{"id":4353,"date":"2022-03-28T14:05:01","date_gmt":"2022-03-28T17:05:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4353"},"modified":"2025-04-21T13:26:11","modified_gmt":"2025-04-21T16:26:11","slug":"ufonautas-em-cacapava-velha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/ufonautas-em-cacapava-velha\/","title":{"rendered":"UFOnautas em Ca\u00e7apava Velha"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Um impressionante caso de avistamento de UFO e contato com tripulantes, ocorridos em Ca\u00e7apava Velha, S\u00e3o Paulo, em 8 de novembro de 1979.<\/strong><\/div>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"col-lg-8\">Texto original da SBEDV<\/div>\n<div>\n<p>Em artigo publicado no jornal \u201cVale Paraibano\u201d, de 8 de novembro de 1979, assinado por Cam\u00f5es Filho, fotos de Jandir Aparecido de Paulo, foi feito um excelente relato. Trata-se do fen\u00f4meno ocorrido \u00e0 dist\u00e2ncia de uns 5 km de Ca\u00e7apava Velha, na fazenda S\u00e3o Pedro, de propriedade do Sr. Haroldo Ara\u00fajo de Vasconcelos.<\/p>\n<p>O protagonista desse epis\u00f3dio foi o tratorista daquela fazenda, Sr. Benedito Crist\u00f3v\u00e3o da Silva, de alcunha \u201ccanhoto\u201d.<\/p>\n<p>Em 10 de setembro de 1979, a equipe de pesquisa da SBEDV locomoveu-se para a fazenda S\u00e3o Pedro e localizou Benedito, na casa deste, logo ap\u00f3s ter retornado do seu trabalho di\u00e1rio na fazenda, por volta das 18 hs. Em 9 de junho de 1980 foi feita uma 2\u00aa pesquisa.<\/p>\n<p>Benedito nasceu em 25 de junho de 1944, \u00e9 casado com Maria Benedita da Silva, pai de dois filhos, cursou at\u00e9 o 3\u00ba ano prim\u00e1rio, \u00e9 moreno, 1,70 m de altura, 81,5 kg de peso, musculoso e acostumado a um grande esfor\u00e7o f\u00edsico di\u00e1rio. Ao redor de sua casa, Benedito conta com uma horta e uma planta\u00e7\u00e3o de milho muito bem cuidadas. A falta de luz el\u00e9trica no local e o in\u00edcio bem cedo do seu trabalho di\u00e1rio na dita fazenda fazem com que Benedito e a sua fam\u00edlia se recolham ao leito assim que a noite chegue.<\/p>\n<p>Uma parte do trabalho de Benedito consiste em dar ao gado diariamente a ra\u00e7\u00e3o de capim \u201cNapier\u201d. Com esta, ele enche e puxa uma carreta at\u00e9 o local onde esse gado \u00e9 alimentado. Esse capim \u201cNapier\u201d fica armazenado por 1 ou 2 anos e, na v\u00e9spera do se uso, \u00e9 cortado a maquina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>O Epis\u00f3dio<\/h3>\n<p>O epis\u00f3dio ocorreu na \u00e9poca da seca, em agosto de 1978, na madrugada de um domingo. Benedito, como de h\u00e1bito, saiu de sua casa \u00e0 1hs, aproximadamente. Ap\u00f3s uma caminhada de 15 a 20 minutos, chegou \u00e0 sua casa da fazenda. A uma dist\u00e2ncia de us 200 ou 3000 metros desta, fica localizado um rancho de uns 50 m de extens\u00e3o, aproximadamente. Neste rancho est\u00e3o localizados v\u00e1rios escrit\u00f3rios e instala\u00e7\u00f5es e \u00e0 sua frente s\u00e3o guardados um trator e uma carreta.<\/p>\n<p>Como de costume, Benedito entrou no rancho, ascendeu as l\u00e2mpadas externas e internas do escrit\u00f3rio. A seguir, engatou o trator na carreta. Neste momento, notou uma pessoa sentada em cima da carreta. Essa pessoa, com um farol que segurava, lhe fez sinal para tocar a carreta para a frente. Essa pessoa era aparentemente semelhante \u00e0 nossa gente, possu\u00eda uma altura aproximada de 1,80 m e estava com a cabe\u00e7a coberta por um capacete n\u00e3o transparente; da\u00ed o Benedito n\u00e3o lhe ter distinguido o rosto. Como roupa, usava um uniforme tipo macac\u00e3o, de tecido folgado e brilhante; na m\u00e3o direita, preso a uma haste curta, portava o dito farol, cujas dimens\u00f5es eram conforme as de um farol de autom\u00f3vel.<\/p>\n<p>Benedito explicou ter ficado em outro estado, meio subserviente, quando a luz desse farol foi a ele dirigida. Foi sentar-se no seu trator, depois de receber do estranho,por meio de gesto, uma instru\u00e7\u00e3o de \u201ctocar para frente\u201d. Assim, durante 15 ou 20 minutos, percorreu cerca de 2 km, at\u00e9 alcan\u00e7ar o local onde s\u00e3o distribu\u00eddas, em ambos os lados da estrada, as carreiras dos cochos das ra\u00e7\u00f5es para o gado.<\/p>\n<p>[Coment\u00e1rio da SBEDV] \u00c0 primeira vista pode parecer inveross\u00edmil: um estranho, em local alheio, agir seguramente, ar ordens e ainda vigiar um trabalho por ele talvez completamente desconhecido. No entanto, conforme o leitor j\u00e1 teve oportunidade de observar em relatos de outros boletins nossos, j\u00e1 houve comportamento semelhante de outros ufonautas, em diferentes epis\u00f3dios. Essa seguran\u00e7a dos ufonautas pode ser interpretada como uma oportunidade, que tiveram anteriormente, de observar a testemunha, \u00e0 dist\u00e2ncia, por um processo de monitora\u00e7\u00e3o. Essa testemunha seria finalmente submetida a um estudo mais acurado, em um contato aberto, como o caso de Benedito, aqui retratado.<\/p>\n<p>Benedito desceu ao local dos cochos (36 ao todo, cada um para alimentar tr\u00eas rezes), para iniciar a distribui\u00e7\u00e3o da ra\u00e7\u00e3o; depois disto, ele conduziria as rezes a este local. O ufonauta desceu tamb\u00e9m, e a 1 metro de dist\u00e2ncia ficou observando o trabalho de Benedito; iluminando com o seu farol o trator e a carreta e verificando atentamente que pe\u00e7as faziam parte do trabalho.<\/p>\n<p>Depois, ainda de p\u00e9, continuou a acompanhar Benedito. Em dado momento, retirou com a m\u00e3o um punhado da ra\u00e7\u00e3o de capim \u201cNapier\u201d, que Benedito havia colocado nos cochos, para ali cheir\u00e1-lo e depois jog\u00e1-lo ao ch\u00e3o. Benedito consumiu 1:30 hs nessa tarefa, quando ainda restavam tr\u00eas cochos para encher, ocasi\u00e3o em que, com a m\u00e3o, o estranho lhe fez sinal que foi interpretado como recomenda\u00e7\u00e3o para subir. Ao mesmo tempo, focalizou o rosto de Benedito com o facho do seu farol.<\/p>\n<p>Este, com a vis\u00e3o ofuscada, n\u00e3o viu mais nem homem nem trator e nem carreta. Quando deu conta de si novamente, achava-se em outro local da estrada, na reta antes da entrada da fazenda. Encontrava-se ao lado de um estranho aparelho que estava flutuando a mais ou menos meio metro do ch\u00e3o.<\/p>\n<p>O aparelho parecia medir uns 12 metros de comprimento e uns 3 de altura; estava com a parte da proa inclinada para baixo; nessa parte havia uma porta onde estava encostada uma escada que ia at\u00e9 o ch\u00e3o; na periferia, tanto focos luminosos circulares, que uns 10 cm de di\u00e2metro, nas cores seq\u00fcenciais vermelha, verde e laranja, em fila, com afastamento aproximado de meio metro em si.<\/p>\n<p>O pasto, ao lado da estrada, estava separado por cerca de arame. Benedito notou que a dist\u00e2ncia de uns 10 metros desta cerca vinham mais tr\u00eas pessoas portando far\u00f3is iguais \u00e0quele do seu acompanhante. As tr\u00eas pessoas, para espanto de Benedito, passavam pela cerca de modo como se ela n\u00e3o existisse. A cerca \u00e9 formada por quatro arames, ficando o mais alto aproximadamente 1,60 do ch\u00e3o. Observou, ainda que essas pessoas se comunicavam por meio de uma l\u00edngua cujos sons apresentavam muitos chiados.<\/p>\n<p>Segundo Benedito, as ditas pessoas iluminavam o ch\u00e3o com os fachos dos seus far\u00f3is, como se estivessem pesquisando algo. Quando ele procurava averiguar melhor do que se tratava, elas o focalizavam com as luzes dos seus far\u00f3is; e com isso, a testemunha sentia diminu\u00eddos a sua for\u00e7a e o seu poder de aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Benedito acredita que passou naquele local de 15 a 20 minutos, aproximadamente. At\u00e9 que o seu acompanhante lhe fez sinais para dar 4 voltas em torno do aparelho, no que acompanhou Benedito. As tr\u00eas pessoas haviam entrado no veiculo; primeiro subiram pela escada e depois atravessaram por uma plataforma fixada longitudinalmente e que chegava a alcan\u00e7ar a parte da cauda. A\u00ed, nessa parte, os homens desapareceram, aparentemente descendo para o interior do aparelho, conforme Benedito p\u00f4de observar.<\/p>\n<p>Benedito, ap\u00f3s ter dado as 4 voltas em torno da nave, recebeu sinal do seu acompanhante, para parar. Logo a seguir, saltaram do aparelho aquelas mesmas tr\u00eas pessoas. Sendo que desta vez elas surgiram pela porta da frente, que se abriu deslizando para o lado.<\/p>\n<p>[Coment\u00e1rio da SBEDV] \u00c9 sumamente dif\u00edcil a interpreta\u00e7\u00e3o do sentido dessa caminhada em torno do aparelho. Uma hip\u00f3tese \u00e9 a de que esses giros estariam servindo para que fosse feito, do interior da nave, uma an\u00e1lise da personalidade de Benedito e um estudo das suas ondas cerebrais. Tudo isso, pelas 3 pessoas, atrav\u00e9s de monitoriza\u00e7\u00e3o. Lembramos aos nossos leitores, que tamb\u00e9m os tripulantes vistos em Carazinho (RS), por Adilson Batista de Azevedo, antes de entrarem nos seus ve\u00edculos, para partida, fizeram 3 voltas em torno da nave. Leia-se no Boletim da SBEDV, n\u00ba 45\/47, na p\u00e1gina 7 e Boletim Especial 1975, na p\u00e1gina 16.<\/p>\n<p>As tr\u00eas pessoas saltaram do aparelho e conversaram novamente entre si. Aquela que vinha acompanhando Benedito fez outra vez sinal com a m\u00e3o, para ele subir; com o dito farol iluminou de novo o rosto da testemunha. Esta, mais uma vez, perdeu a no\u00e7\u00e3o do que estava acontecendo e, ao dar conta de si, j\u00e1 havia retornado: viu-se em p\u00e9, junto ao seu trator.<\/p>\n<p>Ali, ao seu lado, o referido acompanhante ainda continuou por alguns minutos. A essa altura, Benedito notou que j\u00e1 estava come\u00e7ando a amanhecer. Ent\u00e3o seu acompanhante acionou o potente farol, que emitiu uma luz alaranjada, em feixe dirigido \u00e0 nave. Esta ainda estava no ch\u00e3o, a uns 2 km de dist\u00e2ncia, e foi reconhecida, por Benedito, pelas suas luzes de \u201cum vermelho meio apagado\u201d. Houve de l\u00e1 uma resposta atrav\u00e9s de outros fachos de luz com varia\u00e7\u00e3o crom\u00e1tica entre verde, laranja e vermelho. Observou Benedito que, mesmo esses fachos estavam sendo dirigidos para cima, o ch\u00e3o em baixo tamb\u00e9m ficava iluminado.<\/p>\n<p>O tripulante junto a Benedito ent\u00e3o deu duas voltas em torno do trator e depois fez sinal de que tamb\u00e9m ia subir para a nave. Ap\u00f3s isso, este homem elevou-se ao ar, cerca de 20 m, rapidamente. Nessa ocasi\u00e3o, entretanto, Benedito s\u00f3 podia distinguir a luz do farol que subia, porquanto antes da sua subida o tripulante havia focalizado com essa luz o rosto de Benedito, ofuscando-o e n\u00e3o lhe permitindo que distinguisse pormenores.<\/p>\n<p>Depois desta subida de uns 20 m, Benedito viu a luz do farol do tripulante distanciar-se em plano horizontal, at\u00e9 uns 2 km, quando ent\u00e3o ela se apagou; distinguia as l\u00e2mpadas vermelhas da nave ainda aterrissada mas, ap\u00f3s uns 2 minutos, os far\u00f3is do aparelho piscavam em verde, laranja e vermelho.<\/p>\n<p>Eram 5:30 hs da madrugada, aproximadamente, quando Benedito p\u00f4de ent\u00e3o distinguir o contorno do aparelho contra o c\u00e9u que come\u00e7ava a clarear, pois a\u00ed percebeu que o aparelho come\u00e7ou a elevar-se, fazendo-o at\u00e9 uns 10 metros. Nessa ocasi\u00e3o, uma mecha de fuma\u00e7a apareceu por baixo do aparelho. A\u00ed em diante, Benedito nada mais viu a respeito da nave.<\/p>\n<p>Chegou \u00e0 casa da fazenda por volta das 6 hs, encontrou outro empregado, de nome Afonso Henrique e ali relatou o epis\u00f3dio tamb\u00e9m ao administrador Pedro Lobato. Logo depois Afonso Henrique voltou ao local dos cochos, para encher os restantes. Ficou trabalhando nesse dia, como de costume, at\u00e9 \u00e0s 10 hs. Pelo relato do companheiro, este havia tamb\u00e9m visto a l\u00e2mpada vermelha do aparelho.<\/p>\n<p>Ao se verificar posteriormente o rancho, e se fazer o inventario, constatou-se que nada faltava, mas notou-se que na sala de semeadura (insemina\u00e7\u00e3o artificial) as l\u00e2mpadas haviam sido ligadas por algu\u00e9m. Nas demais salas as l\u00e2mpadas estavam desligadas, de acordo com as ordens executadas por Benedito neste sentido.<\/p>\n<p>Dias depois, uma 4\u00aa feira o fen\u00f4meno ocorreu novamente.<\/p>\n<p>Por volta das 5 hs da manh\u00e3, a mesma nave reapareceu a Benedito. Este, quando da sa\u00edda da fazenda, a uns 200 metros, viu a uma altura de 15 a 20 metros a nave que se erguia e descia um pouco.<\/p>\n<p>Benedito p\u00f4de ver nitidamente os fachos dos far\u00f3is em verde, vermelho e laranja. Ent\u00e3o, deu a volta com o trator e, conforme havia prometido ao administrador Pedro Lobato, ele foi avis\u00e1-lo imediatamente do novo avistamento.<\/p>\n<p>Este, entretanto, n\u00e3o se levantou do leito, de imediato. Ent\u00e3o, quando os dois, meia hora depois, voltavam ao local do avistamento, na havia nenhum sinal do disco voador.<\/p>\n<p>Posteriormente o hor\u00e1rio de trabalho de Benedito foi mudado, n\u00e3o mais se iniciando alta madrugada, mas sim \u00e0s 5 hs da manh\u00e3.<\/p>\n<p>\u00c0 nossa 2\u00aa visita, 2 anos ap\u00f3s o epis\u00f3dio, Benedito informou-nos que o epis\u00f3dio o teria deixado mais desenvolvido para o seu servi\u00e7o e mais desinibido para a conversa.<\/p>\n<div id=\"attachment_4358\" style=\"width: 406px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4358\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4358 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/243256658.jpg\" alt=\"\" width=\"396\" height=\"477\" \/><p id=\"caption-attachment-4358\" class=\"wp-caption-text\">O protagonista do caso, Benedito, e seu filho<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4355\" style=\"width: 544px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4355\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4355 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/0293023.jpg\" alt=\"\" width=\"534\" height=\"364\" \/><p id=\"caption-attachment-4355\" class=\"wp-caption-text\">Benedito e o seu trator, utilizado no dia do contato<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4359\" style=\"width: 469px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4359\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4359 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/432432654687.jpg\" alt=\"\" width=\"459\" height=\"251\" \/><p id=\"caption-attachment-4359\" class=\"wp-caption-text\">Desenho de Benedito, representando o objeto observado<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4356\" style=\"width: 421px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4356\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4356 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/657483.jpg\" alt=\"\" width=\"411\" height=\"415\" \/><p id=\"caption-attachment-4356\" class=\"wp-caption-text\">Concep\u00e7\u00e3o do objeto, segundo o UFO-Nachichten<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4357\" style=\"width: 462px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4357\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4357 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/9876543.jpg\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"254\" \/><p id=\"caption-attachment-4357\" class=\"wp-caption-text\">Concep\u00e7\u00e3o do objeto pela SBEDV<\/p><\/div>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/B_SBEDV_136_145.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim da SBEDV \u2013 Ed. 136_145<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um impressionante caso de avistamento de UFO e contato com tripulantes, ocorridos em Ca\u00e7apava Velha, S\u00e3o Paulo, em 8 de novembro de 1979. Texto original da SBEDV Em artigo publicado no jornal \u201cVale Paraibano\u201d, de 8 de novembro de 1979, assinado por Cam\u00f5es Filho, fotos de Jandir Aparecido de Paulo, foi feito um excelente relato. 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