um do outro. Para facilitar essa comunh\u00e3o de pensamentos, ambos combinaram que sempre olhariam uma mesma estrela, com tal finalidade. Naquele instante, os dois escolheram uma, dentre as outras estrelas do firmamento. Grande foi a surpresa do casal ao ver que, daquela \u201cestrela\u201d, desprendeu-se um ponto luminoso que se movimentou em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra. Chamado \u00e0s pressas, o pai de Paulo tamb\u00e9m chegou a presenciar o fen\u00f4meno, segundo nos afirmou depois.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_3129\" style=\"width: 495px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3129\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3129 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa.jpg\" alt=\"\" width=\"485\" height=\"383\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa.jpg 485w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa-400x316.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa-250x197.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa-150x118.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa-50x39.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/casa-100x79.jpg 100w, 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Paulo Coutinho.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3128\" style=\"width: 478px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3128\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3128 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho.jpg\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"415\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho.jpg 468w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho-400x355.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho-250x222.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho-150x133.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho-50x44.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/aparelho-100x89.jpg 100w, 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OVNI.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3133\" style=\"width: 635px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3133\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3133 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p.jpg\" alt=\"\" width=\"625\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p.jpg 625w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-400x233.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-250x146.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-150x87.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-50x29.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-100x58.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/p-200x116.jpg 200w, 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height=\"1532\" \/><p id=\"caption-attachment-3134\" class=\"wp-caption-text\">Declara\u00e7\u00e3o de atendimento de Paulo Coutinho em 24 de junho de 1976.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3137\" style=\"width: 957px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3137\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3137 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4.gif\" alt=\"\" width=\"947\" height=\"663\" \/><p id=\"caption-attachment-3137\" class=\"wp-caption-text\">Mapa estelar que foi mostrado \u00e0 Paulo Coutinho durante sua experi\u00eancia. O mapa foi mostrado a partir de uma tela. A seta aponta a prov\u00e1vel origem destes seres, segundo Paulo Coutinho.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3136\" style=\"width: 418px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3136\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3136 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3.jpg\" alt=\"\" width=\"408\" height=\"355\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3.jpg 408w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-400x348.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-250x218.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-150x131.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-50x44.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-100x87.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-200x174.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-300x261.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3-350x305.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 408px) 100vw, 408px\" \/><p id=\"caption-attachment-3136\" class=\"wp-caption-text\">Luciano apontando o local onde encontrou o material escolar de Paulo Coutinho.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3138\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3138\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3138 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4.jpg\" alt=\"\" width=\"490\" height=\"655\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4.jpg 490w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-400x535.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-250x334.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-150x201.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-50x67.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-100x134.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-200x267.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-300x401.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-350x468.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti4-450x602.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 490px) 100vw, 490px\" \/><p id=\"caption-attachment-3138\" class=\"wp-caption-text\">Reconstitui\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio. Paulo de frente para a c\u00e2mera. A seta branca indica o human\u00f3ide. Ao fundo, a igreja de S\u00e3o Pedro.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3139\" style=\"width: 477px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3139\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3139 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti5.gif\" alt=\"\" width=\"467\" height=\"483\" \/><p id=\"caption-attachment-3139\" class=\"wp-caption-text\">Reconstitui\u00e7\u00e3o do momento em que o pai de Paulo o encontra ca\u00eddo no corredor lateral no terreno da fam\u00edlia.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3140\" style=\"width: 972px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3140\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3140 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti6.gif\" alt=\"\" width=\"962\" height=\"282\" \/><p id=\"caption-attachment-3140\" class=\"wp-caption-text\">Planta esquem\u00e1tica da casa de Paulo.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3141\" style=\"width: 508px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3141\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3141 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti7.gif\" alt=\"\" width=\"498\" height=\"505\" \/><p id=\"caption-attachment-3141\" class=\"wp-caption-text\">Magnet\u00f4metro indicando varia\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica na lapiseira de Paulo Coutinho.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3142\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3142\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3142 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8.jpg\" alt=\"\" width=\"490\" height=\"647\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8.jpg 490w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-400x528.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-250x330.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-150x198.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-50x66.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-100x132.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-200x264.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-300x396.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-350x462.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti8-450x594.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 490px) 100vw, 490px\" \/><p id=\"caption-attachment-3142\" class=\"wp-caption-text\">Paulo Coutinho, \u00e0 esquerda e seu pai, \u00e0 direita.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3135\" style=\"width: 863px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3135\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3135 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/pcouti3.gif\" alt=\"\" width=\"853\" height=\"720\" \/><p id=\"caption-attachment-3135\" class=\"wp-caption-text\">Desenho, presente no boletim da SBEDV dos intrumentos observados a bordo do OVNI.<\/p><\/div>\n<h2><\/h2>\n<h2><\/h2>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<div>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_126_128.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores \u2013 Ed. 126_128<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um impressionante caso de abdu\u00e7\u00e3o do jovem Paulo Coutinho, ocorrido no bairro Aricanduva, em S\u00e3o Paulo (SP), em 23 de junho de 1976. Com textos da SBEDV Na noite de 23 de julho de 1976, a fam\u00edlia de um jovem estudante do bairro Aricanduva, em S\u00e3o Paulo, vive momentos de ang\u00fastia. Seu filho, Paulo Coutinho, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":3127,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[105],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3126"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3126"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3126\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6902,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3126\/revisions\/6902"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3127"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3126"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3126"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3126"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}