{"id":4287,"date":"2022-03-28T10:56:07","date_gmt":"2022-03-28T13:56:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4287"},"modified":"2025-04-21T13:22:14","modified_gmt":"2025-04-21T16:22:14","slug":"o-caso-da-fazenda-santa-filomena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/o-caso-da-fazenda-santa-filomena\/","title":{"rendered":"O Caso da Fazenda Santa Filomena"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Caminhando \u00e0 noitinha para sua casa em lugar relativamente ermo, dentro de fazenda; humilde lavrador v\u00ea seus passos obstados por duas figuras aparentemente humanas com inten\u00e7\u00f5es de captur\u00e1-lo. Teve o lavrador a impress\u00e3o que, galhardamente conseguiu romper o cerco a ele feito. Todavia, chegando \u00e0 resid\u00eancia, sua esposa, filhos e amigos constataram que houve temporariamente graves perturba\u00e7\u00f5es de ordem mental no trabalhador, pois este se mostra desorientado no tempo e no espa\u00e7o, nem reconhecendo seus familiares durante cerca de hora e meia.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>Artigo Original da SBEDV<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tr\u00eas uf\u00f3logos, dois paulistas, D. Ute N.L.Siebrecht e Ant\u00f4nio Vicente de Paulo, de um lado, e o carioca Walter Buhler, da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), de outro lado, viajaram em conjunto para a cidade de Lins. Situada mais ou menos na parte central do Estado de S\u00e3o Paulo, esta cidade j\u00e1 \u00e9 por demais conhecida pelos pesquisadores veteranos, por seu passado ufol\u00f3gico, relembrando aqui em cap\u00edtulo separado. O notici\u00e1rio de jornais constitui-se em atra\u00e7\u00e3o para o trio buscar averiguar \u201cin loco\u201d a veracidade de t\u00edtulos como \u201cTripulantes de OVNI descem em S\u00e3o Paulo e s\u00e3o agredidos a soco\u201d, \u201cDisco voador aparece varias vezes em Lins\u201d, \u201cPoliciais v\u00eaem disco voador em S\u00e3o Paulo\u201d e \u201cEm Lins, a vig\u00edlia pelo disco.<\/p>\n<p>Na pesquisa sobre o presente caso \u2013 luta corporal entre lavrador de Lins e ufonauta interplanet\u00e1rio \u2013 m\u00e9rito maior pertence a Ute Siebrecht, pela compila\u00e7\u00e3o de dados que realizou, consultando seus apontamentos de dois anos atr\u00e1s e transcrevendo ainda a grava\u00e7\u00e3o que fez da conversa com o protagonista do epis\u00f3dio. Esses textos foram condensados na SBEDV, enriquecidos com fotos tiradas pelo pesquisador ufol\u00f3gico de Lins, Herbis Gon\u00e7alves (\u201cCur\u00f3\u201d), rep\u00f3rter policial e locutor da R\u00e1dio Alvorada de Lins LTDA. Inclui-se tamb\u00e9m resumo do relat\u00f3rio de Herbis sobre avistamentos ufol\u00f3gicos em Lins e nos arredores, nos dias anteriores, durante e depois do epis\u00f3dio aqui focalizado. Al\u00e9m de relembrar particularidades de incurs\u00f5es de ufonautas e discos voadores em Lins, em \u00e9pocas anteriores, fez-se ainda estudo comparativo do caso presente com outros da ufologia brasileira, seja pela semelhan\u00e7a dos fatos, seja pelas interfer\u00eancias e seq\u00fcelas moment\u00e2neas provocadas no aspecto psicofisiopatol\u00f3gico da testemunha do epis\u00f3dio.<\/p>\n<p><a name=\"relato\"><\/a><\/p>\n<h3>O relato do epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>Paralelamente ao epis\u00f3dio aqui relatado, na cidade de Lins e, proximidades houve outros eventos ufol\u00f3gcos, observados pelas mais diversas categorias de pessoas, algumas mencionadas em item \u00e0 parte. No dia mesmo do fato ocorrido na Fazenda Santa Filomena, so Sr. Dirceu observou o objeto voador de seu s\u00edtio, que fica a esquerda da estradinha de Guaiamb\u00e9, onde \u00e0 direita, existe a porteira que d\u00e1 acesso \u00e0 fazenda.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, nesta data, domingo, dia das m\u00e3es, Dirceu havia levado seu amigo Braulino at\u00e9 \u00e0 cidade, deixando-o na casa do irm\u00e3o deste. A noitinha, pelas 19 horas, perto da porteira da Fazenda Santa Filomena, mais uma vez os caminhos de Dirceu e Braulino se cruzaram. Braulino estava ent\u00e3o de volta da casa do irm\u00e3o e dirigia-se \u00e0 sua resid\u00eancia, nos terrenos da fazenda, ignorando ainda o caso do qual seria protagonista momentos mais tarde. Aproximadamente um quil\u00f4metro ap\u00f3s a porteira passa o caminho para a sede da fazenda, sobre pequena eleva\u00e7\u00e3o e \u00e0 esquerda da primeira das casas, onde mora Orlando Vicente de Almeida, tamb\u00e9m empregado da propriedade. Contornando entretanto a casa de Orlando, pela direita, o trilho continua a serpentear pelo gramado e, ap\u00f3s algumas centenas de metros, leva \u00e0 segunda das casas, situada tamb\u00e9m sobre pequena eleva\u00e7\u00e3o. Ali \u00e9 a resid\u00eancia de Braulino.<\/p>\n<p>No dia (15\/7\/79) e hora da pesquisa surgiu um \u201cquid pro quo\u201d com a chegada dos uf\u00f3logos \u00e0 casa de Braulino. \u00c9 que ele nada queria responder acerca do epis\u00f3dio que vivera, porquanto teria sido desautorizado a esse respeito pelo rep\u00f3rter da esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio local. A custo de perseveran\u00e7a e poder de persuas\u00e3o de Ute Siebrecht, auxiliada por Orlando, que fora chamado para acalmar o vizinho, finalmente Braulino concordou em responder a todas as perguntas da equipe de uf\u00f3logos.<\/p>\n<p>Enquanto Ute Siebrecht estivesse ocupado em inquirir Braulino, Dona Filomena, esposa do ultimo relatou-nos o que observara de estranho no marido no dia do epis\u00f3dio (13 de maio). Braulino havia chegado a casa aproximadamente \u00e0s 19:30 hs, de fei\u00e7\u00f5es p\u00e1lidas, espavorido, cabelos em desalinho, olhos injetados de vermelho, revirando-os frequentemente para cima. N\u00e3o falava e n\u00e3o reconhecia ningu\u00e9m, nem a mulher nem os filhos. Isso foi muito chocante para a fam\u00edlia, que ent\u00e3o chamou pelo vizinho, Orlando. Este, \u00e0 chegada, tamb\u00e9m n\u00e3o foi reconhecido por Braulino. Quando algu\u00e9m dentro da casa ligou o aparelho de televis\u00e3o, apavorado, Braulino saiu porta afora, s\u00f3 retornando depois de o televisor ter sido desligado. Mesmo assim, sentado \u00e0 mesa depois, desconfiado, virou as costas para o aparelho. Mais tarde , ele foi sentar-se no ch\u00e3o. Quando algu\u00e9m procurou ligar para a pol\u00edcia atrav\u00e9s de telefone nas proximidades, a fim de pedir auxilio ou um conselho para o caso de Braulino, naquela hora o aparelho n\u00e3o estava funcionando. Assim, Braulino levou uma hora meia para finalmente chegar a reconhecer seus familiares. Ao todo, levou duas horas para distinguir seu vizinho Orlando.<\/p>\n<p>Mais tarde, j\u00e1 mais calmo, Braulino decidiu-se a fazer seu relato \u00e0 pesquisa. Explicou ent\u00e3o que, em sua demanda para o lado, na passagem pela casa do vizinho Orlando, \u00e0quela hora j\u00e1 havia escurecido. Mas enxergou l\u00e1, estacionado, um vulto que tomou por um carro Volkswagem, em frente \u00e0 casa de Orlando. No passado, vez por outra isto j\u00e1 havia acontecido. Uma barra encurvada, de brilho acentuado, na frente do vulto, foi identificada por Braulino como sendo um p\u00e1ra-choque de boa niquelagem e resplandecente no escuro. Quando duas figuras humanas com a mesma estatura do protagonista (aproximadamente 1,65 m \u00e0 1,70m ) destacaram-se do vulto, Braulino pensou que se tratava do filho de Orlando e um amigo deste, talvez possuidor do Volks, acreditando que os dois quisessem cumpriment\u00e1-lo. Braulino estacou, na cren\u00e7a de que se iniciaria o que num domingo \u00e9 uma conversinha, coisa social, amena e bem vinda para um rude e solit\u00e1rio trabalhador de fazenda. Nesse avistamento e nessa aproxima\u00e7\u00e3o, ele julga que se passaram uns 30 segundos.<\/p>\n<p>Todavia, no instante seguinte, percebeu que os dois personagens se deram as m\u00e3os mutuamente, como para obstar-lhe os passos, ou se n\u00e3o pior, com a finalidade de captur\u00e1-lo. Talvez nesse momento Braulino tenha se lembrado dos rumores de avistamentos de discos voadores em Lins naqueles dias ou em \u00e9pocas anteriores. O fato \u00e9 que ficou em p\u00e2nico e esfor\u00e7ou-se por gritar o nome de Orlando, para lhe pedir socorro. Por\u00e9m, estranho como pode parecer, o grito n\u00e3o saiu. Logo ap\u00f3s, tentando romper o certo que fora feito, Braulino lan\u00e7ou-se para a frente, em dire\u00e7\u00e3o aos estranhos. Essa passagem dram\u00e1tica encontra-se bem expressa na transcri\u00e7\u00e3o da grava\u00e7\u00e3o realizada por D. Ute, que vem a seguir. Na transcri\u00e7\u00e3o, introduzimos palavras omitidas por Braulino entre par\u00eanteses, necess\u00e1rias \u00e0 melhor compreens\u00e3o do texto. Esclareceremos ainda que \u201cB\u201d significa a resposta de Braulindo e \u201cP\u201d, a pergunta feita a este por D. Ute Siebrecht:<\/p>\n<p>B &#8211; &#8230; acontece que eles queriam muito me pegar&#8230;. (Mas) dei um murro (num) deles.<\/p>\n<p>P \u2013 E da\u00ed? Caiu no ch\u00e3o o cara?<\/p>\n<p>B \u2013 N\u00e3o! N\u00e3o caiu! Sei l\u00e1 donde que pegou (este meu golpe), n\u00e3o sei que jeito que \u00e9. Tamb\u00e9m da\u00ed n\u00e3o vi mais nada.<\/p>\n<p>P: Voc\u00ea correu?<\/p>\n<p>B: A\u00ed eu corri&#8230; acho que corri&#8230; sei l\u00e1. Eu corri, corri mesmo&#8230;<\/p>\n<p>P: Voc\u00ea perdeu a mente assim?<\/p>\n<p>B: Perdi a mente na hora&#8230; perdi&#8230; porque eu vim aqui dentro da minha caa&#8230; (e diziam depois) que falei (bobagens) n\u00e3o sei que l\u00e1&#8230; n\u00e3o sei que l\u00e1&#8230; Depois minha mulher (conforme soube) mandou chamar o vizinho (Orlando)&#8230; ele veio me socorrer a\u00ed (aqui)&#8230; do jeito que eu cheguei&#8230;\u201d<\/p>\n<p><a name=\"sequencia\"><\/a><\/p>\n<h3>Sequencia do Epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>Mais tarde naquela noite, Braulino alimentou-se normalmente. Todavia seu sono foi intranq\u00fcilo, pois mexia-se muito na cama, conforme sua mulher observou para a pesquisa.<\/p>\n<p>No dia seguinte, de manh\u00e3, Braulino foi normalmente para o trabalho. Entretanto, \u00e0 noite, ap\u00f3s o jantar, n\u00e3o ousava mais sair de casa durante umas tr\u00eas noites a contar da data do epis\u00f3dio.<\/p>\n<p><a name=\"coleta\"><\/a><\/p>\n<h3>Coleta de dados Paralelos ao epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>Orlando assegurou que Braulino n\u00e3o havia gritado por ele, pois de t\u00e3o pertinho teria ouvido sua voz. Informou tamb\u00e9m \u00e0 pesquisa que naquela noite n\u00e3o havia autom\u00f3vel algum parado perto de sua casa, porquanto teria ouvido a chegada do carro. De fato, Ad\u00e9lia Natalina, mulher de Orlando, escutara uma esp\u00e9cie de chiado perto de casa, em hor\u00e1rio compat\u00edvel com o epis\u00f3dio. Maria Ad\u00e9lia, sua filha menor, havia interpretado o ru\u00eddo como a chegada de um carro e quis abrir a janela.<\/p>\n<p>No interior do pa\u00eds, nas casas de tipo simples, em vez de janelas com vidros existem \u201ctabuinhas\u201d de madeira, movimentando-se por dobradi\u00e7as. Orlando n\u00e3o permitiu que ela abrisse a janela. Na ocasi\u00e3o, uma outra filha teria dito: \u201c&#8230; Pai a\u00ed tem uma estrela&#8230; pai, \u00e9 estrela&#8230;\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, conforme relatou de maneira sucinta \u00e0 pesquisa, a mulher de Braulino, Filomena, no dia do epis\u00f3dio, aproximadamente meia hora antes da chegada do marido, e assim \u00e0s 19 horas, teria observado um objeto voador na dire\u00e7\u00e3o da casa do vizinho Orlando.<\/p>\n<p><a name=\"local\"><\/a><\/p>\n<h3>Nas vizinhan\u00e7as do local do epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>\u00c9 Orlando, vizinho de Braulino, quem relata fato ocorrido com sua mulher, tr\u00eas dias ap\u00f3s o epis\u00f3dio, em 16 de maio de 1979, uma quarta-feira. Era por volta das 22 horas e Orlando j\u00e1 se encontrava deitado, dormindo. Neste momento, a sala da casa teria ficado iluminada por forte clar\u00e3o de tonalidade vermelha e, no mesmo instante, a imagem da tela da televis\u00e3o desapareceu. Assustada, D. Ad\u00e9lia Natalina desligo rapidamente o aparelho e foi tamb\u00e9m deitar-se para dormir.<\/p>\n<p>Dirceu, amigo de Braulino, j\u00e1 citado aqui, morador \u00e0 esquerda da Estrada de Guaiamb\u00e9, narra outro fato. Tr\u00eas dias ap\u00f3s o epis\u00f3dio de Braulino, sem precisar entretanto o hor\u00e1rio, ele tamb\u00e9m viu um objeto voador com formato de prato de sopa, na dire\u00e7\u00e3o da fazenda Santa Filomena. Todavia, enquanto procurava pela esposa para mostrar-lhe o aparelho, este distanciou-se.<\/p>\n<p>Em 14 de maio de 1979, segunda feira, dia seguinte ao epis\u00f3dio de Braulino, ocorreu outro avistamento de disco voador em Lins. Eram cerca de 21:10 hs, quando moradores da Vila Labete avistaram um objeto luminoso que se encontrava a baixa altura e ofuscava a vista. Um guarda-noturno, da COMAX, p\u00f4de observar o aparelho \u00e0 altura de 100 metros. Aparentemente, o objeto era dez vezes maior que a Lua. Tinha luzes vermelhas, verdes e azuis e \u201cChiava feito enceradeira\u201d. Enquanto isso, as l\u00e2mpadas da ilumina\u00e7\u00e3o local chegavam a murchar.<\/p>\n<p>Luz semelhante \u00e0 uma estrela, ora aproximando-se ora distanciando-se, mas apresentando objeto de dimens\u00e3o real avaliada como a de um autom\u00f3vel, foi vista no ponto do Frigor\u00edfico Betim. Os policiais rodovi\u00e1rios federais Medeiros e Fernando, de bin\u00f3culo, puderam observar o objeto voador que, de cinco em cinco segundos, mudava de cor.<\/p>\n<p>Tr\u00eas dias antes, ainda do epis\u00f3dio de Braulino, em 10 de maio de 1979, quinta-feira, os policiais rodovi\u00e1rios Rondon e Luiz Gama, munidos de bin\u00f3culos infravermelhos para a noite, acompanharam as andan\u00e7as de uma luz no ar que, quando parada, piscava em vermelho e verde. Houve tamb\u00e9m o cidad\u00e3o de apelido Zequinha afirmando depois que tal objeto n\u00e3o era estrela, nem avi\u00e3o e que mudava de cor, do vermelho para o verde e para o azul. Cerca das 21:30 hs, o UFO baixou de altura e foi visto por Oswaldo Otis, certo garotinho que o estava vendo de perto confundiu-o com um bal\u00e3o de cores rosa e azul prestes a aterrissas e foi persegui-lo correndo atr\u00e1s dele. Entretanto, assustou-se e perdeu passageiramente a fala quando s\u00fabito clar\u00e3o emitido pelo objeto varreu o local onde se encontrava o tal menino com sua fam\u00edlia.<\/p>\n<div id=\"attachment_4288\" style=\"width: 380px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4288\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4288 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/stafilomena1.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"478\" \/><p id=\"caption-attachment-4288\" class=\"wp-caption-text\">Braulino, sendo entrevistado pela equipe de uf\u00f3logos.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4289\" style=\"width: 346px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4289\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4289 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/stafilomena2.jpg\" alt=\"\" width=\"336\" height=\"476\" \/><p id=\"caption-attachment-4289\" class=\"wp-caption-text\">Dona Filomena, esposa de Braulino<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_155_157.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 155_157<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.infra.org.pl\/fenomen-ufo\/ufo-fenomeny-i-fakty\/319-niebezpieczne-spotkania-z-ufo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.infra.org.pl\/fenomen-ufo\/ufo-fenomeny-i-fakty\/319-niebezpieczne-spotkania-z-ufo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/brazil.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.mufon.com\/bob_pratt\/brazil.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/newastronomy.chez-alice.fr\/dangereuses.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/newastronomy.chez-alice.fr\/dangereuses.html<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caminhando \u00e0 noitinha para sua casa em lugar relativamente ermo, dentro de fazenda; humilde lavrador v\u00ea seus passos obstados por duas figuras aparentemente humanas com inten\u00e7\u00f5es de captur\u00e1-lo. 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