{"id":4105,"date":"2022-03-25T13:27:19","date_gmt":"2022-03-25T16:27:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4105"},"modified":"2025-04-21T13:22:31","modified_gmt":"2025-04-21T16:22:31","slug":"o-polemico-caso-paciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/o-polemico-caso-paciencia\/","title":{"rendered":"O Pol\u00eamico Caso Paci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Caso com diversos efeitos fisiol\u00f3gicos na testemunha, envolvendo criaturas de aspecto bizarro, ocorrido em Paci\u00eancia, Rio de Janeiro.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"col-lg-8\">\n<hr \/>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>Na madrugada de 19 de setembro de 1977, ocorreu um impressionante caso ufol\u00f3gico, na regi\u00e3o de Paci\u00eancia, Rio de Janeiro. Nesta ocasi\u00e3o, o motorista Ant\u00f4nio Bogado La Rubia \u00e9 sequestrado e levado a bordo de um disco voador. O interessante neste caso \u00e9 a caracter\u00edstica dos tripulantes do aparelho, possivelmente rob\u00f4s aut\u00f4nomos, unipedais (entidades que se ap\u00f3iam em uma \u00fanica perna ou estrutura). Al\u00e9m deste detalhe bizarro, envolvendo os tripulantes, os fatos decorridos durante a abdu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se enquadram com a grande maioria dos casos documentados pela Ufologia Brasileira e Mundial.<\/p>\n<p>Fato igualmente estranho \u00e9 uma sequencia de 14 proje\u00e7\u00f5es de imagens, sem aparente significado para o protagonista. Toda a experi\u00eancia \u00e9 insolitamente mergulhada no mais complexo sil\u00eancio. Curiosamente na \u00fanica ocasi\u00e3o em que conseguiu gritar, seus abdutores sofreram algo como uma onda de choque que os jogou ao ch\u00e3o. Ap\u00f3s ser libertado, Ant\u00f4nio tentou prosseguir com seus afazeres profissionais, mas viu-se afligido por intensos efeitos fisiol\u00f3gicos decorrentes do contato.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>O Caso de Paci\u00eancia<\/h2>\n<p>Texto Original da SBEDV<\/p>\n<p>Testemunha: Ant\u00f4nio Bogado La R\u00fabia, de 33 anos de idade, casado, e h\u00e1 3 anos motorista de \u00f4nibus, tendo instru\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. [Dados da \u00e9poca da pesquisa do caso].<\/p>\n<div id=\"attachment_4115\" style=\"width: 878px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4115\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4115 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/66583013.jpg\" alt=\"\" width=\"868\" height=\"1002\" \/><p id=\"caption-attachment-4115\" class=\"wp-caption-text\">Ant\u00f4nio Bogado La Rubia, sua esposa e seu filho. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Resid\u00eancia da Testemunha [\u00e0 \u00e9poca do caso]: Rua Caraguatatuba, Quadra 64, Lote 4, Bairro 7 de abril, Paci\u00eancia, Distrito de Campo Grande, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.<\/p>\n<p>Local de Trabalho da Testemunha: Empresa de \u00d4nibus &#8220;Transporte Oriental&#8221;, na Avenida Santa Cruz, n\u00ba 1220, em Sant\u00edssimo, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Local do sequestro e da liberta\u00e7\u00e3o: A testemunha foi sequestrada a aproximadamente 500 metros de sua resid\u00eancia e libertada a cerca de 3 mil metros adiante, na estrada.<\/p>\n<div id=\"attachment_4121\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4121\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4121 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/mapa-1024x629.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"629\" \/><p id=\"caption-attachment-4121\" class=\"wp-caption-text\">Mapa do local onde o caso ocorreu.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Not\u00edcia publicada: Jornal &#8220;O Dia&#8221;, do Rio de Janeiro, de 4\/10\/1977, com o t\u00edtulo: &#8220;Uma hora preso no disco voador, saiu com febre de 42 graus.<\/p>\n<p>Datas da pesquisa [da SBEDV]: Em 1977, nos dias 15, 18, 19, 20, 23, 24, e 31 de outubro, 2 e 16 de novembro e 18 de dezembro. Em 1978, no dia 6 de abril.<\/p>\n<p>No dia 19 de setembro de 1977, Ant\u00f4nio (daqui em diante, vamos apresentar a testemunha sob este nome aos nosso leitores) levantou-se \u00e0s 2hs da manh\u00e3, sem precisar de despertador. Este era um h\u00e1bito di\u00e1rio seu, uma vez que iniciava \u00e0s 3 hs da manh\u00e3 o seu trabalho de motorista de \u00f4nibus, na Via\u00e7\u00e3o Oriental, em Sant\u00edssimo, distante 15 a 20 km de sua resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Para conforto e seguran\u00e7a dos empregados dessa empresa, que moram em lugares ermos e distantes, estes s\u00e3o recolhidos um a um, por \u00f4nibus, perto de suas casas. Este \u00e9 o caso de Ant\u00f4nio, pois gasta-se aproximadamente meia hora, de autom\u00f3vel, da sua casa, em Paci\u00eancia, at\u00e9 a Via\u00e7\u00e3o Oriental. Ant\u00f4nio costumava esperar essa condu\u00e7\u00e3o a uns 350 m de sua resid\u00eancia, em torno de 2:15 hs. Ele aguardava o \u00f4nibus em uma pra\u00e7a, porque no local de sua casa \u00e9 de rua de terra e n\u00e3o permite o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos grandes. Essa rua \u00e9 atravessada por valetas resultantes da eros\u00e3o provocada pelas chuvas, pois n\u00e3o possui prote\u00e7\u00e3o de pedra ou asfalto; al\u00e9m disso, ela apresenta uma subida de uns 15 a 20 metros e sofre a a\u00e7\u00e3o das \u00e1guas que descem do Morro de Santa Eug\u00eania, com 277 metros de altitude.<\/p>\n<p>Este \u00e9 uma pequena serra, de dire\u00e7\u00e3o leste-oeste, assim como outras nas vizinhan\u00e7as de Santa Cruz e Campo Grande; s\u00e3o os contrafortes da Serra do Mar, que se estende ao longo dos estados do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>No dia em apre\u00e7o, Ant\u00f4nio havia tomado caf\u00e9, da garrafa t\u00e9rmica, preparado na v\u00e9spera. Vestiu-se e, antes de sair de casa, aproximadamente \u00e0s 2:10 hs, apanhou uma sacola de papel, onde levava sua gravata, guarda-p\u00f3 e toalha. Desceu a rua, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pra\u00e7a, caminhando os primeiros 50 metros em dire\u00e7\u00e3o ao norte e, uns 300 metros, em dire\u00e7\u00e3o a sudoeste. De longe, Ant\u00f4nio avistou na pra\u00e7a avistou um vulto escuro que interpretou ser o \u00f4nibus \u00e0 sua espera.<\/p>\n<p>Chegando mais perto, Ant\u00f4nio viu que o vulto n\u00e3o podia ser confundido com o \u00f4nibus; primeiro, por estar esse vulto parado al\u00e9m do meio-fio e portanto dentro do gramado de um campo de futebol (em raz\u00e3o da baixa densidade populacional daquele bairro, essa pra\u00e7a v\u00ea-se transformada, por enquanto, em um campo de futebol); al\u00e9m disso, Ant\u00f4nio verificou espantado, mais de perto, que as dimens\u00f5es do vulto eram muito maiores do que as que havia estimado \u00e0 dist\u00e2ncia. De fato, o vulto ocupava toda a \u00e1rea entre as duas balizas do campo, distantes cerca de 60 a 70 metros entre si. A figura tinha formato disc\u00f3ide e arredondado, com um di\u00e2metro de aproximadamente 50 a 60 metros, e parecia assentada no solo. ( Obs.: A pra\u00e7a toda mede cerca de 80&#215;80 a 90&#215;90). No centro, o objeto era coroado por uma c\u00fapula de aproximadamente 7 metros de altura; parecia assim ter uma altura total de uns 10 metros, pois sua parte inferior, larga e convexa, apresentava uns 3 metros de altura; na superf\u00edcie, tinha um aspecto met\u00e1lico, de tonalidade chumbo, sem brilho; n\u00e3o havia janelas, nem portas).<\/p>\n<div id=\"attachment_4112\" style=\"width: 1006px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4112\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4112 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/7356345.jpg\" alt=\"\" width=\"996\" height=\"702\" \/><p id=\"caption-attachment-4112\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que Ant\u00f4nio \u00e9 abduzido. Cr\u00e9ditos: SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio julga que tenha se ocupado cerca de 3 a 5 minutos com suas observa\u00e7\u00f5es, facilitadas pela ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica de l\u00e2mpadas de merc\u00fario. Entretanto, viu-se repentinamente envolvido por um jato de luz azul cuja proced\u00eancia ignorava. Ant\u00f4nio verificou que tudo ao seu redor estava banhado por um esplendor azulado, como, por exemplo, os postos de ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica; essa luminosidade parecia lhe causar um tremor ao longo da espinha. Tudo isto j\u00e1 lhe causava enorme espanto, quando surgiram, em fra\u00e7\u00e3o de segundo, outros aspectos do fen\u00f4meno, assustando-o ao extremo e fazendo com que ele iniciasse a fuga imediatamente.<\/p>\n<p>Fazemos aqui breve par\u00eanteses para explicar em detalhes aquilo que para Ant\u00f4nio durou apenas alguns poucos segundos. Foi-nos dif\u00edcil a reconstitui\u00e7\u00e3o desse quadro, atrav\u00e9s de revis\u00e3o daqueles momentos, na mente de Ant\u00f4nio. Isto, porque, aparentemente, ele ficava possu\u00eddo pelo terror que lhe infundia a mera lembran\u00e7a dos instantes que compreendia apenas parcialmente. Cada vez que os relatava, percebemos que a voz de Ant\u00f4nio se alterava em intensidade (come\u00e7ava a falar muito alto) e em sequencia (falava em &#8220;staccato&#8221;, fazendo pausas abruptas entre as palavras). Ele fixava os olhos em algum ponto do espa\u00e7o, gesticulando as m\u00e3os e os bra\u00e7os como se estivesse revivendo o passado. Denotava ainda frustra\u00e7\u00e3o e impaci\u00eancia para com o interlocutor quando este o interpelava sobre certo detalhe, explica\u00e7\u00e3o ou \u00e2ngulo novo a esclarecer.<\/p>\n<div id=\"attachment_4117\" style=\"width: 746px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4117\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4117 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1.jpg\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"491\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1.jpg 736w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-400x267.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-650x434.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-250x167.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-150x100.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-50x33.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-100x67.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-200x133.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-350x233.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-450x300.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-500x334.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274943872_127072429868596_1578625072812545321_n-1-550x367.jpg 550w\" sizes=\"(max-width: 736px) 100vw, 736px\" \/><p id=\"caption-attachment-4117\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o dos momentos iniciais do contato de Ant\u00f4nio La Rubia. Arte de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/819162488210989\/user\/100003884112745\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruce Oliver<\/a>.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>OBS.: Assim, procuraremos aqui reconstituir para o leitor, da melhor maneira poss\u00edvel, esse r\u00e1pido epis\u00f3dio. Ele foi o primeiro de uma s\u00e9rie de outros fen\u00f4menos de ordem fisiol\u00f3gica os quais tiveram seu aparecimento no corpo de Ant\u00f4nio, e que est\u00e3o relatados na se\u00e7\u00e3o Efeitos Fisiol\u00f3gicos Posteriores ao Contato.<\/p>\n<p>Na noite t\u00e3o iluminada, o que primeiro chamou a aten\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio foram uns pontos luminosos e brilhante, \u00e0 sua frente, que pareciam refletir a luminosidade do facho azul. Havia tr\u00eas grupos desses pontos luminosos. Cada grupo de reflexos concentrava-se numa figura de formato aproximadamente helipsoidal, semelhante a uma cabe\u00e7a, pois se assentava sobre um tronco o qual ainda apresentava dois prolongamentos laterais, como bra\u00e7os flex\u00edveis. Havia portanto tr\u00eas daquelas figuras, apresentando cada uma delas, na cabe\u00e7a, uma s\u00e9rie de reflexos, ordenados em dire\u00e7\u00e3o horizontal.<\/p>\n<p><a name=\"captura\"><\/a><\/p>\n<h3>A Captura de Ant\u00f4nio<\/h3>\n<p>O disco estava a uns 20 metros de dist\u00e2ncia de Ant\u00f4nio (que se encontrava ainda postado no meio da rua). Entretanto, se acercaram rapidamente dele os tr\u00eas vultos que ele avistara no momento em que a luz surgiu.<\/p>\n<p>Aquele que se encontrava mais longe de Ant\u00f4nio estava a uns 10 metros de dist\u00e2ncia, \u00e0 sua frente, portanto, al\u00e9m do meio-fio, embora na parte externa do campo de futebol. Os outros dois estavam a uns 2 ou 3 metros de Ant\u00f4nio, um, mais \u00e0 esquerda e, outro, mais \u00e0 direita.<\/p>\n<div id=\"attachment_4116\" style=\"width: 746px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4116\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4116 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1.jpg\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"414\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1.jpg 736w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-400x225.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-650x366.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-250x141.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-150x84.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-50x28.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-100x56.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-200x113.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-350x197.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-450x253.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-500x281.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/274864072_127072456535260_5757074145467738855_n-1-550x309.jpg 550w\" sizes=\"(max-width: 736px) 100vw, 736px\" \/><p id=\"caption-attachment-4116\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o dos momentos iniciais da abdu\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio La Rubia. Arte de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/819162488210989\/user\/100003884112745\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruce Oliver<\/a>.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A parte &#8220;elipsoidal&#8221;, que aparentemente representava a cabe\u00e7a das figuras, chegava at\u00e9 a altura do ombro de Ant\u00f4nio. Entretanto, o tronco dessas figuras descansava em um p\u00e9 \u00fanico. Esse p\u00e9 era cil\u00edndrico e de aspecto artificial como se fosse torneado. Mesmo assim, os tr\u00eas seres locomoviam-se com toda a facilidade e rapidez, vencendo inclusive o meio-fio, embora Ant\u00f4nio n\u00e3o soubesse como conseguiram.<\/p>\n<div id=\"attachment_4107\" style=\"width: 819px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4107\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4107 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/3654576.jpg\" alt=\"\" width=\"809\" height=\"737\" \/><p id=\"caption-attachment-4107\" class=\"wp-caption-text\">Desenho, feito por Ant\u00f4nio La Rubia, representando a forma geral dos tripulantes, tendo \u00e0 esquerda, o estranho desenho feito pelos tripulantes, na parede do objeto, e \u00e0 esquerda, um dos instrumentos observados dentro do disco voador. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A criatura mais distante movimentou-se rapidamente na dire\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio, descendo para a rua e colocando-se \u00e0 sua direita. A que havia estado na sua frente e \u00e0 direita postara-se atr\u00e1s de Ant\u00f4nio; este voltou-se para seguir-lhe os movimentos; na ponta de um de seus bra\u00e7os flex\u00edveis, aquela criatura segurava algo parecido com um instrumento (OBS.: Semelhante a uma seringa, como se verificaria mais tarde).<\/p>\n<div id=\"attachment_4106\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4106\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4106 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/3045ef48dbb1.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"329\" \/><p id=\"caption-attachment-4106\" class=\"wp-caption-text\">Aspecto geral dos tripulantes do aparelho. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Personagem que se achava \u00e0 esquerda e \u00e0 frente de Ant\u00f4nio colocara-se ao seu lado e fazia-lhe um sinal com os bra\u00e7os flex\u00edveis, na dire\u00e7\u00e3o do disco. O gesto parecia o de um guarda de tr\u00e2nsito que, ao abrir uma via permitindo o avan\u00e7o dos ve\u00edculos, movimenta caracteristicamente seus bra\u00e7os.<\/p>\n<p>Embora Ant\u00f4nio tivesse tentado a fuga desde os primeiros momentos, s\u00f3 agora a descrevemos, porque achamos de import\u00e2ncia maior a narra\u00e7\u00e3o de outros lances. Mesmo porque Ant\u00f4nio n\u00e3o conseguiu encetar a fuga pretendida; a uma dist\u00e2ncia de 1 a 0,5m, seu corpo batia em paredes invis\u00edveis, com os p\u00e9s, bra\u00e7os e m\u00e3os, mas nenhum som era ouvido. E ainda, com maior susto e apreens\u00e3o, percebeu que ele mesmo havia come\u00e7ado a se movimentar em dire\u00e7\u00e3o ao disco, apesar de contra a sua vontade. Ant\u00f4nio n\u00e3o acreditava que tinha sido empurrado pelas paredes invis\u00edveis que o contiveram e nem que seus p\u00e9s tenham sido arrastados. N\u00e3o sabe explicar tamb\u00e9m de que modo venceu o meio-fio da rua para subir at\u00e9 \u00e0 grama do campo. Lembre-se de que, ao chegar at\u00e9 aproximadamente a 1m do disco, passou para dentro deste, mas, n\u00e3o sabe explicar como isso aconteceu.<\/p>\n<p><a name=\"interior\"><\/a><\/p>\n<h3>No Interior do Disco<\/h3>\n<p>Ant\u00f4nio narrou que, dentro do disco voador, viu-se inicialmente no meio de um corredor de aproximadamente 2 metros de largura e que era &#8220;recurvado para dois lados&#8221;. (OBS. da SBEDV: Circular, acompanhando o contorno do disco?) A sua esquerda, viu os dois seres que supostamente o haviam raptado e, \u00e0 sua direita, ao longo do corredor, afastava-se uma terceira personagem. Olhando para tr\u00e1s, Ant\u00f4nio observou que as paredes do corredor estavam transparentes, pois, para baixo, enxergava os postes de ilumina\u00e7\u00e3o e a pra\u00e7a onde havia estado ainda poucos instantes. Entretanto, agora ele via a pra\u00e7a de cima e ela estava se afastando. Surgiram tamb\u00e9m por baixo uma palmeira e a paisagem situada a oeste daquela pra\u00e7a, o que indicava estarem Ant\u00f4nio e o disco viajando nesse instante, naquela dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda ocupado com o pensamento nisso, Ant\u00f4nio viu surgir novamente a estonteante luz e o formigamento ao longo da espinha. Outra vez houve uma metamorfose do ambiente, pois no instante seguinte a testemunha achou-se bem no centro de um sal\u00e3o. Este sal\u00e3o apresentavam um di\u00e2metro de 10 a 12 metros e a 4 metros de ch\u00e3o, aproximadamente, o teto plano, de onde provinha fort\u00edssima luminosidade.<\/p>\n<p>Em cada lado de Ant\u00f4nio, \u00e0 esquerda e \u00e0 direita, havia um grupo de seres conforme os j\u00e1 descritos aqui. Cada grupo contava aproximadamente uma d\u00fazia ou mais. Para a testemunha, sobressa\u00eda nesses seres a movimenta\u00e7\u00e3o constante de seus bra\u00e7os flex\u00edveis, mais parecidos com trombas de elefante. Eles ostentavam nas cabe\u00e7as uma esp\u00e9cie de antena, que Ant\u00f4nio n\u00e3o havia observado observado nos tr\u00eas primeiros que vira na pra\u00e7a (OBS. da SBEDV: devido \u00e0 escurid\u00e3o).<\/p>\n<p>As r\u00e1pidas sequencias vividas pela testemunha, embora s\u00f3 passivamente, n\u00e3o haviam lhe retirado ainda a id\u00e9ia de fugir. Pelo menos, Ant\u00f4nio fazia tentativas para isso, pois constantemente procurava deixar o cub\u00edculo de paredes invis\u00edveis que o prendia, batendo incessantemente com seus membros de encontro \u00e0 elas. Diante dessa pris\u00e3o e da impot\u00eancia para se defender, tendo ainda pela frente duas d\u00fazias de seres iguais ao seus captores, o p\u00e2nico de Ant\u00f4nio alcan\u00e7ou grande intensidade de desespero. Por isso, hoje a mente de Ant\u00f4nio se ressente disso, apesar de v\u00e1rios meses decorridos.<\/p>\n<p><a name=\"som\"><\/a><\/p>\n<h3>Paradoxal efeito de um som<\/h3>\n<p>O ambiente no interior do aparelho era muito quente e, a Ant\u00f4nio o ar parecia rarefeito. Ele tinha dificuldade em respirar e estava arquejante.<\/p>\n<p>Nenhum som chegava aos ouvidos da testemunha, nem tampouco o barulho de suas batidas. Assim, quase fora de seu ju\u00edzo normal, por tolerar acordado esse pesadelo constitu\u00eddo, Ant\u00f4nio fez um superesfor\u00e7o para gritar ou ent\u00e3o pelo menos, ouvir seus pr\u00f3prios gritos. Para sua surpresa, subitamente foi-lhe dado ouvir pela primeira vez um ru\u00eddo: seus pr\u00f3prios gritos, a plenos pulm\u00f5es: &#8220;Quem s\u00e3o voc\u00eas? Que querem de mim?<\/p>\n<p>O efeito f\u00edsico daquele grito de Ant\u00f4nio, nesse ambiente de sil\u00eancio, foi algo de espantoso. Com esse barulho, todos aqueles seres, reunidos em dois grupos, ca\u00edram para tr\u00e1s, de costas, como que nivelados por um furac\u00e3o. Como o motivo dessa queda tivesse se originado em Ant\u00f4nio, as criaturas extraterrestres ficaram derrubadas ao solo com suas cabe\u00e7as na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 da testemunha do epis\u00f3dio.<\/p>\n<p>Na queda, cada um dos seres procurava, com a extremidade de suas duas trombas, segurar ou proteger uma esp\u00e9cie de h\u00e9lice, com cerca de 2,5cm de di\u00e2metro, semelhante a uma pequena colher, fixa no topo de uma haste-antena presa na parte superior do &#8220;elips\u00f3ide&#8221; &#8211; se assim quisermos denominar aquilo que corresponderia, pela posi\u00e7\u00e3o, \u00e0 cabe\u00e7a humana terrestre; essa haste-antena possu\u00eda um comprimento de aproximadamente uns 20 cm.<\/p>\n<p>Passados alguns momentos, os extraterrestres estenderam para a frente os seus bra\u00e7os-trombas; em seguida, sem curvarem seus corpos para a frente (como seria o normal para um ser humano que quisesse levantar-se), todos eles passaram gradativamente para a posi\u00e7\u00e3o vertical (conforme estavam desde o in\u00edcio).<\/p>\n<p>Pelo ritmo que a partir da\u00ed tomaram os acontecimentos, cada um deles quase era superposto ao anterior, antes que a cabe\u00e7a de Ant\u00f4nio pudesse achar uma explica\u00e7\u00e3o ou adaptar-se pelo menos a cada situa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, essa louca sequencia continuava a desenvolver-se daqui em diante, embora Ant\u00f4nio n\u00e3o fosse mais o piv\u00f4 do espet\u00e1culo, mas apenas expectador. Mesmo assim, nos 30 minutos aproximados que passou nesse sal\u00e3o do disco voador, a mente de Ant\u00f4nio foi extremamente solicitada pelo que presenciou. Por isso entendemos poder transmitir ao leitor apenas uma fra\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio; nunca ser\u00edamos capazes de reproduzir nestas palavras o impacto sofrido por Ant\u00f4nio, em tudo aquilo.<\/p>\n<p><a name=\"detalhes\"><\/a><\/p>\n<h3>Os detalhes observados nos Ufonautas e no interior da nave<\/h3>\n<p>Daquele momento em diante, Ant\u00f4nio n\u00e3o conseguiu repetir a proeza de seu grito, com o estonteante efeito. O resto do epis\u00f3dio desenvolveu-se em completo sil\u00eancio. Houve apenas proje\u00e7\u00f5es de imagens quadradas, com aproximadamente 2&#215;2, na parede oposta \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Essas proje\u00e7\u00f5es eram ali\u00e1s sempre acompanhadas por um movimento de luzes no teto, que surgiam com grande intensidade. Tais luzes alternavam-se na cor: \u00e0s vezes eram brancas e, outras, azuis. Esse jogo de luzes fora tamb\u00e9m visto por Ant\u00f4nio durante a queda dos ufonautas, j\u00e1 descrita. Ainda com rela\u00e7\u00e3o ao movimento das luzes, \u00e9 interessante notar que elas surgiam no teto para depois se desfazerem gradualmente, como se fossem uma nevoazinha baixando ao longo das paredes. Quando a luz intensa desaparecia, via-se que as paredes e o teto eram da tonalidade do alum\u00ednio fosco, enquanto que o ch\u00e3o tinha a cor de chumbo.<\/p>\n<div id=\"attachment_4108\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4108\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4108 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/3872625-1024x636.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"636\" \/><p id=\"caption-attachment-4108\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que Ant\u00f4nio assistia proje\u00e7\u00f5es de imagens na parede. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica das proje\u00e7\u00f5es mencionadas estava ligada a uma certa mesinha diante de Ant\u00f4nio; essa liga\u00e7\u00e3o fazia-se por uma s\u00e9rie de apetrechos e esp\u00e9cies de seringas que os ufonautas atarraxavam \u00e0 mesinha. Toda essas seringas tinham aproximadamente 20 cm de comprimento; grande n\u00famero delas estava afixado na parte inferior do tronco de cada ufonauta, como que formando uma cartucheira larga. Os extraterrestres adiantavam-se, alternadamente, um de cada grupo. Cada um passava por Ant\u00f4nio e seu cativeiro invis\u00edvel, para depositar uma das suas &#8220;seringas&#8221; numa parte da mesinha, oposta a Ant\u00f4nio, atr\u00e1s de um anteparo e assim inacess\u00edvel \u00e0 vista da testemunha. As seringas escolhidas pelos ufonautas eram geralmente mais estreitas, com cerca de um dedo de grossura; isso embora houvesse, na &#8220;cartucheira&#8221;, &#8220;seringas&#8221; mais largas com tr\u00eas a quatro dedos de grossura.<\/p>\n<p>Cada seringa era retirada pelo ufonauta atrav\u00e9s de seu &#8220;bra\u00e7o-tromba&#8221;, que possu\u00eda cerca de um dedo de espessura na extremidade; esse bra\u00e7o tromba enrolava-se em torno da seringa para transport\u00e1-la.<\/p>\n<p>Geralmente esses bra\u00e7os-trombas estavam em movimento; por exemplo, um passando por cima do outro, enquanto o outro passava pelas costas. Esses membros come\u00e7avam junto aos ombros, com uns 20 cm de di\u00e2metro, e eram cobertos de escamas finas, de cor escura e fosca (Letrafilm 280 M).<\/p>\n<p>Os ombros apresentavam cerca de 55 a 65 cm de largura. As trombas eram relativamente longas, com cerca de 100 a 120 cm de comprimento; sua extremidade ficava a um palmo do ch\u00e3o, quando estendidas, o que raramente aconteceu (isso foi observado em um dos ufonautas durante o ato de captura de Ant\u00f4nio e em um outro que acabava de depositar a seringa na mesinha da testemunha).<\/p>\n<p>O elip\u00f3ide alongado (sem boca, orelhas ou cabelo), que poderia presumidamente corresponder \u00e0 cabe\u00e7a humana terrestre, media aproximadamente 30 cm no di\u00e2metro maior e vertical. Essa cabe\u00e7a assentava-se diretamente na parte superior do tronco, sem o interm\u00e9dio de um pesco\u00e7o. Era lisa e tinha a mesma tonalidade cinza do resto do corpo do ufonauta, como tromba, tronco e p\u00e9. O di\u00e2metro menor e horizontal desse elips\u00f3ide media uns 14 a 16 cm ao redor da circunfer\u00eancia correspondente a esse menor. Estavam implantados, com intervalos regulares, uma esp\u00e9cie de espelhozinhos c\u00f4ncavos com aproximadamente 2 a 3 cm de largura cada um. Pela frente, sempre se viam 5 ou 6 desses pequenos espelhos. Do centro deles, irradiava-se uma luz branca (SBEDV: ou luz incolor?) e, da sua periferia, uma luz azul. Essas luzinhas oscilavam simultaneamente na sua intensidade, aproximadamente de meio em meio segundo, a ponto de atrair a aten\u00e7\u00e3o da testemunha e transmitir-lhe ainda uma esp\u00e9cie de torpor hipn\u00f3tico (de acordo com a express\u00e3o de Ant\u00f4nio).<\/p>\n<p>A colher ou h\u00e9lice, j\u00e1 mencionada anteriormente, na extremidade da &#8220;antena&#8221;, mostrava constante movimenta\u00e7\u00e3o; ora rodava lentamente ou inclinava para um ou para outro lado, ora parava e invertia o sentido de sua rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Finalmente, descrevendo o p\u00e9, Ant\u00f4nio disse que era representado por um cilindro de aproximadamente 50 cm de comprimento e 10 a 12 cm de di\u00e2metro. Na sua extremidade inferior, esse p\u00e9 alargava-se para uns 20 cm, em forma de prato. Esse prato era c\u00f4ncavo e o cilindro-perna, era oco. Ant\u00f4nio p\u00f4de perceber isso quando os ufonautas ca\u00edram ao ch\u00e3o, depois de seus gritos.<\/p>\n<p>Segundo as declara\u00e7\u00f5es de Ant\u00f4nio, o tronco dos ufonautas tinha uma altura de uns 50 a 60 cm. Esse tronco afinava-se na sua extremidade inferior, de modo a parecer assentado sobre o p\u00e9, como se &#8220;estivesse o tronco sentado em um tamborete&#8221;. (OBS.: O nosso desenhista procurou dar realce nisso, da melhor maneira poss\u00edvel, no retrato falado que fez, dos ufonautas, a partir da descri\u00e7\u00e3o dada por Ant\u00f4nio).<\/p>\n<p>A cabe\u00e7a dos ufonautas chegava a alcan\u00e7ar o ombro de Ant\u00f4nio, mas, a antena projetava-se al\u00e9m, cerca de uns 20 cm (OBS.: Ant\u00f4nio possui 1,68m de altura).<\/p>\n<p>Descreveremos ainda a mesinha que estava na frente de Ant\u00f4nio, a uns 2 metros de dist\u00e2ncia. Esse m\u00f3vel apresentava uns 50 cm de comprimento por 20 cm de largura e 5 cm de espessura. Na parte voltada para Ant\u00f4nio, havia um teclado com teclas de aproximadamente 8 cm de largura. Tal mesinha era apoiada por dois p\u00e9s delgados, fixos a dois lados opostos e no alinhamento central, em rela\u00e7\u00e3o aos outros dois lados, conforme indicado no desenho correspondente, neste Boletim.<\/p>\n<p>Estes p\u00e9s mediam cerca de 1,20 a 1,30 metros de altura, 1 cm de largura e 1 a 2 metros de espessura. Na mesinha, em sua parte mais afastada de Ant\u00f4nio, havia ainda um anteparo com cerca de 10 cm de altura; junto a este anteparo, em cada lado da mesa, havia um par de hastes estendidas para cima, com aproximadamente 20 cm de altura cada uma. Tanto a mesinha como os p\u00e9s e hastes possu\u00edam a cor de alum\u00ednio (Letrafilm 172\/173 M).<\/p>\n<p><a name=\"assistencia\"><\/a><\/p>\n<h3>Assist\u00eancia obrigat\u00f3ria a 14 estranhas proje\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<p>Como j\u00e1 mencionamos anteriormente, as proje\u00e7\u00f5es eram iniciadas por um ufonauta que, alternadamente, adiantava-se ora de um ora do outro grupo enfileirado a cada lado de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Ainda falando sobre a &#8220;seringa&#8221; que os extraterrestres colocavam na mesinha, acrescentaremos aqui outros pormenores. Em sua extremidade inferior, esta seringa possu\u00eda uma esp\u00e9cie de bico e, na parte superior, dois ganchos cuja fun\u00e7\u00e3o mais adiante explicaremos.<\/p>\n<p>Cada ufonauta colocava a &#8220;seringa&#8221; e, antes de voltar ao grupo ao qual pertencia, apertava uma das teclas da mesinha. (OBS.: Talvez o lugar onde a &#8220;seringa&#8221; fosse atarraxada ou colocada tivesse uma conex\u00e3o com a tecla).<\/p>\n<p>Assim que a tecla era tocada, imediatamente iniciava-se uma proje\u00e7\u00e3o na parede. Essa proje\u00e7\u00e3o variava de dura\u00e7\u00e3o: \u00e0s vezes permanecia somente alguns poucos segundos, para logo dar a vez \u00e0 proje\u00e7\u00e3o seguinte.<\/p>\n<p>Quando voltava ao seu grupo, havendo iniciado uma proje\u00e7\u00e3o, cada ufonauta sempre dava um giro de 180\u00ba em seu corpo; iso, embora n\u00e3o pudesse distinguir de antem\u00e3o qual a sua frente ou as suas costas, pois ambas eram iguais.<\/p>\n<p>Naqueles momentos, quando o ufonauta estivesse perto, Ant\u00f4nio podia receber nele um vagaroso movimento de enchimento e esvaziamento do tronco; esse movimento era semelhante ao nosso ato respirat\u00f3rio, embora alternando-se apenas de 4 em 4 segundos. (OBS.: o nosso movimento respirat\u00f3rio se repete aproximadamente a intervalos de 2 segundos).<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio percebeu tamb\u00e9m, por ocasi\u00e3o de uma das proje\u00e7\u00f5es que a &#8220;tromba&#8221; do ufonauta estava perfurada na extremidade. Talvez, isso pudesse tamb\u00e9m servir para a aspira\u00e7\u00e3o de gases da atmosfera extraterrestre, caso os ufonautas disso tivessem necessidade para sua sobreviv\u00eancia fisiol\u00f3gica (se eram pessoas) ou seu funcionamento mec\u00e2nico (se eram rob\u00f4s). A movimenta\u00e7\u00e3o constante dos &#8220;bra\u00e7os-trombas&#8221; bem poderia estar ligada tamb\u00e9m a esse detalhe do corpo dos ufonautas, embora pudesse estar ainda ligada \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio ou movimento dos extraterrestres.<\/p>\n<p><a name=\"desembarque\"><\/a><\/p>\n<h3>O Desembarque de Ant\u00f4nio<\/h3>\n<p>No momento seguinte \u00e0 d\u00e9cima quarta proje\u00e7\u00e3o que assistira ainda no interior do disco voador, Ant\u00f4nio viu-se repentinamente outra vez pisando ch\u00e3o de terra firme, \u00e0 noite. Achava-se de novo de posse de sua bolsa de papel, o que lhe pareceu bastante estranho pois, dentro do disco voador, ela n\u00e3o se encontrava em seu poder.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o fosse a presen\u00e7a de um ufonauta ao seu lado, \u00e0 dist\u00e2ncia aproximada de 1,5m, Ant\u00f4nio poderia pensar que todo o epis\u00f3dio tivesse se passado na sua imagina\u00e7\u00e3o, ou ent\u00e3o, que fosse um pesadelo seu. Contudo, ele n\u00e3o avistava o disco voador, por perto; ent\u00e3o levantou a vista, \u00e0 procura da nave. Foi quando viu, por baixo, o aparelho voador, com um enorme bojo cinzento, \u00e0 altura dos postes de ilumina\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, o disco voador estava naquele momento subindo t\u00e3o velozmente, que era dif\u00edcil acompanh\u00e1-lo com a vista. Quando o aparelho desapareceu, Ant\u00f4nio olhou de novo ao seu redor, \u00e0 procura do ufonauta. Entretanto, o extraterrestre havia desaparecido tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Observando em volta, Ant\u00f4nio avistou umas estacas feitas de trilhos, na beira da estrada Rua Rosal; \u00e0 sua frente, ele viu a casa de alguns parentes seus, na estrada Santa Eug\u00eania.<\/p>\n<p>Assim, ele soube que estava bem perto (cerca de 50 metros) da esta\u00e7\u00e3o da estrada de ferro de Paci\u00eancia, no cruzamento com a estrada que liga Campo Grande \u00e0 Santa Cruz. Ant\u00f4nio olhou seu rel\u00f3gio, que estava parado em 2:20 hs min. Sentiu-se fresco, tonto, cansado e suado, ap\u00f3s ter passado por extrema tens\u00e3o nervosa (dentro do disco, havia tamb\u00e9m experimentado uma dificuldade de respirar, pois estava num ambiente quente).<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio dirigiu-se para a esquina do cruzamento das estradas. \u00c0quela hora, o lugar estava ermo e com pouco tr\u00e1fego. Na escurid\u00e3o, o motorista viu um outro rapaz perto de um bar, ainda fechado, \u00e0 esquerda. Ant\u00f4nio encaminhou-se para o estranho e perguntou-lhe as horas. &#8220;S\u00e3o 2:50 hs&#8221;, foi a resposta.<\/p>\n<p>Assim, Ant\u00f4nio havia estado presumidamente uns trinta minutos no interior do disco voador, embora lhe parecesse ter ficado mais tempo&#8230;<\/p>\n<p>Se tivesse de andar a p\u00e9 de sua casa at\u00e9 aquele cruzamento, onde se achava no momento, para apanhar um \u00f4nibus qualquer, Ant\u00f4nio teria gasto cerca de meia hora tamb\u00e9m, para os 2 a 3 km de percurso.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio resolveu silenciar sobre o epis\u00f3dio estranho que acabara de viver. Isto porque se dizia que tais fatos n\u00e3o aconteciam e que somente pessoas malucas relatavam experi\u00eancias como aquelas. Ent\u00e3o, embora sentindo-se mal, Ant\u00f4nio achou que n\u00e3o havia raz\u00e3o para voltar para casa ou faltar ao emprego; seguiu logo para a empresa onde trabalhava.<\/p>\n<p>O motorista n\u00e3o tencionava falar sobre o assunto, em casa, com a esposa, e muito menos no local de trabalho. E Ant\u00f4nio conseguiu guardar segredo de tudo, at\u00e9 dias ap\u00f3s o epis\u00f3dio, quando come\u00e7ou a se sentir muito mal.<\/p>\n<div id=\"attachment_4118\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4118\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4118 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"404\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1.jpg 720w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-400x224.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-650x365.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-250x140.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-150x84.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-50x28.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-100x56.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-200x112.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-350x196.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-450x253.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-500x281.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275057998_127072486535257_2039359407004928883_n-1-550x309.jpg 550w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-4118\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que Ant\u00f4nio La Rubia assistia as proje\u00e7\u00f5es. Arte de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/819162488210989\/user\/100003884112745\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruce Oliver<\/a>.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>As 14 Proje\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<h3>A 1\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Na tela da parede, Ant\u00f4nio viu-se inteiramente nu. Estava deitado, embora n\u00e3o enxergasse nenhum suporte para seu corpo, que parecia suspenso no ar. Havia na tela tr\u00eas ufonautas do mesmo tipo dos que capturam Ant\u00f4nio. Dois deles estavam perto dos p\u00e9s da testemunha e, um, \u00e0 cabeceira. Na extremidade de suas &#8220;Trombas-Bra\u00e7os&#8221;, os tr\u00eas extraterrestres seguravam uma esp\u00e9cie de seringa, id\u00eantica \u00e0s que Ant\u00f4nio chegara a conhecer anteriormente. De cada uma destas seringas, sa\u00eda um feixe de luz azul com o qual os seres iluminavam (examinavam?), na tela, o corpo da testemunha. Assim, Ant\u00f4nio viu, nitidamente, seu rosto e seu cabelo tomarem uma colora\u00e7\u00e3o azulada, na tela, quando enfocados respectivamente pelos feixes de luz azul.<\/p>\n<p><a name=\"1\"><\/a><\/p>\n<h3>2\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Esta segunda proje\u00e7\u00e3o foi de curta dura\u00e7\u00e3o, talvez de alguns segundos. Ant\u00f4nio viu-se na tela outra vez todo nu. Por\u00e9m, desta vez, encontrava-se de p\u00e9, fazendo movimentos com os l\u00e1bios, embora n\u00e3o se ouvisse nenhum som.<\/p>\n<p>No in\u00edcio desta proje\u00e7\u00e3o, houve uma diferen\u00e7a que a distingue das demais. Isto porque o ufonauta, para colocar sua seringa atr\u00e1s do anteparo existente na mesa de Ant\u00f4nio, n\u00e3o passou por tr\u00e1s deste m\u00f3vel, mas, pelo v\u00e3o que havia entre Ant\u00f4nio e a referida mesa. Embora este v\u00e3o fosse de aproximadamente 2 metros, tal dimens\u00e3o era apenas aparente. Ele deveria ser bem menor, subtraindo-se cerca de 1 metro devido ao espa\u00e7o tomado pelo cativeiro invis\u00edvel, de Ant\u00f4nio (esse cativeiro apresentava um di\u00e2metro de aproximadamente 2 metros).<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ainda a esse cativeiro invis\u00edvel e \u00e0s proje\u00e7\u00f5es que prendiam toda a sua aten\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio relatou-nos que chegou at\u00e9 a abstrair-se de seu p\u00e2nico e de sua estranha posi\u00e7\u00e3o no ambiente; ocasionando, surpreendia-se apoiando-se com as m\u00e3os e os bra\u00e7os nas paredes invis\u00edveis de sua pris\u00e3o.<\/p>\n<p><a name=\"1\"><\/a><\/p>\n<h3>3\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta proje\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio viu-se de p\u00e9, vestido conforme estava no momento; segurava ainda sua bolsa de papel, com a m\u00e3o direita, enquanto que, com a m\u00e3o esquerda e as pernas, debatia-se contra as paredes, defendendo-se de alguma coisa aparentemente invis\u00edvel.<\/p>\n<p>N\u00e3o se ouvia nenhum som durante esta cena (bem como em nenhuma das outras proje\u00e7\u00f5es relatadas aqui). Gostar\u00edamos de inserir aqui uma observa\u00e7\u00e3o feita por Ant\u00f4nio; no momento em que assistia \u00e0s proje\u00e7\u00f5es, ele j\u00e1 n\u00e3o estava mais de posse de sua bolsa de papel.<\/p>\n<p>(OBS. da SBEDV: Talvez essa bolsa tivesse sido retirada de Ant\u00f4nio na hora de sua captura, ocasi\u00e3o em que se teria &#8220;gravado&#8221; esta proje\u00e7\u00e3o, visto agora como uma esp\u00e9cie de video-tape. Entretanto, conforme o leitor ver\u00e1 mais adiante, a bolsa foi devolvida a Ant\u00f4nio quando este foi solto do cativeiro).<\/p>\n<p><a name=\"1\"><\/a><\/p>\n<h3>4\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta proje\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio viu uma carro\u00e7a de duas rodas, puxadas por um belo cavalo. O animal trotava normalmente e tinha a cor castanho-avermelhada.<\/p>\n<p><a name=\"1\"><\/a><\/p>\n<h3>5\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Foi visto nesta proje\u00e7\u00e3o um homem de idade avan\u00e7ada, parado, com uma fisionomia calma. Ele usava um chap\u00e9u de palha, estava descal\u00e7o e trajava uma roupa toda remendada. Ant\u00f4nio achou que poderia existir uma rela\u00e7\u00e3o entre esta proje\u00e7\u00e3o e a anterior, de carro\u00e7a; talvez o homem aqui representado fosse o carroceiro daquela ve\u00edculo.<\/p>\n<p><a name=\"1\"><\/a><\/p>\n<h3>6\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>(OBS.: da SBEDV: Esta foi a proje\u00e7\u00e3o que maiores temores instilou em Ant\u00f4nio. Conforme a interpreta\u00e7\u00e3o desta cena, talvez ela enseje tamb\u00e9m ao pesquisador tirar algumas conclus\u00f5es sobre o real poder tecnol\u00f3gico daqueles estranhos seres encontrados por Ant\u00f4nio. Ela poderia tamb\u00e9m explicar o sentimento de humilha\u00e7\u00e3o experimentado pelos pol\u00edticos das hegemonias terrestres ligados \u00e0 pesquisa dos extraterrestres. \u00c9 por estas raz\u00f5es psicol\u00f3gicas que esses pol\u00edticos est\u00e3o colocando, o assunto UFO, sob as leis de guerra e de espionagem terrestres.<\/p>\n<p>Nesta proje\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio observou um grande e vistoso cachorro preto, postado diante de um ufonauta do tipo dos que tratamos aqui. O animal procurava avan\u00e7ar para o extraterrestre. Entretanto, parecia contido, talvez por um obst\u00e1culo invis\u00edvel, semelhante ao que prendia Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>O c\u00e3o arreganhava os dentes e babava. Viu-se nele por quatro ou cinco vezes, um movimento de cabe\u00e7a e da boca, o que devia corresponder a latidos. Contudo, esta proje\u00e7\u00e3o, bem como todas as outras, tamb\u00e9m era silenciosa.<\/p>\n<p>Depois dos gestos de latidos feitos pelo cachorro, come\u00e7ou a se desenrolar na tela uma cena chocante. O ufonauta projetado na parede come\u00e7ou a desmanchar-se. Esse processo de decomposi\u00e7\u00e3o principiou pela cabe\u00e7a do extraterrestre e foi se alastrando pelo seu corpo abaixo, at\u00e9 restar dele somente uma pequena massa cinzenta, no ch\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Enquanto Ant\u00f4nio assistia, at\u00f4nito, a esta cena horripilante, a luz do teto da nave espacial tornou-se intens\u00edssima. Ao mesmo tempo, uma das personagens de um dos grupos no interior do disco, adiantou-se velozmente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 tela; em seu &#8220;bra\u00e7o-tromba&#8221;, estendido para a frente, encontrava-se uma seringa atarraxada na extremidade. Da ponta desta seringa, partiu um raio de luz azul que atingiu o cachorro projetado na tela. Incontinenti, o c\u00e3o passou a sofrer o mesmo processo de decomposi\u00e7\u00e3o do ufonauta observado instantes antes, na tela. O animal come\u00e7ou a se desmanchar, de cima para baixo, at\u00e9 restar dele apenas um montezinho de massa cinzenta, no ch\u00e3o. Segundo as palavras de Ant\u00f4nio, esta \u00faltima cena de destrui\u00e7\u00e3o do cachorro foi rapid\u00edssima, tendo levado talvez dois segundos.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio acreditava que o dram\u00e1tico aumento de luminosidade do teto, durante esta proje\u00e7\u00e3o, talvez estivesse ligado \u00e0s anormalidades surgidas ent\u00e3o na tela.<\/p>\n<p><a name=\"7\"><\/a><\/p>\n<h3>7\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta proje\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio enxergou-se a si mesmo, vestido. Estava curvado para a frente e fazia uma cara feia, enquanto que sa\u00eda fuma\u00e7a de suas costas.<\/p>\n<p><a name=\"8\"><\/a><\/p>\n<h3>8\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Outra vez Ant\u00f4nio viu sua pr\u00f3pria pessoa projetada na tela. Estava ent\u00e3o vestido e vomitava. Aparentemente, sofria ao mesmo tempo de descargas intestinais incontrol\u00e1veis, pois via fezes passando por suas cal\u00e7as.<\/p>\n<p>OBS.: Dias ap\u00f3s sua liberta\u00e7\u00e3o, Ant\u00f4nio chegou a sofrer de modo bastante semelhante ao que s\u00f3sia vivia na tela. Assim, a testemunha chegou posteriormente \u00e0 conclus\u00e3o de que esta proje\u00e7\u00e3o serviu para avis\u00e1-lo dos padecimentos que eventualmente ainda iria sofrer. (Talvez esses males fossem uma consequencia das energias \u00e0s quais Ant\u00f4nio havia sido exposto no disco, durante seu cativeiro).<\/p>\n<p><a name=\"9\"><\/a><\/p>\n<h3>9\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta, novamente Ant\u00f4nio avistou sua pr\u00f3pria figura na tela. Encontrava-se vestido e de p\u00e9. Ao seu lado direito, \u00e0 altura do peito, flutuava uma esfera alaranjada e de tamanho pr\u00f3ximo ao de uma bola de futebol.<\/p>\n<p><a name=\"10\"><\/a><\/p>\n<h3>10\u00ba Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Esta cena era semelhante \u00e0 anterior. Por\u00e9m, em vez de Ant\u00f4nio, via-se um ufonauta do tipo dos tratados aqui. Ao lado direito do extraterrestre, \u00e0 altura de seu tronco, flutuava tamb\u00e9m uma bola das mesmas dimens\u00f5es da anterior. Entretanto, a cor desta bola era azulada. As &#8220;trombas&#8221; do personagem, na tela, estavam penduradas, im\u00f3veis, chegando quase ao ch\u00e3o. Mas, as luzinhas dos espelhinhos da cabe\u00e7a faiscavam e oscilavam normalmente.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio n\u00e3o conseguiu dar nenhum sentido ou interpreta\u00e7\u00e3o para a nona e a d\u00e9cima proje\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a name=\"11\"><\/a><\/p>\n<h3>11\u00ba Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta, via-se o interior de um hangar ou galp\u00e3o gigante, onde havia tr\u00eas filas de discos voadores a se perderem de vista. Entre essas filas havia in\u00fameros ufonautas id\u00eanticos aos raptores de Ant\u00f4nio, fazendo tudo parecer um verdadeiro formigueiro. Entretanto, os extraterrestres n\u00e3o traziam consigo, vis\u00edveis, quaisquer ferramentas ou pe\u00e7as. Apesar disso, a fila da esquerda apresentava discos voadores em arcabou\u00e7o, enquanto que as duas filas da direita mostravam seus aparelhos apenas semiacabados.<\/p>\n<p><a name=\"12\"><\/a><\/p>\n<h3>12\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Esta proje\u00e7\u00e3o mostrava um trem de alum\u00ednio. Este trem era semelhante \u00e0quele adquirido do Jap\u00e3o, pela Estrada de Ferro Central do Brasil, conforme o noticiado pelos jornais. Contudo, em contraste com os comboios japoneses, Ant\u00f4nio n\u00e3o enxergou janelas nos vag\u00f5es projetados na tela.<\/p>\n<p>(OBS.: da SBEDV: tratar-se-ia de um trem frigor\u00edfico?).<\/p>\n<p>O trem movimentava-se em dire\u00e7\u00e3o a um t\u00fanel, no qual entrava e desaparecia gradativamente. A vis\u00e3o do \u00faltimo vag\u00e3o era igual \u00e0 dos nosso trens comuns; avistavam-se o v\u00e3o aberto e tamb\u00e9m os chicotes pendurados, como os que servem para as conex\u00f5es de freios a ar e liga\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas.<\/p>\n<p><a name=\"13\"><\/a><\/p>\n<h3>13\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>OBS. da SBEDV: Embora esta n\u00e3o se trate de uma proje\u00e7\u00e3o igual \u00e0s outras, n\u00e3o abrimos um par\u00e1grafo em separado por n\u00e3o distinguirmos ainda a verdadeira natureza e o sentido das manobras e manipula\u00e7\u00f5es nela presenciadas.<\/p>\n<p>Como uma esp\u00e9cie de preparativo para esta &#8220;proje\u00e7\u00e3o&#8221;, um dos ufonautas adiantou-se em dire\u00e7\u00e3o a Ant\u00f4nio parando a uma dist\u00e2ncia de aproximadamente 2m. Em seguida, o extraterrestre, com uma de suas trombas, atarraxou na termina\u00e7\u00e3o de outra tromba (onde se via um furo central) uma das seringas que retirara de sua cartucheira. Ant\u00f4nio observou tamb\u00e9m que dois ganchinhos existentes na parte mais larga da seringa giravam muito velozmente quando em contato com a tromba perfurada; tinha-se a impress\u00e3o de que esse movimento rotativo fazia com que a seringa se atarraxasse \u00e0 tromba. Tendo assim fixado rapidamente a seringa na ponta de sua tromba, o ufonauta apontou com ela na dire\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio. Embora relutasse contra isso, Ant\u00f4nio foi obrigado a levantar seu bra\u00e7o direito, com o dedo indicador estendido para frente.<\/p>\n<p>Posteriormente, Ant\u00f4nio relatou-nos que, naquele instante, n\u00e3o possu\u00eda mais o controle de seu bra\u00e7o e de seu dedo direito; n\u00e3o tinha qualquer percep\u00e7\u00e3o dele, pois sentia uma dorm\u00eancia nesse membro, naquela hora.<\/p>\n<p>A seringa era feita de um material azulado e transl\u00facido. Assim, Ant\u00f4nio p\u00f4de acompanhar o enchimento gradual desta seringa, com um l\u00edquido vermelho. Entretanto, Ant\u00f4nio n\u00e3o conseguia saber se tal l\u00edquido era seu pr\u00f3prio sangue, pois n\u00e3o via a passagem deste, pelo ar, na dist\u00e2ncia de aproximadamente 1m entre ele e a seringa, nem enxergava o sangue sair do seu pr\u00f3prio dedo.<\/p>\n<div id=\"attachment_4114\" style=\"width: 1026px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4114\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4114 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/45345847.jpg\" alt=\"\" width=\"1016\" height=\"545\" \/><p id=\"caption-attachment-4114\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que foi extra\u00eddo sangue do dedo de Ant\u00f4nio. Na sequencia, o tripulante desenha algo como caracteres na parede do objeto. Os caracteres est\u00e3o representados \u00e0 direita. Cr\u00e9ditos: SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em seguida, o extraterrestre apontou esta seringa para a parede, da qual distava uns 4 ou 5 cm. Com o l\u00edquido contido no instrumento, ele pintou rapidamente na tela, uma circunfer\u00eancia vermelha com um di\u00e2metro aproximado de 25 cm. No c\u00edrcculo assim formado, o extraterrestre desenhou uma linha reta obl\u00edqua, de cima para baixo, da esquerda para a direita. Na parte de cima, esta linha obl\u00edqua ultrapassava a circunfer\u00eancia, em aproximadamente 4 cm. Na extremidade inferior da linha reta, o ufonauta desenhou um gancho em \u00e2ngulo reto, formando assim uma esp\u00e9cie de &#8220;L&#8221;.<\/p>\n<p>Esse desenho foi repetido, nas mesmas dimens\u00f5es, mais duas vezes, abaixo do tra\u00e7ado original e igual a este. Cada um desenho ficava a uma dist\u00e2ncia aproximadamente 5 cm um do outro.<\/p>\n<p>No final dos desenhos, Ant\u00f4nio percebeu que havia sido consumida, com eles, aproximadamente uma ter\u00e7a parte do l\u00edquido contido na seringa. Ele p\u00f4de observar isso pela transpar\u00eancia da seringa.<\/p>\n<p>A feitura de todos os desenhos n\u00e3o levou mais que alguns segundos e, logo ap\u00f3s, os desenhos apagavam-se por si mesmos.<\/p>\n<p><a name=\"14\"><\/a><\/p>\n<h3>14\u00aa Proje\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta proje\u00e7\u00e3o, via-se uma autopista parecida com a Avenida Brasil, do Rio de Janeiro. Por\u00e9m, todo o transito achava-se paralisado por um monumental engarrafamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>O Per\u00edodo P\u00f3s-Abdutivo<\/h2>\n<p>Antes de prosseguirmos no relato das perip\u00e9cias de Ant\u00f4nio, queremos real\u00e7ar os feitos de duas pessoas envolvidas nesse epis\u00f3dio. Uma dessas pessoas \u00e9 o Sr. Orlando Alheira, representante do jornal &#8220;O Dia&#8221;. Como rep\u00f3rter de hospital, este senhor soube distinguir o joio do trigo e com imparcialidade interpretou como fidedignas as palavras de Ant\u00f4nio, quando este, de busto nu, descabelado e com excita\u00e7\u00e3o psicomotora, buscou socorro no Hospital Rocha Faria.<\/p>\n<p>Entretanto, com rela\u00e7\u00e3o ao Sr. Alheira, o leitor encontrar\u00e1 maiores detalhes mais adiante, em um trecho que julgamos ser mais apropriado incluir seu relato. Em primeiro lugar, iremos focalizar melhor uma outra testemunha secund\u00e1ria do epis\u00f3dio de Paci\u00eancia. Trata-se do Sr. Celso Moreira Leite, morador nas proximidades da Pra\u00e7a Ponto Chique, (em Paci\u00eancia: Bairro 7 de abril), oper\u00e1rio de uma firma de constru\u00e7\u00f5es e com 24 anos de idade. Sua rela\u00e7\u00e3o com o caso prende-se ao fato de ele ter presenciado a subida do disco voador, na noite em que Ant\u00f4nio foi sequestrado. Conseguimos chegar a Celso por interm\u00e9dio de um vizinho seu. Esse vizinho \u00e9 o Sr. Edinaldo de Sousa, propriet\u00e1rio de um bar na esquina noroeste da Pra\u00e7a Ponto Chique, no cruzamento das Ruas Montes Claros e Guerra Junqueiro. Diante de nossas insist\u00eancias durante a pesquisa, o Sr. Edinaldo lembrou-se de ter ouvido falar, na \u00e9poca do sequestro de Ant\u00f4nio, que uma testemunha teria assistido a subida do disco voador. Ap\u00f3s alguns dias de indaga\u00e7\u00f5es em seu bar, conseguiu localizar essa testemunha, que era Celso, um seu vizinho.<\/p>\n<p><a name=\"testemunho\"><\/a><\/p>\n<h3>Um Testemunho Importante<\/h3>\n<p>Quando abordado por n\u00f3s, desde logo, Celso deu a entender que realmente presenciara o voo do engenho a\u00e9reo, a uns 500 m acima de sua casa, na dire\u00e7\u00e3o leste. Contudo, n\u00e3o havia visto contornos n\u00edtidos desse objeto. Celso percebia apenas que esse objeto subia e estava cercado de luzes. Na ocasi\u00e3o, ouvia-se um ru\u00eddo abafado, de alta frequencia, como o zumbido de turbinas. Esse fato aconteceu \u00e0s duas horas da madrugada, aproximadamente. Celso, que \u00e9 solteiro, voltava de uma noite de boemia e aproximava-se de sua casa, vindo pela rua Monte Carlo. Quando j\u00e1 estava perto de sua resid\u00eancia, na esquina da Pra\u00e7a Ponto Chique-chique, o rapaz viu o disco voador. Nesse mesmo local, Celso foi interpelado por um tipo alto, claro, de camisa branca, e que naquela hora solit\u00e1ria cruzava seu caminho, cambaleante, indagando-lhe as horas.<\/p>\n<p>Celso disse-lhe as horas (duas horas e tanto), esquivando-se de parar, j\u00e1 que o aspecto de b\u00eabado poderia ser o ardil do estranho para um assalto. Dessa maneira, o rapaz entrou rapidamente em sua casa, onde se deitou e logo tratou de dormir.<\/p>\n<p>Dias ap\u00f3s esse fato, Celso teve not\u00edcia do epis\u00f3dio de Ant\u00f4nio, a quem conhecia superficialmente. (OBS. da SBEDV: Quando entrevistamos a testemunha Ant\u00f4nio, este n\u00e3o sabia da exist\u00eancia de uma pessoa que havia visto a ascens\u00e3o do disco voador que o seq\u00fcestrara). Pela coincid\u00eancia de data e hora, Celso percebeu a liga\u00e7\u00e3o entre os dois fatos: o que ele mesmo presenciou e o que aconteceu a Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Celso deu tamb\u00e9m a entender que pouco ou quase nada poderia pronunciar contra ou a favor do problema UFO. Interessou-se unicamente pelo caso de Ant\u00f4nio, pela coincid\u00eancia dos fen\u00f4menos observados por eles dois. Al\u00e9m disso, n\u00e3o chegou a fazer alarido sobre o fato que presenciara (o que dificultou, para n\u00f3s, descobrir essa testemunha).<\/p>\n<p><a name=\"momentos\"><\/a><\/p>\n<h3>Os Primeiros Momentos em Terra<\/h3>\n<p>Voltemos, uma vez mais, nossas aten\u00e7\u00f5es para Ant\u00f4nio. Como j\u00e1 dissemos, ele havia sido largado, pelos seres do disco voador, no meio da rua Rosal, em cuja margem existem diversas estacas de a\u00e7o, constitu\u00eddos por uns peda\u00e7os de trilhos encravados no solo.<\/p>\n<p>Desse local at\u00e9 a Estrada Santa Eug\u00eania, existem apenas uns 30 ou 40 metros de di\u00e2metro e, at\u00e9 \u00e0 esquina dessa estrada com a de Santa Cruz &#8211; Campo Grande, existe aproximadamente a mesma dist\u00e2ncia. Nesta ultima esquina, onde h\u00e1 uma esta\u00e7\u00e3o de trem e uma parada de \u00f4nibus, Ant\u00f4nio ficou aguardando condu\u00e7\u00e3o. Vendo um rapaz que estava parado no mesmo local, dirigiu-se a ele e pediu-lhe as horas. A resposta foi: &#8220;s\u00e3o 2:50 hs&#8221;.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio queixa-se de que seu rel\u00f3gio autom\u00e1tico, de rubis, marca Seiko, tem parado ou atrasado com frequencia ap\u00f3s o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico. Nenhum dos relojoeiros, a que recorreu, conseguiu corrigir esse defeito.<\/p>\n<p>Examinando o rel\u00f3gio de Ant\u00f4nio, achamos um desvio de um quarto para meia divis\u00e3o do mostrador do magnet\u00f4metro de perrinjaquet, utilizado para esse fim., contudo, esse desvio talvez n\u00e3o tenha valor como ind\u00edcio ufol\u00f3gico. Isto, principalmente comparando tal resultado com a indica\u00e7\u00e3o de 5 divis\u00f5es, observada nesse mesmo magnet\u00f4metro quando em contato com a lapiseira de Paulo Coutinho, outra testemunha que tamb\u00e9m esteve dentro de um disco voador. Portanto, o desvio verificado no caso do rel\u00f3gio de Ant\u00f4nio pode se considerar como desprez\u00edvel e \u00e9 aqui citado apenas &#8220;en passant&#8221;.<\/p>\n<p>Aproximadamente \u00e0s 3:10 hs, Ant\u00f4nio seguiu no \u00f4nibus 840, linha Santa Cruz &#8211; Campo Grande. Ele foi para a garagem a Empresa Oriente, onde trabalhava, em Sant\u00edssimo, para cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es normais no emprego. Embora penosamente, Ant\u00f4nio trabalhou naquele dia. No dia seguinte, uma sexta feira, sua indisposi\u00e7\u00e3o continuou. Apesar disso, Ant\u00f4nio seguiu para o emprego de madrugada como de costume.<\/p>\n<p><a name=\"data\"><\/a><\/p>\n<h3>O Dif\u00edcil Estabelecimento de uma Data<\/h3>\n<p>No decorrer de nossas pesquisas, Ant\u00f4nio mostrou-nos diversas chapas de raio X, da articula\u00e7\u00e3o de seu ombro direito e do seu t\u00f3rax. Essas chapas foram feitas no ambulat\u00f3rio do INP de Bangu, aproximadamente no dia 24\/9\/1977, devido \u00e0s dores que come\u00e7aram a afetar o motorista logo ap\u00f3s a sua experi\u00eancia ufol\u00f3gica. Por causa dessas dores, Ant\u00f4nio havia recorrido a consultas na cl\u00ednica m\u00e9dica (cl\u00ednica geral) em 21\/9\/1977 e na cl\u00ednica ortop\u00e9dica (21 e 23 de setembro de 1977 e 5 de outubro de 1977).<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio asseverou-nos tamb\u00e9m que o epis\u00f3dio sucedera numa das primeiras quintas-feiras do m\u00eas de setembro de 1977. A primeira consulta m\u00e9dica foi realizada por ele em 21 de setembro de 1977, uma quarta feira. Ent\u00e3o, o epis\u00f3dio deve ter ocorrido no dia 15 de setembro de 1977, a terceira quinta feira de setembro daquele ano. Essa data seria tamb\u00e9m confirmada por um telefonema nosso, \u00e0 se\u00e7\u00e3o de pessoal da empresa de Ant\u00f4nio, feito em 21 de novembro de 1977. Nesse telefonema, um senhor chamado Carlinhos informou-nos que o s\u00e1bado, 17 de setembro de 1977, havia sido o primeiro dia em que Ant\u00f4nio faltara ao servi\u00e7o, ent\u00e3o seguindo-se uma s\u00e9rie de outros dias de licenciamento.<\/p>\n<p>Segundo nos declarou posteriormente o m\u00e9dico da empresa &#8220;Transporte Oriental&#8221;, esses dias de licen\u00e7a foram 21, 23 e 24 de setembro de 1977, concedidos por essa companhia. Nos dias 20 e 22 de setembro de 1977 foram licenciados pelo Ambulat\u00f3rio do INPS. Entretanto, quando se perguntava a Ant\u00f4nio a data certa do epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, ele tendia a omitir as duas semanas seguintes ao dia 15 de setembro e adiantava o fato para a \u00faltima quinta feira desse m\u00eas, o dia 29 de setembro (a 5\u00aa quinta feira desse m\u00eas).<\/p>\n<p>Aparentemente, por fatores que vamos explicar, esta ultima quinta feira, dia 29 de setembro, fixou-se na mente de Ant\u00f4nio, com destaque especial, apagando, esmaecendo o per\u00edodo anterior e quase transformando-o em amn\u00e9sia lacunar. Talvez a raz\u00e3o disso v\u00e1 ser entendida pelo relato do que se passou na noite de 30 de setembro, posterior \u00e0 quinta feira de 29 de setembro de 1977 (5\u00aa quinta feira do m\u00eas).<\/p>\n<div id=\"attachment_4111\" style=\"width: 789px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4111\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4111 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/6582749-779x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"779\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-4111\" class=\"wp-caption-text\">Capa de reportagem de jornal divulgando o fato. Cr\u00e9didos: SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Efeitos Fisiol\u00f3gicos e Exames M\u00e9dicos<\/h2>\n<p>Na sexta-feira, dia 30 de setembro de 1977, Ant\u00f4nio saiu do local de trabalho e chegou em casa \u00e0s 21 horas. Sentindo-se indisposto, informou \u00e0 esposa e foi logo para casa, sem jantar.<\/p>\n<p>A seguir, iniciou-se em Ant\u00f4nio uma diarr\u00e9ia, cujo surto durou a noite toda, com interrup\u00e7\u00f5es, fazendo-se ainda acompanhada de v\u00f4mitos frequentes.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio lembrou-se nessa ocasi\u00e3o da proje\u00e7\u00e3o que havia visto no interior do disco voador, onde ele mesmo aparecia sofrendo daquele mal. Parecia-lhe que os ufonautas quiseram avis\u00e1-lo daquilo que mais tarde ele chegaria a sofrer e, de fato, naquela noite estava sofrendo.<\/p>\n<p>Nessa ocasi\u00e3o, talvez tenha vindo \u00e0 tona a lembran\u00e7a daquela proje\u00e7\u00e3o no disco voador, em que um cachorro fora aniquilado (aparentemente) por um raio luminoso desfechado na tela, por um dos ufonautas. Ser\u00e1, teria pensado Ant\u00f4nio, que esses tripulantes n\u00e3o me possam agora causar um maior mal, com um daqueles raios, desfechados na minha pr\u00f3pria imagem, projetada em algum lugar no disco voador? Temos a impress\u00e3o de que as preocupa\u00e7\u00f5es de Ant\u00f4nio, pela sua vida e pela sobreviv\u00eancia de sua fam\u00edlia, tenham falado alto na sua mente. E isto ao ponto de ele revelar os receios que sentia do rid\u00edculo, que ate ent\u00e3o estavam bloqueando a comunica\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio, \u00e0 sua comunidade e \u00e0 sua esposa. Assim, naquela noite de sexta feira, de v\u00f4mitos e diarr\u00e9ias, Ant\u00f4nio resolveu relatar \u00e0 esposa a sua experi\u00eancia ufol\u00f3gica. Ela foi a primeira pessoa a saber do assunto.<\/p>\n<p>Procuramos dar estas explica\u00e7\u00f5es ao leitor, para que mais bem se possa avaliar a opini\u00e3o de outras pessoas que n\u00e3o foram informada de todos esses detalhes, como por exemplo, o m\u00e9dico da empresa.<\/p>\n<p>Posteriormente, dentro das possibilidades da psicologia aplicada, gostar\u00edamos de ver abordado este assunto, assim como a significa\u00e7\u00e3o do impacto na mente de Ant\u00f4nio, naquela noite de sexta-feira.<\/p>\n<p>De nosso ponto de vista, houve uma estreita rela\u00e7\u00e3o mental entre o acontecimento daquela sexta feira (30\/9\/1977) e o epis\u00f3dio propriamente dito ocorrido aproximadamente duas semanas antes (quinta feira, dia 19\/9\/1977). Entendemos ent\u00e3o que isto fez submergir (desaparecer? diminuir?) na mente de Ant\u00f4nio o intervalo relativamente calmo entre as duas datas (ele sofria apenas de algumas dores no ombro e no t\u00f3rax).<\/p>\n<p>Assim, mentalmente Ant\u00f4nio adiantou o fato acontecido no disco voador: em vez de quinta feira dia 15\/9, ele menciona quinta feita dia 29\/9. Isto porque, esta ultima data (29\/9\/1977)\u00e9 a mais pr\u00f3xima da sexta-feira, dia 30\/9(noite dos acontecimentos previstos nas proje\u00e7\u00f5es dentro da nave).<\/p>\n<p>Entretanto, outro intenso quadro patol\u00f3gico manifestou&#8211;se em Ant\u00f4nio 72 horas depois, na segunda feira, dia 30\/10\/1977. Talvez tenha esse fato acentuado mais ainda o funcionamento do hipot\u00e9tico esquema psicol\u00f3gico por n\u00f3s aqui proposto.<\/p>\n<p>OBS.: Outra causa para o estranho comportamento de Ant\u00f4nio, na coordena\u00e7\u00e3o de sua mem\u00f3ria, poderia ser uma certa &#8220;modifica\u00e7\u00e3o de sua personalidade&#8221; p\u00f3s-epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, ao exemplo do que se descreve no Bol. SBEDV n\u00ba 74\/79 &#8211; p\u00e1g. 28.<\/p>\n<p>Num indiv\u00edduo, a personalidade \u00e9 formada pela soma das absor\u00e7\u00f5es de suas experi\u00eancias com o mundo externo e ainda cinzelada pelo gravame que ela d\u00e1 a elas. Da\u00ed, talvez se possa concluir que o efeito da experi\u00eancia ufol\u00f3gica sobre Ant\u00f4nio tenha sido a tal intensidade que chegou at\u00e9 a afrouxar o arcabou\u00e7o de sua personalidade. Constatamos que a testemunha \u00e9 pessoa inteligente mas, at\u00e9 ent\u00e3o, das mais despretensiosas. Poder-se-ia entretanto conceber que, no decorrer dos meses, nela surgisse um certo &#8220;vedetismo&#8221;, ainda que n\u00e3o tenha havido logo modifica\u00e7\u00f5es profundas percept\u00edveis. Tudo isto, como consequencia de ter vivido uma experi\u00eancia traum\u00e1tica, mas sem por isto ordin\u00e1ria. Poder\u00edamos tamb\u00e9m explicar porque Ant\u00f4nio n\u00e3o voltou ao trabalho, meses ap\u00f3s o seu epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, mesmo tendo sempre sido um funcion\u00e1rio exemplar (trabalhando cerca de 12 horas diariamente). \u00c9 conceb\u00edvel que ap\u00f3s a experi\u00eancia traum\u00e1tica a testemunha tenha sido psicologicamente levado a fazer uma revis\u00e3o do seu passado. Talvez ent\u00e3o quisesse escolher um emprego menos cansativo que o de motorista de \u00f4nibus, por ter imaginado enxergar, em si pr\u00f3prio, qualidades que o capacitavam para um trabalho mais categorizado e menos extenuante.<\/p>\n<p><a name=\"dramatica\"><\/a><\/p>\n<h3>Outra Dram\u00e1tica Manifesta\u00e7\u00e3o Patol\u00f3gica no Corpo de Ant\u00f4nio<\/h3>\n<p>No s\u00e1bado e domingo seguintes \u00e0quela noite de sexta-feira, 30\/9, Ant\u00f4nio ficou em casa, extenuado.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, 3\/10\/1977, cedinho, Ant\u00f4nio tomou o \u00f4nibus 689, linha Campo Grande &#8211; Meier. Ap\u00f3s 30 minutos de viagem, esse \u00f4nibus o deixaria na Empresa Oriente, onde ele pretendia comunicar que n\u00e3o se sentia em condi\u00e7\u00f5es de assumir seu trabalho.<\/p>\n<p>J\u00e1 durante essa curta viagem de meia hora, uma quentura e uma coceira, intensas, por todo o seu corpo, come\u00e7aram a incomodar bastante a Ant\u00f4nio. Essa quentura foi t\u00e3o intensa que, ao parar o \u00f4nibus na Estrada Campo Grande &#8211; Sant\u00edssimo, em frente \u00e0 Empresa Oriente, Ant\u00f4nio correu diretamente para o lavat\u00f3rio que fica na estrada. L\u00e1, ele procurou a torneira para mitigar seus sofrimentos, deixando cair \u00e1gua na cabe\u00e7a, pesco\u00e7o, bra\u00e7os, joelhos, etc. Entretanto, Ant\u00f4nio achou que o fluxo dessa bica j\u00e1 n\u00e3o era suficiente. Assim ele correu para os fundos da garagem, onde os carros s\u00e3o lavados em esguichos d&#8217;\u00e1gua de mangueiras. Chegando l\u00e1, tratou de tomar a mangueira das m\u00e3os de um colega que naquele momento lavava o ch\u00e3o. Ant\u00f4nio devia estar desesperado, pois dirigiu o jato dessa mangueira sobre seu corpo, molhando toda a sua roupa, camisa, palet\u00f3, cal\u00e7as, assim como sua carteira com todos os seus documentos dentro. Vendo este gesto, incompreens\u00edvel no momento, mas, solid\u00e1rios com ela na significa\u00e7\u00e3o de uma emerg\u00eancia, outros lavadores de carros dirigiram instintivamente suas mangueiras tamb\u00e9m sobre Ant\u00f4nio. Esses colegas pressentiram talvez que tivesse acontecido um desastre com mat\u00e9ria c\u00e1ustica ou que se tratava de extinguir vest\u00edgios de algum inc\u00eandio. Em seguida, houve um corre-corre e aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas em torno de Ant\u00f4nio. Alguns companheiros interpretavam o gesto de Ant\u00f4nio de diversas maneiras: &#8220;La Rubia: o que est\u00e1 acontecendo?&#8221;, &#8220;Voc\u00ea est\u00e1 maluco?&#8221;, &#8220;Ele est\u00e1 com alergia?&#8221;.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio acabou falando &#8220;em particular&#8221; com o encarregado geral do servi\u00e7o. Sr. Edgar. Pela fisionomia deste senhor, ele n\u00e3o deu cr\u00e9dito (pelo menos, assim pareceu a Ant\u00f4nio) ao epis\u00f3dio que Ant\u00f4nio lhe falou a respeito e um disco voador, sua tripula\u00e7\u00e3o e de seus padecimentos como consequencia disso tudo.<\/p>\n<p>A seguir, Ant\u00f4nio foi levado a uma sala, foi atendido pela enfermeira da empresa, de nome Estelita. Esta senhora queria ministrar-lhe uma inje\u00e7\u00e3o. Ant\u00f4nio recusou, argumentando que n\u00e3o precisava de tranquilizantes para dormir, pois n\u00e3o estava maluco. Ele queria apenas que ouvissem a sua hist\u00f3ria e achassem um meio para mitigar seus sofrimentos.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio relatou-nos que a enfermeira tomou-lhe a temperatura axilar duas vezes em seguida. Uma vez o term\u00f4metro teria acusado 41\u00ba C e, da outra vez, teria acusado 40\u00ba C.<\/p>\n<p>&#8220;Rapaz, v\u00e1 para o hospital!&#8221; foi o consenso geral das pessoas presentes naquele momento no recinto, com respeito a Ant\u00f4nio. E, de fato, acompanhado por Estelita e por um colega, Ant\u00f4nio foi levado para o conceituado hospital municipal Rocha Faria. Esse hospital fica situado bem no centro de Campo Grande e, assim, talvez a uns 10 minutos de \u00f4nibus distante da Empresa Oriente, em Sant\u00edssimo.<\/p>\n<p><a name=\"medicina\"><\/a><\/p>\n<h3>A Impot\u00eancia da Medicina Contempor\u00e2nea face a dist\u00farbios provocados por campos energ\u00e9ticos extraterrestres<\/h3>\n<p>A melhoria do atendimento m\u00e9dico de dist\u00farbios da ordem dos que Ant\u00f4nio era portador s\u00f3 poder\u00e1 ser conseguido de uma forma. Ser\u00e1 quando a realidade da exist\u00eancia dos extraterrestres for aceita oficialmente e encetarem-se estudos dos campos energ\u00e9ticos com os quais esses extraterrestres costumam se cercar. Logicamente, n\u00e3o poder\u00e1 haver estudo de determinada mat\u00e9ria cuja exist\u00eancia se nega (oficialmente) at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>A odiss\u00e9ia de Ant\u00f4nio no hospital que o atendeu come\u00e7ou com um investigador de pol\u00edcia que escutou sua hist\u00f3ria. Depois, foi a vez de um soldado que tamb\u00e9m ouviu a narra\u00e7\u00e3o. A este, seguiu-se outro policial que, na hora da troca da equipe de plant\u00e3o, substituiu o anterior. E esse desfile de pessoas foi aumentando depois por enfermeiros e enfermeiras do hospital. A todas essas pessoas Ant\u00f4nio foi obrigado a contar sua hist\u00f3ria. Vez por outra, um ouvinte piscava o olho para outro e pouco entenderam da narrativa de Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Finalmente, ap\u00f3s um cochicho entre um m\u00e9dico e uma enfermeira (pelo menos, foi assim que Ant\u00f4nio interpretou, desconfiadamente, a troca de id\u00e9ias entre os dois), foi administrada uma beberagem a Ant\u00f4nio. Ele acredita que essa bebida era calmante.<\/p>\n<p>Entre uma e outra abordagem por todas essas pessoas no hospital, Ant\u00f4nio foi tamb\u00e9m entrevistado pelo rep\u00f3rter do jornal o Dia, que estava de plant\u00e3o. Essa entrevista foi publicada no jornal, no dia seguinte, 4\/10\/1977. Embora n\u00e3o tenha fixado com exatid\u00e3o todo o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, essa entrevista de Ant\u00f4nio serviu de base para uma reportagem que \u00e9 para n\u00f3s um verdadeiro tento na hist\u00f3ria ufol\u00f3gica brasileira. Ela ser\u00e1 descrita mais adiante, em um trecho mais apropriado.<\/p>\n<p><a name=\"psicologa\"><\/a><\/p>\n<h3>Opini\u00e3o de uma Psic\u00f3loga<\/h3>\n<p>Ant\u00f4nio achou que seria melhor voltar \u00e0 empresa onde trabalhava e consultar o m\u00e9dico desta. Esse profissional j\u00e1 o conhecia e daria ent\u00e3o mais cr\u00e9dito e aten\u00e7\u00e3o ao seu relato. Ant\u00f4nio percebia que havia mais interesse pelo sensacionalismo de sua hist\u00f3ria do que a inten\u00e7\u00e3o de ajud\u00e1-lo a diagnosticar e curar seu mal.<\/p>\n<p>OBS.: Parece que n\u00e3o foi feito o boletim de atendimento do caso de Ant\u00f4nio, no Hospital Rocha Faria. Isto porque, posteriormente, procuramos esse registro e n\u00e3o o encontramos nesse hospital.<\/p>\n<p>De volta do hospital, Ant\u00f4nio chegou \u00e0 Empresa Oriente \u00e0s 9:00 hs. Entretanto, o m\u00e9dico n\u00e3o se encontrava l\u00e1 naquele momento.<\/p>\n<p>Assim, Ant\u00f4nio foi atendido pela psic\u00f3loga da organiza\u00e7\u00e3o, D\u00aa. Nelli Carbonell. Esta mo\u00e7a interrompeu uma reuni\u00e3o que fazia com outras pessoas, para dedicar sua aten\u00e7\u00e3o a Ant\u00f4nio, cujo caso lhe pareceu da maior emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>Este pesquisador ficou grato a essa jovem, mas segura, profissional, n\u00e3o s\u00f3 pelo cort\u00eas e correto atendimento que deu \u00e0 pesquisa, mas tamb\u00e9m pelo seu bom senso e certeira rapidez com que diagnosticou o caso de Ant\u00f4nio, naquele dia. Para ela, a hist\u00f3ria do motorista era real, n\u00e3o se tratando de um embuste. A jovem achava que realmente devia ter acontecido alguma coisa grave \u00e0 Ant\u00f4nio, j\u00e1 que naquela \u00e9poca ele desconhecia a verdadeira extens\u00e3o do problema dos extraterrestres.<\/p>\n<p>Conforme nos relatou D\u00aa. Nelli, em 20\/10\/1977, na ocasi\u00e3o Ant\u00f4nio encontrava-se com o mesmo aspecto que apresentara no Hospital Rocha Faria, conforme j\u00e1 descrevemos. Enquanto falava, ele se co\u00e7ava constantemente, por sentir a pele em fogo. Talvez mesmo em consequencia disso, apresentava arranh\u00f5es nas partes desnudas, lado direito do pesco\u00e7o e cotovelos. Na oportunidade, D\u00aa Nelli soube que a roupa molhada, de Ant\u00f4nio, originava-se da aplica\u00e7\u00e3o dos jatos d&#8217;\u00e1gua das mangueiras, na garagem, duas horas antes.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga sentia que o relato de Ant\u00f4nio merecia cr\u00e9dito. Sua hist\u00f3ria correspondia \u00e0quilo j\u00e1 narrado pela enfermeira Estelita e por outras pessoas da garagem. Ant\u00f4nio descrevia os fatos com nexo. Embora se apresentasse nervoso e agitado, em nada o motorista demonstrava confus\u00e3o mental. Algo de real devia ter acontecido com ele.<\/p>\n<p>Por ser empregada nova na firma, D\u00aa Nelli fez posteriormente um total levantamento da vida pregressa de Ant\u00f4nio naquela empresa. Trabalhando na organiza\u00e7\u00e3o desde 1975, na ficha limpa de Ant\u00f4nio constava ser ele um homem trabalhador e benquisto pelos companheiros. Al\u00e9m disso, ele havia recebido gratifica\u00e7\u00e3o ou empr\u00e9stimo da firma, por seu comportamento no passado. No decorrer do tempo, D\u00aa Nelli ainda submeteu Ant\u00f4nio aos testes de Rorschbach (controle din\u00e2mico) dos quais a parte interpretada foi normal.<\/p>\n<p>No dia seguinte, 4 de outubro de 1977, Ant\u00f4nio procurou o m\u00e9dico da empresa, Dr. Ad\u00e3o Maria Filho. Diante do relato do epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, esse m\u00e9dico disse a Ant\u00f4nio as seguintes palavras: &#8220;Ant\u00f4nio, depois de contar a sua hist\u00f3ria, ela morre aqui, entre mim e voc\u00ea&#8230;&#8221;. Naturalmente, ele n\u00e3o disse isto com o intuito de intimidar ou levar Ant\u00f4nio ao sil\u00eancio. Em nosso entender, essas palavras foram ditas para colocar Ant\u00f4nio mais \u00e0 vontade.<\/p>\n<p><a name=\"visita\"><\/a><\/p>\n<h3>Visita a um Consult\u00f3rio M\u00e9dico<\/h3>\n<p>Em 16 de novembro de 1977, fizemos uma curta visita ao Dr. Ad\u00e3o Maria Filho. Nessa ocasi\u00e3o, este ilustre colega informou-nos que, no dia da consulta, 4 de outubro de 1977, Ant\u00f4nio havia acusado uma temperatura axilar de 37,5\u00ba C. (OBS.: Presumindo-se que a temperatura corporal, ou sublingual, fosse meio grau maior que a axilar, isso corresponderia a uma temperatura corporal de 38 graus, possivelmente. Na v\u00e9spera, na aus\u00eancia do m\u00e9dico, a enfermeira Estelita havia tomado a temperatura de Ant\u00f4nio. O resultado teria sido 40 e 41 graus).<\/p>\n<p>Entretanto, quando Ant\u00f4nio procurou o Dr. Ad\u00e3o, duas semanas antes, e deste recebera o abono dos dias de faltas, ele n\u00e3o informou ao m\u00e9dico (nem a outras pessoas) a verdadeira causa das dores no ombro e no t\u00f3rax: o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico. Desta maneira, este facultativo continuou a achar (e isso nos cientificou que as licen\u00e7as de Ant\u00f4nio (21, 23 e 24 de setembro, pela empresa e 20 e 22 de setembro, pelo INPS), tiradas na \u00faltima quinta-feira de setembro, nada teriam a ver com o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico propriamente dito. Uma vez que nem Ant\u00f4nio, nem o m\u00e9dico tocaram mais no assunto, n\u00e3o houve retifica\u00e7\u00e3o na opini\u00e3o do facultativo. Para o Dr. Ad\u00e3o, o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico teria acontecido em data posterior \u00e0s licen\u00e7as mencionadas, ou seja, no dia 29 de setembro de 1977 (ultima quinta feira do m\u00eas de setembro).<\/p>\n<p>J\u00e1 em duas ocasi\u00f5es anteriores (em 19 de outubro de 1977, e em 31 de outubro de 1977), hav\u00edamos indagado \u00e0 enfermeira da empresa de transporte, sobre a temperatura axilar de Ant\u00f4nio, que este profissional havia verificado em 3 de outubro de 1977. Este dia foi aquela segunda feira em que Ant\u00f4nio, espavorido, com o corpo a lhe parecer em foto, mesmo vestido, pediu que os lavadores de carro dirigissem os esguichos de \u00e1gua sobre sua pele. Nesta data, o term\u00f4metro teria acusado uma temperatura entre 40 e 42 graus em Ant\u00f4nio. Entretanto, a enfermeira Estelita sempre recusara nos confirmar isso, com evasivas tais como a de n\u00e3o querer &#8220;envolver-se em assunto disco voador&#8221;. Para outros, ela alegava que o &#8220;seu marido n\u00e3o gostava que ela desse informa\u00e7\u00f5es&#8221; e que &#8220;n\u00e3o queria passar pelo rid\u00edculo, na empresa onde trabalhava&#8221;. Tais alega\u00e7\u00f5es pareciam estereotipadas. Em todo caso, em 19 de outubro de 1977, essa enfermeira nos confirmou que o corpo de Ant\u00f4nio, na ocasi\u00e3o, &#8220;estava quente e com a pele muito vermelha&#8221;.<\/p>\n<p>No dia em que visitamos o Dr. Ad\u00e3o, pela terceira vez indagamos a D\u00aa Estelita qual a temperatura que ela constatara em Ant\u00f4nio, em 3 de outubro de 1977. Tamb\u00e9m foi em v\u00e3o esta \u00faltima tentativa que fizemos, momentos antes de entrar no gabinete do m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Na entrevista com o Dr. Ad\u00e3o, interrogamos sobre a temperatura que ele pr\u00f3prio havia constatado em Ant\u00f4nio, no dia 4 de outubro de 1977. Com isso, imaginamos que automaticamente viria \u00e0 baila a temperatura de Ant\u00f4nio, verificada pela enfermeira Estelita no dia anterior. Al\u00e9m disso, o jornal &#8220;O Dia&#8221; havia publicado naquela mesma data, 4 de outubro de 1977, e com grande estardalha\u00e7o, a temperatura de mais de 40 graus supostamente verificada em Ant\u00f4nio no dia anterior.<\/p>\n<p>Entretanto, o Dr. Ad\u00e3o n\u00e3o tocou nesse assunto. De nossa parte, achamos de bom alvitre n\u00e3o abord\u00e1-lo tampouco. Isto, para n\u00e3o melindrar a enfermeira, que talvez estivesse sujeita a alguma press\u00e3o emanada de fonte superior (por exemplo: do seu marido? do m\u00e9dico? da empresa?). Por outro lado, temos grande estima pelo testemunho do profissional da medicina.<\/p>\n<p>&#8220;A posteriori&#8221;, achamos esquisita a altitude da enfermeira Estelita, ao nos introduzir no consult\u00f3rio do Dr. Ad\u00e3o. \u00c9 que, insistentemente, esta enfermeira nos fez saber que ela n\u00e3o havia informado previamente, ao m\u00e9dico, sobre a finalidade da nossa visita; ali\u00e1s, n\u00f3s hav\u00edamos pedido expressamente a ela que o avisasse do nosso motivo.<\/p>\n<p><a name=\"reporter\"><\/a><\/p>\n<h3>Um Rep\u00f3rter Alerta<\/h3>\n<p>Nossa visita ao Dr. Ad\u00e3o n\u00e3o havia sido satisfat\u00f3ria no sentido de esclarecer a temperatura de Ant\u00f4nio no dia em que este foi socorrido no Hospital Rocha Faria. Assim, nada mais natural que f\u00f4ssemos ouvir o relato da pr\u00f3pria boca do rep\u00f3rter Orlando Alheira, que havia originando a not\u00edcia &#8220;Um hora preso no disco voador, saiu com febre de 42 graus&#8221;, publicada em &#8220;O Dia&#8221; de 4 outubro de 1977.<\/p>\n<p>Encontramos o rep\u00f3rter em seu posto de a\u00e7\u00e3o, no mencionado hospital. Embora com um rosto de bonomia, o cenho cerrado e o r\u00e1pido olhar perscrutador sob a larga fronte deixaram perceber de imediato neste rep\u00f3rter um profissional inteligente, armado e alerta. Al\u00e9m disso, trazia ele um lastro de 30 anos de profiss\u00e3o, como soubemos depois.<\/p>\n<p>Quando abordado por n\u00f3s em 23 de novembro de 1977, o Sr. Alheira lembrou-se logo do &#8220;mo\u00e7o do disco&#8221;, o qual havia entrevistado naquela \u00e9poca, no Hospital Rocha Faria; e como se sabe, dessa entrevista resultou a reportagem publicada no dia seguinte, 4 de outubro de 1977, no jornal &#8220;O Dia&#8221;.<\/p>\n<p>O Sr. Alheira relatou-nos que Ant\u00f4nio encontrava-se em estado lastim\u00e1vel, com excita\u00e7\u00e3o psicomotora. O entrevistado chegou at\u00e9 a jogar o l\u00e1pis ao ch\u00e3o, quando n\u00e3o conseguiu se desincumbir de desenhar o tipo dos tripulantes vistos no disco voador, conforme havia lhe pedido o rep\u00f3rter. Ao narrar isto, o rep\u00f3rter virou-se rapidamente para n\u00f3s e repetiu o pedido que fizera a Ant\u00f4nio. Solicitou-nos que desenh\u00e1ssemos o tipo do ufonauta que Ant\u00f4nio avistara. Parece que tal pedido tinha a inten\u00e7\u00e3o de testar o nosso verdadeiro interesse e capacidade sobre o assunto UFO. Satisfeito com o nosso desempenho, o jornalista abriu-se por completo. Relatou-nos cenas deveras impressionante sobre o estado em que encontrou Ant\u00f4nio naquela manh\u00e3 da entrevista. O motorista estava todo descabelado, completamente molhado, com o busto nu e trazia as cal\u00e7as arrega\u00e7adas; as partes expostas de seu corpo, apresentavam manchas vermelhas, como por exemplo, no pesco\u00e7o, tronco e membros inferiores. Nessas partes do corpo, Ant\u00f4nio procurava co\u00e7ar-se constantemente. Complementando esta descri\u00e7\u00e3o, o Sr. Alheira fez um croqui, publicado neste relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter observou que, durante o relato de seu epis\u00f3dio ufol\u00f3gico e estada no hospital, Ant\u00f4nio constantemente pedia e tomava \u00e1gua.<\/p>\n<p>OBS.: Acreditamos que, bebendo muita \u00e1gua e expondo-se \u00e0s correntes de ar, Ant\u00f4nio fazia instintivamente a coisa acerta. Isto porque o suor que abundantemente se produzia nele ajudava-o a reduzir a sua temperatura corporal, talvez perigosamente alta. Al\u00e9m disso, os jatos d&#8217;\u00e1gua, atirados em Ant\u00f4nio pelos seus colegas, teriam realizado a mesma tarefa: baixar a temperatura de seu corpo.<\/p>\n<p>Convencido de que Ant\u00f4nio teria uma experi\u00eancia aterrorizante que o deixara naquele estado lastim\u00e1vel, o rep\u00f3rter encaminhou seu relat\u00f3rio ao jornal para o qual trabalhava. Com isto, democraticamente ele poderia informar ao p\u00fablico sobre o inquietante acontecimento.<\/p>\n<p>N\u00e3o fora essa atitude de Alheira e a consequente reportagem de &#8220;O Dia&#8221;, de 4 de outubro de 1977, e o leitor nada saberia agora sobre este interessante caso ufol\u00f3gico. O Sr. Alheira tamb\u00e9m nos informou que posteriormente, em v\u00e1rias oportunidades, viajou em \u00f4nibus dirigido por Ant\u00f4nio com muita per\u00edcia e urbanidade. Em troca \u00e0s informa\u00e7\u00f5es recebidas, falamos um pouco, ao rep\u00f3rter, sobre a impiedosa luta, de quase trinta anos, movida pela pol\u00edtica terrestre contra o assunto UFO.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, acreditamos que poderemos trazer a Ant\u00f4nio algum conforto moral ou psicol\u00f3gico, pela divulga\u00e7\u00e3o de seu caso. Com isto, achamos que talvez o ajudemos a sobrepujar o traumatismo ps\u00edquico que lhe foi infligido pela experi\u00eancia pela qual passou. Passados seis meses desde o epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, j\u00e1 em fins de mar\u00e7o e abril de 1978, Ant\u00f4nio ainda padecia de seus efeitos.<\/p>\n<p><a name=\"exames\"><\/a><\/p>\n<h3>Alguns Exames Complementares<\/h3>\n<p>Foram retiradas amostras de sangue de Ant\u00f4nio. Nelas procurava-se descobrir eventuais modifica\u00e7\u00f5es, possivelmente relacionadas ao seu epis\u00f3dio; talvez isto permitisse interpretar melhor os padecimentos do protagonista, no sentido de eventualmente neutraliz\u00e1-los. Entretanto, nesses exames foram feitos somente a partir do 33\u00ba dia ap\u00f3s o fato ufol\u00f3gico e, assim, resultaram talvez pequena valia.<\/p>\n<p>Dessa forma, em 18 de outubro de 1977, foram determinados os elementos figurados do sangue de Ant\u00f4nio, bem como esc\u00f3rias, n\u00edveis de glicemia, prote\u00edna (seringa globulina) e colesterol. Em 24 de outubro de 1977, foram pesquisador os eletr\u00f3litos; cloro, pot\u00e1ssio, s\u00f3dio e ainda o iodo prot\u00e9ico. Em 5 de novembro de 1977, realizaram-se exames para evidenciar o relacionamento da fun\u00e7\u00e3o t\u00edreo-hip\u00f3fis\u00e1ria pelos radio-imuno-ensaios T3, T4 e T41. Nada de anormal foi evidenciado em qualquer uma das amostras examinadas.<\/p>\n<p>O peso normal de Ant\u00f4nio, antes do epis\u00f3dio ufol\u00f3gico, era de aproximadamente 62 kg. Pouco depois do epis\u00f3dio, passou para cerca de 57 Kg e atualmente est\u00e1 em torno de uns 60 kg.<\/p>\n<p>Realmente, pelo aspecto que encontramos na testemunha, poucos dias ap\u00f3s o epis\u00f3dio, achamos que houve um acentuado emagrecimento.<\/p>\n<hr \/>\n<h2>Relat\u00f3rio de Irene Granchi<\/h2>\n<div>\n<p>Este caso, do tipo CE IV, para usar um ponto al\u00e9m da classifica\u00e7\u00e3o idealizada pelo Prof. J. Allen Hynek, isto \u00e9, encontro pr\u00f3ximo acrescentado a sequestro, foi noticiado pela imprensa atrav\u00e9s de &#8220;O Dia&#8221; de 4 de outubro de 1977.<\/p>\n<p>Eu fui apurar a verdade dos fatos procurando primeiro a psic\u00f3loga da companhia pela qual Ant\u00f4nio Bogado La Rubia trabalhava. A linha corre entre Campo Grande e o Rio. Falei com ela primeiro pelo telefone, no dia 6 de outubro. Tinha achado muita dificuldade em localiz\u00e1-la, pois o n\u00famero da companhia n\u00e3o constava do cat\u00e1logo. Uma das primeiras informa\u00e7\u00f5es que esta senhora, a Dra. Neli, me deu foi de que ela n\u00e3o acreditava em OVNIs, e prometeu me dar suas explica\u00e7\u00f5es para isto. Ela, na \u00e9poca, selecionava o pessoal para companhia &#8220;Oriental&#8221;, a mais prospera do Grande Rio. Ela me esclareceu logo que Ant\u00f4nio tinha se apresentado inchado, sofrendo de desarranjo intestinal forte e v\u00f4mitos, por\u00e9m ela n\u00e3o pensava que isto fosse devido a envenenamento por irradia\u00e7\u00e3o, como eu sugeri na hora. Mas ela n\u00e3o tinha se preocupado em mandar fazer tais testes em tal sentido. Ela estava perplexa perante este caso. Marcamos um encontro no s\u00e1bado de manh\u00e3, no seu consult\u00f3rio, em Campo Grande.<\/p>\n<p>Uma amiga minha e colega de pesquisa de longa data, Pamela Talbot, me deu carona e chegamos l\u00e1 um pouco depois das nove. Logo que a psic\u00f3loga entrou, ela fez quest\u00e3o de frisar estar interessada em manter o elevado esp\u00edrito de Ant\u00f4nio, pois ele tinha que readquirir seu equil\u00edbrio emocional e portanto ela deveria evitar todo e qualquer sensacionalismo em torno de sua vida.<\/p>\n<p>Ela estava satisfeita em poder comunicar-nos que Ant\u00f4nio tinha passado satisfatoriamente pela primeira s\u00e9rie de testes psicol\u00f3gicos, respondendo acertadamente 20 das 21 quest\u00f5es.<\/p>\n<p>Tinha-lhe sido, inclusive, aplicado o teste Rorschach com sucesso e ela pretendia terminar suas experi\u00eancias com ele na semana seguinte.<\/p>\n<p>Apesar de seu diagn\u00f3stico ainda n\u00e3o estar completo, sua impress\u00e3o era, sem d\u00favida, de que o homem estava normal. Ele possui um Q.I. muito alto, e \u00e9 cumpridor de seus deveres . A Dra. Neli confirmou que ele tinha tido febre bem alta. A primeira vez em que ela o viu, 4 dias depois do acontecimento, Ant\u00f4nio estava despido, inchado, com uma erup\u00e7\u00e3o de brotoeja cobrindo-o inteiramente, e arranh\u00f5es, que ele disse terem sido provocados por ele mesmo, por causa da coceira. Ele n\u00e3o estava deixando que ningu\u00e9m o tocasse ou tentasse vesti-lo.<\/p>\n<p>Ela confirmou que ele tinha vomitado muito e estava com o intestino solto. Afinal ela conseguira persuadi-lo \u00e0 vestir-se, e depois ele melhorara gradativamente . Sua sede era ilimitada, sua boca ainda estava ardendo. Os hematomas se apresentavam com pequenas erup\u00e7\u00f5es nas juntas e no pesco\u00e7o. Agora ele j\u00e1 tinha melhorado, e sua pele estava limpa, contudo seu estado de nervos anda requeria muitos cuidados. Mas j\u00e1 estava muito menos nervoso de que anteriormente, pois quando a Dra. Neli o tinha visto pela primeira vez, ele chorava feito uma crian\u00e7a, e inspirava piedade.<\/p>\n<p>Ela sentira muita pena dele, com a fam\u00edlia a sustentar e a m\u00e3e doente. A Dra. j\u00e1 tinha se comunicado com ele depois do nosso telefonema, para saber se ele iria me receber, mas ele recusara, dizendo que estava cansado de estar repetindo a mesma hist\u00f3ria ; s\u00f3 me receberia dali a algum tempo.<\/p>\n<p>Depois de ter deixado a enfermaria da companhia de \u00f4nibus, a conselho dos colegas, e vendo-o com febre alta, ela o encaminhou para o Hospital &#8220;Rocha Faria&#8221;. Os m\u00e9dicos declararam para a Dra. Neli que este n\u00e3o era o primeiro caso de v\u00edtima de UFOs a vir a suas m\u00e3os, e que seu caso era um tanto delicado; acrescentaram que, em alguns destes casos, os pacientes tinham se tornado loucos.<\/p>\n<p>A Dra. Neli nos dera um breve relato da hist\u00f3ria de seu paciente, descrevendo a apar\u00eancia f\u00edsica de seus captores em detalhe, e at\u00e9 fazendo em nossa presen\u00e7a um esbo\u00e7o, n\u00e3o assinado, de um dos &#8220;bonecos&#8221; ou &#8220;rob\u00f4s&#8221;, que mais tais tarde eu tivera oportunidade de comparar com os feitos pelo Ant\u00f4nio, e estavam ligeiramente diferentes. O que demonstraria que at\u00e9 os psic\u00f3logos pode ser movidos subjetivamente por seus conceitos pessoais. Mas, de maneira geral, o que ela me disse serviu para confirmar o relato do jornal. Eu notei que ela estava muito mais impressionada pela hist\u00f3ria de Ant\u00f4nio do que ela teria desejado aparentar. Ela me pediu para n\u00e3o contar nada sobre nossa visita, caso eu fosse visit\u00e1-lo, o que estava ainda nas minhas inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Seguimos ent\u00e3o at\u00e9 Paci\u00eancia, e levamos algum tempo para chegar at\u00e9 a casa de Ant\u00f4nio, passando por ruas lamacentas e cheias de buracos. Encontramos a casa fechada, e descobrimos por um vizinho dele, que ele estava hospedado na casa do sogro, no centro de Paci\u00eancia, alguns quil\u00f4metros distante, e isso nos fez voltar para l\u00e1. O vizinho apontou para o campo onde o avistamento do OVNI tinha ocorrido, e n\u00f3s paramos l\u00e1, pois era caminho. \u00c9 um campo muito grande, grande demais para ser examinado atentamente \u00e0quela hora. A grama era rasteira e n\u00e3o havia sinais de pouso vis\u00edveis. Havia crian\u00e7as brincando, e elas n\u00e3o nos estavam olhando com muita simpatia. A regi\u00e3o n\u00e3o \u00e9 das mais seguras, e duas mulheres sozinhas, mesmo de dia, n\u00e3o ficavam bem naquela paisagem.<\/p>\n<p>Aproveitei uns breves momentos para tirar duas ou tr\u00eas fotos do campo e suas imedia\u00e7\u00f5es. Estes eram interessantes: na extremidade de uma larga plan\u00edcie, havia uns morros no campo, na base do qual corriam as linhas de for\u00e7a de Furnas, que fornecem eletricidade ao Rio de Janeiro, e que tantas vezes aparecem em meus relat\u00f3rios anteriores, pois \u00e9 sabido que os OVNIs tem especial predile\u00e7\u00e3o em se aproximar e sugar energia dos nossos transformadores. Fora disto a vista era deserta, havendo apenas umas poucas casas e estradas cruzando os loteamentos. N\u00f3s finalmente descobrimos a atual resid\u00eancia de Ant\u00f4nio, um apartamento num sobrado, onde encontramos uma fam\u00edlia muito agrad\u00e1vel, simp\u00e1tica, que conseguiu com que Ant\u00f4nio sa\u00edsse de seu quarto para vir me conhecer. Ele \u00e9 um homem bem-apessoado, de boa constitui\u00e7\u00e3o muscular, queimado do sol, olhos azuis, cabelos castanhos-escuros. Tem voz ressonante e parece ser bem equilibrado. Logo Ant\u00f4nio teve receio que eu fosse outra rep\u00f3rter de jornal, e n\u00e3o quis falar. Ele confessou ter se tornado um fumante inveterado depois do fato, fumava um cigarro ap\u00f3s o outro. A sede o atormentava o tempo todo, isso mais de 20 dias ap\u00f3s sua aventura &#8211; a data desta eu apurei somente muito tempo depois. Ele me pediu para n\u00e3o gravar nada da nossa conversa, mas eu procurei engan\u00e1-lo: meu gravador estava numa sacola de m\u00e3o e procurei lig\u00e1-lo sem ele notar. Mas demonstrando bastante vivacidade, ele logo notou e me impediu seu uso. Seja dito de passagem, n\u00e3o costumo &#8220;trapacear&#8221;, mas a ocasi\u00e3o era tentadora demais.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio confirmou a cr\u00f4nica dada pelo jornal &#8220;O Dia&#8221;, dizendo por\u00e9m que os seres n\u00e3o eram pequenos, tinham de fato sua altura, uma vez incluindo as antenas &#8211; as cabe\u00e7as alcan\u00e7avam altura de seu ombro, e Ant\u00f4nio mede 1,68 m. Vestiam capacetes de metal, em formato de bola de rugby, com uma fita transversal na parte mais larga toda dividida em se\u00e7\u00f5es, como espelhinhos, dos quais eram emitidos flashes, fa\u00edscas azuis, de uma intensidade vari\u00e1vel, que prendiam sua aten\u00e7\u00e3o, e eu julguei terem efeito hipn\u00f3tico. Os seres eram todos revestidos de metal, mas apesar de apresentarem um aspecto de rob\u00f4s, eles deviam respirar, pois ele observou o movimento do peito, de respira\u00e7\u00e3o. Rob\u00f4s respirando?<\/p>\n<p>Tentei, com minhas perguntas, obter alguma confirma\u00e7\u00e3o daquilo que a psic\u00f3loga j\u00e1 tinha me relatado, mas sem sucesso, infelizmente. Ant\u00f4nio estava realmente muito cansado, notava-se seu pavor, seu esgotamento, e me pediu se eu quisesse informa\u00e7\u00e3o do caso para reler o jornal, e que noutro dia, se estivesse passando melhor, me daria o relato completo, mas que n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es disso no momento. Confirmou apenas que tinha visto mas de uma d\u00fazia de seres de cada lado, dentro do disco voador, que era todo cor de prata e azul, e que tinha sido tirado sangue do dedo m\u00e9dio da m\u00e3o direita dele, como de fato a Dra. Neli j\u00e1 tinha me informado. Mostrei-lhe uma publica\u00e7\u00e3o americana, uma tabela de v\u00e1rios tipos de UFOs, num livro editado pelo Congresso dos EUA, em 1968 e ele escolheu o 4-C, reproduzido aqui, dizendo, por\u00e9m que n\u00e3o era ainda exatamente igual. Cada vez em que eu procurava obter maiores detalhes, ele se esquivava. Apenas confirmou que o sil\u00eancio era total, e que a comunica\u00e7\u00e3o era feita por uma tela parecida com a de TV, a qual faria parte da pr\u00f3pria parede do disco, onde vira um cachorro sendo morto, depois um dos seres sendo morto &#8211; neste ponto concordo com a minha amiga que me acompanhava, dizendo que como n\u00f3s matamos eles, assim eles podem nos matar, ou algo no mesmo sentido. A tela o mostrava tamb\u00e9m nu, com m\u00e9dicos em volta, exatamente como ocorreria poucos dias depois de sua aventura. Em outra imagem, desta vez vestido, mas ensujando suas cal\u00e7as por falta de reten\u00e7\u00e3o intestinal. Isto, afortunadamente ainda n\u00e3o ocorreu, pois ele ainda conseguiu se reter quando realmente adoeceu. Ele esclareceu que, enquanto estava dentro do OVNI, ele se sentia bem, e foi somente mais tarde que sobreveio a rea\u00e7\u00e3o. Quando ele conseguiu gritar, os rob\u00f4s tombavam, como se o som de sua voz o atingissem mortalmente.<\/p>\n<p>Foi somente isto que eu consegui obter da boca do Ant\u00f4nio em meu primeiro encontro. Me disse que esperava naquele dia a visita de seu irm\u00e3o. Me disse que o r\u00e1dio e a TV estavam \u00e0 sua procura, mas por enquanto n\u00e3o tinham aceito nada. Na semana seguinte ele teria que voltar a ser examinado pelos m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>Alguns dos resultados deste meu primeiro encontro foram bons, outros falhos. Deploro n\u00e3o ter podido entrevistar seus vizinhos, que moram no campo onde se dera o fato. Soube depois que houve realmente pelo menos uma outra testemunha , se n\u00e3o mais. Deploro tamb\u00e9m ter meu deixado descobrir na hora em que tentara gravar esta primeira entrevista, t\u00e3o importante. Mas fiquei satisfeita em ter podido confirmar o relato do jornal &#8220;O Dia&#8221; de uma maneira geral, e de ter obtido a preciosa opini\u00e3o da psic\u00f3loga Dra. Nelli, e tamb\u00e9m de ter encontrado esse homem em seu &#8220;habitat&#8221;, no c\u00edrculo de sua fam\u00edlia, de surpresa. Deploro ainda o fato de n\u00e3o poder fazer uma investiga\u00e7\u00e3o mais completa quando ocorre um caso deste import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Acho que um teste com um detetor de mentiras, como \u00e9 de praxe na pesquisa ufol\u00f3gica atual, seria totalmente desnecess\u00e1rio; estava t\u00e3o aparente o sofrimento e sinceridade em tudo que este homem dizia! Mais tarde poder\u00e1 eventualmente ser efetuada uma hipnose regressiva, se assim se achar conveniente.<\/p>\n<p>Os detalhes concomitantes que apresentaram algum interesse foram os da apresenta\u00e7\u00e3o em &#8220;tela de TV&#8221;, que conferia com o caso Peccinetti-Villegas de Mendonza, Argentina, tamb\u00e9m ocorrido em 1\u00ba de setembro, 1968 e onde foi extra\u00eddo sangue do dedo m\u00e9dio deles &#8211; no caso, da m\u00e3o esquerda, enquanto com Ant\u00f4nio, foi extra\u00eddo da m\u00e3o direita. Ant\u00f4nio contou ter achado como numa redoma, e isto corresponde a uma descri\u00e7\u00e3o feita por Onilson P\u00e1tero, sob hipnose, ao m\u00e9dico Prof. Silvio Lago, em 1974, e corresponde tamb\u00e9m a outro caso investigado por um renomado uf\u00f3logo carioca, onde \u00e9 vista uma imagem da pr\u00f3pria v\u00edtima projetada numa tela. Apenas no caso de Ant\u00f4nio La Rubia ele se viu em situa\u00e7\u00f5es do futuro que realmente se realizaram depois.<\/p>\n<p>Tais fatos nos levam ao discutido problema da mudan\u00e7a do cont\u00ednuo espa\u00e7o-tempo, e de certos acontecimentos relacionados \u00e0 tal transforma\u00e7\u00e3o com o dos estranh\u00edssimos eventos ocorridos em 25 de abril, de 1977, no Chile.<\/p>\n<p>O cabo Armando Vald\u00e9s estivera sumido durante 15 minutos depois de ter-se aproximado de um OVNI, se esfuma\u00e7ando na luz violeta, fato presenciado por seus comandados. Voltou com uma barba crescida de 5 dias, o rel\u00f3gio marcando a data adiantada &#8211; 30 de abril. Um lapso de cinco dias! Vamos pensar nisso! No meu primeiro contato com Ant\u00f4nio n\u00e3o consegui mais do que o relatado acima, mas ganhei logo a simpatia e amizade dele. Me prometeu uma visita breve, aqui no Rio. Eu, por minha vez, tentei confort\u00e1-lo, assegurando-lhe que a desaventura tida n\u00e3o era a \u00fanica; existiam muitos outros casos similares, e mostrei-lhe umas ilustra\u00e7\u00f5es do livro do casal Jim e Coral Lorezen, que acabara de receber: &#8220;Encounters with UFO Occupants&#8221;.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio La Rubia \u00e9 um homem de palavra. No meu primeiro encontro, em 8 de outubro de 1977, ele prometeu me visitar em casa logo que melhorasse, me deixando ent\u00e3o gravar sua experi\u00eancia. Ele apareceu no dia 18, acompanhado do irm\u00e3o Arnaldo, inesperadamente, quase no hor\u00e1rio em que eu precisava sair para dar minhas aulas na Cultura Inglesa. Mesmo assim, consegui gravar todo o seu relato durante uns 40 minutos. Ele falava r\u00e1pido, o que daria uma longa transcri\u00e7\u00e3o, e tudo que ele falou estava cheio de sentido. Percebi que ia precisar de outros encontros para poder preencher todas as lacunas que ainda faltavam, e isto ia requerer tempo. Ele se demonstrava menos nervoso, menos tenso do que no primeiro encontro; estava fumando menos, mas ainda sofria de muita sede. Tinha perdido peso. Estava tomando vitaminas e tratando da sa\u00fade. Seus modos eram francos e simples, e tinham bons modos. Me contou que suas noites eram muito agitadas, depois do acontecido, e sentia muita necessidade de repouso. N\u00e3o sonhara com os seres, mas os v\u00ea, assim que v\u00ea os locais de sua experi\u00eancia denotando o trauma sofrido.<\/p>\n<p>Eis o relato de Ant\u00f4nio Bogado La Rubia, 33 anos: &#8220;Eu me levanto \u00e0s 2 da manh\u00e3, fa\u00e7o minha higiene normal e saio de casa entre 2:15 hs e 2:20 hs. Naquela manh\u00e3 de quinta feira devia ser pr\u00f3ximo de 2:20 hs, pois foi nessa hora em que meu rel\u00f3gio parou. Eu tinha atravessado a rua a caminho do campo pr\u00f3ximo \u00e0 minha casa, quando, chegamos \u00e0 esquina, parei de repente. (O campo \u00e9 muito grande e n\u00e3o pequeno, como o jornal escreveu. Nota de Irene Granchi). Eu tive que parar, pois vi um vulto. Achei que fosse o \u00f4nibus, vindo me buscar, a companhia onde trabalho as vezes manda buscar os funcion\u00e1rios. A\u00ed vi aquela coisa enorme, como se fosse um chap\u00e9u de cor acinzentada, cor de chumbo.<\/p>\n<p>A\u00ed pensei &#8220;aquilo \u00e9 o disco voador de tanto falam&#8221;. Ant\u00f4nio me disse que o campo est\u00e1 calculado em 70 m de largura e o disco voador abrangia sua largura toda, e at\u00e9 a ultrapassava. Verificou-se depois que n\u00e3o deixara marca alguma no solo, mas estava apoiado nele, bem rente. Ele quis voltar para casa, mas n\u00e3o conseguiu. Naquele momento uma luz azul intensa foi dirigida em cima dele. A luz o iluminou. Ele estava ao lado de um poste de ilumina\u00e7\u00e3o, e a luz estava t\u00e3o intensa que podia ser vista em seus m\u00ednimos detalhes. &#8220;Uma coisa fabulosa&#8221;, comentou Ant\u00f4nio, e prosseguiu: &#8220;Neste momento eu vi tr\u00eas, que as pessoas dizem serem rob\u00f4s, pr\u00f3ximos \u00e0 mim&#8221;. Me repetiu a descri\u00e7\u00e3o de suas cabe\u00e7as dizendo que abanda que as atravessava era cheia de &#8220;espelhinhos&#8221; com duas partes, uma mais azul no fundo e a outra mais branca, no centro. O resto do corpo era mais largo do que o de Ant\u00f4nio, mais troncudo, e desse sa\u00edam os bra\u00e7os, bem largos, mas que iam se afinando at\u00e9 ficarem fininhos como um dedo e acabar sem m\u00e3os. O corpo era coberto de escamas de alum\u00ednio. Indaguei se esta podia ser uma armadura recobrindo o corpo, mas ele discordou, achando que era o pr\u00f3prio corpo deles. O tronco terminava abruptamente, e desse sa\u00eda, ao centro, uma \u00fanica perna. Davam a impress\u00e3o de estarem sentados numa esp\u00e9cie de tamborete. No fim desta perna havia o p\u00e9, parecendo um pires emborcado. A luz tinha envolvido Ant\u00f4nio que agora notou haver um ser na sua frente, outro de lado, e outro atr\u00e1s. A luz, ele conta, era como um vidro invis\u00edvel (uma redoma) &#8211; dentro dela, ele se debatia inutilmente, sem poder se libertar, pois embora seus movimentos estivessem livres, a redoma que o prendia n\u00e3o o deixava escapar.<\/p>\n<div id=\"attachment_4120\" style=\"width: 430px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4120\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4120 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/larubia2.jpg\" alt=\"\" width=\"420\" height=\"376\" \/><p id=\"caption-attachment-4120\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do momento em que Ant\u00f4nio La Rubia encontrava-se dentro de algo que lembrava uma redoma de vidro.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Consciente de tudo, nervoso, mas normal. Um ser segurava, no \u00fanico dedo, algo parecido com uma seringa, apontado para ele. Os outros tr\u00eas, um id\u00eantico ao outro, se movimentavam, deslizando. Foi assim, sem saber como, que ele foi levado \u00e0 entrada do disco e para dentro dele, notando apenas um tremor, na hora da aproxima\u00e7\u00e3o. Mas de que maneira entrou, n\u00e3o sabe contar: encontrou paredes transparentes, e de repente estava num corredor, ainda ladeado por seus captores. Olhou para fora, e viu a pra\u00e7a embaixo, com seus coqueiros, o poste, toda iluminada pela claridade do disco, e se movendo em dire\u00e7\u00e3o norte. Via-se tudo de dentro para fora, embora externamente o OVNI tivesse apar\u00eancia fosca. Neste momento, dentro do disco acendeu-se uma luz azul, intensa, provinda do teto, e ele percebeu estar numa sala enorme e redonda. Na sa\u00edda do teto a luz era azul, mas ela se tornava mais clara na sua descida, espalhada como em chuva embaixo. \u00c0s paredes pareciam de alum\u00ednio. Havia tamb\u00e9m um grande n\u00famero de seres, todos iguais alinhados de um lado e de outro e, dada sua estrutura, pareciam estar sentados em bancos, mas na realidade estavam sentados em suas pr\u00f3prias pernas. N\u00e3o havia nada na sala, nem m\u00f3veis, nem adornos, nem m\u00e1quinas. O pobre Ant\u00f4nio se debatia muito, e afinal conseguiu gritar, dizendo: &#8220;O que \u00e9 que voc\u00eas querem? Quem s\u00e3o voc\u00eas?&#8221;. Neste preciso momento, todos ca\u00edram, um encima do outro, sem fazer barulho, como bonecos de chumbo. Ao cair, seguraram o topo de suas antenas, o qual se parecia com uma colherzinha de caf\u00e9 saindo horizontalmente de sua haste.<\/p>\n<p>Quando estavam (vide fig 2) em posi\u00e7\u00e3o normal, essa esp\u00e9cie de colher rodopiava t\u00e3o velozmente, que era imposs\u00edvel segui-la com o olhar. Acendeu-se ent\u00e3o, uma luz forte, azul, vinda do teto, os seres voltaram a ficar em p\u00e9, mas Ant\u00f4nio n\u00e3o conseguiu mais gritar. Ent\u00e3o ele notou o que parecia um &#8220;pianinho&#8221;, denominado assim por ele, por ter &#8220;teclas&#8221; (vide fig.3). O &#8220;pianinho&#8221; chegava \u00e0 altura do peito de Ant\u00f4nio, se apoiava em duas pernas, como um cavalete, e apresentava uma caixa de alum\u00ednio atr\u00e1s, onde um ser, um de cada vez, se aproximava, vindo um de um lado, outro do outro, alternadamente. Introduzia uma &#8220;seringa&#8221; tirada da cintura, pois todos usavam um cinto em volta do tronco; apertava ent\u00e3o uma tecla e cada vez surgia uma imagem diferente na parede do disco, pois nenhuma tela era vis\u00edvel. A imagem era colorida. A sequencia das imagens foi:<\/p>\n<p>1 &#8211; Ele mesmo, nu, deitado numa &#8220;cama invis\u00edvel&#8221; (levitando?) com as pernas juntas, mas mexendo os bra\u00e7os. Dois seres estavam de lado, focalizando-o com uma luz vinda de uma seringa, examinando seus joelhos, suas pernas, seu peito, sua cabe\u00e7a. A luz, azulada, n\u00e3o tinha raio, e tornava azul o local no qual se projetava.<\/p>\n<p>2 &#8211; Ele se viu, nu, em p\u00e9.<\/p>\n<p>3 &#8211; Ele se viu em p\u00e9, vestido, carregando uma sacola de compras, destas usadas em supermercados, batendo os bra\u00e7os, muito nervoso. Ant\u00f4nio se corrigiu dizendo: &#8220;Batendo com um bra\u00e7o, pois o outro estava carregando a bolsa&#8221;.<\/p>\n<p>4 &#8211; Agora apareceu um cavalo e uma carro\u00e7a. O cavalo estava puxando a carro\u00e7a, num trote normal, numa estrada de ch\u00e3o, na ro\u00e7a. Apareceu tamb\u00e9m um carroceiro, de ar tranq\u00fcilo, de chapeuzinho de palha, andrajamento, pobre, descal\u00e7o.<\/p>\n<p>5 &#8211; Viu-se uma imagem com uma bola alaranjada, do tamanho de uma bola de futebol, e com Ant\u00f4nio ao lado.<\/p>\n<p>6 &#8211; Apareceu agora uma bola do mesmo tamanho, mas azulada (&#8220;azulzinho&#8221;, precisou Ant\u00f4nio), e desta vez tinha ao lado um rob\u00f4, um ser deles.<\/p>\n<p>7 &#8211; Havia um cachorro, querendo pegar um deles, babando muito, grande, muito raivoso, n\u00e3o conseguindo alcan\u00e7ar seu alvo. Deu uns quatro ou cinco latidos. &#8220;Nisto, o rob\u00f4 come\u00e7ou a se desmanchar, de cima para baixo, igual mingau&#8221;. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, neste momento, saiu da fila dos rob\u00f4s da sala, correndo, um deles, e puxando uma seringa, parou na frente do Ant\u00f4nio e, daquela dist\u00e2ncia, apontou para o cachorro, que, no mesmo instante, ficou azul e se tornou mingau. Ant\u00f4nio se admirou em n\u00e3o ver nenhum raio, somente havia um foco em cima do cachorro, desmanchando-o como fosse gel\u00e9ia, e deve ter morrido.<\/p>\n<p>8 &#8211; Apareceu uma f\u00e1brica, onde estavam sendo fabricados os discos. Era de grande brancura, enorme, se estendendo ao infinito; viam-se tr\u00eas fileiras de discos. As duas \u00e0 direita estavam j\u00e1 com os aparelhos quase prontos, enquanto na fileira \u00e0 esquerda eles estavam ainda no esqueleto, em arma\u00e7\u00e3o. As carreiras se estendiam a perder de vista. A limpeza era perfeita, tudo era branco. Viam-se milh\u00f5es dos mesmos seres, todos atarefados, andando, mas n\u00e3o carregavam utens\u00edlios, nem aparelhos.<\/p>\n<p>9 &#8211; Via-se um trem, parecido com os importados pelo Brasil do Jap\u00e3o, mas n\u00e3o tinha janelas; estava entrando num t\u00fanel. Parecia mais fino de que os nossos trens, mas, quanto ao resto, era dividido em vag\u00f5es como os nossos.<\/p>\n<p>10 &#8211; Foi-lhes mostrado agora a imagem de uma avenida larga, parecendo a Avenida Presidente Vargas, entupida de carros, como se fosse a hora do rush, pois estavam quase parados.<\/p>\n<p>Agora Ant\u00f4nio contou como, a um certo ponto, um ser daqueles foi ao centro da sala, tirou uma seringa da cintura, com a m\u00e3o (o dedo) direito, a passou para a m\u00e3o (o dedo) esquerdo, e estando a v\u00e1rios metros de dist\u00e2ncia dele, a apontou para ele. Ant\u00f4nio notou que a seringa estava em rota\u00e7\u00e3o, uma rota\u00e7\u00e3o t\u00e3o r\u00e1pida que sua vista n\u00e3o a podia acompanhar. O bra\u00e7o direito dele se levantou automaticamente, contra sua espont\u00e2nea vontade. A dist\u00e2ncia, ele viu a seringa se enchendo de algo vermelho, que ele sup\u00f4s se seu pr\u00f3prio sangue, pois naquele lugar tudo era branco, prateado e azul e esta foi a \u00fanica outra cor observada. A seringa se encheu at\u00e9 quase transbordar. N\u00e3o havia uma transmiss\u00e3o vis\u00edvel do seu sangue, e n\u00e3o sentiu dor alguma. Agora, o ser apontou a seringa para a parede, e, a dist\u00e2ncia, desenhou tr\u00eas c\u00edrculos cortados por um L transversal (como mostra a Fig. 4) na parede que funcionava de tela, para imagens. Parece que esta experi\u00eancia foi intercalada a proje\u00e7\u00e3o de imagens.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a vis\u00e3o da imagem da rua apinhada de tr\u00e1fego. Ant\u00f4nio foi expelido do disco, caindo no meio da rua, em frente \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o de Paci\u00eancia. Ele tinha sido teletransportado da proximidade da casa dele para uns 3 ou 4 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia, at\u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o de Paci\u00eancia.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio relata que, embora n\u00e3o se lembre como, ele se achara em p\u00e9, na rua Sta. Eug\u00eania (vide Fig. 5) ao lado da estrada de ferro, n\u00e3o sabendo bem do seu paradeiro. Um dos seres ainda estava ao seu lado. Olhou para tr\u00e1s para descobrir onde estava, depois para cima, para o c\u00e9u, e viu um enorme &#8220;bal\u00e3o&#8221; subindo. Abaixando seu olhar, constatou que o ser j\u00e1 tinha desaparecido.<\/p>\n<p>Todos os pertences de Ant\u00f4nio ainda estavam juntos dele, at\u00e9 sua sacola que n\u00e3o estivera junto a ele na nave. Olhou para o rel\u00f3gio: marcava 2:20 hs e estava parado.<\/p>\n<p>Perguntei-lhe se soubera de mais algu\u00e9m que tivesse feito a mesma observa\u00e7\u00e3o naquela noite, e ele disse, que de fato houve, que morava na proximidade do campo de futebol, mas que era um sujeito b\u00eabado, portanto n\u00e3o merecia confiabilidade. Este dissera, para quem quisesse ouvi-lo, que tinha visto um disco voador naquela noite.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio, para saber a hora certa, perguntou a um homem que estava na esta\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima aguardando trem e soube que a hora era entre 2:50 hs e 2:55 hs. H\u00e1 um \u00f4nibus que passa por l\u00e1 \u00e0s 3:10 hs. Teve tempo para peg\u00e1-lo, e foi trabalhar , como se nada de anormal tivesse acontecido na vida dele, chegando ainda tempo para a hora de trabalho. Afinal, a &#8220;carona&#8221; do OVNI serviu para algo! Mas depois da paz e calma que sentira durante a \u00faltima parte de sua estadia na nave veio a rea\u00e7\u00e3o, e estava nervoso, se sentindo mal, com dores no corpo todo. Assim mesmo, foi dirigindo seu \u00f4nibus, mas desta vez ou outra, sua vista escurecia. Trabalhou o dia todo, ainda no dia seguinte, sexta-feira, mas chegando em casa naquela noite ele se sentiu quebrado, e foi direto para a cama. Come\u00e7ou em cheio a rea\u00e7\u00e3o: estava bem doente.<\/p>\n<p>A essa altura Ant\u00f4nio relembrou de n\u00e3o ter me contado a respeito de mais uma imagem (seriam ent\u00e3o 11 ao todo) onde ele se vira com fuma\u00e7a saindo pelas costas, e o calor e a dor que estava sentindo justificariam tal imagem. Nas imagens de dentro da nave tinha sido feita uma lista completa de todas as dores que ele sentiria em seguida, incluindo os v\u00f4mitos, etc. Resolveu n\u00e3o contar nada do acontecido para a mulher, e naquela noite se desenvolveria uma disenteria aguda. Ele estava mal. No s\u00e1bado estava doente demais para ir trabalhar e perdeu o domingo tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Foi no domingo a noite que sobreveio a sensa\u00e7\u00e3o de calor e coceira. Sua esposa lhe fez uma fric\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, que serviu para diminuir um pouco a dor, mas seu corpo estava latejando. Sua cabe\u00e7a do\u00eda sem parar. Na segunda de manh\u00e3 ele voltou \u00e0 companhia de \u00f4nibus para dizer que n\u00e3o poderia continuar a trabalhar, pois estava achando dif\u00edcil at\u00e9 respirar. A coceira e o calor pelo corpo estavam piores justamente onde a luz do disco tinha batido diretamente nele. Ele resolveu tirar a roupa, e pediu aos companheiros na garagem da companhia para molh\u00e1-la com a mangueira. Mas mesmo essa medida foi insuficiente para lhe aliviar a dor, e, no seu desespero, ele come\u00e7ou a contar sua aventura com o disco voador.<\/p>\n<p>Quando da minha entrevista com ele, 33 dias depois do acontecimento, ele ainda se sentia leve e &#8220;vazio&#8221; ao andar, como se estivesse para flutuar. Insistia em me falar sobre seu sofrimento com o calor, dizendo que era como se algu\u00e9m o tivesse jogado numa panela de \u00e1gua fervendo. Quando ainda se achava na garagem da companhia, a enfermeira quis lhe dar uma inje\u00e7\u00e3o tranq\u00fcilizante, que recusara, com receio de piorar. Come\u00e7aram a achar que ele tinha enlouquecido, trazendo at\u00e9 cordas para amarr\u00e1-lo. Chamaram uma ambul\u00e2ncia, e ele foi levado at\u00e9 o hospital. Mas a &#8220;loucura&#8221; era atribu\u00edda ao fato de ser levado ao hospital, ele tinha sido entrevistado pela psic\u00f3loga da companhia, Dra. Neli, e fora ela que recomendou-os aos cuidados da enfermeira, por motivo da dor, e n\u00e3o por motivos das explica\u00e7\u00f5es. Tanto assim, que ela foi a primeira a me esclarecer que considerava Ant\u00f4nio uma pessoa normal, diagn\u00f3stico que ela manteve depois de completados os exames em 13 de outubro.<\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos do hospital asseguraram, por sua vez, que Ant\u00f4nio n\u00e3o padeciam de anormalidade nenhuma, e houve um entre eles que revelou ter tido pelo menos mais um caso equivalente. Ele continuou se submetendo a v\u00e1rios exames seguintes, e tomando vitaminas para se recuperar. Durante este tempo foi procurado pelo pesquisador ufol\u00f3gico Dr. Walter Buller, presidente e fundador da SBEDV. Este m\u00e9dico se interessou profundamente pelo caso e fez tudo dentro do seu poder e de sua especialidade para dar assist\u00eancia ao Ant\u00f4nio. Acabou escrevendo um longo e minucioso relat\u00f3rio, incluindo os diagn\u00f3sticos m\u00e9dicos, no Boletim n\u00ba 121\/125 da SBEDV. Foi uma interessante coincid\u00eancia o fato de que as nossas pesquisas se desenrolaram independentemente. Ele tomou conhecimento da publica\u00e7\u00e3o de um resumo desse meu relato pelo Boletim da APRO (Aerial Phenomena Research Organization) da qual sou investigadora de campo. Os dados encontrados em nossas pesquisas independentes conferem, fato raro e importante.<\/p>\n<h2>Coment\u00e1rios<\/h2>\n<p>O &#8220;Caso de Paci\u00eancia&#8221; requer bastante estudo. Este caso n\u00e3o vai agradar aos que preferem pensar que nosso visitantes s\u00e3o todos angelicais, vindos unicamente a salvar a humanidade. De maneira nenhuma excluo os anjos! Acredito, isto sim, que o Universo (os Universos?) obedece a uma esquema fazendo com que o bem e o mal, se equilibram harmoniosamente.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 ainda meio de avaliar quanto dano foi causado ao Ant\u00f4nio, mas uma cobaia dos extraterrestres. O tempo dir\u00e1 as consequ\u00eancias. Mas estou desde j\u00e1 pronta a criticar que um cidad\u00e3o honesto, trabalhador, pai de fam\u00edlia, seja v\u00edtima de um ataque de alhures, do desconhecido, e agora ningu\u00e9m, destes que poderiam ajud\u00e1-lo aqui na Terra, o fa\u00e7am. Argumentar que o infort\u00fanio pode atingir qualquer um, e de muitas maneiras, pois ele poderia ter sido assaltado, assassinado, ou morto em acidente, n\u00e3o resiste como argumento. Tais s\u00e3o as ocorr\u00eancias corriqueiras do nosso mundo, e n\u00f3s podemos enfrent\u00e1-las de um modo ou de outro.<\/p>\n<p>Mas Ant\u00f4nio \u00e9 o expoente de uma s\u00e9rie de sequestros, na maioria dos quais a v\u00edtima n\u00e3o divulga seu segredo, ou ainda, a v\u00edtima n\u00e3o volta para poder divulg\u00e1-la. \u00c9 t\u00edpica uma exclama\u00e7\u00e3o do Ant\u00f4nio: &#8220;N\u00e3o fosse a dor, que era insuport\u00e1vel, no hospital, eu juro que nunca teria dado um sopro sobre o que me ocorrera!&#8221;<\/p>\n<p>Foi sorte do Ant\u00f4nio de ter logo encontrado uma psic\u00f3loga, e de ter um passado limpo. No caso de Barra do Pira\u00ed, por mim pesquisado h\u00e1 tr\u00eas anos, quando duas oper\u00e1rias foram expostas \u00e0 luz de um OVNI, uma delas faleceu meses depois de dores e queixas que nunca foram convenientemente diagnosticadas, e a outra sofreu as consequ\u00eancias, e a outra sofreu as consequ\u00eancias daquela exposi\u00e7\u00e3o for\u00e7ada a raios desconhecidos durante pelo menos um ano. Eu a visitei e constatei este fato. Anteriormente a esses fatos extenuantes, ambas as mulheres eram fortes e sadias, cumprindo tarefas na f\u00e1brica em que trabalhavam.<\/p>\n<p>As similaridades no caso de Ant\u00f4nio La Rubia, comparadas com outras no exterior, s\u00e3o muitas. O primeiro que me veio a mente foi o caso Peccinetti-Villegas, da Argentina, por causa do sangue que l\u00e1 tamb\u00e9m foi tirado do dedo m\u00e9dio, mas da m\u00e3o esquerda, e das imagens mostradas numa esp\u00e9cie de tela de TV. Imagens projetadas na parede do OVNI, usada como se fosse tela de TV, foram utilizadas em outro caso importante, por\u00e9m confidencial, pesquisado por mim, caso que se refere ao ano de 1969.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m no avistamento feito pelo Dr. Jonil F. Vieira em 1967, havia tamb\u00e9m o fen\u00f4meno da sensa\u00e7\u00e3o de flutuar, ou de levitar, durante dias depois de sua experi\u00eancia a caminho de Miguel Pereira. A apar\u00eancia escamosa, descrita por Ant\u00f4nio, e aparentada pelos robos da logo relembrar o caso de mundial repercuss\u00e3o de Pascagoula, de dois oper\u00e1rios americanos que foram levados dentro um disco voador. H\u00e1 at\u00e9 um certo &#8220;ar de fam\u00edlia&#8221; entre os robos descritos pelos dois americanos, cujo retrato falado aparece no livro, &#8220;Toda a Verdade sobre os Discos Voadores&#8221;, de Ralph e Judy Blum, e o nosso.<\/p>\n<p>Mas os fatos novos mais significativos deste caso s\u00e3o representados pelas sequencias das imagens projetadas, n\u00e3o pelas pr\u00f3prias imagens, mas pela comunica\u00e7\u00e3o que elas queriam transmitir. Qual a mensagem? Qual a comunica\u00e7\u00e3o? Eis um problema a ser estudado por muitos cientistas especializados. A solu\u00e7\u00e3o mais simpl\u00f3ria daria a entender que, como n\u00f3s podemos causar danos a eles, assim eles podem causar-lo \u00e0 n\u00f3s. Que existem muitos deles, como existimos muitos aqui. Que eles conhecem o nosso futuro, mas n\u00f3s n\u00e3o conhecemos o futuro deles. E que eles sabem isolar o ser humano numa redoma de luz, e n\u00f3s n\u00e3o temos poder para isto. E assim por diante.<\/p>\n<p>Haver\u00e1 tempo suficiente para refletir sobre todos estes problemas antes de que eles cheguem aqui em n\u00famero sempre maior&#8230; em massa?<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_4109\" style=\"width: 1018px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4109\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4109 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/5645642.jpg\" alt=\"\" width=\"1008\" height=\"798\" \/><p id=\"caption-attachment-4109\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia obtida durante reconstitui\u00e7\u00e3o do sequestro. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4110\" style=\"width: 1005px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4110\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4110 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/6229034-995x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"995\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-4110\" class=\"wp-caption-text\">Morro Santa Eug\u00eania e Pra\u00e7a Ponto Chique. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4113\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4113\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4113 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/43216718-1024x417.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"417\" \/><p id=\"caption-attachment-4113\" class=\"wp-caption-text\">Foto panor\u00e2mica do local do sequestro presente no Boletim da SBEDV 121\/125. Cr\u00e9ditos SBEDV.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4119\" style=\"width: 1187px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4119\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4119 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1177\" height=\"2048\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1.jpg 1177w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-400x696.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-650x1131.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-250x435.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-768x1336.jpg 768w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-883x1536.jpg 883w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-150x261.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-50x87.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-100x174.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-200x348.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-300x522.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-350x609.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-450x783.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-500x870.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-550x957.jpg 550w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/275108177_127072576535248_6426663686796472243_n-1-800x1392.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 1177px) 100vw, 1177px\" \/><p id=\"caption-attachment-4119\" class=\"wp-caption-text\">O Caso Paci\u00eancia \u00e9 um dos mais pitorescos da Casu\u00edstica Ufol\u00f3gica Brasileira. Fotografia colorizada por Bruce Oliver.<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_121_125.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 121_125<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_126_128.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 126_128<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;offset=2400&amp;id=492\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/ufo.com.br\/index.php?arquivo=notComp.php&amp;offset=2400&amp;id=492<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.x-libri.ru\/elib\/arefj000\/00000087.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.x-libri.ru\/elib\/arefj000\/00000087.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/brazil.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/brazil.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.jornalinfinito.com.br\/materias.asp?area=21\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.jornalinfinito.com.br\/materias.asp?area=21<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.geocities.com\/area51\/rampart\/2653\/injurywriteup.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.geocities.com\/area51\/rampart\/2653\/injurywriteup.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/dasvale.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/dasvale.html<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caso com diversos efeitos fisiol\u00f3gicos na testemunha, envolvendo criaturas de aspecto bizarro, ocorrido em Paci\u00eancia, Rio de Janeiro. 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