{"id":4878,"date":"2022-04-03T16:34:59","date_gmt":"2022-04-03T19:34:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=4878"},"modified":"2025-04-22T13:12:00","modified_gmt":"2025-04-22T16:12:00","slug":"caso-colombo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/caso-colombo\/","title":{"rendered":"Caso Colombo"},"content":{"rendered":"<section id=\"inner-headline\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"row\">\n<div id=\"resumo\" class=\"resumo\" style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Em 1997, uma senhora sofre uma experi\u00eancia de abdu\u00e7\u00e3o em Praia de Leste (PR). Semanas depois uma sonda queima a vegeta\u00e7\u00e3o ao lado de sua casa.<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<div>\n<p>O Caso Colombo foi inicialmente pesquisado pelo extinto Grupo de Estudos e Pesquisas Ufol\u00f3gicas de Curitiba (GEPUC). A primeira divulga\u00e7\u00e3o do caso ocorreu atrav\u00e9s do site GEPUC On-Line. Com a fus\u00e3o do GEPUC com o Centro de Investiga\u00e7\u00e3o e Pesquisa Exobiol\u00f3gica (CIPEX), o site transformou-se no CIPEX On-Line, antecessor de Fenomenum Home-Page. O caso permanece em aberto devido \u00e0 dificuldades emocionais enfrentadas pela v\u00edtima protagonista do caso. Tomei conhecimento do caso a partir de uma vizinha da v\u00edtima.<\/p>\n<p>Em 18 de maio de 1997 estive no local apurando e investigando os fatos. Fui at\u00e9 o local, onde supostamente desceu o objeto e constatei uma marca de 1 metro e 50 cm de comprimento por uns 7 cm de largura. Ela seguia em linha reta por quase um metro, ocorrendo um desvio de alguns graus. A marca estava embaixo de galhos de uma laranjeira. Os galhos mais baixos desta \u00e1rvore estavam a 1,70 m de altura.<\/p>\n<p>No local encontrei dois irm\u00e3os que teriam testemunhado o momento em que a estranha marca apareceu no seu quintal. A testemunhas principal, Rafael, com 10 anos de idade na \u00e9poca, afirmou que em 14 de maio de 1997 brincava na varanda de sua casa, de frente para o quintal. Ele e sua irm\u00e3 estavam sozinhos em casa aguardando o retorno de seus pais que haviam sa\u00eddo.<\/p>\n<p>Por volta das 22 horas Rafael observou que seu quintal iluminou-se. Imaginando tratar-se do autom\u00f3vel de seus pais ele olhou e o que viu era bem diferente de um ve\u00edculo terrestre. Tratava-se de um objeto redondo, com aproximadamente 10 cm de di\u00e2metro, que emitia uma forte luz vermelha. O objeto seguia em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 laranjeira do quintal. Pouco antes do impacto o objeto desceu, quase tocando o solo, para ent\u00e3o subir e seguir em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa de Maria, vizinha que morava na casa ao lado. Rafael, assustado, gritou para sua irm\u00e3, que assistia televis\u00e3o na sala. Os dois foram at\u00e9 o local onde o objeto passou e notaram um fogo azulado com uns 10 cm de altura. No local havia um cheiro ruim muito forte. Pouco tempo depois os pais das testemunhas chegaram em casa e viram a marca brigando com os dois irm\u00e3os julgando que eles tinham jogado fogo no local. Pouco depois os dois irm\u00e3o come\u00e7aram a sentir n\u00e1useas, dores de cabe\u00e7a, tonturas e formigamento pelo corpo. A pele de ambos tornou-se avermelhada e o inchada. A m\u00e3e das testemunhas preparou um ch\u00e1 medicinal que n\u00e3o fez efeito. Vendo que as testemunhas continuavam a passar mal eles resolveram lev\u00e1-los ao hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul.<\/p>\n<p>Foram coletadas 2 amostras de grama da marca, parte de uma laranjinha, um pequeno peda\u00e7o de PVC, amostras de solo coletadas na marca e amostras de grama distantes da marca, para compara\u00e7\u00e3o. Em todas as amostras coletadas foram detectadas anomalias.<\/p>\n<h3>Anomalias na Grama<\/h3>\n<p>Nas amostras de grama, as diferen\u00e7as entre as amostras coletadas na marca e aquelas coletadas longe da marca eram bem claras. As amostras eram de mesma esp\u00e9cie, e os locais de coleta distavam 5.5 metros. As amostras coletadas na marca e estavam chamuscadas por fora e bem cozidas por dentro. Este s\u00f3 pode ser produzido por radia\u00e7\u00e3o tipo microondas. A grama afetada estava com uma consist\u00eancia estranha, como se desidratada. Um dos dados mais interessantes relativo a estas gramas afetadas \u00e9 que elas permaneceram verdes por um ano e tr\u00eas meses ap\u00f3s a coleta. Na laranjinha encontrada na marca encontramos novos ind\u00edcios de radia\u00e7\u00e3o tipo microondas. Quando coletei o material escorreu muito suco que estava dentro do material. Ao abrir a casca constatei que todos os gomos estavam destru\u00eddos, n\u00e3o havia nenhum intacto. O efeito no material \u00e9 semelhante ao que ocorreria a um ovo colocado em um forno microondas. Passados tr\u00eas dias da coleta a casca da laranjinha se tornou muito dura. O peda\u00e7o de PVC, apresentava-se contorcido e deformado pelo calor. As amostras de terra n\u00e3o apresentavam nenhuma anomalia.<\/p>\n<h3>Estudos Posteriores<\/h3>\n<p>Estas amostras foram submetidas a testes em laborat\u00f3rios do Setor de Bot\u00e2nica da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR). Das amostras de grama foram feitas 7 l\u00e2minas permanentes para microsc\u00f3pio. Foram utilizados dois m\u00e9todos para confec\u00e7\u00f5es destas.<\/p>\n<p>No primeiro m\u00e9todo foram feitas 3 l\u00e2minas.Das amostras coletadas foram retiradas algumas partes para fixa\u00e7\u00e3o. As amostras foram mergulhadas em \u00e1gua destilada por 24 horas. Depois disto elas passaram por uma solu\u00e7\u00e3o de hipoclorito de s\u00f3dio, para despigmentar o material, por 24 horas. Depois disto o material foi hidratado em \u00e1gua destilada por 3 horas, sendo desidratado em uma bateria crescente de solu\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica, sendo mergulhado em solu\u00e7\u00e3o \u00e1lcool-xilol. Ap\u00f3s este processo as as amostras foram fixadas em l\u00e2minas permanentes.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de uma lupa especial de aumento 40X e de um microsc\u00f3pio \u00f3tico marca Nikon, observamos as amostras. Todos os vasos condutores estavam inteiros, sem deformidades. No entanto, nas regi\u00f5es afetadas, foram observados que as c\u00e9lulas tinham colora\u00e7\u00e3o amarelo-esverdeada. Um perito em corantes da Universidade afirmou que neste processo, o material vegetal perde toda sua pigmenta\u00e7\u00e3o ap\u00f3s ficar duas horas mergulhadas na solu\u00e7\u00e3o de hipoclorito de s\u00f3dio. O perito n\u00e3o soube explicar a raz\u00e3o da n\u00e3o despigmenta\u00e7\u00e3o no material afetado. Um detalhe interessante foi que as c\u00e9lulas do material afetado apresentam um espa\u00e7amento celular maior que o normal. Na Inglaterra, pesquisadores de c\u00edrculos ingleses fizeram o mesmo tipo de an\u00e1lise em trigos afetados e tamb\u00e9m foi constatado um espa\u00e7amento maior que o normal.<\/p>\n<p>No segundo m\u00e9todo de fixa\u00e7\u00e3o foram montadas quatro l\u00e2minas permanentes. As partes retiradas das amostras foram retiradas e mergulhadas por 24 horas em \u00e1gua destilada. Depois disto foram desidratadas em \u00e1lcool 70\u00b0 &#8211; 90\u00b0 e 100\u00b0, ficando mergulhadas duas horas em cada solu\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s isto as amostras foram mergulhadas em uma solu\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool absoluto e historresina, na propor\u00e7\u00e3o de 1:1, durante 5 horas. Ap\u00f3s um processo de polimeriza\u00e7\u00e3o o material \u00e9 microfonizado (cortado em fatias extremamente finas). O material \u00e9 colocado em l\u00e2mina, onde coloca-se o corante azul de toluidina sendo depois fixado. O corante utilizado real\u00e7a c\u00e9lulas, vasos condutores e tecidos. Nas observa\u00e7\u00f5es, estas l\u00e2minas n\u00e3o apresentaram deformidades, as nas regi\u00f5es afetadas n\u00e3o responderam bem ao processo. Apenas algumas regi\u00f5es afetadas pod\u00ea-se observar algo como uma massa disforme e escura. Novamente as amostras apresentavam espa\u00e7amento maior que o normal.<\/p>\n<p>Um outro teste foi realizado por mim visando reproduzir os efeitos observados em outras amostras de grama. Coletei amostras do mesmo tipo de grama, em dois hor\u00e1rios espec\u00edficos, 15:30 e 20 horas, submetendo-as a exposi\u00e7\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o microondas. Em um forno microondas convencional, coloquei amostras, em exposi\u00e7\u00f5es de 15 seg, 30seg, 1 mim, 2 mim, 3 mim, 4 mim, 5 mim e 10 mim. As amostras submetidas a 5 minutos de exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 que mais se assemelhavam \u00e0s originais. Os testes ainda continuam e assim que tivermos novidades sobre eles os publicaremos aqui.<\/p>\n<p>A amostra de PVC encontrada no local tamb\u00e9m revelou detalhes interessantes. Observando o material com uma lupa de aumento 40 X, eu descobri peda\u00e7os de grama fundidos ao PVC, provando que o mesmo foi aquecido ao ponto de derretimento no local da coleta. No lado oposto da grama, o material est\u00e1 carbonizado.<\/p>\n<h3>Abdu\u00e7\u00e3o em Praia de Leste<\/h3>\n<p>Um detalhe interessante, no relato de Rafael, \u00e9 que o objeto teria seguido em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa da senhora M.. Segundo informa\u00e7\u00f5es prestadas pelos vizinhos, M. teria entrado em p\u00e2nico ao saber do aparecimento do objeto. Na semana seguinte, voltamos ao local, desta vez para entrevistar M.. Esta testemunha nos contou que em uma noite do m\u00eas de abril estava com seus familiares em na praia de Praia de Leste (PR), jogando cartas, quando surgiu um objeto voador semelhante a um \u00f4nibus. O objeto era silencioso e iluminado. M. e sua filha sentiram um estranho e inc\u00f4modo zumbido no ouvido direito. M. se sentiu compelida a seguir para um lugar que ela n\u00e3o soube precisar. M. caminhou sozinha at\u00e9 uma praia deserta, onde o misterioso objeto desceu. Deste objeto desceram tr\u00eas seres estranhos, que possu\u00edam olhos grandes, vermelhos e fundos, cabe\u00e7a desproporcional ao corpo. No alto da cabe\u00e7a haviam duas protuber\u00e2ncias. Sua pele era muito estranha, parecendo enrugada, de colora\u00e7\u00e3o esverdeada. Um dos seres lhe disse telepaticamente: &#8220;Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 feliz aqui! Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 daqui! N\u00f3s vamos levar voc\u00ea conosco!&#8221;. M. em p\u00e2nico tentou lutar contra o seres, mas perdeu a consci\u00eancia. No dia seguinte pela manh\u00e3, seu filho a encontrou em uma praia, desacordada. Durante o per\u00edodo em que ficou fora de casa, seus familiares n\u00e3o notaram sua aus\u00eancia, o que \u00e9 estranho. A testemunha estava desorientada e confusa. Constamos, mais tarde, a exist\u00eancia de cinco manchas no joelho direito da testemunha. As manchas pareciam-se com hematomas, sendo todas do mesmo formato e tamanho e estavam alinhadas. Depois deste dia, M. passou por per\u00edodos de depress\u00e3o, ang\u00fastia, ansiedade e nervosismo. Segundo os vizinhos, M. deixou de conversar com vizinhos e se isolou. Notamos nas semanas seguintes que M. come\u00e7ava a beber procurando esquecer o ocorrido. A investiga\u00e7\u00e3o da abdu\u00e7\u00e3o continua e em breve poder\u00e1 ser melhor divulgado.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_4888\" style=\"width: 382px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4888\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4888 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/foto_10.jpg\" alt=\"\" width=\"372\" height=\"480\" \/><p id=\"caption-attachment-4888\" class=\"wp-caption-text\">Rafael apontando a marca deixada pela sonda<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4883\" style=\"width: 707px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4883\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4883 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colomb2-realce.jpg\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"528\" \/><p id=\"caption-attachment-4883\" class=\"wp-caption-text\">Acima fotografia da marca deixada pela sonda.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4884\" style=\"width: 707px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4884\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4884 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colomb2.jpg\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"528\" \/><p id=\"caption-attachment-4884\" class=\"wp-caption-text\">Acima fotografia da marca deixada pela sonda.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4885\" style=\"width: 707px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4885\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4885 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colomb3.jpg\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"530\" \/><p id=\"caption-attachment-4885\" class=\"wp-caption-text\">Detalhe do local onde foram encontrados o que restou de uma laranja, amostras de l\u00e3 e um peda\u00e7o de PVC.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4886\" style=\"width: 719px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4886\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4886 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colomb4.jpg\" alt=\"\" width=\"709\" height=\"528\" \/><p id=\"caption-attachment-4886\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisadores do CIPEX realizando medi\u00e7\u00f5es na marca deixada pela passagem do objeto.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4882\" style=\"width: 707px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4882\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4882 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colomb1.jpg\" alt=\"\" width=\"697\" height=\"531\" \/><p id=\"caption-attachment-4882\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia de amostras de grama coletadas no local. Observa-se suas pontas chamuscadas.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4889\" style=\"width: 628px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4889\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4889 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/mapacol.jpg\" alt=\"\" width=\"618\" height=\"285\" \/><p id=\"caption-attachment-4889\" class=\"wp-caption-text\">O Tri\u00e2ngulo amarelo delimita a propriedade onde mora a abduzida, nas proximidades da BR-116, sentido S\u00e3o Paulo. A linha laranja representa a trajet\u00f3ria tomada pela sonda.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4881\" style=\"width: 597px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4881\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4881 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/col3.jpg\" alt=\"\" width=\"587\" height=\"275\" \/><p id=\"caption-attachment-4881\" class=\"wp-caption-text\">Na imagem acima temos uma vis\u00e3o onde ocorreu o Caso Colombo. Em vermelho, temos assinalado a resid\u00eancia de M e dos irm\u00e3os Canalli, onde a sonda deixou vest\u00edgios. A seta amarela representa a trajet\u00f3ria de um outro objeto luminoso, desta vez do tamanho aproximado de um autom\u00f3vel, que passou sobre o Santa M\u00f4nica Clube de Campo, alguns meses depois da passagem da sonda. O Clube est\u00e1 situado a 2 Km de dist\u00e2ncia da casa dos protagonistas.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4887\" style=\"width: 1001px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4887\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4887 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/colombomapa01.jpg\" alt=\"\" width=\"991\" height=\"519\" \/><p id=\"caption-attachment-4887\" class=\"wp-caption-text\">Mapa da regi\u00e3o com a indica\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas locais de manifesta\u00e7\u00e3o ufol\u00f3gica: em (1) a passagem da sonda e resid\u00eancia da abduzida; em (2), o local de avistamento no Clube Santa M\u00f4nica; em (3) um caso de avistamento relatado em documento oficial da For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira (FAB).<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_4890\" style=\"width: 404px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4890\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4890 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pag1colombo.jpg\" alt=\"\" width=\"394\" height=\"562\" \/><p id=\"caption-attachment-4890\" class=\"wp-caption-text\">P\u00e1gina 1 do relat\u00f3rio da FAB sobre caso ocorrido na mesma regi\u00e3o<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_4891\" style=\"width: 405px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-4891\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-4891 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pag2colombo.jpg\" alt=\"\" width=\"395\" height=\"562\" \/><p id=\"caption-attachment-4891\" class=\"wp-caption-text\">P\u00e1gina 2 do relat\u00f3rio da FAB sobre caso ocorrido na mesma regi\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>Arquivos CIPEX<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1997, uma senhora sofre uma experi\u00eancia de abdu\u00e7\u00e3o em Praia de Leste (PR). Semanas depois uma sonda queima a vegeta\u00e7\u00e3o ao lado de sua casa. O Caso Colombo foi inicialmente pesquisado pelo extinto Grupo de Estudos e Pesquisas Ufol\u00f3gicas de Curitiba (GEPUC). A primeira divulga\u00e7\u00e3o do caso ocorreu atrav\u00e9s do site GEPUC On-Line. 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