{"id":4488,"date":"2022-03-30T10:51:49","date_gmt":"2022-03-30T13:51:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4488"},"modified":"2025-04-21T13:25:55","modified_gmt":"2025-04-21T16:25:55","slug":"caso-gustavo-salick","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/caso-gustavo-salick\/","title":{"rendered":"Caso Gustavo Salick"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Em 1982, uma familia testemunha o pouso de um disco voador em um s\u00edtio em Antonina (PR). Um tripulante se aproxima amistosamente.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>O Estado do Paran\u00e1 \u00e9 muito rico em ocorr\u00eancias ufol\u00f3gicas. No estado destacam-se registram-se in\u00fameros casos de observa\u00e7\u00e3o de estranhos objetos voadores, pousos e contatos com tripulantes destes objetos. Um dos casos mais interessantes envolveu uma fam\u00edlia que encontrava-se em um s\u00edtio na regi\u00e3o de Antonina, no litoral paranaense. Transcrevemos a seguir trechos do depoimento de Gustavo Salick, publicado na revista Planeta &#8211; Especial Ufologia &#8211; de mar\u00e7o de 1984:<\/p>\n<p>&#8220;Em meados de julho de 1982, um amigo da fam\u00edlia, o senhor Wildegart, e meus dois filhos, Daniel e Paulo Augusto, a o fazerem um passeio pelo campo, se depararam com uma clareira na mata virgem. A vegeta\u00e7\u00e3o estava morta e inteiramente seca at\u00e9 as ra\u00edzes, e a clareira era exatamente circular. A \u00e1rea queimada possu\u00eda a forma de um cone truncado, tendo o circulo superior um di\u00e2metro de aproximadamente 14m, e o inferior, de 7m.<\/p>\n<p>Via-se nitidamente que o circulo superior tinha, na parte externa, \u00e1rvores verdes, sendo que os galhos do interior do c\u00edrculo estavam secos. A vegeta\u00e7\u00e3o rasteira permaneceu morta e seca por seis meses, mas as \u00e1rvores &#8211; de 10m de altura &#8211; est\u00e3o secas at\u00e9 hoje (29\/11\/1983). Agora, no solo do circulo interno, nasceu uma nova vegeta\u00e7\u00e3o rasteira. E, ao longo de uma picada, pode-se notar alguma vegeta\u00e7\u00e3o seca, espor\u00e1dica, a uma dist\u00e2ncia de at\u00e9 100 metros do circulo. Conv\u00e9m lembrar que esta regi\u00e3o litor\u00e2nea, com chuva frequente, est\u00e1 recoberta de um verde abundante, n\u00e3o existindo vegeta\u00e7\u00e3o seca.<\/p>\n<h3>Comunica\u00e7\u00f5es telep\u00e1ticas<\/h3>\n<p>Em fins de outubro o mesmo ano, por volta das 22 horas, minha esposa, nosso filho Paulo e o jovem S\u00e9rgio Luiz, em visita \u00e0 fam\u00edlia, ouviram de s\u00fabito zumbido penetrante, que a todos assustou por tratar-se de som inteiramente desconhecido.<\/p>\n<p>Segundos depois, Paulo, para sua surpresa, recebeu uma informa\u00e7\u00e3o telep\u00e1tica de que uma nave havia descido a 60 m da casa sede com tr\u00eas tripulantes a bordo que se diziam amigos. Os mesmos se identificaram Zanatron, Monjuru e Norton.<\/p>\n<p>Norton chegou at\u00e9 a porta de tela da casa e transmitiu, telepaticamente, que ali estavam para recolher plantas e que permaneceriam por 45 minutos, aproximadamente. Devido \u00e0 escurid\u00e3o, e \u00e0 vis\u00e3o limitada atrav\u00e9s da tela, apenas percebeu-se o vulto, que parecia ter \u00f3culos de nata\u00e7\u00e3o. A sua altura era de aproximadamente 1,90 e seu f\u00edsico semelhante ao nosso. Os familiares foram aconselhados a n\u00e3o sair de casa, porque a nave lhes transmitiria uma radia\u00e7\u00e3o nociva aos seus corpos f\u00edsicos.<\/p>\n<p>Durante os 45 minutos de perman\u00eancia, um dos tripulantes transmitiu dados sobre a nave e seu funcionamento. O c\u00edrculo externo tinha 7 metros de di\u00e2metro, e o espa\u00e7o \u00fatil interno, 5m. A nave estaria pousada sobre tr\u00eas p\u00e9s, e os tripulantes entravam e sa\u00edam dela por uma esp\u00e9cie de levita\u00e7\u00e3o. Apesar de terem explicado o sistema de propuls\u00e3o, fomos posteriormente solicitados a n\u00e3o publicar este item.<\/p>\n<p>Em torno das 22h45, veio uma mensagem para a minha esposa dirigir-se \u00e0 janela, sozinha, e receber as sauda\u00e7\u00f5es de despedida. De repente um facho de luz branca, de incr\u00edvel pot\u00eancia, clareou a noite. Em seguida, outro facho, desta vez azul, come\u00e7ou a alternar com o facho branco. isso repetiu-se v\u00e1rias vezes enquanto a nave decolava. Por fim, perguntaram se ela gostara. (Ida ficou muito feliz e contente por esta demonstra\u00e7\u00e3o de cortesia pra com ela).<\/p>\n<p>No decorrer do tempo vieram outras mensagens destes e outros amigos de fora, que ser\u00e3o publicados oportunamente. Tamb\u00e9m fomos ensinados a nos aperfei\u00e7oar no uso da cromoterapia, em conjunto com a radiestesia. Resultados positivos, surpreendentes, alegram agora nosso cotidiano, pois vemos nossos amigos curarem-se dos males que antes nunca foram sequer aliviados pelo tratamento convencional e moderno&#8221;.<\/p>\n<h3>Investiga\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>No dia 21 de junho de 1984, o CIPEX (Centro de Investiga\u00e7\u00e3o e Pesquisa Exobiol\u00f3gica) esteve na clareira recolhendo amostras de vegeta\u00e7\u00e3o e do solo local. Todo esse material foi submetido a exame laboratorial e foi constatado alto \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o gama, que \u00e9 prejudicial \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>Constatamos \u201c<em>in loco<\/em>\u201d o depoimento do Sr. Salik e realmente ainda encontravam-se \u00e1rvores mortas no local. Somente uma vegeta\u00e7\u00e3o rasteira crescia no interior do c\u00edrculo. Dessa \u00e1rea foram coletadas amostras de folhas secas e verdes, gravetos, casca de \u00e1rvores mortas e terra.<\/p>\n<h2>An\u00e1lise do Material<\/h2>\n<p>No dia 25 de junho todo o material foi analisado nos Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises Cl\u00ednicas Frischmann Aisengart. Os resultados seguem abaixo:<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>Material<\/b><\/td>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>\u00cdndice<\/b><\/td>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>Observa\u00e7\u00e3o<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Folha Seca<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">18 CPM\u00a0\u00a0\u00a0 10% CV<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Primeiro maior indice de radia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Folha Verde<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">00 CPM\u00a0\u00a0\u00a0 11,2% CV<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Aus\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terra (1\u00aa Amostra)<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">13 CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Segundo maior \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terra (2\u00aa Amostra)<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">10 CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terceiro maior \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Madeira\/gravetos<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">\u00a00,4 CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Aus\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o\u00a0 &#8211; \u00cdndice toler\u00e1vel<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Posteriormente foi recolhida uma segunda amostra, pr\u00f3ximo ao local da clareira para compara\u00e7\u00e3o, mas nada foi constatado. At\u00e9 o momento n\u00e3o observamos nenhum fen\u00f4meno natural que produza radioatividade no meio de uma mata virgem. Os dados fornecidos pelo laborat\u00f3rio foram bastante significativos e com certeza os \u00edndices de radia\u00e7\u00e3o gama deveriam ser bem maiores em 1982 quando foi encontrada a clareira. Tanto o solo como as folhas que cresciam dentro da clareira at\u00e9 a \u00e9poca da pesquisa apresentavam elevado \u00edndice de radioatividade gama, o que torna o local bastante perigoso. Em entrevista com a fam\u00edlia Salik, soubemos que pessoas desinformadas que gostam de utilizar pir\u00e2mides, resolveram realizar medita\u00e7\u00e3o dentro da clareira por v\u00e1rias horas e possivelmente ficaram expostas a um alto \u00edndice de radioatividade. A radia\u00e7\u00e3o \u00e9 acumulativa e quanto mais nos expomos a ela mais nosso corpo acumula, levando certo tempo para termos um resultado nada satisfat\u00f3rio para a sa\u00fade. O perigo que este tipo de atividade pode voltar-se a si mesma tendo resultados catastr\u00f3ficos. Equipamento como um contador Geiger, muita cautela e informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o recomendados nesses tipos de casos.<\/p>\n<p>Na fazenda da fam\u00edlia Salik j\u00e1 ocorreram estranhos fen\u00f4menos ufol\u00f3gicos e especulamos que \u00e9 prov\u00e1vel que essa clareira tenha sido produzida por um O.V.N.I. cujo campo energ\u00e9tico causou a morte da vegeta\u00e7\u00e3o do local. \u00c9 poss\u00edvel que tenha ocorrido uma tentativa de pouso ou algum tipo de manobra do g\u00eanero.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_4492\" style=\"width: 290px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4492\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4492 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/antonina.png\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"180\" \/><p id=\"caption-attachment-4492\" class=\"wp-caption-text\">Cidade de Antonina, destacada em vermelho no mapa do Estado do Paran\u00e1<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4491\" style=\"width: 928px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4491\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4491 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/cascas.jpg\" alt=\"\" width=\"918\" height=\"1098\" \/><p id=\"caption-attachment-4491\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia do local onde o objeto pousou [cr\u00e9dito das imagens: Revista Planeta]<\/p><\/div>\n<div><div id=\"attachment_4489\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4489\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4489 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/cascas3-1024x655.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"655\" \/><p id=\"caption-attachment-4489\" class=\"wp-caption-text\">Vista da clareira onde o objeto pousou [cr\u00e9dito das imagens: Revista Planeta]<\/p><\/div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><div id=\"attachment_4490\" style=\"width: 885px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4490\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4490 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/cascas2.jpg\" alt=\"\" width=\"875\" height=\"958\" \/><p id=\"caption-attachment-4490\" class=\"wp-caption-text\">Amostras de plantas coletadas no local do pouso [cr\u00e9dito das imagens: Revista Planeta]<\/p><\/div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<h2 class=\"col-lg-8\">Refer\u00eancias:<\/h2>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<ul>\n<li>EQUIPE PLANETA. OVNI no Paran\u00e1: Contatos na Serra do Mar. Revista Planeta &#8211; Especial Ufologia, S\u00e3o Paulo, p. 6-9, mar\u00e7o 1984.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1982, uma familia testemunha o pouso de um disco voador em um s\u00edtio em Antonina (PR). Um tripulante se aproxima amistosamente. O Estado do Paran\u00e1 \u00e9 muito rico em ocorr\u00eancias ufol\u00f3gicas. No estado destacam-se registram-se in\u00fameros casos de observa\u00e7\u00e3o de estranhos objetos voadores, pousos e contatos com tripulantes destes objetos. 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