{"id":4056,"date":"2022-03-24T17:50:40","date_gmt":"2022-03-24T20:50:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4056"},"modified":"2025-04-21T13:22:35","modified_gmt":"2025-04-21T16:22:35","slug":"o-gigante-de-paty-do-alferes-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/o-gigante-de-paty-do-alferes-rj\/","title":{"rendered":"O Gigante de Paty do Alferes (RJ)"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\">Um interessante e pitoresco caso ufol\u00f3gico ocorrido em Paty do Alferes (RJ), com o relato de avistamento de um human\u00f3ide de grande estatura.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>Um estranho e interessante caso ufol\u00f3gico ocorreu na cidade de Paty do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro, em 31 de outubro e 1\u00bade novembro de 1977. O epis\u00f3dio ocorreu na rua Belvedere, n\u00ba 245, nas proximidades do antigo Hotel Belvedere, bairro Goiabal, no alto de um pequeno morro, ali presente.<\/p>\n<p>O pitoresco relato foi investigado pelos uf\u00f3logos da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, entre os anos de 1977 (logo ap\u00f3s a ocorr\u00eancia) e agosto de 1986, sendo posteriormente publicado no seu boletim informativo, edi\u00e7\u00e3o 168\/173, de dezembro de 1986. O link para o referido boletim est\u00e1 dispon\u00edvel ao final deste artigo, na se\u00e7\u00e3o Refer\u00eancias.<\/p>\n<p>O protagonista do caso chama-se Moacir Elias de Fran\u00e7a, apelidado de Moacir Baiano. Naquela data ele saiu de casa para ir ao vel\u00f3rio de um amigo, por volta das 18 horas e ainda pr\u00f3ximo \u00e0 sua casa foi abordado por um ser, de aspecto humano, com aproximadamente 3 metros de altura, que o convidou para uma conversa. O estranho ser o levou at\u00e9 um disco voador pousado em um local descampado. No dia seguinte, o mesmo estranho ser apareceu na casa da testemunha, deixando-o at\u00f4nito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Resumo do Caso<\/h3>\n<p>Texto original da SBEDV &#8211; Erros ortogr\u00e1ficos e normas gramaticais da \u00e9poca foram mantidos.<\/p>\n<p>Em 1977, soubemos do epis\u00f3dio de Moacir pelo compositor Carlos Arcthur Ribeiro da Rocha (Carlinhos Sideral), que nos apresentou a Waldir Vieira, o qual havia difundido o caso, em seu conhecido programa radiof\u00f4nico, da R\u00e1dio Globo.<\/p>\n<p>Imediatamente, ainda em 1977, procuramos Moacir Baiano no endere\u00e7o certo, amavelmente indicado a n\u00f3s por Waldir Vieira. Por\u00e9m, na ocasi\u00e3o, como se encontrasse ausente de casa por motivo profissional (pintura de paredes), n\u00e3o tivemos oportunidade de encontrar Moacir, embora deix\u00e1ssemos recado para posterior comunica\u00e7\u00e3o por telefone. S\u00f3 recentemente \u00e9 que nos foi lembrado o nome e o caso desta testemunha por pessoa conhecida nossa e de Moacir. Na ocasi\u00e3o, essa pessoa amavelmente procurou junto conosco a nova resid\u00eancia de Moacir, pois teria sido muito dif\u00edcil n\u00f3s acharmos sozinhos.<\/p>\n<p>Moacir \u00e9 do tipo troncudo de caboclo inteligente, mescla de nossas quatro ra\u00e7as do \u201chinterland\u201d do norte, \u00edndio, preto e europeu, holand\u00eas e portugu\u00eas. Disse-nos logo, para caracterizar a dureza de sua vida, que \u201ctrabalhava de dia para poder jantar de noite\u201d, juntamente com as dezesseis bocas pra sustentar, a esposa e seus quinze filhos. Alias, na \u00e9poca do epis\u00f3dio, estes eram em n\u00famero de doze.<\/p>\n<p>Realmente, antes de relatar o caso, devemos confessar que Moacir, por alguns de seus predicados, sobressai ainda do resto das pessoas, embora tivesse escolaridade profissional na Para\u00edba e, em 1955, o curso ginasial no Rio de Janeiro. Comprovou mais tarde por\u00e9m veia art\u00edstica de paisagista, tendo recebido diversas distin\u00e7\u00f5es e pr\u00eamios, em sua cidade e no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Em 31 de outubro de 1977, na v\u00e9spera do Dia dos Finados, Moacir, ent\u00e3o com 53 anos de idade, naquela tarde de lazer encontrava-se de pijama assistindo a programa de televis\u00e3o no casar\u00e3o Belvedere; constru\u00eddo para ser hotel, para em seguida ser demolido por quest\u00f5es de herdeiros e compradores. O Belvedere assentava-se no cume de um morro, dominando ampla e bonita vista de vales em torno de Pati do Alferes.<\/p>\n<p>Cerca das 18 horas, chegou a filha de Moacir, Monique, ent\u00e3o com aproximadamente 18 anos, com a not\u00edcia do falecimento do Professor Corn\u00e9lio Fernandes, tamb\u00e9m diretor de escola profissional Cenecista, ligada ao Senai. Havia ele falecido subitamente, de infarto card\u00edaco fulminante. Amigo de Corn\u00e9lio, Moacir pediu imediatamente \u00e0 esposa que preparasse roupa para sair. Vestiu-a e saiu.<\/p>\n<p>Ainda na sa\u00edda de casa, pela direita Moacir ouviu seu nome ser mencionado por pessoa que dizia \u201cpreciso falar-lhe\u201d, cuja voz lhe parecia familiar. Ao virar-se na dire\u00e7\u00e3o da voz, sua vista foi ofuscada por forte luz. Assim, baixou os olhos e, no ch\u00e3o diante de si, viu dois p\u00e9s das dimens\u00f5es dos nossos, cal\u00e7ados por\u00e9m com botas brancas de aspecto met\u00e1lico e brilho de a\u00e7o inoxid\u00e1vel. Estas cal\u00e7avam perdas peludas, de pelos claros, vestidas de bermuda branca presa por um cinto marrom. O estranho do caso foi a altura da fivela do cinto, que se emparelhava ao rosto de Moacir e que consistia de um disco met\u00e1lico de aproximadamente 20 cm de di\u00e2metro. Com 1,64m de altura, Moacir tinha de olha pra cima para ver o rosto da pessoa, jovial e arredondado, pertencente a algu\u00e9m com cerca de 3 metros de altura, ou seja, quase o dobro da testemunha.<\/p>\n<p>Moacir refletiu assim que o disco met\u00e1lico \u00e0 frente de seu rosto, embora no momento ostentando s\u00f3 brilho met\u00e1lico, instantes antes deveria ter sido a causa do ofuscamento de sua vista. Evidentemente o gigante \u00e0 sua frente era um homem de corpo musculoso, tipo de halterofilista. Seu busto estava coberto parcialmente por camisa marrom, de corte semelhante ao dos nossos coletes. Outrossim, a cor da pele daquela pessoa era a de cera, bem como o rosto, aparentando uns 40 anos de idade, jovial no semblante. Era alias parecid\u00edssimo com um colega de Moacir, o pintor Francis, que mais tarde mudou-se de Pati do Alferes para o Rio de Janeiro.<\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4059\" style=\"width: 921px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4059\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4059 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty2.jpg\" alt=\"\" width=\"911\" height=\"409\" \/><p id=\"caption-attachment-4059\" class=\"wp-caption-text\">Desenhos feitos por Moacir Baiano, referentes ao ufonauta que ele teria observado em Paty do Alferes (RJ). \u00c0 esquerda, a representa\u00e7\u00e3o corporal do alien\u00edgena. Ao centro, detalhes do rosto, olhos e cabelos. \u00c0 direita, o rosto, em perfil.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Em retrospecto, Moacir achou que, correspondendo nas dimens\u00f5es aos comuns, os p\u00e9s do gigante eram desproporcionalmente pequenos para uma pessoa com 3 metros de altura.<\/p>\n<p>O estranho \u00e9 que Moacir n\u00e3o se assustou quando o ufonauta, pondo-lhe a m\u00e3o direita no seu ombro direito, com ele assim entrela\u00e7ado iniciou a descida do morro Belvedere. Assim tutelado pelo gigante, Moacir desceu cerca de 50 metros \u00edngremes, por trilha funda de uns 20 cm escavada pela chuva e por andan\u00e7as. Embora essa trilha desse lugar para descida s\u00f3 em fila indiana, enquanto Moacir caminhava aos trancos e barrancos, seu acompanhante colocado ainda em terreno pior ao seu lado nem por isso deixou de continuar abra\u00e7ado com ele. E em vez dos sacolejos e dificuldades para uma pessoa normal, sua marcha era mais de algu\u00e9m flutuando numa esteira rolante.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4060\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4060\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4060 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty3.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"689\" \/><p id=\"caption-attachment-4060\" class=\"wp-caption-text\">Reconstitui\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica do acompanhamento de Moacir, pelo ufonauta (aqui personificado por um filho de Moacir).<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A coisa seguinte estranha aconteceu no p\u00e9 do morro, pois os dois penetraram numa neblina espessa e escura, andando por ela durante alguns minutos. Quando sa\u00edram daquela n\u00e9voa, Moacir constatou que n\u00e3o haviam chegado \u00e0 estrada e \u00e0s casas que serpenteavam o p\u00e9 do morro Belvedere, vislumbrando apenas um descampado com pouca vegeta\u00e7\u00e3o. \u00c0 curta dist\u00e2ncia de uns 10 a 15 metros, aterrissado em trip\u00e9 de 3 metros de altura, avistou disco voador met\u00e1lico, de 15 metros de di\u00e2metro, cor de alum\u00ednio fosco, constitu\u00eddo de duas esp\u00e9cies de pratos fundos justapostos. Entretanto, as partes largas estavam separadas entre si por pequena dist\u00e2ncia, parecendo com a configura\u00e7\u00e3o de um ioi\u00f4. Atrav\u00e9s dessa separa\u00e7\u00e3o, Moacir viu pe\u00e7as em movimento.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4061\" style=\"width: 816px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4061\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4061 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty4.jpg\" alt=\"\" width=\"806\" height=\"661\" \/><p id=\"caption-attachment-4061\" class=\"wp-caption-text\">Descri\u00e7\u00e3o da boca e dos tufos de p\u00ealos nos dedos do ufonauta.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<p>A nave apresentava uma altura de aproximadamente 7 metros. Na c\u00fapula superior, situava-se ainda uma fenda transversal, pela qual escapava o que Moacir interpretou ser ar ou g\u00e1s quente, por deformar-se o campo \u00f3tico da paisagem vista atrav\u00e9s.<\/p>\n<p>Moacir foi convidado pelo gigante a inspecionarem juntos a parte baixa e externa do disco voador, apoiado no trip\u00e9, quando subitamente, junto ao estranho viu-se em p\u00e9, embaixo da nave, faltando ainda aproximadamente uns 4 dedos para que a cabe\u00e7a do seu cicerone, de 3 m de altura, ro\u00e7asse a base do disco voador.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4062\" style=\"width: 631px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4062\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4062 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty5.jpg\" alt=\"\" width=\"621\" height=\"702\" \/><p id=\"caption-attachment-4062\" class=\"wp-caption-text\">Desenho representando a nave aterrissada e o seu aspecto interno.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Nessa base, Moacir avistou, paradas, umas rodelas met\u00e1licas, reluzentes. Quando o ufonauta levantou a m\u00e3o esquerda, subitamente destacou-se na parte inferior da nave uma chapa de metal. Esta, executando movimento em torno do seu eixo e outro de dobradi\u00e7a para baixo, foi transformar-se na beirada do disco voador, numa escada de quatro degraus.<\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia entre esses degraus era de aproximadamente 60 cm e assim demasiada para as propor\u00e7\u00f5es humanas. Enquanto Moacir teve dificuldade em galg\u00e1-los, atr\u00e1s dele o gigante, com um \u201cvamos l\u00e1 dentro!\u201d, com facilidade os venceu.<\/p>\n<p>Por dentro, pelo frio que sentia Moacir, a nave estava aparentemente climatizada. L\u00e1, o ufonauta retirou a m\u00e3o do ombro de Moacir e este naquele momento sentiu verdadeiro al\u00edvio, como se houvessem tirado dele peso de 20 kg.<\/p>\n<p>A cor que prevalecia no ambiente era a de verde alface, tanto no material que cobria o ch\u00e3o, el\u00e1stico como uma espuma de 10 cm, quanto na \u201cchaise longue\u201d. Esta achava-se plantada no meio da sala. Era do tipo anat\u00f4mico e tamb\u00e9m atapetada por material el\u00e1stico, conforme Moacir constatou ao apalp\u00e1-la.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4063\" style=\"width: 930px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4063\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4063 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty6.jpg\" alt=\"\" width=\"920\" height=\"641\" \/><p id=\"caption-attachment-4063\" class=\"wp-caption-text\">Desenho representando o tipo de assento existente no interior do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Moacir n\u00e3o soube situar para n\u00f3s o local exato da porta ap\u00f3s esta ter se fechado, por\u00e9m em redor da sala circular havia uns doze feito janelas, com dimens\u00f5es de 3m de largura por 1,5 m de altura cada um. Atrav\u00e9s destes, filtrava alguma luz para a sala na penumbra. Moacir chegava alcan\u00e7ar com o meio de seu peito apenas a borda inferior de cada quadro, pois as dimens\u00f5es do ambiente estava aferidas para o gigante. O lugar de uma das janelas havia sido substitu\u00eddo por um tipo de tela de controle, uma vez que continha uns 40 trepidantes indicadores com escalas redondas e semilunares de sinais e cores diferentes. No meio deles destacava-se calota luminosa de uns 30 cm de di\u00e2metro, de cujo centro raias iridescentes dirigiam-se para a periferia.<\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4064\" style=\"width: 897px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4064\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4064 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty7.jpg\" alt=\"\" width=\"887\" height=\"551\" \/><p id=\"caption-attachment-4064\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Ao aproximar-se das janelas, ou visores, lentamente de uma a uma Moacir come\u00e7ou a movimentar-se para a esquerda, olhando atrav\u00e9s de cada uma delas. Na primeira, encontrou um firmamento de cor cinza-azulada, avistando astros brilhantes. Enquanto olhava pela segunda janela Moacir recebeu em seu corpo impacto como se estivesse em acelerada ascens\u00e3o. A vis\u00e3o atrav\u00e9s desta janela proporcionou a aproxima\u00e7\u00e3o de corpos luminosos em voo veloz e, instintivamente, Moacir levantou seu bra\u00e7o como escudo de prote\u00e7\u00e3o, antepondo-se ao rosto. Os aspectos observados pelas outras janelas variavam, sejam por estarem focalizando direccionalmente diferentes regi\u00f5es ou os visores graduados para desiguais profundidades do espa\u00e7o c\u00f3smico. Infelizmente, os desenhos a esse respeito feitos ap\u00f3s o epis\u00f3dio por Moacir perderam-se, pois se extraviaram ou foram destru\u00eddos por ocasi\u00e3o de duas mudan\u00e7as de resid\u00eancia da fam\u00edlia da testemunha. Entretanto, Moacir lembra-se ainda de alguns aspectos avistados, como o de alguns aspectos avistados, como o de esferas, feito Saturno, circundadas por\u00e9m por an\u00e9is bem mais largos e nas cores do arco-\u00edris. Em outra fase, apercebeu-se no campo visual de corpos maiores e redondos, apenas de cor amarela fosca, e de outros menores, de fulgor intenso, incomum.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s ele ter olhados todos os visores e o painel, seu cicerone o convidou: \u201cVamos a uma sala secreta!\u201d. Desceram ent\u00e3o os dois ou tr\u00eas degraus, passaram por um v\u00e3o e tiveram acesso a um quarto de temperatura bastante fria. Neste aposento, havia prateleiras, estantes e nichos ao longo das paredes, onde se achavam expostos in\u00fameros recipientes de formas diversas, mas todos contendo um l\u00edquido de aspecto verde claro. No meio do quarto, com dimens\u00f5es de aproximadamente em altura e comprimento correspondiam \u00e0s dimens\u00f5es do gigante, achava-se armada, uma mesa parecendo de laborat\u00f3rio de biologia ou de exames e opera\u00e7\u00f5es ginecol\u00f3gicas, pelo aspecto dos apetrechos ligados \u00e0 ela.<\/p>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4065\" style=\"width: 696px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4065\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4065 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty8.jpg\" alt=\"\" width=\"686\" height=\"686\" \/><p id=\"caption-attachment-4065\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4066\" style=\"width: 609px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4066\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4066 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty9.jpg\" alt=\"\" width=\"599\" height=\"708\" \/><p id=\"caption-attachment-4066\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<p>A essa altura dos acontecimentos, as perguntas feitas por Moacir e as respostas dadas pelo gigante processavam-se agora na esfera da mente apenas, sem palavra falada, de maneira telep\u00e1tica. \u00c0 indaga\u00e7\u00e3o de Moacir sobre o meio de propuls\u00e3o da nave, a resposta foi a de que o disco voador era teleguiado por alguma base daqueles seres, n\u00e3o se sabendo se do pr\u00f3prio corpo celeste de origem daquela ra\u00e7a. \u00c0 pergunta de Moacir sobre a raz\u00e3o de ter sido ele distinguido para este contato e demonstra\u00e7\u00e3o de apre\u00e7o, a resposta foi que a testemunha era dotada de intelig\u00eancia diferente da se seus compatriotas.<\/p>\n<p>Quando o ufonauta disse \u201cEst\u00e1 na hora de voc\u00ea descer!\u201d, Moacir teve sensa\u00e7\u00e3o parecida com a de estar num elevador em descida. N\u00e3o sabe como aconteceu, mas, subitamente, juntamente com o gigante, achou-se no ch\u00e3o, ignorando onde ficara a nave. Achavam-se os dois ent\u00e3o na pra\u00e7a do Pati do Alferes em que est\u00e1 localizada a esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, onde, numa das extremidades, cercado de jardim, situava-se a casa do amigo de Moacir falecido. Para l\u00e1 os dois se dirigiram e, em frente \u00e0 resid\u00eancia de Corn\u00e9lio Fernandes, o estranho se despediu com um aperto de m\u00e3o. Foi quando Moacir reparou ent\u00e3o na peculiaridade anat\u00f4mica da m\u00e3o do gigante, pois as duas ultimas falanges de seus dedos (em quatro dos cinco) apresentavam no dorso tufos bem acentuados de cabelos louros.<\/p>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4067\" style=\"width: 947px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4067\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4067 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty10.jpg\" alt=\"\" width=\"937\" height=\"389\" \/><p id=\"caption-attachment-4067\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Moacir enumerou-nos ainda outras particularidades morfol\u00f3gicas do ufonauta que o distinguiam de nossa ra\u00e7a, terrestre. Al\u00e9m da cor de cera da pele, j\u00e1 citada, os dentes tamb\u00e9m se diferenciavam dos nossos: Apenas duas chapas, superior e inferior, eram vis\u00edveis no lugar das arcadas dent\u00e1rias, n\u00e3o apresentando subdivis\u00f5es. Tamb\u00e9m os olhos do gigante se distinguiam dos humanos, pois n\u00e3o possu\u00edam \u00edris. Entretanto, as pupilas enormes tinham tonalidade azul clara, apresentando quase que luminosa. Parecia possu\u00edrem estrutura\u00e7\u00e3o por fibrilas, irradiando-se do centro das pupilas para a periferia. O rosto redondo, j\u00e1 mencionado, fazia parte de um cr\u00e2nio de id\u00eantica configura\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m a fronte era bem pronunciada, com o seu realce para a frente. O couro cabeludo apresentava grandes reentr\u00e2ncias glabras, sendo de cabelo louro, quase branco.<\/p>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4068\" style=\"width: 918px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4068\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4068 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty11.jpg\" alt=\"\" width=\"908\" height=\"705\" \/><p id=\"caption-attachment-4068\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4069\" style=\"width: 913px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4069\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4069 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty12.jpg\" alt=\"\" width=\"903\" height=\"712\" \/><p id=\"caption-attachment-4069\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Depois de despedir-se do estranho, Moacir n\u00e3o olhou mais para tr\u00e1s. Foi em frente, entrando no jardim e na casa, onde apresentou as condol\u00eancias \u00e0 vi\u00fava chorosa. Esta informou que o corpo do marido fora transferido para o vel\u00f3rio \u00e0 c\u00e2mara dos vereadores da prefeitura da cidade vizinha de Miguel Pereira. Isso porque em vida o Professor Corn\u00e9lio Fernandes fora prefeito da conceituada cidade irm\u00e3 de Vassouras.<\/p>\n<p>\u00c0 sa\u00edda da casa da vi\u00fava, Moacir sentiu como se seu estado de consci\u00eancia sofresse esp\u00e9cie de metamorfose. Subitamente percebeu que sua mente havia eixado a espessa neblina que at\u00e9 ent\u00e3o a cobria e a todas as outras coisas. Foi dif\u00edcil para Moacir expressar-se para n\u00f3s a respeito dessa modifica\u00e7\u00e3o. No nosso entender, ela corresponderia ao despertar de um estado semi-hipn\u00f3tico.<\/p>\n<p>Embora, naquela \u00e9poca, fosse costume de Moacir dedicar-se \u00e0 bebida, nada de alco\u00f3lico ele havia ingerido naquele dia, a essa hora noturna.<\/p>\n<div>\n<div id=\"attachment_4070\" style=\"width: 780px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4070\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4070 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty13.jpg\" alt=\"\" width=\"770\" height=\"707\" \/><p id=\"caption-attachment-4070\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4071\" style=\"width: 953px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4071\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4071 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty14.jpg\" alt=\"\" width=\"943\" height=\"676\" \/><p id=\"caption-attachment-4071\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Moacir, representando o que viu a bordo do aparelho.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Lembra-se Moacir de que havia passado por ele uma charrete e depois viu aproximar-se o autom\u00f3vel de outro amigo do morto, para dar os p\u00easames \u00e0 vi\u00fava. Tal amigo era colega do defunto, na escola, como professor de desenho, o Coronel Vilar. Esse coronel era conhecido tamb\u00e9m de Moacir e este lhe informou logo da transfer\u00eancia de local do vel\u00f3rio. Dessa maneira, Vilar nem entrou na casa da vi\u00fava, convidando Moacir a seguir com ele de carro para Miguel Pereira. No trajeto, Moacir relatou ao militar o estranh\u00edssimo epis\u00f3dio que acabara de passar e reparou que o Coronel, distra\u00eddo pela narrativa, quase teve um acidente de carro.<\/p>\n<p>Nada de especial se tem a relatar mais dessa noite, a n\u00e3o ser que, na C\u00e2mara de Vereadores de Miguel Pereira, Moacir reencontrou-se com sua filha Monique, a quem ele chegou a relatar tamb\u00e9m o estranho fato, impregnando at\u00e9 hoje a fundo a mente da mo\u00e7a.<\/p>\n<p>Na volta, pelas 2 horas da madrugada, o Coronel teve a gentileza de deixar Moacir no p\u00e9 do morro Belvedere, em Pati do Alferes, gra\u00e7as \u00c0 sua passagem pelo bairro Goiabal, vizinho do bairro Manga Larga, onde morava este professor.<\/p>\n<p>Chegando \u00e0 casa, Moacir acordou a esposa para narrar-lhe sua estranha aventura. Esta por\u00e9m n\u00e3o lhe deu cr\u00e9dito, achando tudo maluquice e culpando liba\u00e7\u00f5es alco\u00f3licas. Virando-se para o lado, ela continuou a dormir. Moacir entretanto apanhou caderno e l\u00e1pis para, naquela noite, registrar tudo por escrito, complementando ainda o relato por croquis e desenhos, infelizmente perdidos depois.<\/p>\n<p>Apenas de madrugada \u00e9 que Moacir chegou a cochilar um pouco, t\u00e3o intensamente o epis\u00f3dio continuava a ocupar sua mente. Isto ainda mais porque o ufonauta lhe havia acenado com futuro reencontro. Para este, Moacir come\u00e7ava a formular hipot\u00e9ticas perguntas como, por exemplo, sobre a cren\u00e7a em Deus, nos seres da ra\u00e7a do gigante.<\/p>\n<p>A testemunha chegou a acordar mais tarde, como de costume. Mas logo foi debru\u00e7ar-se na mesa sobre seu caderno de apontamentos e completa-los com mais dados sobre o epis\u00f3dio. Foi assim ocupado que, aproximadamente \u00e0s 11 horas, a esposa indagou-lhe se podia servir o almo\u00e7o que ela estava preparando no fog\u00e3o a g\u00e1s, \u00e0 esquerda da mesa de Moacir. Respondeu ele que estava de acordo, ainda debru\u00e7ado sobre seu caderno. Foi quando escutou a cadeira de p\u00e9s de ferro, ao seu lado ser arrastada. Espantado, Moacir levantou a vista, dando com o gigante da noite anterior sentado \u00e0 sua direita, junto \u00e0 mesa. No mesmo instante, sem aparentemente se dar conta da presen\u00e7a do estranho, a esposa de Moacir, com movimento de passar a travessa de salada para a mesa, dirigiu-se exatamente em dire\u00e7\u00e3o ao gigante. Simultaneamente surpreendido pelo reaparecimento do ufonauta e confuso pelo movimento da esposa em inobserv\u00e2ncia da presen\u00e7a deste, em gesto impaciente, ou talvez de frustra\u00e7\u00e3o e ainda de polidez junto ao estranho, Moacir levantou-se querendo impedir a a\u00e7\u00e3o da mulher. Entretanto, inadvertidamente, chegou a derrubar ao ch\u00e3o a travessa de salada. Isto causou acre repreens\u00e3o a Moacir por parte da esposa, que continuava a ignorar a presen\u00e7a do extraterrestre. Ap\u00f3s serenado o bate-boca entre o casal, espantado Moacir deu por falta do gigante. Talvez desacostumado com aquele tipo de cena, t\u00e3o s\u00fabita e silenciosamente como surgira, este havia decidido desaparecer de novo.<\/p>\n<\/div>\n<h2>A Investiga\u00e7\u00e3o da SBEDV<\/h2>\n<div>\n<p>Como fato curioso, mas sem explica\u00e7\u00e3o, Moacir mencionou-nos algo que ocorreu com ele no bairro Manga Larga, na estrada que leva para a cidade de Petr\u00f3polis. Neste local, nas dez vezes em que passou por l\u00e1 com seu carro durante os dois anos seguintes ao epis\u00f3dio, sistematicamente e sem motivo aparente, o motor do ve\u00edculo deixava de funcionar. Para retomar seu movimento normal logo algumas dezenas de metros mais adiante, alcan\u00e7ados gra\u00e7as ao embalo. Mas nada mais aconteceu nos anos posteriores at\u00e9 hoje. Este lugar corresponderia a trecho da estrada onde esta se aproxima de um riacho, formando ali algumas cachoeiras.<\/p>\n<p>Uma vez que, \u00e0 beira desta passagem Moacir nos havia apontado a resid\u00eancia do Professor Vilar, fi\u00e9is ao nosso projeto anterior aproveitamos logo a oportunidade para conferir se realmente este senhor, 7 anos antes, recebera como primeira pessoa o relato do epis\u00f3dio pela testemunha. Sem nenhum sinal de titubear, Moacir aquiesceu de boa vontade nosso pedido. O Coronel recebeu Moacir e a n\u00f3s com carinho e prazer. E na verdade logo confirmou que, naquela noite, Moacir lhe havia confidenciado sua estranha viv\u00eancia. Mas deixou claro tamb\u00e9m que isso n\u00e3o implicava que ele, Vilar, desse cr\u00e9dito ao relato.<\/p>\n<p>Em seguida, foi espet\u00e1culo psicologicamente gratificante para n\u00f3s seguirmos o di\u00e1logo entre os dois, colorido de tons de autenticidade, pois desenvolvia-se de improviso: desde a data do mencionado vel\u00f3rio os dois n\u00e3o haviam mais se encontrado. E, argumentava o Coronel, Moacir talvez na ocasi\u00e3o tivesse sido v\u00edtima de alucina\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que era conhecido por abusar de bebidas alco\u00f3licas. Humildemente, a isto Moacir respondeu que, realmente, na \u00e9poca do epis\u00f3dio, era ainda dado ao v\u00edcio do \u00e1lcool e embriaguez. Mas que, naquele dia espec\u00edfico, nada de bebida alco\u00f3lica havia ingerido, por pequena dose que fosse. E acrescentou que. Ali\u00e1s, desde o dia do epis\u00f3dio em diante, gra\u00e7as \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es do ufonauta, seu cicerone nesse memor\u00e1vel encontro, havia deixado de usar \u00e1lcool, fumo e carne, embora alguns de seus parentes ainda comessem carne.<\/p>\n<p>De maneira modesta e espont\u00e2nea, aqui podemos atestar as palavras de Moacir: em um domingo (18 de maio de 1986), quando em v\u00e3o procuramos por ele em sua resid\u00eancia (pretend\u00edamos submeter as cadeiras de ferro de sua casa a uma aferi\u00e7\u00e3o pelo nosso magnet\u00f4metro. Houve um desencontro, por o mesmo achar-se em reuni\u00e3o na AAA (Associa\u00e7\u00e3o dos Alco\u00f3licos An\u00f4nimos). E realmente, em nossa volta para o Rio de Janeiro, ao lado da Igreja do Governador Portela, encontramos Moacir nessa reuni\u00e3o, a festejar seus anos de abstin\u00eancia do \u00e1lcool e de ajuda aos outros superarem tamb\u00e9m esse v\u00edcio.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4058\" style=\"width: 954px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4058\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4058 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty1.jpg\" alt=\"\" width=\"944\" height=\"634\" \/><p id=\"caption-attachment-4058\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que Moacir viu o tripulante sentado em uma cadeira na cozinha de sua casa.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"mceTemp\"><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4072\" style=\"width: 633px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4072\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4072 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty15.jpg\" alt=\"\" width=\"623\" height=\"954\" \/><p id=\"caption-attachment-4072\" class=\"wp-caption-text\">Cadeira, onde o estranho ser teria sentado.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><a name=\"magnetismo\"><\/a><\/div>\n<h3>Medi\u00e7\u00e3o do Magnetismo<\/h3>\n<p>Retornamos a Arcozelo, em Pati do Alferes, a fim de pesquisar eventual imanta\u00e7\u00e3o das tr\u00eas cadeiras com p\u00e9s de a\u00e7o. Numa das quais Moacir havia visto o tripulante sentado \u00c0 mesa pelo menos por instantes. Enquanto as outras acusaram nenhuma imanta\u00e7\u00e3o ou valor desprez\u00edvel, uma das cadeiras apresentou nitidamente 2 Gauss nas tubula\u00e7\u00f5es de a\u00e7o.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<h3>Outras Experi\u00eancias da Testemunha<\/h3>\n<div>\n<p>Em dia e m\u00eas que n\u00e3o se recorda, em 1971, seis anos antes do epis\u00f3dio ufol\u00f3gico de Paty do Alferes, segundo seu relato viveu Moacir outro fato estranho. Este por\u00e9m, pela falta de conhecimentos nossos a respeito, n\u00e3o vamos nos aventurar a classificar.<\/p>\n<p>O caso em quest\u00e3o aconteceu durante um passeio com piquenique a Cabo Frio, famosa est\u00e2ncia balne\u00e1ria marinha, distante de Paty do Alferes 250 Km aproximadamente. Tal passeio foi organizado por um senhor chamado Jair e o nosso protagonista, Moacir. A excurs\u00e3o, de \u00f4nibus, se iniciaria a meia-noite, nela tomando parte cerca de 30 pessoas de Paty do Alferes.<\/p>\n<p>Moacir lembra-se de alguns participantes, atualmente ainda vivos. Dentre estes, o Sr. Gilberto Abdue (conhecido pelo apelido de \u201cJil\u00f3\u201d), representante de marca de bebidas e refrigerantes, a quem entrevistamos em seu s\u00edtio, na Estrada RJ-125, n\u00ba 64055. Outra participante foi D. Nilza Silva Melo, residente na Rua Vicente Freitas, n\u00ba 90, em Paty do Alferes. Estes dois atestaram que houve um atraso de 4 horas na volta de tal passeio, pois Moacir, um de seus organizadores, havia desaparecido cerca das 12 horas, reaparecendo somente \u00e0s 18 horas.<\/p>\n<p>Moacir informou-nos que n\u00e3o chegou a almo\u00e7ar ao meio-dia, juntamente com os outros, na praia. \u00c9 que repentinamente, ele havia deixado a paisagem peculiar de Cabo Frio, \u00e0 beira-mar, com dia de Sol sem nuvens, cheia de arvoredos e plantas nas margens.<\/p>\n<p>Na paisagem para a qual, descal\u00e7o e de \u201cshort\u201d, Moacir viu-se subitamente transportado, n\u00e3o havia vegeta\u00e7\u00e3o. O ch\u00e3o era arenoso, compacto, parecido com asfalto de cor cinza escuro. Estava quente, de maneira que, sem cal\u00e7ados, Moacir tinha de pular ou andar rapidamente para n\u00e3o queimar a sola dos p\u00e9s. Essa quentura do solo era tanto mais estranha uma vez que n\u00e3o havia Sol vis\u00edvel. Por\u00e9m, todo o c\u00e9u estava nublado, contr\u00e1rio ao c\u00e9u azul l\u00edmpido e de Sol de Cabo Frio. E mesmo a atmosfera n\u00e3o estando quente, Moacir, ofegante, sentiu uma esp\u00e9cie de falta de ar, como se este fosse o rarefeito das alturas.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s andar muito, Moacir avistou uma colina baixa, com um grupo de 100 casas toscas, constru\u00eddas coladas umas nas outras. Tais constru\u00e7\u00f5es eram muito parecidas com ninhos de Jo\u00e3o-de-barro, pelo aspecto das janelas, pequenas e redondas, e portas de tipo id\u00eantico. Possu\u00edam cor fosca, mas tonalidades claras de verde, amarelo e marrom. Embora n\u00e3o enxergasse vida nas casas, Moacir procurou aproximar-se delas para tentar orientar-se com eventual habitante. Entretanto, apesar de andar e pular no ch\u00e3o quente durante uns 10 minutos, estranhou por n\u00e3o conseguir aproximar-se das casas al\u00e9m de uns 50 metros.<\/p>\n<p>J\u00e1 desesperado com a situa\u00e7\u00e3o, Moacir buscou ent\u00e3o reorientar-se pela maior claridade da parte do c\u00e9u onde julgava situar-se o Sol, para posicionar sua caminhada na dire\u00e7\u00e3o em que acreditava localizar-se a praia de Cabo Frio. Ao todo pensou ter andado uma dist\u00e2ncia equivalente \u00e0 que vai de Paty do Alferes \u00e0 Governador Portela (cerca de 17 km), quando, de longe, avistou uma casa isolada. Era um posto de gasolina, onde encontrou seu conhecido \u201cJil\u00f3\u201d, j\u00e1 mencionado. Este confirmou-nos tal encontro com Moacir, que lhe parecia bastante preocupado e lhe dizia sentir-se perdido. \u201cJil\u00f3\u201d indicou a Moacir a dire\u00e7\u00e3o da praia, onde este chegou, espavorido, \u00e0s 18 horas. Incontinenti, sem ter almo\u00e7ado ou lanchado, embarcou no \u00f4nibus para, juntamente com o grupo, retornar a Paty do Alferes. L\u00e1, atrasados, s\u00f3 chegariam \u00e0s 2 horas da manh\u00e3.<\/p>\n<p>Moacir n\u00e3o soube explicar onde estivera, mas relatou aquilo que viu e presenciou. Uma vez que sua falta foi sentida \u00e0s 14 horas, momento planejado para o retorno, formou-se grande celeuma. Os participantes do grupo foram tentar localizar Moacir primeiro em restaurantes e hot\u00e9is, depois nos hospitais de Cabo Frio, necrot\u00e9rio e na delegacia de pol\u00edcia. Foi quando, finalmente ao crep\u00fasculo, todo espantado, ele apareceu.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a experi\u00eancia que viveu em Paty do Alferes, Moacir tomou interesse pela Ufologia. Assim, ele participou tamb\u00e9m de rumorosa caravana popular que se dirigia para a cidade de Casimiro de Abreu, no Estado do Rio de Janeiro, em in\u00edcio de 1980. Essa comitiva ali\u00e1s contou com a presen\u00e7a da corretora D. Linda Guillion, de Paty do Alferes.<\/p>\n<p>\u00c0 noite, entre 3 e 4 horas da madrugada, aquartelado em um dos recantos da localidade, o grupo foi brindado por um bal\u00e9 celeste: aparentemente a dist\u00e2ncias enormes, alguns pontos luminosos executavam caminhadas r\u00e1pidas, tamb\u00e9m em zig-zag. Entretanto, menos avisadas, outras pessoas que se encontravam no local interpretaram esses movimentos como os de \u201cestrelas cadentes\u201d. Ali\u00e1s, consultando o Boletim da SBEDV n\u00ba 132\/135 (p\u00e1g. 30), damos conta de o jornal \u201cO Fluminense\u201d (30\/3\/80) ter inserido em suas p\u00e1ginas a not\u00edcia de que Rog\u00e9rio Lima e seu grupo tamb\u00e9m fizeram avistamentos ufol\u00f3gicos em Casimiro de Abreu. Al\u00e9m disso, na ocasi\u00e3o, a SBEDV recebeu uma foto que teria sido tirada a respeito, em Casemiro de Abreu, por grupo ufol\u00f3gico com sede em Santos (SP).<\/p>\n<p>Ainda em outra oportunidade, outubro de 1982, Moacir vinha em seu carro, \u00e0 noite, de volta de Vassouras para Paty do Alferes, com mais cinco pessoas: sua filha Monique, dois homens e duas mo\u00e7as, No\u00eamia Rosa e Leila. O carro j\u00e1 havia ultrapassado a localidade de Sacra Fam\u00edlia e ainda n\u00e3o tinha atingido Morro Azul. A uns 50 metros antes da sa\u00edda \u00e0 direita para educand\u00e1rio profissional Rodolfo Fuchs (Organiza\u00e7\u00e3o Cristo Redentor), em cima do morro uns 100 metros e uns tantos metros do autom\u00f3vel, Moacir e seu grupo avistaram um disco voador. Este era achatado, com o lado voltado para baixo apresentando numerosos focos de cores diversas, prevalecendo entretanto o azul.<\/p>\n<p>A nave ficou l\u00e1, parada e silenciosa, enquanto era observada pelas pessoas, em n\u00famero de cinco, afora Moacir. Finalmente o OVNI lan\u00e7ou um feixe de luz em dire\u00e7\u00e3o ao morro, clareando tudo por l\u00e1 como se fosse de dia, num di\u00e2metro de uns 50 metros. Em seguida, afastou-se, tendo o espet\u00e1culo durado cerca de 5 minutos. Monique, na \u00e9poca da investiga\u00e7\u00e3o com 27 anos de idade, confirmou-nos este avistamento.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o apontada por Moacir Baiano tem realmente atra\u00eddo os discos voadores. Isto nos foi posteriormente atestado pelo casal \u201cNeguinho\u201d e Dona Diva (Deuteshlander Oliveira Novais e Diva de Souza Novais). Morando a cerca de 1,5 Km daquela ponte h\u00e1 uns 10 anos, Dona Diva declarou ter avistado UFOs por l\u00e1 umas quatro vezes. Certa feita, foi em forma de luz amarela clara, retangular (tipo porta), de tamanho maior que o de uma Lua Cheia.<\/p>\n<p>Avistamento de objeto similar, sen\u00e3o id\u00eantico ao de Moacir, foi feito no Rio de Janeiro (bairro Novo Mundo), por membro da SBEDV, em 20 de abril de 1969, \u00e0s 21 horas, descrito no Boletim da SBEDV n\u00ba 71, p\u00e1g. 127 e 128.<\/p>\n<p>Moacir relatou-nos estranho avistamento que teve com a idade de 6 anos. Nessa ocasi\u00e3o, ele morava com seus pais \u00e0 beira da praia, no bairro Torre, na cidade de Jo\u00e3o Pessoa, capital do estado da Para\u00edba. Por encontrar-se afastado da cidade, naquela \u00e9poca o lugar n\u00e3o possu\u00eda ainda luz el\u00e9trica.<\/p>\n<p>Desse modo, certa noite, seu pai e mais tr\u00eas parceiros jogavam cartas \u00e0 luz bruxuleante de uma lamparina de querosene. Este era ali\u00e1s o tipo de ilumina\u00e7\u00e3o de todas as casas das redondezas, incluindo um bar da vizinhan\u00e7a. Em determinado instante, o pai de Moacir, conhecido como Zuza, deu por falta de cigarro. Pediu ent\u00e3o \u00e0 esposa que desse uma olhadela pela porta na dire\u00e7\u00e3o do bar vizinho, pois este talvez ainda se achasse aberto, embora o avan\u00e7ado da hora. Isto seria facilmente verificado, pelo reflexo da, luz da lamparina na areia atrav\u00e9s da porta aberta do bar. Naquele momento, Moacir estava com a cabe\u00e7a pousada no colo da m\u00e3e, de maneira que ele mesmo levantou-se e foi at\u00e9 a porta da casa para espiar. Entretanto, sua vista foi atra\u00edda por outro espet\u00e1culo, inesperado e incomum: uma mulher de propor\u00e7\u00e3o descomunal, cerca de 2,5 metros de altura, vestida com roupa branca tal a de uma noiva e que fulgurava como fosforescente, estava a bailar na praia escura.<\/p>\n<p>\u00c0 chamada de Moacir na porta, sua m\u00e3e veio e confirmou a vis\u00e3o, dirigindo-se por sua vez ao marido: \u201cOh! Zuza, vem ver!\u201d. Mas quando Zuza e os tr\u00eas parceiros chegaram na porta, n\u00e3o enxergaram nada daquilo. E Moacir ainda recebeu uns cascudos do pai, que o admoestou para \u201cdeixar de ser mentiroso\u201d.<\/p>\n<h3>Epis\u00f3dios da Vida Adulta<\/h3>\n<p>Outra qualidade de Moacir que merece ser mencionada \u00e9 a sua capacidade de enxergar o que se passa longe dele e de transmitir seus pensamentos, pelo menos \u00e0 pessoa de sua m\u00e3e.<\/p>\n<p>Em 1952, Moacir fazia seu servi\u00e7o militar, de dois anos, no Rio de Janeiro, no 1\u00ba Regimento de Cavalaria e Guarda (Drag\u00f5es da Independ\u00eancia, atualmente sediado em Bras\u00edlia). Sendo o seu soldo de apenas 94 mil r\u00e9is por m\u00eas, insuficientes para seus gastos de fumante e de rapaz robusto para passear, certo dia ele estava triste, sentado \u00e0 beira de sua cama no alojamento, acabrunhado com essas quest\u00f5es. Foi quando, subitamente, ele viu surgir diante de si a figura de sua m\u00e3e, que lhe dizia: \u201cOh Moacir, voc\u00ea parece aperreado por falta de dinheiro. Mas eu ganhei no jogo, no milhar 1346, de modo que vou remeter-lhe algo\u201d. E realmente, dois ou tr\u00eas dias depois chegou uma carta de sua m\u00e3e, com um valor declarado de 200 mil r\u00e9s, que ela lhe enviava.<\/p>\n<p>Outro caso de percep\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia relatado por Moacir refere-se \u00e0 morte de seu amigo Zezinho Toste, por infarto card\u00edaco fulminante, em 1983. Na ocasi\u00e3o, Moacir encontrava-se em casa, assistindo televis\u00e3o a altas horas da noite. Pois repentinamente, diante dele e vestindo seu terno amarelo, surgiu o seu amigo Zezinho Toste, dizendo-lhe: \u201cMoacir, n\u00e3o vou mais seguir a Igreja Messi\u00e2nica\u201d. No dia seguinte, Moacir recebeu a not\u00edcia do falecimento s\u00fabito de Toste, ocorrido na noite anterior. Esta seria a raz\u00e3o do seu afastamento como membro daquela religi\u00e3o.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4073 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty16.jpg\" alt=\"\" width=\"761\" height=\"711\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>Desenho de Moacir, representando o avistamento ocorrido na regi\u00e3o de Sacra Fam\u00edlia (RJ).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div id=\"attachment_4074\" style=\"width: 957px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4074\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4074 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/paty17.jpg\" alt=\"\" width=\"947\" height=\"517\" \/><p id=\"caption-attachment-4074\" class=\"wp-caption-text\">Desenho representando o epis\u00f3dio ocorrido em Cabo Frio (RJ).<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Coment\u00e1rios Gerais do Caso [Equipe Fenomenum]<\/h3>\n<div>\n<p>Uma vez que n\u00e3o possu\u00edmos a privilegiada preclaridade dos uf\u00f3logos avan\u00e7ados, a n\u00f3s surgem mais perguntas do que explica\u00e7\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o aos fen\u00f4menos observados por Moacir. Entretanto, com respeito ao ufonauta gigante, o que mais nos deixa intrigados \u00e9 a capacidade deste de adivinhar o que se passava na mente do terrestre contatado, de maneira a deixa-lo exatamente perto do local que ele pretendia visitar: a casa da vi\u00fava.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, caso bastante semelhante est\u00e1 descrito no relato do encontro que o estudante paulista Paulo Coutinho teve com extraterrestres. Paulo estava amargurado pelo seu isolamento dentro do disco voador, \u00e0 merc\u00ea de seus respectivos tripulantes. Ao aflorar em sua mente a saudade dos pais queridos, viu surgir inesperadamente diante dele, numa tela, cena tomada do interior da casa paterna. Nesta cena, o estudante avistou sua m\u00e3e chorosa e o pai preocupado pelo repentino desaparecimento do filho (Boletim da SBEDV n\u00ba 116\/120, p\u00e1gs. 8 e 9).<\/p>\n<p>Em considerando ainda que a esposa de Moacir n\u00e3o enxergou o ufonauta, isto poderia servir como base para controv\u00e9rsia. \u201cEm passant\u201d, lembramos do relato do CICOANI sobre o caso de Joaquim Murtinho: \u00e0 aproxima\u00e7\u00e3o inesperada de uma vizinha da testemunha, todo o time dos extraterrestres tornou-se imediatamente invis\u00edvel (Bol. Da SBEDV n\u00ba 156\/161, p\u00e1gs. 72 a 77). Nossa concep\u00e7\u00e3o por\u00e9m \u00e9 a de que a presen\u00e7a dos ufonautas n\u00e3o havia cessado. Apenas eles se tornaram invis\u00edveis, gra\u00e7as a aparelhos e truques de tecnologia \u00f3tica. Com isto em mente, extrapolamos para a possibilidade de, por sua acuidade parapsicol\u00f3gica j\u00e1 comprovada em crian\u00e7a e depois como adulto, Moacir ter conseguido perceber tamb\u00e9m com essa mesma acuidade parapsicol\u00f3gica a presen\u00e7a do ufonauta, embora este permanecesse \u201cencoberto\u201d para os outros por recursos de ordem tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<h3>Coment\u00e1rios Fenomenum<\/h3>\n<p>Na casu\u00edstica ufol\u00f3gica, tanto brasileira quanto mundial, existem milhares de casos de avistamentos de tripulantes, que podem ter aspecto semelhante ao humano ou ainda com caracter\u00edsticas diferentes do nosso padr\u00e3o. Em geral, estes casos envolvem seres com tamanho semelhante ao humano, ou de baixa estatura. Relatos de seres de tamanho maior de 2 metros de altura existem, por\u00e9m s\u00e3o mais raros e ser associados \u00e0 elementos folcl\u00f3ricos e\/ou mitol\u00f3gicos. Tal pode ser o caso dos semi-deuses do pante\u00e3o grego e eg\u00edpcio, que tinham elevada estatura e poderes sobre-humanos. Alguns ufoarqueologistas sugerem que os gigantes descritos em livros sagrados sejam alien\u00edgenas ou descendentes destes.<\/p>\n<p>Mesmo casos ufol\u00f3gicos atuais, com grau de estranheza elevado poderiam ser interpretados de forma divina ou demon\u00edaca por certos grupos religiosos, sem conhecimento sobre a casu\u00edstica ufol\u00f3gica. Tal \u00e9 o caso do chamado Monstro de Flatwoods.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_4075\" style=\"width: 770px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4075\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4075 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/52668bbc-403d-4cae-8176-ca67897c2070-1-760x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"760\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-4075\" class=\"wp-caption-text\">Fotos antigas do velho Belvedere de Paty do Alferes (RJ)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4076\" style=\"width: 669px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4076\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4076 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/53925443-8a41-4307-9730-5a6d1a50a7d6-1-659x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"659\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-4076\" class=\"wp-caption-text\">Moacir Baiano era muito querido na cidade e ganhou v\u00e1rias homenagens ainda em vida.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4077\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4077\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4077 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/c2edc0b3-fd20-4855-aefc-584053222056-1-1024x733.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"733\" \/><p id=\"caption-attachment-4077\" class=\"wp-caption-text\">Moacir Baiano era muito querido na cidade e ganhou v\u00e1rias homenagens ainda em vida.<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_4078\" style=\"width: 768px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4078\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4078 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/ef9b5504-7dd0-424a-8039-20e7cf0419b7-1-758x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"758\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-4078\" class=\"wp-caption-text\">Moacir Baiano era muito querido na cidade e ganhou v\u00e1rias homenagens ainda em vida.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>\n<h3>O Monstro de Flatwoods<\/h3>\n<p>O Monstro de Flatwoods, tamb\u00e9m conhecido como Monstro do condado de Braxton ou o Fantasma de Braxton, tornou-se elemento do folclore da Virg\u00ednia Ocidental, nos Estados Unidos. Na noite de 12 de setembro de 1952, cinco jovens encontravam-se nos arredores da cidade de Flatwoods no Condado de Braxton. O grupo observou um objeto luminoso passar sobre eles, aparentemente caindo sobre uma \u00e1rea pr\u00f3xima. Curiosos, eles decidiram ir at\u00e9 o local da suposta queda e chamaram Kathleen May (m\u00e3e de dois dos jovens) e Gene Lemon (militar da Guarda Nacional com 17 anos de servi\u00e7os prestados).<\/p>\n<p>Quando o grupo se aproximava do local da queda acabou surpreendido por uma bola de fogo que tinha aproximadamente 6 metros de di\u00e2metro. Neste momento, um dos meninos presentes observou dois olhos por tr\u00e1s das \u00e1rvores, ao mesmo tempo em que o cachorro que os acompanhava come\u00e7ou a latir insistentemente.<\/p>\n<p>Quando Lemon apontou sua lanterna para um nevoeiro que cobria a montanha o grupo observou uma enorme figura pr\u00f3xima das \u00e1rvores. Ela tinha entre 3 e 4 metros de altura, rosto avermelhado e dois enormes olhos verde-alaranjados que brilhavam. A estranha criatura vestia um capuz pontudo e vestes semelhantes ao de um monge.<\/p>\n<p>A misteriosa criatura aparentemente flutuava e logo deslizou em dire\u00e7\u00e3o ao grupo, emitindo um som semelhante \u00e0 um assobio. O grupo imediatamente entrou em p\u00e2nico e todos desceram a colina correndo. Os garotos estavam em estado de choque e Kathleen em aparente estado de histeria. Todos vomitaram por v\u00e1rios horas devido \u00e0 um cheiro horr\u00edvel presente no local. Aproximadamente uma hora depois, policiais se dirigiram ao local para investigar o fato e alguns deles tamb\u00e9m passaram mal devido ao mau cheiro.<\/p>\n<p>Depois do evento, o senhor Willian e Donna Smith, investigadores associados a Civilian Saucer Investigation Group (Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o Civil de Discos), obtiveram um n\u00famero de relatos de testemunhas que afirmaram ter experi\u00eancias similares ou fen\u00f4menos relacionados. Nesses relatos incluem a hist\u00f3ria de uma m\u00e3e sua filha de 21 anos que afirmaram ter encontrado uma criatura com a mesma apar\u00eancia e odor uma semana antes ao incidente de 12 de setembro. O encontro relatado afetou a filha de maneira t\u00e3o ruim que ela teve que ser confinada no hospital Clarksburg por 3 semanas. Elas tamb\u00e9m garantiram que o estado da m\u00e3e do guarda Eugene Lemon, na qual ela disse que no local aproximado da queda, sua casa foi violentamente sacudida e ser r\u00e1dio cortou sem sinal por 45 minutos e um relato do diretor do quadro de educa\u00e7\u00e3o local que afirmou ter visto um disco voador decolando as 6:30 na manh\u00e3 do dia 13 de setembro (na mesma manh\u00e3 que a criatura foi avistada).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>O Caso de Voronezh<\/h3>\n<div>Outro caso interessante e com grande grau de estranheza ocorreu na cidade de Voronezh, na R\u00fassia, em 27 de setembro de 1989. Ao final da tarde, v\u00e1rios estudantes e alguns adultos observaram um grande objeto esf\u00e9rico sobrevoando um parque local. Uma portinhola se abriu e por ele surgiu um ser, com quase 3 metros de altura, vestindo um traje, tipo escafandro, com macac\u00e3o inteiri\u00e7o. O estranho ser, que possu\u00eda 3 olhos no rosto, n\u00e3o apresentava pesco\u00e7o.Uma as testemunhas, uma crian\u00e7a, come\u00e7ou a chorar, chamando a aten\u00e7\u00e3o do misterioso ser. A crian\u00e7a pareceu congelar. Quando as testemunhas come\u00e7aram a gritar, o UFO desapareceu, reaparecendo aproximadamente cinco minutos depois.<\/div>\n<div>\n<p>Em dado momento, o tripulante apontou um tubo para o garoto que chorava e este desapareceu, deixando as demais crian\u00e7as at\u00f4nitas. Pouco depois, o tripulante entrou novamente no objeto que decolou. Quando o objeto desapareceu no c\u00e9u, o garoto desaparecido ressurgiu.<\/p>\n<h3>O Caso Sagrada Fam\u00edlia<\/h3>\n<p>Outro caso cl\u00e1ssico de encontro com alien\u00edgenas de grande estatura ocorreu na noite 28 de agosto de 1963, no bairro Sagrada Fam\u00edlia, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasi\u00e3o, tr\u00eas garotos, Ronaldo, Fernando e Jos\u00e9 Marcos, sa\u00edram ao quintal, para lavar um coador de caf\u00e9 em uma cisterna existente nos fundos do terreno. Enquanto Jos\u00e9 Marcos, abaixou a cabe\u00e7a para pegar \u00e1gua com uma vasilha, Ronaldo e Fernando notaram uma luz brilhante no c\u00e9u. Os meninos viram que se tratava de um objeto esf\u00e9rico com mais de 3m de di\u00e2metro que pairava sobre as \u00e1rvores que ficavam na frente da casa. A esfera estava dividida em quadrados e tinha algo que se parecia com antenas na parte de cima.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s das paredes transparentes do objeto, os meninos viram quatro seres que estavam vestindo roupas parecidas com as de mergulhadores e capacetes transparentes. Eles estavam sentados em cadeiras de uma perna s\u00f3. Um tinha a apar\u00eancia de mulher, a julgar pelo cabelo loiro e longo preso para tr\u00e1s. Os outros, carecas, seriam os homens. Um dos seres, que tinha 3 m de altura, flutuou at\u00e9 o ch\u00e3o atrav\u00e9s de luzes paralelas que sa\u00edram da esfera. Atrav\u00e9s de seu capacete transparente, que tinha no alto um tipo de antena, os garotos viram que o alien\u00edgena tinha apenas um grande olho escuro.<\/p>\n<p>Sobre ele, que se movimentava frequentemente, havia uma protuber\u00e2ncia que se parecia com uma sobrancelha. O rosto do gigante tinha uma colora\u00e7\u00e3o avermelhada. Ele estava vestido com um macac\u00e3o com aspecto de couro, com dobras nos cotovelos, peito e joelhos. A roupa era marrom da cintura para cima, branca da cintura at\u00e9 os joelhos e preta para baixo. Com passos firmes e rob\u00f3ticos, o enorme ser for em dire\u00e7\u00e3o a Jos\u00e9 Marcos, que estava com a cabe\u00e7a dentro do po\u00e7o pegando \u00e1gua. Prevendo a amea\u00e7a, Fernando pulou em Jos\u00e9 Marcos atirando-o ao ch\u00e3o a fim de proteg\u00ea-lo. O ser, ent\u00e3o, olhou para as crian\u00e7as, que se sentiram sem for\u00e7as para andar ou gritar, e come\u00e7ou a falar em um idioma estranho, gesticulando com as m\u00e3os e a cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando a entidade se moveu para sentar na beira do po\u00e7o, Fernando correu para tr\u00e1s dela, pegou um peda\u00e7o de tijolo e preparou-se para atirar no alien\u00edgena. O ser saltou com grande rapidez e um raio de luz amarela saiu de uma \u00e1rea retangular de seu peito, atingindo a m\u00e3o de Fernando que soltou o tijolo. A criatura, que tinha uma caixa de cor de cobre nas costas, recome\u00e7ou a falar e gesticular como se quisesse ser entendido. Quando finalmente desistiu de se comunicar, o alien\u00edgena voou de volta para o UFO, que ficou mais brilhante, ascendeu lentamente e desapareceu de vista. Os meninos correram para casa e contaram para a m\u00e3e o que tinha acontecido. Jos\u00e9 Marcos escondeu-se debaixo da cama. O pai de Fernando e Ronaldo encontrou marcas de pegadas com 2 cm de profundidade onde o ser havia andado.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a mais sobre este caso clicando <a title=\"Caso Sagrada Fam\u00edlia\" href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/caso-sagrada-familia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n<h2>O Caso de Pinh\u00e3o (PR)<\/h2>\n<p>No munic\u00edpio de Pinh\u00e3o (PR), ocorreu outro caso interessante, embora n\u00e3o tenha sido observado qualquer objeto voador na ocasi\u00e3o. Um grupo de amigos ca\u00e7avam em uma mata na regi\u00e3o do distrito rural de Todos os Santos. Era dia e o grupo parou para descansar e comer alguma coisa em uma \u00e1rea de mata nativa, permeado de pequenos arbustos e \u00e1rvores. O grupo estava embaixo de uma \u00e1rvore quando observou um homem desconhecido aproximando-se do local onde estavam. O desconhecido surgiu em meio a vegeta\u00e7\u00e3o, passando a poucas dezenas de metros do grupo. Em dado momento, o misterioso homem passou embaixo de uma \u00e1rvore, curvando-se para desviar dos galhos, o que deixou as testemunhas espantadas, pois os galhos estavam a pouco mais de dois metros de altura do ch\u00e3o. O misterioso ser, que deveria ter aproximadamente 3 metros de altura afastou-se, entrando novamente em meio a vegeta\u00e7\u00e3o desaparecendo.<\/p>\n<p>Esses casos citados a pouco s\u00e3o casos que chegaram ao conhecimento dos ufol\u00f3gicos e foram investigados e registrados. Quantos outros n\u00e3o chegaram ao conhecimento dos pesquisadores?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<ol>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_168_173.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 168_173<\/a><\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um interessante e pitoresco caso ufol\u00f3gico ocorrido em Paty do Alferes (RJ), com o relato de avistamento de um human\u00f3ide de grande estatura. Um estranho e interessante caso ufol\u00f3gico ocorreu na cidade de Paty do Alferes, no Estado do Rio de Janeiro, em 31 de outubro e 1\u00bade novembro de 1977. 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