{"id":4140,"date":"2022-03-25T14:39:18","date_gmt":"2022-03-25T17:39:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4140"},"modified":"2025-04-21T13:22:24","modified_gmt":"2025-04-21T16:22:24","slug":"a-onda-ufologica-de-1978","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/a-onda-ufologica-de-1978\/","title":{"rendered":"A Onda Ufol\u00f3gica de 1978"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Uma onda ufol\u00f3gica atingiu as cidades de S\u00e3o Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Bras\u00edlia (DF), tendo milhares de testemunhas oculares em diferentes pontos descrevendo ins\u00f3litas experi\u00eancias. No Rio de Janeiro (RJ), uma frota de objetos sobrevoa o Campo dos Afonsos.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>Texto original da SBEDV.<\/p>\n<p>Na noite de s\u00e1bado para domingo, de 11 para 12 de mar\u00e7o de 1978, principalmente entre 1 e 2 horas da madrugada, foi assinalada a presen\u00e7a de discos voadores, isolados ou em esquadrilhas, na regi\u00e3o centro-leste do pa\u00eds. O centro das atividades parecia cristalizar-se na cidade do Rio de Janeiro (ref.: 9, 10, 11, 12, 13 e 14). Alguns dos jornais que noticiaram o fato deram a entender que as esquadrilhas de discos voadores foram primeiramente assinaladas em regi\u00f5es vizinhas ao Rio de Janeiro, como as cidades serranas de Nova Friburgo e Teres\u00f3polis, e tamb\u00e9m na Baixada Fluminense,em S\u00e3o S\u00e3o Gon\u00e7alo, no quil\u00f4metro zero da Rodovia Amaral Peixoto. Al\u00e9m desses locais, registrou-se tamb\u00e9m sua presen\u00e7a em regi\u00f5es mais afastadas, no litoral fluminense, como Cabo Frio, e em Minas Gerais, na cidade de Serrania (ref.: 15). O fen\u00f4meno foi observado at\u00e9 em Bras\u00edlia, onde chegou a assustar uma das moradoras da cidade, residente numa superquadra; \u00e0 1:30 hs aproximadamente, essa testemunha viu o voo nivelado de um engenho em dire\u00e7\u00e3o ao seu pr\u00e9dio (ref.: 8). Al\u00e9m dessa moradora, outras pessoas observaram tamb\u00e9m &#8220;luzes bel\u00edssimas no c\u00e9u&#8221; (ref.: 9). Ainda em Bras\u00edlia, foram vistos discos voadores, por avi\u00e3o da Varig (prefixo 860), \u00e0 1:20 hs; al\u00e9m desse avi\u00e3o tamb\u00e9m um jato da Pan American foi testemunha do fen\u00f4meno a 16.000 metros de altura (ref.: 5 e 6). ali\u00e1s, um dos recortes de jornais (ref.: 8) assinalou (em car\u00e1ter n\u00e3o oficial) que telas do sistema de radar do Minist\u00e9rio da Aeron\u00e1utica teriam captado a presen\u00e7a de discos voadores em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Bras\u00edlia e Goi\u00e2nia, os discos voadores teriam sobrevoado tamb\u00e9m cidades do norte do pa\u00eds, como Santar\u00e9m e Manaus.<\/p>\n<p>Pesquisando sobre o in\u00edcio do aparecimento dos discos voadores, descobrimos que em S\u00e3o Paulo, nas matas da Cantareira, perto do reservat\u00f3rio da SABESP, em 9 de mar\u00e7o de 1978, ocorrera um fen\u00f4meno ufol\u00f3gico, aproximadamente \u00e0s 11 hras do dia: fora observado &#8220;queda de objeto n\u00e3o identificado, envolvido em fuma\u00e7a, tendo em seguida provocado forte explos\u00e3o&#8221; (ref.: 1, 2, 3 e 4).<\/p>\n<p>Naquele mesmo dia e nos dias subseq\u00fcentes o COE &#8211; Comando de Opera\u00e7\u00f5es Especiais &#8211; foi mobilizado \u00e0 procura de um objeto (nas matas da Cantareira), mas tudo sem resultado. Qual n\u00e3o deve ter sido a surpresa deste &#8220;Comando&#8221; ao saber a not\u00edcia de que, quatro dias ap\u00f3s, na madrugada de domingo, 13 de mar\u00e7o de 1978, \u00e0 1 hora da manh\u00e3, foi visto um objeto luminoso, ou disco voador, levantar voo, das matas da Cantareira, em seguida sobrevoar S\u00e3o Paulo, principalmente os bairros Trememb\u00e9 e S\u00e3o Miguel, para depois seguir rumo ao norte (SBEDV: Bras\u00edlia).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, conforme observa\u00e7\u00e3o do sargento da Brigada P\u00e1ra-quedista do Ex\u00e9rcito, Jo\u00e3o Zimenes Filho, uma semana ap\u00f3s os acontecimentos da movimentada madrugada de 13 de mar\u00e7o de 1978, tr\u00eas discos voadores fizeram seu reaparecimento sobre o Campo dos Afonsos e arredores, no Rio de Janeiro; esses tr\u00eas objetos sobrevoaram a regi\u00e3o de zero at\u00e9 duas horas. Na ocasi\u00e3o, o sargento fez um desenho ilustrativo, que foi publicado em jornal.<\/p>\n<p>Em alguns casos, as testemunhas de tais epis\u00f3dios haviam tamb\u00e9m descrito pormenores dos movimentos das naves: \u00e0s vezes em ascens\u00e3o vertiginosa, outras vezes descrevendo curvas (ref.: 10), ora em v\u00f4o rasante, ora a grande altura.<\/p>\n<p>N\u00e3o havia qualquer raz\u00e3o para se querer confundir, a fenomenologia observada, com chuvas de estrelas cadentes, queda de sat\u00e9lite ou ainda a demorada passagem (de horas ou dias) de um cometa. Se n\u00e3o de pessoas menos avisadas por n\u00e3o terem estudado ainda a fenomenologia dos discos voadores (UFOs), tais coment\u00e1rios podem ser tamb\u00e9m oriundos de elementos envolvidos com a pol\u00edtica de despistamento do assunto disco voador.<\/p>\n<p>Todos os observadores s\u00e3o un\u00edssonos em afirmar terem assistido a espet\u00e1culos bel\u00edssimos, talvez assustadores, tratando-se de objetos luminosos as vezes multicoloridos, em certos casos arrastando atr\u00e1s de si longas caudas. Entretanto, algumas das testemunhas tiveram ainda a vis\u00e3o acompanhada de sentimento subjetivo, como paz interior (ref.: 12), de bem estar, ou impress\u00e3o amistosa acerca dos tripulantes eventualmente presentes nos engenhos avistados (ref.: 16). Como exemplo, temos o da artista pl\u00e1stica do Museu de Arte Moderna, L\u00edgia Pape, que viu os objetos luminosos (juntamente com outros) \u00e0 1:30 hs; entretanto, cerca de meia hora antes, essa artista havia visto uma &#8220;bola prateada, muito grande, descrevendo o mesmo caminho&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Durante o tempo em que os objetos passaram&#8221;, comentou a testemunha, &#8220;eu senti uma vibra\u00e7\u00e3o intensa, embora n\u00e3o ouvisse som algum&#8221;.<\/p>\n<p><a name=\"afonsos\"><\/a><\/p>\n<h3>Avistamento no Campo dos Afonsos<\/h3>\n<p>Na Base A\u00e9rea do Campo dos Afonsos, nas vertentes do morro do Rosa, que o cerca ao sul, existe um conjunto residencial. Nesse mesmo lugar, localiza-se a resid\u00eancia do Coronel Rui Guardiola. Por estar esta resid\u00eancia colocada em n\u00edvel mais elevado que o do campo de aterrissagem da Base A\u00e9rea, tem-se da\u00ed uma \u00f3tima vis\u00e3o sobre o Campo dos Afonsos, situado ao norte, A Vila Militar e o bairro de Marechal Deodoro. Mais para o norte, seguem-se outros bairros e morros; no extremo norte, o horizonte \u00e9 formado pela serra das montanhas de Petr\u00f3polis, de aproximadamente 1200 metros a 1500 metros de altitude, a uma dist\u00e2ncia entre 40 e 50 Km. Em compensa\u00e7\u00e3o, no lado sul a vista \u00e9 barrada por morros cujas cristas variam de 70 a 300 metros de altura. Se n\u00e3o nos engana a mem\u00f3ria, essas cristas ficam a um \u00e2ngulo de uns 40 a 50 graus de eleva\u00e7\u00e3o relativamente ao observador nas resid\u00eancias.<\/p>\n<p>Se isto descreve sucintamente o cen\u00e1rio local, devemos ainda apresentar o Coronel Guardiola aos nosso leitores. Trata-se de um home de \u00f3tima cultura b\u00e1sica e seguidor de uma \u00e9tica que n\u00f3s pr\u00f3prios gostar\u00edamos de possuir. Profissionalmente, o Coronel Guardiola no momento est\u00e1 envolvido com a comunica\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica e a seguran\u00e7a de voo. Atualmente, ele est\u00e1 com 45 anos de idade (junto de 1979), tendo ingressado na FAB em 1951. J\u00e1 foi piloto de &#8220;liga\u00e7\u00e3o e observa\u00e7\u00e3o&#8221;, o que, como se deve saber, al\u00e9m de seguro e r\u00e1pido racioc\u00ednio, exige adicionalmente uma coordena\u00e7\u00e3o perfeita do piloto nos seus comandos. Dizer tudo isso achamo-lo importante, para que se possa dar o devido valor ao epis\u00f3dio relatado pelo aviador.<\/p>\n<p>O que ainda cabe aqui \u00e9 um pedido de desculpas do relator da SBEDV, j\u00e1 que estamos familiarizados com certos termos de aeron\u00e1utica; n\u00e3o temos grandes conhecimentos sobre o tr\u00e1fego de engenhos interplanet\u00e1rios e seus m\u00faltiplos modelos, um dos quais aqui descrito pelo seu observador. Com o Cel. Guardiola, estivemos por tr\u00eas vezes, sendo a ultima em 15 de junho de 1978.<\/p>\n<p><a name=\"relato\"><\/a><\/p>\n<h3>O Relato<\/h3>\n<p>A noite de S\u00e1bado, 12 de mar\u00e7o de 1978, era clara e a temperatura amena. Dessa maneira, o Cel. Guardiola, sua esposa e mais dois casais, reunidos em animada palestra na varanda da casa, prolongaram a conversa madrugada adentro, no domingo dia 13.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o Cel. n\u00e3o possu\u00eda rel\u00f3gio; entretanto, julgava ser entre 1:20 hs e 1:30 hs, quando avistou \u00e0 sua frente um ponto parecendo enorme estrela emitindo luz branca intensa (prateada) e dirigindo-se para o lado Norte. Obs.: Um casal de namorados, sentado em jardim nos arredores, tendo assistido a todo o acontecimento descrito adiante e tendo consultado o rel\u00f3gio na ocasi\u00e3o, observou que era 1:33 hs.<\/p>\n<p>Esse ponto luminoso era vis\u00edvel a um \u00e2ngulo de uns 30 graus sobre o horizonte e estava situado a cerca de 2400 metros de altitude, na dire\u00e7\u00e3o do Pico do Couto, na serra de Petr\u00f3polis.<\/p>\n<p>Essa luz foi se aproximando rapidamente e baixando em um curso de colis\u00e3o (em rela\u00e7\u00e3o aos tr\u00eas casais observadores). O segundo enquadramento da luz foi na altura da serra da Madureira, j\u00e1 sob angulo menor, de aproximadamente 15 graus acima do horizonte. Neste momento, a luz, at\u00e9 ent\u00e3o um foco \u00fanico, dividiu-se em dois, ambos de cor branca. Ent\u00e3o, o aviador julgou tratar-se de avi\u00e3o que, acendendo suas luzes de aterrissagem, estaria prestes a entrar no tr\u00e1fego do Campo dos Afonsos (para aterrissar).<\/p>\n<p>No terceiro enquadramento, instantes em seguida, com as duas luzes geminadas, j\u00e1 \u00e0 altura do bairro de Ricardo Albuquerque, o Cel. Guardiola notou que a dist\u00e2ncia entre os dois focos luminosos devia ser de uns 100 metros !!! Ainda neste momento, pequena luz branca surgiu no meio, entre os dois grandes focos. Esta luz cintilou e apagou-se!!!<\/p>\n<p>Nestes instantes, o nosso coronel j\u00e1 havia percebido que algo fora de comum e extraordin\u00e1rio, em mat\u00e9ria de aeron\u00e1utica, devia estar acontecendo \u00e0 sua frente. Por isso, trocou rapidamente o conforto de sua poltrona por uma posi\u00e7\u00e3o no gramado, a descoberto, ao lado da varanda. Usou ainda o poste \u00e0 sua frente, para balizamento dois posteriores avistamentos das luzes.<\/p>\n<p>O quarto enquadramento (aparecimento) das luzes deu-se \u00e0 altura de Marechal Deodoro e, assim, na Vila Militar, a aproximadamente 2000 metros de dist\u00e2ncia do observador. Este reconhecer ent\u00e3o que as duas luzes correspondiam \u00e0 luminosidade irradiada pela proa de dois corpos voadores, volumosos, que as projetavam apenas para a frente do seu rumo de voo. Os dois corpos, que haviam aparentemente estado em voo descendente, alcan\u00e7avam agora um curso nivelado na horizontal a uma altura de 300 a 600 metros. O voo continuava em dire\u00e7\u00e3o ao observador, seguindo o seu curso de colis\u00e3o. Entretanto, a luz, que at\u00e9 agora era de um branco brilhante, mudou repentinamente de cor; ali\u00e1s, mudou de cores, pois o b\u00f3lide \u00e0 esquerda do observador passou, da cor branca, para a &#8220;azul el\u00e9trica&#8221; e, o da direita, para o amarelo alaranjado.<\/p>\n<p>No quinto enquadramento, j\u00e1 nos limites do campo de avia\u00e7\u00e3o de Afonsos, e assim a uns 1200 metros de dist\u00e2ncia do Cel. Guardiola, os corpos continuavam a voar a mesma altura de 300 a 600 metros. Na casa do Cel., na varanda, os observadores ficaram apreensivos. Embaixo e ao redor do Campo dos Afonsos e das resid\u00cancias, todo o terreno estava agora iluminado com as cores azul e laranja.<\/p>\n<p>Nesse quinto enquadramento (sobre o Campo dos Afonsos) e logo adiante, no sexto, quando os dois corpos luminosos sobrevoaram o grupo de observadores no conjunto residencial, o Cel. Guardiola notou que os dois objetos haviam reduzido acentuadamente a sua antes vertiginosa velocidade. Ent\u00e3o, ele p\u00f4de observar bem neste sobrevoo, todos os detalhes da enorme flotilha que acompanhava os dois corpos maiores que irradiavam as luzes coloridas. \u00c9 que estes corpos estavam ainda acompanhados, lateralmente, por outros quatro objetos de forma eliptica, em cada lado, numa ordem estritamente sim\u00e9trica, em ambos os flancos. Esta vis\u00e3o foi neste instante facilitada pela distribui\u00e7\u00e3o da luz irradiada pelas naves l\u00edderes; essa luminosidade que era dirigida s\u00f3 para a frente e para baixo, havia antes, na sua aproxima\u00e7\u00e3o, inundado toda a paisagem com suas cores, mas tamb\u00e9m ofuscara a vista do observador.<\/p>\n<p>Os dois corpos principais tinham dimens\u00f5es avantajadas, de uns 30 a 60 metros de comprimento; a base (parte inferior) parecia ser plana e de contorno oval, tendo o eixo maior na dire\u00e7\u00e3o do voo.<\/p>\n<p>A proa (parte da frente) possu\u00eda curvatura menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popa ( a parte de tr\u00e1s, cuja termina\u00e7\u00e3o parecia amputada em linha reta ao inv\u00e9s do que deveria ser o trecho de maior curvatura).<\/p>\n<p>Essa plataforma plana e aproximadamente oval suportava uma estrutura em forma de c\u00fapula. Essa c\u00fapula era mais alta na proa, onde media entre 10 e 15 metros. Mais para a popa ela se achatava at\u00e9 confundir-se com a base plana. Isto pode ser observado nos desenhos, em planta baixa e em perfil, que o Cel. Guardiola fez.<\/p>\n<p>Esses dois corpos, evidentemente os l\u00edderes da flotilha, irradiavam a luz de suas proas, somente para a frente e para baixo, segundo j\u00e1 dissemos. Entre si, eles estavam distantes cerca de uns 200 metros. Entre os dois focos, mais para o centro, estavam localizadas ainda mais duas formas elipticas semelhantes, mas, de tamanho menor que os daquelas situadas nos flancos, j\u00e1 mencionadas aqui. Assim, havia 12 corpos ao todo, enfileirados em leque, da forma como se v\u00ea nos desenhos.<\/p>\n<p>Os objetos continuaram o seu voo at\u00e9 r\u00e1pido desaparecimento atr\u00e1s da crista do morro da Rosa, sempre em dire\u00e7\u00e3o ao sul e, aparentemente, rumo ao Atl\u00e2ntico. Para acompanhar essa trajet\u00f3ria dos discos voadores, o Cel. Guardiola teve de girar seu corpo cerca de 180 graus; assim, ele p\u00f4de fixar bem os seguintes seis detalhes interessantes a respeito dos aparelhos:<\/p>\n<p>1\u00ba &#8211; as formas da base e do perfil dos corpos maiores, no momento em que a esquadrilha passava pelo z\u00eanite (dire\u00e7\u00e3o correspondente a um \u00e2ngulo de 90\u00ba sobre o horizonte &#8211; isto \u00e9 &#8211; na vertical do lugar).<\/p>\n<p>2\u00ba &#8211; Talvez por uma coincid\u00eancia, quando a esquadrilha sobrevoava no z\u00eanite, o observador, este estava colocado aproximadamente no plano vertical passando pelo alinhamento longitudinal central da esquadrilha.<\/p>\n<p>3\u00ba &#8211; Cessado ofuscamento visual consequente da luz irradiada pela proa das &#8220;naves capit\u00e2neas&#8221;, observou-se seguinte: em sua popa recortada em linha reta, as &#8220;naves capit\u00e2neas&#8221; traziam a reboque um numero enorme (pelo menos neste momento) de corpos cil\u00edndricos, semelhantes a obuses, de 5 a 10 metros de comprimento cada um. Tais cilindros estendiam por uma dist\u00e2ncia de 1 a 2 km. Encontravam-se em perfeito alinhamento: era sempre de 4 a 5, enfileiradas paralelamente no mesmo plano horizontal, correspondendo exatamente \u00e0 largura da popa da nave l\u00edder. Al\u00e9m disso, 4 a 5 de tais planos estavam sobrepostos, formando assim um feixe que consistia, ent\u00e3o de aproximadamente 16 a 25 cilindros (considerados numa sec\u00e7\u00e3o transversal). Tais feixes seguiam, um ap\u00f3s o outro, talvez uns 100 ou 200, sempre deixando curtas dist\u00e2ncias entre si. Todo esse trem de cilindros estava banhado de uma luz vermelha, assim como os intervalos entre um e outro feixe, aparentemente representado um campo energ\u00e9tico sustentado e disciplinando os cilindros na sua presente ordem. Entre a popa reta da &#8220;nave rebocadora&#8221; e o primeiro feixe, havia ainda um intervalo. Esse intervalo era identicamente banhado pela tal luz vermelha, representando, eventualmente, o &#8220;engate&#8221; para o trem &#8220;celestial&#8221;.<\/p>\n<p>4\u00ba &#8211; O tempo da passagem deste &#8220;reboque&#8221; sobre o observador, foi de aproximadamente 6 a 8 segundos.<\/p>\n<p>5\u00ba &#8211; Quando pela passagem sobre o observador, ou seja, no Campo dos Afonsos, houve uma n\u00edtida redu\u00e7\u00e3o na velocidade dos engenhos a\u00e9reos.<\/p>\n<p>6\u00ba &#8211; Desde o seu aparecimento na serra de Petr\u00f3polis, a uns 50 km de dist\u00e2ncia, at\u00e9 o seu desaparecimento atr\u00e1s da crista dos morros no Campo dos Afonsos, a flotilha gastou de 20 a 30 segundos.<\/p>\n<p>Obs. da SBEDV &#8211; Usando, para c\u00e1lculos aproximados, os valores dados pelo nosso amigo aviador, de fato, a flotilha parece ter diminu\u00eddo sua velocidade em sua passagem pelo Campo dos Afonsos, o posto de observa\u00e7\u00e3o para o relato. A velocidade m\u00e9dia da flotilha, para percorrer aproximadamente 50 km de dist\u00e2ncia em 20 a 30 segundos, ficou entre 6 mil e 9 mil km\/h. O tempo (6 a 8 segundos) da passagem na Base A\u00e9rea, gasto pelo &#8220;trem rebocado&#8221; (comprimento de 1 a 2 km), corresponderia \u00e0 velocidade (reativamente reduzida de 450 a 1200 Km\/h).<\/p>\n<p><a name=\"sbedv\"><\/a><\/p>\n<h3>Coment\u00e1rio da SBEDV<\/h3>\n<p>H\u00e1 muito, vimos nos dedicando \u00e0 especialidade do aspecto dos tripulantes extraterrestres e suas rea\u00e7\u00f5es; apenas secundariamente ocupamo-nos das formas dos discos voadores, da sua propuls\u00e3o e de outros detalhes da tecnologia ufol\u00f3gica. Apesar disso, no presente boletim, voltamo-nos aos aspectos t\u00e9cnicos, principalmente, em homenagem ao nosso observador da Aeron\u00e1utica e ao seu relat\u00f3rio minucioso e franco, aqui transmitido aos nossos leitores. Isto indica o surgimento de nova mentalidade e evolu\u00e7\u00e3o na nossa sociedade terrestre (onde, at\u00e9 bem pouco tempo, o assunto era considerado &#8220;herm\u00e9tico&#8221;, sigiloso e de propriedade da aeron\u00e1utica).<\/p>\n<p>Em outras palavras, arriscar\u00edamos at\u00e9 a dizer que, h\u00e1 vinte anos, no tempo do famoso epis\u00f3dio ufol\u00f3gico do Prof. Dr. Jo\u00e3o de Freitas Guimar\u00e3es, em Santos &#8211; S\u00e3o Paulo, o presente relato do Cel. Guardiola teria sido algo imposs\u00edvel de difundir. Somando a isto os relatos deste epis\u00f3dio feito pelos jornais (ref.: 8, 9, 10 e 11) at\u00e9 com desenhos ilustrativos (ref.: 7), temos comprovado ent\u00e3o uma verdadeira reviravolta e abertura para o grande p\u00fablico, acerca do assunto disco voador.<\/p>\n<p>Isto comprova o progresso da sociedade humana terrestre nos \u00faltimos vinte anos, em especial a do nosso pa\u00eds; est\u00e1 havendo maior dose de sensibilidade e de respeito para com os cidad\u00e3os, independendo da farda ou do macac\u00e3o, do uso do microsc\u00f3pio ou da marreta, profissionalmente falando. Todo cidad\u00e3o \u00e9 agora digno de se informar com rela\u00e7\u00e3o aos discos voadores e \u00e0 presen\u00e7a, entre n\u00f3s, de entidades extraterrestres.<\/p>\n<p>Ainda podemos indagar se esta nova atitude seria inerente apenas ao nosso amigo Coronel, ou seria uma nova qualidade da esp\u00e9cie humana atual. Esta parece que est\u00e1 agora mais consciente do livre arb\u00edtrio do indiv\u00edduo, que deve procurar ele mesmo achar o caminho pr\u00f3prio ao inv\u00e9s de seguir cegamente ditames antigos j\u00e1 superados.<\/p>\n<p>Deixamos tamb\u00e9m registrado o fato de que naquela ocasi\u00e3o, numerosas pessoas acercaram-se de n\u00f3s para contar epis\u00f3dios ufol\u00f3gicos iguais ou semelhantes ao que foi relatado pelo Cel. Guardiola, embora n\u00e3o fossem descritos com a mesma precis\u00e3o e cronometragem. Por exemplo, a senhorita &#8220;M&#8221;, do nosso local de trabalho, no dia 12 de mar\u00e7o de 1978 (s\u00e1bado), entre 23 e 24 horas, observou na Barra da Tijuca, em frente \u00e0 Pedra da G\u00e1vea, um corpo luminoso parado no alto e que, repentinamente, afastou-se a grande velocidade.<\/p>\n<p>Como enfoque adicional, mencionamos o Boletim SBEDV n\u00ba 74\/79 &#8211; p\u00e1gina 17. L\u00e1 publicamos uma pesquisa que fizemos em 1970 e tamb\u00e9m a respeito de sobrevoo e aterrissagem de disco voador, pelas cercanias do Campo dos Afonsos (ou nele mesmo), alegadamente em 18 e 20 de agosto e 30 de setembro daquele mesmo ano.<\/p>\n<div id=\"attachment_4144\" style=\"width: 769px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4144\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4144 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/afonsos2.jpg\" alt=\"\" width=\"759\" height=\"526\" \/><p id=\"caption-attachment-4144\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o de um dos objetos observados, sobre a Base A\u00e9rea dos Afonsos, no Rio de Janeiro.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4146\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4146\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4146 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/afonsos4-1024x323.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"323\" \/><p id=\"caption-attachment-4146\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o dos objetos observados durante a onda ufol\u00f3gica de 1978.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4145\" style=\"width: 544px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4145\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4145 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/afonsos3.jpg\" alt=\"\" width=\"534\" height=\"360\" \/><p id=\"caption-attachment-4145\" class=\"wp-caption-text\">Jornais cariocas divulgando o epis\u00f3dio.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4143\" style=\"width: 877px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4143\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4143 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/afonsos1.jpg\" alt=\"\" width=\"867\" height=\"528\" \/><p id=\"caption-attachment-4143\" class=\"wp-caption-text\">Jornais cariocas divulgando o epis\u00f3dio.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_126_128.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 126_128<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma onda ufol\u00f3gica atingiu as cidades de S\u00e3o Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Bras\u00edlia (DF), tendo milhares de testemunhas oculares em diferentes pontos descrevendo ins\u00f3litas experi\u00eancias. No Rio de Janeiro (RJ), uma frota de objetos sobrevoa o Campo dos Afonsos. Texto original da SBEDV. 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