{"id":4850,"date":"2022-04-02T13:52:45","date_gmt":"2022-04-02T16:52:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4850"},"modified":"2025-04-22T13:11:57","modified_gmt":"2025-04-22T16:11:57","slug":"caso-feira-de-santana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/caso-feira-de-santana\/","title":{"rendered":"Caso Feira de Santana"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Intrigante caso de queda de OVNI e resgate de tripulantes, ocorrido na zona rural da cidade de Feira de Santana, Bahia, em 12 de janeiro de 1995.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"col-lg-8\">\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>Os pesquisadores Alberto Romero, do Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Z\u00eanite (G-PAZ), e Emanuel Paranhos, da Sociedade de Estudos Ufol\u00f3gicos de Lauro Freitas (SEULF), ambos localizados na Bahia, receberam uma inusitada correspond\u00eancia. Ela dava conta de que, na madrugada do dia 12 de janeiro de 1995, o fazendeiro conhecido como Beto Lima estava ca\u00e7ando tatu quando encontrou um objeto dentro de uma lagoa em sua fazenda. Vejamos o que dizia a carta:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>&#8220;Atrav\u00e9s desta carta, dirigida \u00e0 emissora de televis\u00e3o SBT, de S\u00e3o Paulo (SP), e ao jornal A Tarde, de Salvador (BA), os senhores poder\u00e3o avaliar, atrav\u00e9s de seu corpo de jornalistas ou por outros meios, a verdade do que afirmo. Infelizmente n\u00e3o posso assinar, nem me identificar como verdadeiramente gostaria, por fortes raz\u00f5es pessoais e profissionais, j\u00e1 que sou militar ainda na ativa, principal raz\u00e3o do meu anonimato na grave den\u00fancia que estou fazendo. Fiquei impressionado com a s\u00e9rie de reportagens apresentadas atrav\u00e9s do SBT, no programa do apresentador Carlos Massa (vulgo \u2018Ratinho\u2019). Confesso que antes n\u00e3o levava muito a s\u00e9rio o assunto, mas diante das declara\u00e7\u00f5es feitas por outros militares, senti-me encorajado a fazer isso\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>&#8220;Em janeiro de 1995, na madrugada do dia 12, aconteceu uma coisa muito s\u00e9ria nos arredores da cidade de Feira de Santana (BA). Houve um enorme apag\u00e3o, que deixou \u00e0s escuras toda a regi\u00e3o, e pelo que soube atrav\u00e9s de amigos, atingiu at\u00e9 a fronteira com o Estado do Sergipe. Pouco depois, chegou uma mensagem ao comando desta unidade (35\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria) e aproximadamente \u00e0s 05h30 (depois de terem sido canceladas todas as folgas) sa\u00edmos em tr\u00eas caminh\u00f5es rumo ao interior. Alguma coisa tinha acontecido numa fazenda das redondezas e pelo que rodamos, imagino ser algo em torno de 20 ou 25 km da cidade. N\u00e3o sab\u00edamos exatamente do que se tratava&#8221;.<\/em><\/p>\n<h2>Vasculhando a \u00e1rea<\/h2>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>&#8220;Quando l\u00e1 chegamos, pensamos que tivesse sido um rebate falso, j\u00e1 que tudo estava calmo. N\u00e3o havia fuma\u00e7a que indicasse um grande inc\u00eandio do pasto ou a queda de um avi\u00e3o, nem curiosos. Foi ent\u00e3o que percebemos o nervosismo do comandante, que sem d\u00favida sabia do que se tratava. Ele se encaminhou \u00e0 casa da fazenda, que estava fechada, e logo depois apareceu um empregado. O chefe perguntou rispidamente alguma coisa e o homem apressou-se em atend\u00ea-lo. Est\u00e1vamos com roupa de campanha, totalmente equipados e armados com muni\u00e7\u00e3o de guerra. O comandante pediu para abrir a casa e logo foi gritando para alguns soldados e oficiais o seguirem. Vasculharam rapidamente toda a resid\u00eancia e logo sa\u00edram carregando o que \u00e0 primeira vista pareceu-me ser um bicho pregui\u00e7a, que se debatia debilmente nos bra\u00e7os que o seguravam, estranhando a express\u00e3o de pavor ou nojo do soldado. Atr\u00e1s dele, outro carregava o que parecia uma crian\u00e7a de 6 ou 7 anos, bem franzina, possivelmente morta. Ambos os corpos foram rapidamente colocados na carroceria de um dos caminh\u00f5es, assim como alguns peda\u00e7os de metal brilhante\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>\u201cQuando iam sendo colocados (os corpos) em sacos de lona pl\u00e1stica, um dos soldados fez o sinal da cruz e junto com um palavr\u00e3o exclamou: \u2018&#8230; s\u00e3o bichos do outro mundo!\u2019 Ent\u00e3o me aproximei e um companheiro visivelmente nervoso sinalizou, apontando seu FAL para as criaturas. Arrepiei-me todo. Nunca tinha visto nada igual. O \u2018pregui\u00e7a\u2019 gemia e se contorcia, procurando ajuda, j\u00e1 que estava bastante ferido, e assim de perto dava para ver que n\u00e3o era um bicho pregui\u00e7a coisa nenhuma, mas cad\u00ea a coragem para toc\u00e1-lo? O outro era, a meu ver, mais assustador, porque seu rosto parecia mais ou menos com o de uma crian\u00e7a rec\u00e9m nascida ou coisa assim, mas era diferente, chegando a lembrar essas que morrem de fome e com olhos muito grandes. Entretanto, era grande demais para ser um rec\u00e9m nascido, j\u00e1 que media, pelos meus c\u00e1lculos, perto de um metro\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>\u201cN\u00e3o pude seguir observando porque o comandante chamou a todos, menos dois que ficaram guardando os corpos, para irmos at\u00e9 uma lagoa pr\u00f3xima, onde vimos algo parecido com um pequeno carro, parcialmente afundado junto \u00e0 margem. Ent\u00e3o puxamos para fora, o que foi f\u00e1cil demais porque era muito leve. Quase n\u00e3o nos atrev\u00edamos a falar e nossa comunica\u00e7\u00e3o era silenciosa, atrav\u00e9s de gestos. Nesse instante chegaram dois ve\u00edculos e v\u00e1rios indiv\u00edduos \u00e0 paisana, junto com dois ou tr\u00eas oficiais da Marinha, n\u00e3o me lembro bem, e se reuniram separadamente com nosso comandante. Algu\u00e9m cochichou que era do Serimar (Servi\u00e7o Secreto da Marinha) ou Cenimar (Centro de Informa\u00e7\u00f5es da Marinha) e acabaram tomando conta da opera\u00e7\u00e3o. Pelo menos foi o que me pareceu. O objeto foi carregado em outro caminh\u00e3o, onde tamb\u00e9m subiram dois dos que estavam \u00e0 paisana e um dos oficiais da Marinha\u201d.<\/em><\/p>\n<h2>Helic\u00f3ptero e Corpos<\/h2>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>\u201cN\u00e3o sa\u00edmos dali sem antes os chefes encostarem o \u2018pi\u00e3o\u2019 na parede e muito provavelmente darem uma grande \u2018prensa\u2019 no coitado. Antes de despontar para a estrada, paramos por alguns minutos at\u00e9 chegar um caminh\u00e3o tipo ba\u00fa, sem nenhuma identifica\u00e7\u00e3o, onde colocamos o objeto. Logo a seguir, um helic\u00f3ptero pousou rapidamente para carregar os corpos. Ao retornar ao quartel, fomos encaminhados para uma reuni\u00e3o com o comandante, na qual fomos instru\u00eddos e coagidos para guardar sigilo absoluto sobre os acontecimentos, por se tratar de algo referente \u00e0 Seguran\u00e7a Nacional, caso contr\u00e1rio ficar\u00edamos sujeitos \u00e0s penalidades cab\u00edveis. Sinto n\u00e3o poder dar maiores detalhes, mas por enquanto isso \u00e9 imposs\u00edvel, j\u00e1 que qualquer informa\u00e7\u00e3o que revelar pode denunciar minha identidade aos meus superiores\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>\u201cS\u00f3 posso acrescentar que esta opera\u00e7\u00e3o (n\u00e3o sei se houve alguma anterior a esta) serviu como padr\u00e3o para a deflagrada no Caso Varginha, ocorrida em Minas Gerais, j\u00e1 que os procedimentos foram id\u00eanticos e a grande falha a\u00ed foi ter envolvido outras pessoas e institui\u00e7\u00f5es, que acabaram facilitando o trabalho dos jornalistas e pesquisadores do assunto, o que aqui n\u00e3o aconteceu. Sinto-me melhor depois de escrever isso. N\u00e3o por ter quebrado o meu juramento, mas depois de saber de v\u00e1rios outros militares, l\u00e1 em Minas Gerais, que decidiram falar com os pesquisadores sobre o assunto, pensei bastante e achei que seria muito mais correto e honesto fazer o que fiz e desejar que os outros sigam meu exemplo. A \u00fanica coisa que me preocupa, depois do que soube, \u00e9 a sa\u00fade dos companheiros que pegaram nas criaturas e destro\u00e7os (em Minas morreu um soldado). Infelizmente nunca mais soube nada a esse respeito e se soubesse n\u00e3o poderia falar\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><em>\u201c\u2014 Um soldado brasileiro\u201d<\/em><\/p>\n<h2>Parecia um Bicho Pregui\u00e7a<\/h2>\n<p>Esta \u00e9 a \u00edntegra da carta recebida pelos pesquisadores Romero e Paranhos. Na madrugada do dia 12 de janeiro de 1995, o fazendeiro conhecido como Beto Lima estava ca\u00e7ando tatu quando encontrou um objeto dentro de uma lagoa em sua fazenda. \u201c<em>Aquilo era do tamanho de um fusca e estava boiando perto da beira<\/em>\u201d, disse. Com o aux\u00edlio de uma vara, ele conseguiu pux\u00e1-lo. \u201c<em>De repente, come\u00e7ou a sair um l\u00edquido gosmento de dentro do objeto e duas criaturas apareceram<\/em>\u201d. Segundo a descri\u00e7\u00e3o do senhor Beto, uma delas era peluda, com garras compridas e parecida com um bicho pregui\u00e7a, ainda estava viva, apesar dos ferimentos. A outra, similar a uma crian\u00e7a rec\u00e9m nascida, s\u00f3 que com um metro de altura, estava morta.<\/p>\n<p>O fazendeiro resgatou as duas criaturas, al\u00e9m do objeto, que mesmo sendo do tamanho de um carro era muito leve, e levou-os para dentro de casa. Primeiramente, quis vender o seu achado para a TV Suba\u00e9 e para os jornais locais. Toda a imprensa estava sabendo do fato. Isso deixou sua esposa, Dona M (nome mantido em sigilo para proteger a pessoa), muito nervosa, a ponto de certa vez pedir ao pesquisador Paranhos para que n\u00e3o procurasse mais seu marido, pois ele costumava beber e falar besteiras. Al\u00e9m do que, desde que o senhor Beto come\u00e7ou a contar a hist\u00f3ria, v\u00e1rias pessoas estranhas foram \u00e0 sua casa. Pessoas estranhas? Que pessoas? Militares, rep\u00f3rteres, curiosos? De qualquer forma, os investigadores n\u00e3o desistiram de buscar as informa\u00e7\u00f5es, embora Dona M sempre desmentisse. Ali\u00e1s, uma suspeita foi levantada por Paranhos e Romero: o senhor Beto tinha descrito os seres com detalhes impressionantes para uma pessoa que n\u00e3o possu\u00eda conhecimento sobre extraterrestres. O que acontecia agora \u00e9 que o pr\u00f3prio senhor Beto desligava o telefone quando os investigadores ligavam para sua casa.<\/p>\n<p>Mesmo sem muitas novidades sobre o ocorrido, eles continuaram as investiga\u00e7\u00f5es de maneira mais lenta. Com o epis\u00f3dio em Varginha, a \u00e2nsia por respostas come\u00e7ou a crescer entre os uf\u00f3logos. \u00c0 medida que o tempo foi passando foram surgindo mais informa\u00e7\u00f5es. Os militares tinham conseguido calar seus soldados at\u00e9 aquele momento, mas os civis envolvidos come\u00e7aram a se abrir. A senhora Ama Becker, freq\u00fcentadora das reuni\u00f5es do G-PAZ, por exemplo, comentou que seu ex-cunhado havia lhe contado que um funcion\u00e1rio da Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) falou algo sobre o epis\u00f3dio. Disse que verificava uma rede el\u00e9trica danificada, por causa de um blecaute, na madrugada no dia 12 de janeiro de 1995, quando avistou tr\u00eas caminh\u00f5es do ex\u00e9rcito sa\u00edrem do quartel do 35\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria, como mencionado na carta do \u201csoldado brasileiro\u201d. Quando eles viram o eletricista, pressionaram-no para que n\u00e3o comentasse nada com ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Com essas novas descobertas, Paranhos e Romero foram atr\u00e1s do eletricista, conhecido apenas como senhor E (nome preservado), a fim de confirmar o que tinham ouvido. Entraram ent\u00e3o em contato com ele e marcaram um hor\u00e1rio para o encontro. Chegando ao local, encontraram n\u00e3o somente a testemunha, mas tamb\u00e9m seu supervisor e gerente, que negaram toda a hist\u00f3ria. Diziam que somente lembravam-se do blecaute, mas n\u00e3o conheciam nenhum Beto. O caso ficou em suspenso at\u00e9 1998, quando outros fatos surgiram. Ap\u00f3s algumas entrevistas para a R\u00e1dio Sociedade de Feira de Santana, uma carta an\u00f4nima foi enviada ao G-PAZ, no endere\u00e7o daquela emissora, corroborando com as informa\u00e7\u00f5es prestadas pelo fazendeiro h\u00e1 tr\u00eas anos atr\u00e1s. Conforme dizia a carta \u201c<em>de um amigo<\/em>\u201d, pelo menos duas corpora\u00e7\u00f5es haviam participado da opera\u00e7\u00e3o de resgate do UFO e os mesmos membros foram amea\u00e7ados.<\/p>\n<h2>Surgem Novos Relatos<\/h2>\n<p>Ao l\u00ea-la, os investigadores decidiram procurar novamente o senhor Beto. Este tentou confundi-los, dizendo que o Beto que procuravam era outro, um tal de Paulo Humberto. Vendo que n\u00e3o tinham acreditado nessa nova vers\u00e3o, o senhor finalmente cedeu e desabafou. Por ser um sargento reformado, disse que recebia amea\u00e7as constantes de oficiais da Marinha brasileira. Contou tamb\u00e9m que o UFO possu\u00eda um sistema de camuflagem que refletia a paisagem ao seu redor, dificultando assim sua localiza\u00e7\u00e3o. Em 1999, eles receberam a carta do \u201csoldado brasileiro\u201d revelando os detalhes da opera\u00e7\u00e3o de resgate da nave e dos alien\u00edgenas citados. Mas e o avistamento da nave? Depois de interrogar v\u00e1rias testemunhas, os pesquisadores chegaram a dois relatos muito importantes, enviados pelo estudante universit\u00e1rio Marcos Ezequiel. O primeiro era de tr\u00eas rapazes, que afirmaram ter visto estranhas bolas de fogo caindo na cidade de Feira de Santana, pr\u00f3ximo \u00e0 fazenda do senhor Beto, em 1995.<\/p>\n<p>\u201cPor volta de 01h30, Rubens, Ant\u00f4nio e Adriano voltavam de uma festa quando viram uma grande bola luminosa que parecia emitir flashes. Sua colora\u00e7\u00e3o variava do verde ao vermelho e o objeto descia verticalmente em grande velocidade. Ap\u00f3s alguns segundos, ela desapareceu no horizonte\u201d, disse Marcos. Dois dias depois, outro estudante, chamado Rodolfo, presenciou a apari\u00e7\u00e3o de dois estranhos objetos met\u00e1licos, parecidos com avi\u00f5es, voando bem baixo, por volta das 21h30: \u201cEles eram estranhos, pois n\u00e3o tinham ilumina\u00e7\u00e3o ou qualquer s\u00edmbolo\u201d, continuou. Outra importante testemunha foi um vaqueiro da Fazenda Saco, chamado Jos\u00e9, que narrou ter observado um comboio militar vindo da cidade de Santan\u00f3polis, na manh\u00e3 seguinte ao blecaute, e \u00e0 noite um helic\u00f3ptero sobrevoou v\u00e1rias fazendas, inclusive a Fazenda Gravat\u00e1, de propriedade do senhor Beto.<\/p>\n<p>V\u00e1rios dos testemunhos recolhidos pelos pesquisadores mostraram uma movimenta\u00e7\u00e3o incomum de helic\u00f3pteros e comboios militares por pequenas cidades do interior da Bahia. Depois de todas essas informa\u00e7\u00f5es, mesmo que o quebra-cabe\u00e7a ainda n\u00e3o esteja completo, Alberto Romero e Emanuel Paranhos tra\u00e7aram os passos do que ocorreu naquele dia 12 de janeiro de 1995. Os sat\u00e9lites de vig\u00edlia norte-americanos teriam detectado a queda de um ou mais UFOs, sua trajet\u00f3ria e ponto de impacto. Como \u00e9 de se presumir, o governo dos EUA avisou o Ex\u00e9rcito Brasileiro, que por sua vez acionou as ag\u00eancias de Intelig\u00eancia e ordenou ao comando mais pr\u00f3ximo que realizasse a opera\u00e7\u00e3o de busca e resgate. Nesse caso, o \u00f3rg\u00e3o seria o Salvaero, da Base A\u00e9rea de Salvador. Posteriormente, eles teriam se juntado ao 35\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria. Pode ter havido outro resgate naquela mesma manh\u00e3, j\u00e1 que testemunhas pr\u00f3ximas \u00e0 Lagoa Berreca viram soldados indo naquela dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No entanto, esse poderia ser o in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o de recolhimento dos destro\u00e7os do UFO, da\u00ed a poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para o constante sobrev\u00f4o dos helic\u00f3pteros na regi\u00e3o. J\u00e1 as duas criaturas teriam sido encontradas na Lagoa Jenipapinho, na Fazenda Gravat\u00e1, e Beto teria dado falsas informa\u00e7\u00f5es para que os uf\u00f3logos pensassem que tudo tinha ocorrido na fazenda de Humberto, na Lagoa Berreca. O envolvimento da Marinha brasileira ficou expl\u00edcito na carta do \u201csoldado brasileiro\u201d e a partir de um alerta que Beto teria recebido dos seus ex-companheiros de farda. A Marinha teria levado os corpos para a Base Naval de Arat\u00fa. As investiga\u00e7\u00f5es continuam e a verdade um dia vai aparecer.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_4852\" style=\"width: 730px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4852\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4852 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"477\" srcset=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1.jpg 720w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-400x265.jpg 400w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-650x431.jpg 650w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-250x166.jpg 250w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-150x99.jpg 150w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-50x33.jpg 50w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-100x66.jpg 100w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-200x133.jpg 200w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-350x232.jpg 350w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-450x298.jpg 450w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-500x331.jpg 500w, https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/271972358_110527471523092_8102025606117558270_n-1-550x364.jpg 550w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><p id=\"caption-attachment-4852\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do Caso Feira de Santana, na arte de Bruce Oliver.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4854\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4854\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4854 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira02.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4854\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4855\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4855\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4855 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira03.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4855\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4853\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4853\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4853 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira01.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4853\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4856\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4856\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4856 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira04.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4856\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4861\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4861\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4861 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira09.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4861\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4857\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4857\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4857 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira05.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4857\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4859\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4859\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4859 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira07.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4859\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4858\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4858\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4858 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira06.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4858\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4862\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4862\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4862 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira10.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4862\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4860\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4860\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4860 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira08.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4860\" class=\"wp-caption-text\">Desenho do uf\u00f3logo Alberto Romero, representando detalhes do caso Feira de Santana.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4863\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4863\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4863 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira11.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4863\" class=\"wp-caption-text\">Fotografias do arquivo de Alberto Romero, de ve\u00edculos usados pelo Ex\u00e9rcito na regi\u00e3o.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4864\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4864\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4864 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/feira12.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"413\" \/><p id=\"caption-attachment-4864\" class=\"wp-caption-text\">Fotografias do arquivo de Alberto Romero, de ve\u00edculos usados pelo Ex\u00e9rcito na regi\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li><a href=\"http:\/\/ufos-wilson.blogspot.com.br\/2012\/05\/o-caso-roswell-nordestino-queda-de-ufo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/ufos-wilson.blogspot.com.br\/2012\/05\/o-caso-roswell-nordestino-queda-de-ufo.html<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/inpu.sites.uol.com.br\/quedasdeovnis.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/inpu.sites.uol.com.br\/quedasdeovnis.htm<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.viafanzine.jor.br\/site_vf\/ufovia\/entrevistas2.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.viafanzine.jor.br\/site_vf\/ufovia\/entrevistas2.htm<\/a><\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Intrigante caso de queda de OVNI e resgate de tripulantes, ocorrido na zona rural da cidade de Feira de Santana, Bahia, em 12 de janeiro de 1995. Os pesquisadores Alberto Romero, do Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Z\u00eanite (G-PAZ), e Emanuel Paranhos, da Sociedade de Estudos Ufol\u00f3gicos de Lauro Freitas (SEULF), ambos localizados na Bahia, receberam [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":4865,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[108,139,105,107],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4850"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4850"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4850\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7012,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4850\/revisions\/7012"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4865"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}