{"id":3339,"date":"2022-03-15T13:33:39","date_gmt":"2022-03-15T16:33:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=3339"},"modified":"2025-04-22T13:19:56","modified_gmt":"2025-04-22T16:19:56","slug":"ufos-no-espaco-e-ate-na-lua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/ufos-no-espaco-e-ate-na-lua\/","title":{"rendered":"UFOs no Espa\u00e7o e At\u00e9 na Lua"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Fotografias e documentos in\u00e9ditos da NASA comprovam: astronautas sempre foram acompanhados por UFOs no espa\u00e7o.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>Artigo de Jackson Luiz Camargo, originalmente publicado na revista UFO, edi\u00e7\u00e3o 277 , de fevereiro de 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por d\u00e9cadas uf\u00f3logos de todo o planeta buscaram informa\u00e7\u00f5es e provas sobre avistamentos de UFOs durante miss\u00f5es espaciais dos Estados Unidos. Apesar de conseguir algumas poucas fotografias, declara\u00e7\u00f5es de astronautas e curtos trechos de di\u00e1logos travados durante estes encontros espaciais, eles mantiveram a esperan\u00e7a de um dia poder conhecer mais profundamente estes casos.<\/p>\n<p>Eis que, ap\u00f3s um longo tempo, o trabalho e a paci\u00eancia dos uf\u00f3logos foi recompensada gra\u00e7as \u00e0 iniciativa de ag\u00eancias independentes que tiveram acesso aos negativos originais de fotos dos programas Mercury, Gemini e Apollo. S\u00e3o dezenas de milhares de fotografias escaneadas em alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o e disponibilizadas gratuitamente em sites na Internet: o Flickr Apollo Archives (<a href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/projectapolloarchive\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.flickr.com\/photos\/projectapolloarchive\/<\/a>) e o Tothemoon (<a href=\"https:\/\/tothemoon.ser.asu.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/tothemoon.ser.asu.edu\/<\/a>), lan\u00e7ados no segundo semestre de 2015. Al\u00e9m destes dois acervos, a NASA desclassificou transcri\u00e7\u00f5es completas das comunica\u00e7\u00f5es travadas em miss\u00f5es tr\u00eas programas espaciais, disponibilizando-os no site do Johnson Space Center (<a href=\"https:\/\/historycollection.jsc.nasa.gov\/JSCHistoryPortal\/history\/mission_trans\/mission_transcripts.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/historycollection.jsc.nasa.gov\/JSCHistoryPortal\/history\/mission_trans\/mission_transcripts.htm<\/a>). Agora, tais acervos nos permitem conhecer centenas de fatos ufol\u00f3gicos ocorridos no espa\u00e7o, que antes eram omitidos pela ag\u00eancia espacial, sendo tamb\u00e9m desconhecidos da comunidade ufol\u00f3gica internacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Os Primeiros Registros<\/h3>\n<p>O Programa Mercury foi o primeiro projeto espacial tripulado da NASA, que tinha por objetivo garantir a superioridade espacial norte-americana. Cada c\u00e1psula tinha capacidade para realizar manobras na \u00f3rbita da Terra, tendo a bordo apenas um astronauta.<\/p>\n<p>Desde a d\u00e9cada de 1960, sabe-se que astronautas deste programa tiveram avistamentos de UFOs no espa\u00e7o. Fato confirmado por membros do programa e por duas fotografias de um estranho objeto alongado, obtidas durante a miss\u00e3o Mercury 7, que acabaram vazando para a imprensa. Agora, com a divulga\u00e7\u00e3o das fotos da miss\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel conhecer tais fatos e muitos outros. No acervo fotogr\u00e1fico dispon\u00edvel no site Tothemoon, encontram-se as fotografias obtidas ao longo do Programa Mercury e v\u00e1rias delas registram UFOs. Estas imagens s\u00e3o bem interessantes, pois mostram que as intelig\u00eancias por tr\u00e1s dos UFOs de fato acompanham nossos passos na explora\u00e7\u00e3o espacial. J\u00e1 nas primeiras miss\u00f5es espaciais houve registros de UFOs, como mostra a fotografia MR-2-13009-176, da Mercury 2.<\/p>\n<div id=\"attachment_3342\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3342\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3342 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/MR-2-13009-176-903x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3342\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia MR-2-13009-176, da Mercury 2, onde observa-se a presen\u00e7a de dois objetos luminosos, de cor esverdeada, acompanhando a c\u00e1psula espacial. Cr\u00e9ditos: ToTheMoon.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na foto, observa-se a presen\u00e7a de dois objetos luminosos, de cor esverdeada, acompanhando a c\u00e1psula espacial. Em outra fotografia, da miss\u00e3o Mercury 3, observa-se uma marca\u00e7\u00e3o \u00e0 caneta com a identifica\u00e7\u00e3o da fotografia e um sinal apontando um objeto luminoso alongado, de cor azulada, posicionado numa altitude superior ao da c\u00e1psula, como se estivesse monitorando o processo de lan\u00e7amento espacial. Isso sugere que o pr\u00f3prio t\u00e9cnico da NASA que revelou as imagens impressionou-se com a presen\u00e7a de tal objeto. E embora estas fotografias j\u00e1 chamassem a aten\u00e7\u00e3o pela sua qualidade e nitidez, outras ainda mais impressionantes foram obtidas mais tarde. \u00c9 o caso de uma fotografia, obtida na miss\u00e3o Mercury 4, em julho de 1961. A foto MA-4-4713-075, registra a superf\u00edcie da Terra e nela pode-se ver nitidamente, contra o azul do Oceano Pac\u00edfico, um objeto s\u00f3lido, de formato circular. Inclusive, o padr\u00e3o de luz e sombra das nuvens e do objeto s\u00e3o coincidentes, confirmando a veracidade da imagem. Outra fotografia impressionante foi obtida pela Mercury 5, em novembro de 1961. A fotografia, identificada como MA-5-4712-158, registra um UFO luminoso em \u00f3rbita da Terra. A qualidade da fotografia \u00e9 excelente, permitindo ver detalhes da estrutura externa do objeto.<\/p>\n<div id=\"attachment_3343\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3343\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3343 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/MA-4-4713-075-903x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3343\" class=\"wp-caption-text\">Estranho objeto fotografado na miss\u00e3o Mercury 4. O padr\u00e3o de ilumina\u00e7\u00e3o e sombreamento do objeto \u00e9 o mesmo do restante da fotografia, confirmando que o objeto era um elemento f\u00edsico no momento do registro.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px;\">Em maio de 1962, a NASA realizou o lan\u00e7amento da Mercury 7, com o astronauta Scott Carpenter. Nesta miss\u00e3o, um UFO cil\u00edndrico aproximou-se da c\u00e1psula e em dado momento soltou um objeto menor. Ambos os objetos foram registrados nas fotografias MA-7-6795-039 e MA-7-6795-040. Em uma terceira imagem, identificada como MA-7-6795-158, se observa outro UFO luminoso pr\u00f3ximo \u00e0 Mercury.<\/span>Esta sequ\u00eancia de fatos deixou a NASA e autoridades americanas impressionadas, pois as miss\u00f5es espaciais estavam sendo acompanhadas com muito interesse, por objetos, de origem desconhecida, que apresentavam comportamento inteligente e dispunham de tecnologia muito avan\u00e7ada. Mas seguindo suas diretrizes de sigilo, nada poderia ser relatado ou confirmado ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>A \u00faltima miss\u00e3o do programa, a Mercury 9, foi lan\u00e7ada em maio de 1963, com o astronauta Gordon Cooper. Durante o voo, ele observou e fotografou um objeto de cor esverdeada que possu\u00eda algo como uma cauda de cor avermelhada. A esta\u00e7\u00e3o de rastreamento da NASA, em Muchea, na Austr\u00e1lia, captou o UFO e aproximadamente 200 pessoas presentes na esta\u00e7\u00e3o sa\u00edram das instala\u00e7\u00f5es e viram, a olho nu, a c\u00e1psula passando no c\u00e9u, acompanhada por um objeto visivelmente maior e mais luminoso. Coincid\u00eancia ou n\u00e3o, um curto circuito deixou inoperante o seu sistema de estabiliza\u00e7\u00e3o e controle, obrigando o astronauta a assumir o controle manual. Apesar do contratempo, todos os objetivos da miss\u00e3o foram alcan\u00e7ados. Dias depois, um relat\u00f3rio foi elaborado e enviado ao Centro de Intelig\u00eancia T\u00e9cnica Avan\u00e7ada, da For\u00e7a A\u00e9rea Americana, que investigava casos ufol\u00f3gicos. Al\u00e9m disso, a NASA determinou que o astronauta n\u00e3o comentasse nada al\u00e9m do que o jornalista da NASA, John Chancellor, iria noticiar. Apesar disso, o fato ficou amplamente conhecido no meio ufol\u00f3gico e Gordon Cooper foi v\u00e1rias vezes questionado publicamente a respeito do caso, inicialmente negando-o, mas depois admitindo tal experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Com este tema sendo abordado na m\u00eddia, tanto a NASA quanto o p\u00fablico voltaram suas aten\u00e7\u00f5es para cada nova miss\u00e3o espacial \u00e0 espera de novos fatos interessantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Os Casos Continuam<\/h3>\n<p>Ap\u00f3s o Programa Mercury, a NASA conduziu o Programa Gemini, com o objetivo de realizar pesquisas, testes de equipamentos e manobras, al\u00e9m de realizar as primeiras caminhadas espaciais, que eram de extrema import\u00e2ncia para os voos espaciais tripulados \u00e0 Lua, cujos preparativos j\u00e1 estavam em andamento.<\/p>\n<p>Quase todos os voos espaciais do programa estiveram \u00e0s voltas com o fen\u00f4meno UFO, resultando em dezenas de bel\u00edssimas fotografias destes objetos, ou mesmo v\u00e1rios e v\u00e1rios di\u00e1logos travados entre astronautas e controladores de voo, na Terra. Em muitos casos, \u00e9 poss\u00edvel cruzar informa\u00e7\u00f5es contidas nas transcri\u00e7\u00f5es com as fotografias dispon\u00edveis, permitindo entender a sequencia de eventos ocorridos nestas miss\u00f5es.<\/p>\n<p>A Gemini IV, por exemplo, foi lan\u00e7ada em junho de 1965, com os astronautas James McDivitt e Edward White, com o objetivo de realizar testes de navega\u00e7\u00e3o espacial. A miss\u00e3o \u00e9 famosa no meio ufol\u00f3gico devido a um filme feito pelos tripulantes mostrando um UFO, com proje\u00e7\u00f5es laterais, semelhantes a antenas. Minutos mais tarde, os astronautas avistaram dois outros objetos semelhantes sobre a regi\u00e3o do Caribe. Devido ao contexto da Guerra Fria, das informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas envolvidas e da ocorr\u00eancia de fatos ufol\u00f3gicos nestas miss\u00f5es, os di\u00e1logos entre astronautas e os controladores em Terra foram censurados e classificados como confidenciais. No entanto, informantes da pr\u00f3pria ag\u00eancia espacial vazaram trechos da comunica\u00e7\u00e3o para a imprensa e a NASA viu-se obrigada a comentar a respeito, emitindo uma nota onde afirma que McDivitt e White tinham visto apenas o sat\u00e9lite Pegasus, que tamb\u00e9m era grande e possu\u00eda longos pain\u00e9is solares. No entanto, a declara\u00e7\u00e3o foi rapidamente refutada, pois bastava verificar a trajet\u00f3ria de voo do Pegasus para confirmar que ele se encontrava no lado oposto do planeta Terra, sendo imposs\u00edvel ser avistado da c\u00e1psula. Pressionada novamente, a NASA emitiu outra nota, reconhecendo o erro, mas n\u00e3o explicando o que era o objeto observado. Posteriormente, os astronautas reconheceram publicamente o fato como inexplic\u00e1vel, pois n\u00e3o podiam identificar com exatid\u00e3o o que haviam visto.<\/p>\n<p>O documento Gemini IV Air-to-Ground and Onboard Service cont\u00e9m as transcri\u00e7\u00f5es das comunica\u00e7\u00f5es entre os astronautas e o Centro de Controle. Avistamentos de UFOs s\u00e3o relatados nas p\u00e1ginas 134, 137, 158, 160, 195 e 196 deste documento. Em um dos trechos, Ed White avistou um \u201cfogo negro\u201d na superf\u00edcie da Terra e tentou fotograf\u00e1-lo com uma c\u00e2mera Hasselblad que imediatamente apresentou algum problema. Em seguida, ele tentou filmar, mas a c\u00e2mera Maurer tamb\u00e9m n\u00e3o funcionou. Por fim, ele tentou usar um sextante instalado a bordo da c\u00e1psula, mas o aparelho tamb\u00e9m falhou sem uma causa aparente. Assim, real identidade do objeto permaneceu um mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>A Gemini V, foi lan\u00e7ada em agosto de 1965, com os astronautas Gordon Cooper e Charles Conrad, que tamb\u00e9m registraram UFOs no espa\u00e7o. H\u00e1 anos circula no meio ufol\u00f3gico trechos de comunica\u00e7\u00f5es, atribu\u00eddas \u00e0 miss\u00e3o, referentes a um avistamento ocorrido em 24 de agosto de 1965. Estas comunica\u00e7\u00f5es est\u00e3o presentes na p\u00e1gina 317, do documento Gemini V Air-to-Ground Transcription, onde percebe-se que embora os astronautas n\u00e3o tenham observado diretamente o UFO, este foi registrado por radares instalados na superf\u00edcie terrestre.<\/p>\n<p>Todas as fotografias obtidas pelos astronautas est\u00e3o dispon\u00edveis, gratuitamente, no site ToTheMoon, em alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o. Entre estas, existem 9 fotografias que registram objetos luminosos ou s\u00f3lidos, de origem desconhecida, pr\u00f3ximos \u00e0 c\u00e1psula espacial. Duas fotografias, identificadas como GT5-50603-011_G05-U e GT5-50603-012_G05-U s\u00e3o particularmente interessantes, pois apresentam um grande objeto luminoso, esf\u00e9rico, acompanhando a c\u00e1psula.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o fim da miss\u00e3o, a NASA realizou uma reuni\u00e3o confidencial com os astronautas, para definir procedimentos para contornar os problemas causados pelos vazamentos das comunica\u00e7\u00f5es. Uma das a\u00e7\u00f5es adotadas foi a ado\u00e7\u00e3o de c\u00f3digos para se referir aos objetos e avistamentos registrados durante os voos espaciais. Assim o acobertamento sobre fatos ufol\u00f3gicos intensificou-se, embora estas a\u00e7\u00f5es n\u00e3o impedissem o vazamento de novas informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em dezembro de 1965, foi ao espa\u00e7o a Gemini VI, com os astronautas Walter Schirra e Thomas Stafford, que fotografaram um objeto em forma de bumerangue que aproximou-se da c\u00e1psula espacial. A fotografia, identificada como S65-63203_G06-H, tamb\u00e9m est\u00e1 dispon\u00edvel no site Tothemoon.<\/p>\n<div id=\"attachment_3346\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3346\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3346 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/S65-63203_G06-H-903x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3346\" class=\"wp-caption-text\">Objeto em forma de bumerangue, no espa\u00e7o, pr\u00f3ximo \u00e0 Gemini 6. Percebem-se detalhes externos no objeto.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A miss\u00e3o seguinte, Gemini VII, tamb\u00e9m foi ao espa\u00e7o em dezembro de 1965. Em \u00f3rbita, os astronautas avistaram e informaram aos controladores sobre a presen\u00e7a de um UFO. A transcri\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es trocadas na ocasi\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel no documento Gemini VII Composite Air-to-Ground and Onboard Voice Tape Transcription, Vol. 2, dispon\u00edvel no site do Johnson Space Center. Al\u00e9m disso, os astronautas fizeram doze fotografias de UFOs no espa\u00e7o. Tr\u00eas delas mostram claramente objetos em forma de disco, enquanto outras tr\u00eas registram um objeto luminoso que deslocava-se em alta velocidade nas proximidades da c\u00e1psula espacial. A trajet\u00f3ria de voo do objeto, em zig-zag, ficou registrada em duas fotografias.<\/p>\n<div id=\"attachment_3347\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3347\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3347 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/S65-65242_G07-H_f-903x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3347\" class=\"wp-caption-text\">Objeto luminoso, pr\u00f3ximo \u00e0 Gemini 7. A trajet\u00f3ria do objeto ficou registrada na fotografia. Percebe-se nitidamente um movimento em zig-zag.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em junho de 1966 foi lan\u00e7ada a Gemini IX, com Thomas Stafford e Eugene Cernan, que tamb\u00e9m fizeram fotografias de UFOs no espa\u00e7o. A fotografia S66-38322_G09-H, por exemplo, registra um objeto em forma de disco, de cor laranja, pr\u00f3ximo \u00e0 c\u00e1psula com os astronautas. Outra fotografia interessante \u00e9 a S66-38323_G09-H, onde observa-se outro UFO, de formato lenticular, muito brilhante a curta dist\u00e2ncia da Gemini. Segundo a NASA, tal objeto seria provavelmente a Lua, fotografada com superexposi\u00e7\u00e3o. Entretanto, o objeto vis\u00edvel na foto n\u00e3o tinha formato circular, como seria de se esperar. Al\u00e9m disso, ele apresentava um intenso brilho azulado, enquanto que a Lua apresenta um brilho acinzentado, quase branco. Assim, a real identidade do objeto fotografado permanece um mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3348\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3348\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3348 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/S66-38323_G09-H_f-903x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3348\" class=\"wp-caption-text\">Objeto intensamente luminoso, pr\u00f3ximo \u00e0 Gemini 9. A NASA alega que o objeto registrado era a Lua.<\/p><\/div>\n<p>A miss\u00e3o seguinte, a Gemini X, foi lan\u00e7ada em julho de 1966, com os astronautas John Young e Michael Collins. Logo ap\u00f3s entrar em \u00f3rbita, Collins observou um objeto luminoso que o impressionou muito. O documento Gemini X Composite Air-to-Ground and Onboard Voice Tape Transcription cont\u00e9m todos os di\u00e1logos travados por ocasi\u00e3o do avistamento. No acervo fotogr\u00e1fico da miss\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel encontrar v\u00e1rias fotografias do UFO feitas por Collins. Sem condi\u00e7\u00f5es de explicar tais registros \u00e0 opini\u00e3o p\u00fablica, a NASA limitou-se a mant\u00ea-las sob sigilo.<\/p>\n<p>A ultima miss\u00e3o do programa Gemini ocorreu em novembro de 1966, com a Gemini XII, com os astronautas Edwin Aldrin e James Lovell, que obtiveram dezenas de fotografias documentando o surgimento de sete objetos multicoloridos na \u00f3rbita da Terra. A impressionante sequencia pode ser encontrada tamb\u00e9m no site Tothemoon.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Mensagens em C\u00f3digo<\/h3>\n<p>Maurice Chatellain, especialista de comunica\u00e7\u00e3o da NASA, revelou que existiam v\u00e1rias palavras-c\u00f3digos para se referir \u00e0 avistamentos de UFOs no espa\u00e7o. Ele, que era como uma esp\u00e9cie de treinador psicol\u00f3gico dos astronautas norte-americanos, declarou:<\/p>\n<p style=\"text-align: center; padding-left: 40px;\"><em>\u201cOs astronautas viram coisas que n\u00e3o podem comentar com ningu\u00e9m fora da NASA. No entanto, todos os voos das miss\u00f5es Apollo e Gemini foram seguidos por espa\u00e7onaves de origem extraterrestre.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Os documentos da NASA confirmam a ado\u00e7\u00e3o de c\u00f3digos para referir-se \u00e0 UFOS no espa\u00e7o. O termo fire (fogo), por exemplo, foi usado pelos astronautas da Gemini IV, enquanto o termo bogey foi usado nas miss\u00f5es Gemini VII, VIII e X. O termo Papai Noel foi usado em miss\u00f5es Apollo. Em alguns casos o astronauta simplesmente o descreveu como uma luz ou estrela, de brilho intenso e de aspecto diferente dos demais objetos espaciais.<\/p>\n<p>Estes fatos levaram a NASA a impor diretrizes de sigilo mais diretas, o que inclu\u00eda omitir fotografias, v\u00eddeos e transcri\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de aplicar san\u00e7\u00f5es a astronautas que relatassem fatos ufol\u00f3gicos ocorridos no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o t\u00e9rmino do Programa Gemini, a NASA deu inicio ao Programa Apollo, cujo objetivo m\u00e1ximo era realizar pousos tripulados na superf\u00edcie lunar. A Apollo 7 foi a primeira miss\u00e3o tripulada do programa, lan\u00e7ada em outubro de 1968, para testar o M\u00f3dulo de Comando. Era tripulada por Walter Schirra, Don Eisele e Walter Cunninghan. No espa\u00e7o, foram feitas 533 fotografias, que atualmente est\u00e3o dispon\u00edveis no site Tothemoon, em alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_3349\" style=\"width: 924px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3349\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3349 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AS10-35-5194-914x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"914\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3349\" class=\"wp-caption-text\">Objeto em formato de disco, com aspecto met\u00e1lico, fotografado na \u00f3rbita da Lua, pelos astronautas da Apollo 10.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Destas, 19 registram UFOs na \u00f3rbita da Terra, sendo duas fotografias especialmente interessantes. A primeira foi obtida logo ap\u00f3s a nave entrar em \u00f3rbita. Conforme se observa na transcri\u00e7\u00e3o dos di\u00e1logos, os astronautas desfrutavam de momentos de descanso e contemplavam nosso planeta pelas janelas da nave, quando puderam observar dois objetos luminosos contra a superf\u00edcie do planeta. Cunninghan portava uma c\u00e2mera e fez um registro destas luzes. A fotografia, identificada como AS07-03-1512, registra os dois objetos luminosos observados na ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Na segunda fotografia, identificada como AS07-03-1527, observa-se o adaptador do foguete e ao fundo, contra a superf\u00edcie terrestre, um objeto id\u00eantico ao chamado Black Knight. Este misterioso objeto chamou a aten\u00e7\u00e3o da comunidade ufol\u00f3gica em 2014, ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o de imagens de uma miss\u00e3o do \u00d4nibus Espacial Discovery, ocorrida em 1998. Posteriormente, outras miss\u00f5es espaciais destinadas \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (ISS) registraram imagens do mesmo objeto. Devido \u00e0 crescente pol\u00eamica, a NASA viu-se obrigada a dar explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div id=\"attachment_3350\" style=\"width: 924px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3350\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3350 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AS10-35-5200-914x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"914\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3350\" class=\"wp-caption-text\">Objeto luminoso avistado e fotografado pelos astronautas da Apollo 10, na \u00f3rbita da Lua.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo ela, o Black Knight seria apenas uma manta de isolamento perdida pelos astronautas que trabalhavam na constru\u00e7\u00e3o da ISS. Entretanto, o objeto fotografado nesta miss\u00e3o sugere que ele \u00e9 mais antigo do que se supunha. E o fato de aparecer em diferentes regi\u00f5es da \u00f3rbita terrestre, em v\u00e1rias miss\u00f5es espaciais \u00e9 um indicativo de que existe uma intelig\u00eancia por tr\u00e1s deste objeto.<\/p>\n<p>Em dezembro de 1968 foi lan\u00e7ada a Apollo 8, com os astronautas Frank Borman, James Lovell e Willian Anders. Eles seriam os primeiros seres humanos a sair da \u00f3rbita terrestre em uma miss\u00e3o espacial da NASA. A miss\u00e3o transcorreu com pleno \u00eaxito, colocando o nome destes aventureiros na hist\u00f3ria. E assim como nas miss\u00f5es anteriores, os tripulantes avistaram UFOs no espa\u00e7o. O documento da NASA, intitulado Analysis of Apollo 8 &#8211; Photography and Visual Observations, publicado em 1969, apresenta estudos detalhados, tanto das informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos astronautas quanto outras oriundas de equipes de apoio, distribu\u00eddas em diferentes pontos do planeta. No cap\u00edtulo 3, abordam-se dados relativos \u00e0s observa\u00e7\u00f5es astron\u00f4micas, na Terra e no espa\u00e7o. Para apoio ao programa, a NASA recrutou observat\u00f3rios e cientistas, de v\u00e1rios pa\u00edses que apontariam seus telesc\u00f3pios \u00e0 Lua, monitorando a miss\u00e3o e nosso sat\u00e9lite natural. E v\u00e1rios deles conseguiram observar e fotografar a Apollo 8 em sua viagem \u00e0 Lua. No dia seguinte ao lan\u00e7amento, o U.S. Naval Observatory, situado em Washington D.C., observou e fotografou n\u00e3o apenas a Apollo 8, mas tamb\u00e9m quatro objetos luminosos acompanhando a c\u00e1psula com os astronautas. Curiosamente, durante a viagem de ida \u00e0 Lua, ocorreu uma transmiss\u00e3o de TV ao vivo para todo o planeta, onde os astronautas comentavam aspectos da miss\u00e3o. Mais tarde, ap\u00f3s esta transmiss\u00e3o, o Centro de Controle, em Houston, transmitiu uma enigm\u00e1tica mensagem para os astronautas:<\/p>\n<p>\u201cControle: <em>Frank, voc\u00ea provavelmente j\u00e1 foi informado disso, mas voc\u00ea foi \u00f3timo na TV hoje. Contudo, uma pequena informa\u00e7\u00e3o de casa\u2026 Na \u00e1rea de El Lago voc\u00eas foram surpreendidos por Papai Noel. Ele veio com um motor flamejante quase ao mesmo tempo em que voc\u00eas vieram. Depois, a maioria dos bichinhos se afastaram\u2026<\/em><br \/>\nFrank Borman: <em>Isso \u00e9 bom<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p>Mais tarde, os astronautas observaram luzes na superf\u00edcie da Lua, quando passavam sobre o lado oculto. Ao sair do lado oculto, Jim Lovell transmitiu a famosa frase: \u201cPor favor, saibam que Papai Noel existe!\u201d, informando por c\u00f3digo a presen\u00e7a destas luzes no lado oculto da Lua.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o seguinte, Apollo 9, foi lan\u00e7ada em mar\u00e7o de 1969, com a miss\u00e3o de testar o M\u00f3dulo Lunar na \u00f3rbita da Terra. A bordo estavam os astronautas James McDivitt, David Scott e Russel Schweickart. Ao longo da miss\u00e3o, os astronautas viram e fotografaram UFOs. O documento Apollo 9 Onboard Voice Transcription-Command Module cont\u00e9m v\u00e1rios di\u00e1logos travados durante estes avistamentos. Em uma dessas comunica\u00e7\u00f5es os tripulantes comentam sobre objetos luminosos observados contra a superf\u00edcie terrestre e sobre uma estranha sensa\u00e7\u00e3o que tais objetos provocavam. Al\u00e9m das transcri\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis nos documentos, existem nove fotografias de UFOs na \u00f3rbita terrestre, n\u00e3o muito longe da c\u00e1psula espacial.<\/p>\n<p>A Apollo 10 foi lan\u00e7ada em maio de 1969, com os astronautas Thomas Stafford, John Young e Eugene Cernan, com a miss\u00e3o de de testar manobras e equipamentos diretamente na \u00f3rbita lunar. Este voo se destaca pela quantidade de fatos an\u00f4malos que ocorreram, em sua maioria, durante o per\u00edodo em que a nave esteve orbitando a Lua.<\/p>\n<p>Os primeiros fatos ocorreram logo ap\u00f3s o teste com o M\u00f3dulo Lunar, quando os astronautas fotografavam a superf\u00edcie lunar. Em dado momento, um misterioso som foi ouvido a bordo da nave, justamente quando ela passava pelo lado oculto da Lua e n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de comunica\u00e7\u00e3o via r\u00e1dio com a Terra. O incidente s\u00f3 veio \u00e0 p\u00fablico em 2016, quando o document\u00e1rio \u201cOs Documentos Inexplic\u00e1veis da NASA\u201d foi ao ar no Discovery Channel, sendo muito divulgado pela imprensa internacional.<\/p>\n<p>Ainda na \u00f3rbita da Lua, os astronautas estiveram \u00e0s voltas com a presen\u00e7a de um objeto luminoso, com cores variando entre dourado e vermelho, que apresentava estruturas laterais e deslocava-se, colocando-se ora a frente, ora atr\u00e1s, ora acima, ora abaixo da c\u00e1psula com os astronautas. Ao longo de suas v\u00e1rias apari\u00e7\u00f5es, eles n\u00e3o puderam identificar a natureza de tal objeto, que permaneceu inexplicado. Curiosamente, em dado momento, o UFO aproximou-se da Apollo 10 e alguns instrumentos de bordo falharam momentaneamente, voltando a funcionar quando o objeto se afastou. O documento da NASA, intitulado Apollo 10 Onboard Voice Transcription Command Module cont\u00e9m, os di\u00e1logos envolvendo tanto os misteriosos sons quanto as v\u00e1rias apari\u00e7\u00f5es do misterioso UFO luminoso presente na \u00f3rbita lunar.<\/p>\n<p>Com o sucesso da Apollo 10, al\u00e9m de todo o conhecimento e experi\u00eancia gerado pelas miss\u00f5es anteriores, a NASA tinha a seguran\u00e7a necess\u00e1ria para tentar um pouso tripulado na Lua, j\u00e1 na miss\u00e3o seguinte, a Apollo 11. A miss\u00e3o foi lan\u00e7ada em 16 de julho de 1969, com os astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins.<\/p>\n<p>Ao longo de v\u00e1rias d\u00e9cadas, muito se falou sobre o que eles teriam visto ao longo da miss\u00e3o, especulando-se sobre a presen\u00e7a de enormes naves nas proximidades do local de pouso. Agora, com as transcri\u00e7\u00f5es das comunica\u00e7\u00f5es e com as fotografias, dispon\u00edveis em alt\u00edssima resolu\u00e7\u00e3o, podemos confirmar o que \u00e9 verdadeiro e o que \u00e9 falso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 esses boatos.<\/p>\n<div id=\"attachment_3351\" style=\"width: 929px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3351\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3351 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AS11-40-5938-919x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"919\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3351\" class=\"wp-caption-text\">Objeto triangular, fotografado por Neil Armstrong, na superf\u00edcie lunar. Tal objeto \u00e9 muito semelhante \u00e0 outros fotografados na B\u00e9lgica, no ano de 1990.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro registro ufol\u00f3gico da miss\u00e3o ocorreu logo ap\u00f3s a manobra de impulso em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Lua, quando s\u00e3o acionados os motores do M\u00f3dulo de Comando. Ap\u00f3s o acionamento, o M\u00f3dulo Lunar \u00e9 liberado do adaptador sendo, em seguida, conectado ao M\u00f3dulo de Comando para a viagem at\u00e9 a Lua. Muitas horas depois, os astronautas fotografavam nosso planeta, a meio caminho entre a Terra e a Lua. Na fotografia AS11-36-5319 pode-se ver um objeto luminoso, com forma amorfa, n\u00e3o muito longe da Apollo 11. A NASA explicou o objeto como sendo uma fagulha do motor do M\u00f3dulo de Comando. Mas, analisando os fatos a partir dos dados fornecidos pela pr\u00f3pria Ag\u00eancia Espacial, percebe-se que esta explica\u00e7\u00e3o n\u00e3o se sustenta e a pr\u00f3pria imagem desmente esta vers\u00e3o. A separa\u00e7\u00e3o citada ocorreu logo ap\u00f3s a sa\u00edda da \u00f3rbita terrestre. A fotografia foi obtida bem depois dessa manobra, quando a dist\u00e2ncia entre a c\u00e1psula e nosso planeta era bem maior. Sabendo-se que as fagulhas geradas pelos retrofoguetes da Apollo s\u00e3o de curta dura\u00e7\u00e3o, seria imposs\u00edvel que tal objeto registrado na fotografia tivesse tal origem.<\/p>\n<p>Horas mais tarde, os astronautas observaram novamente o objeto e questionaram o Centro de Controle sobre a posi\u00e7\u00e3o do foguete lan\u00e7ador, que naquele momento encontrava-se a mais de 11 mil Km de dist\u00e2ncia. Prudentemente, os astronautas n\u00e3o teceram mais coment\u00e1rios a respeito, temendo ridiculariza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao chegar na \u00f3rbita da Lua, os astronautas fizeram algumas fotografias a partir das janelas da Apollo 11 e em v\u00e1rias pode-se ver objetos luminosos em contraste com o escuro do espa\u00e7o. Logo, iniciaram-se os preparativos para o pouso na superf\u00edcie lunar. Ap\u00f3s a checagem dos equipamentos e dos respectivos preparativos, Neil Armstrong e Buzz Aldrin desceram \u00e0 superf\u00edcie da Lua, a bordo do Modulo Lunar.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o pouso, os astronautas fizeram fotos a partir das janelas da c\u00e1psula. As comunica\u00e7\u00f5es presentes nas transcri\u00e7\u00f5es, bem como as fotografias da miss\u00e3o, desmistificam os boatos sobre grandes naves estacionadas nas proximidades, o que n\u00e3o quer dizer que n\u00e3o havia UFOs acompanhando a hist\u00f3rica miss\u00e3o. Ap\u00f3s sair do m\u00f3dulo, Neil Armstrong realizou v\u00e1rias fotografias da paisagem lunar e uma delas, identificada como AS11-40-5938, \u00e9 uma das mais interessantes em todo o programa espacial. Nela observa-se tr\u00eas luzes formando um tri\u00e2ngulo, num padr\u00e3o id\u00eantico aos objetos avistados e relatados em uma onda ufol\u00f3gica na B\u00e9lgica, em 1990. Ainda durante a caminhada lunar, que durou duas horas, outros objetos foram fotografados pelos astronautas e todas as fotos est\u00e3o dispon\u00edveis no site Tothemoon.<\/p>\n<p>De modo geral, a Apollo 11 representou muito mais do que a primeira miss\u00e3o de pouso na Lua. Foi uma vit\u00f3ria da intelig\u00eancia da ra\u00e7a humana que viu no espa\u00e7o a esperan\u00e7a de dias melhores. Foi com esse ideal que os astronautas arriscaram suas vidas na miss\u00e3o ao qual se lan\u00e7aram. Eles foram at\u00e9 a Lua, voltaram e entraram para a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Poucos meses depois, em novembro de 1969, foi a vez da Apollo 12, com os astronautas Alan Bean, Charles Conrad e Richard Gordon. Sua miss\u00e3o era realizar um pouso de precis\u00e3o na superf\u00edcie lunar. As transcri\u00e7\u00f5es dos di\u00e1logos travados durante a miss\u00e3o n\u00e3o revelam eventos ufol\u00f3gicos ou an\u00f4malos. Por\u00e9m, os documentos est\u00e3o aparentemente incompletos, pois existem trechos de di\u00e1logos ausentes. O Apollo 12 Onboard Voice Transcription-Command Module, por exemplo, omite mais de 52 horas de comunica\u00e7\u00f5es entre o segundo e o quarto dia ap\u00f3s o lan\u00e7amento. Contudo, no acervo de fotografias da miss\u00e3o existem v\u00e1rias imagens de objetos an\u00f4malos registrados pelos astronautas. Do acervo de imagens, a fotografia AS12-46-6848 \u00e9, com certeza, uma das mais interessantes. Nela, podemos observar um UFO muito semelhante a outro fotografado por Neil Armstrong, meses antes. Ambas as fotografias mostram um objeto com luzes triangulares, fotografado a partir da superf\u00edcie lunar.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o seguinte, a Apollo 13, foi lan\u00e7ada em abril de 1970, com os astronautas James Lovell, Fred Haise e John Swigert. O seu lan\u00e7amento ocorreu normalmente, por\u00e9m um acidente ocasionou a explos\u00e3o de um dos tanques de oxig\u00eanio l\u00edquido. Por conta disso, a miss\u00e3o de pouso foi abortada e todos os esfor\u00e7os se voltaram a trazer os astronautas com vida \u00e0 Terra. Assim, ao longo da miss\u00e3o, os astronautas fizeram apenas 604 fotografias no espa\u00e7o, sendo que v\u00e1rias delas registram UFOs. Algumas registram um objeto em forma de disco, met\u00e1lico, acompanhando o retorno da Apollo \u00e0 Terra. Curiosamente, sua apar\u00eancia e forma \u00e9 muito semelhante \u00e0 outros fotografados em miss\u00f5es espaciais do programa Apollo e Gemini.<\/p>\n<p>O voo da Apollo 13, apesar de tantos percal\u00e7os terminou bem, com o resgate dos astronautas. O programa de voos \u00e0 Lua foi paralisado momentaneamente, para revis\u00f5es de seguran\u00e7a e novos lan\u00e7amentos ocorreram apenas no ano seguinte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Experi\u00eancias Telep\u00e1ticas<\/h3>\n<p>O voo da Apollo 14 \u00e9 muito conhecido no meio ufol\u00f3gico, pois dela fez parte o astronauta Edgar Mitchell, que foi um grande simpatizante da causa ufol\u00f3gica. O lan\u00e7amento ocorreu em janeiro de 1971 e al\u00e9m de Mitchell, estavam a bordo Alan Sheppard e Stuart Roosa. Do ponto de vista ufol\u00f3gico, a miss\u00e3o obteve dez fotografias que registram um objeto luminoso, esf\u00e9rico e de cor azulada, sobre o local de pouso do M\u00f3dulo Lunar. Outras duas fotografias, identificadas como AS14-72-9923 e AS14-72-9925 s\u00e3o muito interessantes, pois apresentam um objeto em forma de disco, com colora\u00e7\u00e3o clara, quase branca, no espa\u00e7o pr\u00f3ximo a c\u00e1psula.<\/p>\n<p>O documento Apollo 14 Technical Air-to-Ground Voice Transcription, que cont\u00e9m a transcri\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es de bordo, revela alguns avistamentos ocorridos ao longo da miss\u00e3o. Nas p\u00e1ginas 127, 132 e 162, do documento, constam di\u00e1logos sobre um fato ocorrido no segundo dia da miss\u00e3o, ainda \u00e0 caminho da Lua. Stuart Roosa utilizava o sextante e o telesc\u00f3pio de bordo e com estes instrumentos observou dois objetos luminosos aos quais ele n\u00e3o p\u00f4de identificar.<\/p>\n<p>Em conversa com o Centro de Controle, ele tentou informar o fato aos controladores, mas foi interrompido devido \u00e0s situa\u00e7\u00f5es do momento. Mais tarde, ele foi questionado pelos controladores se ele observava algo fora da c\u00e1psula. O fato intrigou muito o astronauta, visto que os objetos n\u00e3o eram estrelas ou o foguete lan\u00e7ador descartado no espa\u00e7o. Vale lembrar que os astronautas passavam por rigoroso treinamento para todas as etapas e circunst\u00e2ncias da miss\u00e3o.<\/p>\n<p>O conhecimento e a experi\u00eancia adquirida pelos tripulantes e pela NASA em uma miss\u00e3o era aplicado j\u00e1 na miss\u00e3o seguinte. Dessa forma, a cada nova miss\u00e3o, os astronautas estavam mais preparados e treinados do que na miss\u00e3o anterior. Um dos treinamentos visava a identifica\u00e7\u00e3o de objetos espaciais, sejam eles corpos celestes ou lixo espacial.<\/p>\n<p>A bordo da c\u00e1psula, havia cartas celestes para identifica\u00e7\u00e3o de cada planeta ou estrela observ\u00e1veis pelos astronautas. Stuart Roosa era respons\u00e1vel pela navega\u00e7\u00e3o e, portanto o mais capacitado a reconhecer objetos espaciais. O fato de ele n\u00e3o ter identificado ambos os objetos \u00e9 muito sugestivo.<\/p>\n<p>Uma das facetas mais interessantes da Apollo 14 envolveu Edgar Mitchell e sua experi\u00eancia com telepatia, realizada durante a miss\u00e3o. O experimento, com resultados significativos, confirmou que a telepatia pode ocorrer, independente da dist\u00e2ncia entre os comunicantes. Ele foi idealizado por Edward Maxey e Edward Boyle, doutores em F\u00edsica, que estavam muito interessados no tema. Mitchell, movido por uma forte curiosidade cient\u00edfica, topou realiz\u00e1-lo. Por\u00e9m, sabendo que a NASA o vetaria, ele resolveu realiz\u00e1-lo sem informar a Ag\u00eancia Espacial. Durante o voo, foram feitas quatro sess\u00f5es de transmiss\u00e3o telep\u00e1ticas, durante os per\u00edodos de descanso, a meio caminho entre a Terra e a Lua. Mitchell usou quatro tabelas com n\u00fameros aleat\u00f3rios, usando n\u00fameros de 1 \u00e0 5. Para cada n\u00famero, ele atribuiu um s\u00edmbolo Zener. Durante cada transmiss\u00e3o, ele usava uma tabela, mentalizando o s\u00edmbolo correspondente, por 15 segundos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a miss\u00e3o, os dados foram comparados e analisados, se constatando uma elevada taxa de acertos. Embora no in\u00edcio n\u00e3o houvesse a inten\u00e7\u00e3o de tornar p\u00fablico o experimento, seus resultados foram publicados em peri\u00f3dicos cient\u00edficos, mas acabou distorcido pela imprensa, que n\u00e3o soube interpretar os dados estat\u00edsticos apresentados e assim o estudo n\u00e3o obteve o reconhecimento que merecia.<\/p>\n<p>Ao tomar conhecimento do experimento, a NASA o ignorou, por\u00e9m, cientistas, engenheiros e t\u00e9cnicos do Programa procuravam o astronauta e pediam para ele descrever o procedimento. Uma destas pessoas foi o engenheiro Werner von Braun, que queria realizar novos experimentos nas miss\u00f5es seguintes. Por\u00e9m, tanto Mitchel quanto Von Braun deixaram a NASA antes de conseguir realiz\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Em julho de 1971 foi lan\u00e7ada a miss\u00e3o Apollo 15, com os astronautas David Scott, Alfred Worden e James Irwin. Este voo foi muito interessante do ponto de vista ufol\u00f3gico. Uma s\u00e9rie de fotografias, identificadas como AS15-83-11218a, AS15-83-11218b, AS15-83-11218c, AS15-83-11218d, AS15-83-11218e e AS15-83-11218f registram uma luz circular, n\u00e3o muito longe da Apollo. Nas fotografias AS15-83-11218c e AS15-83-11218d, a misteriosa luz est\u00e1 movimentando-se t\u00e3o intensamente a ponto de sua trajet\u00f3ria ficar registrada na fotografia, que foi obtida a meio caminho entre a Terra e a Lua. E assim como nas miss\u00f5es anteriores, existem v\u00e1rios registros de um UFO luminoso sobrevoando o local de pouso do M\u00f3dulo Lunar. Este mesmo objeto foi, posteriormente, fotografado a partir da \u00f3rbita lunar.<\/p>\n<div id=\"attachment_3352\" style=\"width: 949px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3352\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3352 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AS15-83-11218d-939x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3352\" class=\"wp-caption-text\">Quarta de uma sequencia de seis fotografias. Objeto luminoso est\u00e1 movimetando-se no centro da imagem. Seu movimento ficou registrado na fotografias.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Curiosamente, n\u00e3o existem quaisquer di\u00e1logos referentes \u00e0 estas apari\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis nos documentos de transcri\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es da miss\u00e3o.<\/p>\n<p>O ano de 1972 marcou o fim do programa de viagens tripuladas \u00e0 Lua. Press\u00f5es do Congresso Americano, por cortes do or\u00e7amento da NASA obrigaram o encerramento do programa Apollo. As duas miss\u00f5es programadas eram as ultimas oportunidades para estudo cient\u00edfico intensivo que a NASA teria por um longo tempo. E ela procurou aproveitar isso da melhor forma. O pen\u00faltimo lan\u00e7amento do programa ocorreu em mar\u00e7o de 1972, com a Apollo 16, tendo a bordo os astronautas John Young, Charles Duke e Thomas Mattingly.<\/p>\n<p>No acervo fotogr\u00e1fico da miss\u00e3o existem v\u00e1rias fotografias muito interessantes, que registram UFOs no espa\u00e7o ou mesmo sobre o local de pouso da Apollo 16. Os primeiros registros ocorreram logo ap\u00f3s a sa\u00edda da \u00f3rbita da Terra, quando os astronautas realizavam a opera\u00e7\u00e3o de extra\u00e7\u00e3o e acoplamento do M\u00f3dulo Lunar. Ao documentar a manobra, os astronautas fotografaram um objeto luminoso evoluindo nas proximidades da c\u00e1psula. Mais tarde, ao entrar na \u00f3rbita da Lua, os astronautas passaram a fotografar sua superf\u00edcie. Uma destas fotografias registra dois objetos brilhantes sobre a superf\u00edcie lunar, justamente em um local n\u00e3o iluminado pelo Sol.<\/p>\n<p>Durante as manobras de separa\u00e7\u00e3o entre os M\u00f3dulos, em prepara\u00e7\u00e3o para a alunissagem, um UFO passou atr\u00e1s do M\u00f3dulo de Comando, sendo acidentalmente fotografado pelos astronautas a partir do M\u00f3dulo Lunar. Na fotografia, observa-se um objeto luminoso, de cor azulada, esf\u00e9rico e semelhante \u00e0 outros fotografados ao longo do programa. Mais tarde, este mesmo objeto foi registrado em fotografias durante os trabalhos na superf\u00edcie lunar.<\/p>\n<p>Um documento da NASA, intitulado Apollo 16 Technical Air-to-Ground Voice Transcription, cont\u00e9m a maioria das comunica\u00e7\u00f5es entre astronautas da miss\u00e3o e o Centro de Controle. Na p\u00e1gina 777, existe um di\u00e1logo, ocorrido no sexto dia da miss\u00e3o, onde o astronauta Thomas Mattingly relata que um UFO acompanha a Apollo 16, passando por uma zona de pouca ilumina\u00e7\u00e3o solar. Ele descreve o objeto como luminoso e girando ao redor de si mesmo. Este fato ocorreu no momento em que o astronauta encontrava-se sozinho a bordo do M\u00f3dulo de Comando, pois seus companheiros j\u00e1 haviam realizado o pouso na superf\u00edcie lunar. Mesmo com todo o treinamento que recebeu para realizar a miss\u00e3o e com todos os dados e experi\u00eancias das miss\u00f5es anteriores, n\u00e3o foi poss\u00edvel ao astronauta identificar a natureza do fen\u00f4meno luminoso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>O Gran Finale<\/h3>\n<p>O Programa Apollo \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o do grande sonho da Humanidade sendo, at\u00e9 hoje, sua maior epopeia. E a Apollo 17 foi seu gran finale, com uma despedida em grande estilo. Depois de um lan\u00e7amento noturno espetacular, em 7 de dezembro de 1972, o desenrolar da miss\u00e3o ficou marcado na mem\u00f3ria daqueles que dela participaram.<\/p>\n<p>Os primeiros avistamentos ufol\u00f3gicos ocorreram pouco antes da Apollo 17 entrar na \u00f3rbita lunar. O documento da NASA, intitulado Technical Air-to-Ground Voice Transcription, possui v\u00e1rios trechos de di\u00e1logos travados durante estes avistamentos. Na p\u00e1gina 340, por exemplo, Eugene Cernan comenta com o Centro de Controle sobre a presen\u00e7a de um objeto brilhante e s\u00f3lido, em movimento que permaneceu com eles por aproximadamente 24 horas.<\/p>\n<p>Ao chegar na \u00f3rbita lunar, os astronautas checaram seus instrumentos, e come\u00e7aram a observar e fotografar a superf\u00edcie da Lua. Foi ent\u00e3o que novos avistamentos ocorreram. Desta vez, eles observaram simultaneamente o objeto anterior e objetos luminosos pr\u00f3ximos \u00e0 Lua. No acervo fotogr\u00e1fico da miss\u00e3o, dispon\u00edvel no site ToTheMoon, encontram-se v\u00e1rias fotografias destes objetos. Uma delas foi tomada na dire\u00e7\u00e3o da Terra e mostra um objeto luminoso, esf\u00e9rico, de cor azulada, destacando-se contra o fundo escuro do espa\u00e7o. Outra foi tomada em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie lunar e acima dela, observa-se claramente tr\u00eas objetos luminosos, de formato esf\u00e9rico. Em pelo menos uma das fotografias observa-se superf\u00edcie lunar e contra ela um objeto, de cor azulada e formato discoide, posicionado n\u00e3o muito longe da Apollo 17.<\/p>\n<p>Mais tarde, enquanto Cernan e Schmitt trabalhavam na superf\u00edcie, novos registros ocorreram. Ao longo das tr\u00eas atividades de explora\u00e7\u00e3o os astronautas obtiveram v\u00e1rias fotografias onde registraram estranhos objetos. Uma delas \u00e9 particularmente interessante. No quinto dia da miss\u00e3o, durante a primeira sa\u00edda \u00e0 superf\u00edcie, foram obtidas duas fotografias, identificadas como AS17-134-20416 e AS17-134-20424, registrando a presen\u00e7a de um objeto met\u00e1lico, refletindo a luz solar, acima da paisagem lunar. Estas imagens s\u00e3o muito n\u00edtidas e captam, inclusive, detalhes externos do objeto. Enquanto isso, no espa\u00e7o, Ronald Evans conduzia alguns experimentos e observa\u00e7\u00f5es. Em comunica\u00e7\u00e3o com o centro de controle ele informou a presen\u00e7a de pontos luminosos na superf\u00edcie da Lua, na regi\u00e3o da da cratera Marius Rille, em uma \u00e1rea distante do local de trabalho dos astronautas.<\/p>\n<p>Diante deste novo e valioso material de pesquisa, liberado pela NASA, surge a inevit\u00e1vel pergunta: o que mais falta ser liberado sobre estas miss\u00f5es? O que cont\u00e9m os arquivos das miss\u00f5es com os \u00f4nibus espaciais? O que cont\u00e9m nos arquivos russos? Perguntas que s\u00f3 o futuro poder\u00e1 nos revelar. Assim esperamos.<\/p>\n<div id=\"attachment_3353\" style=\"width: 949px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3353\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3353 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AS17-134-20416-939x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"939\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-3353\" class=\"wp-caption-text\">Objeto aparentemente met\u00e1lico, fotografado acima do local de pouso da Apollo 17.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>CAMARGO, Jackson. Entre o C\u00e9u a Terra &#8211; Uma hist\u00f3ria de aventura, mist\u00e9rios e UFOs. Curitiba: Clube de autores, 2018.<\/li>\n<li>CAMARGO, Jackson. UFOs no Espa\u00e7o e na Lua. Curitiba: Cole\u00e7\u00e3o Biblioteca UFO, 2020.<\/li>\n<li>CAMARGO, Jackson Luiz.\u00a0<a href=\"https:\/\/ufo.com.br\/artigos\/intrusos-na-lua.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Intrusos na Lua<\/a>. Revista UFO, Campo Grande, n\u00ba 107, p. 21-21, fevereiro 2005.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fotografias e documentos in\u00e9ditos da NASA comprovam: astronautas sempre foram acompanhados por UFOs no espa\u00e7o. Artigo de Jackson Luiz Camargo, originalmente publicado na revista UFO, edi\u00e7\u00e3o 277 , de fevereiro de 2020. &nbsp; Por d\u00e9cadas uf\u00f3logos de todo o planeta buscaram informa\u00e7\u00f5es e provas sobre avistamentos de UFOs durante miss\u00f5es espaciais dos Estados Unidos. Apesar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":3345,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[108,112,113,105,126,107],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3339"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3339"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3339\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6933,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3339\/revisions\/6933"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3345"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}