{"id":5203,"date":"2022-04-06T11:06:16","date_gmt":"2022-04-06T14:06:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/?p=5203"},"modified":"2025-04-22T12:58:34","modified_gmt":"2025-04-22T15:58:34","slug":"antonina-terra-de-belezas-misterios-e-ufos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/antonina-terra-de-belezas-misterios-e-ufos\/","title":{"rendered":"Antonina &#8211; Terra de Belezas, Mist\u00e9rios e UFOs"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Lendas, folclore e Ufologia se misturam na Serra do Mar paranaense, especialmente na cidade de Antonina (PR). Casos impressionantes pesquisados mostram que a regi\u00e3o \u00e9 um dos hot spots do Brasil.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>Texto original de Jackson Luiz Camargo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil existem in\u00fameras cidades ou vilarejos que possuem uma grande riqueza cultural, natural e sobrenatural desconhecida do grande p\u00fablico. A cidade de Antonina, no litoral do Paran\u00e1 \u00e9 um exemplo t\u00edpico.<\/p>\n<p>Distante 77 quil\u00f4metros da cidade de Curitiba, Antonina possui aproximadamente 18 mil habitantes e muita hist\u00f3ria pra contar. \u00c9 uma das cidades mais antigas do Paran\u00e1, surgindo por volta de 1714, com a instala\u00e7\u00e3o de um pequeno povoamento voltado \u00e0 captura de \u00edndios e \u00e0 minera\u00e7\u00e3o. Com o desenvolvimento da cidade, surgiram fazendas alimentadas pelo trabalho escravo. Por volta de 1800, Antonina possu\u00eda 2300 habitantes, entre moradores da vila, agricultores, escravos, mineradores e bandidos atra\u00eddos pela descoberta de ouro aos p\u00e9s da Serra do Mar. Estes aspectos contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o de diversas lendas, algumas relacionadas aos escravos e tesouros enterrados e outras relacionadas ao mito folcl\u00f3rico da M\u00e3e d\u2019Ouro, que hoje sabemos tratar-se de fen\u00f4menos ufol\u00f3gicos aos quais falaremos adiante.<\/p>\n<div id=\"attachment_5209\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5209\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5209 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant7-1024x525.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"525\" \/><p id=\"caption-attachment-5209\" class=\"wp-caption-text\">Vista de Antonina em imagem a partir da Ba\u00eda de Antonina, em foto de Erly Welton Ricci.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de muito de sua gl\u00f3ria ter-se perdido no tempo, a cidade mant\u00e9m ainda vivos aspectos culturais \u00fanicos. Turistas visitam a cidade para conhecer as tradicionais balas de banana, produzidas artesanalmente no munic\u00edpio, ou apreciar as cacha\u00e7as artesanais e receitas t\u00edpicas de barreado que atraem paladares do mundo inteiro.<\/p>\n<p>A natureza exuberante impressiona. A cidade, localizada \u00e0s margens da ba\u00eda de Antonina \u00e9 cercada de pequenos morros, que oferecem vista bel\u00edssima tanto para a ba\u00eda quanto para a Serra do Mar, que surge imponente \u00e0 alguns quil\u00f4metros do centro da cidade. A montanha mais alta do sul do Brasil, o Pico Paran\u00e1 (com 1922m de altura), est\u00e1 localizada no trecho da Serra do Mar pertencente ao munic\u00edpio. Originados na serra, in\u00fameros rios cortam a regi\u00e3o, oferecendo esportes de aventura, pesca e lazer.<\/p>\n<div id=\"attachment_5207\" style=\"width: 910px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5207\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5207 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant2.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"554\" \/><p id=\"caption-attachment-5207\" class=\"wp-caption-text\">Pico Paran\u00e1, ponto culminante da regi\u00e3o Sul do Brasil onde avistamento de UFOs s\u00e3o constantes.<\/p><\/div>\n<p>Com tantos atrativos, Antonina \u00e9 \u00fanica, atraindo turistas tradicionais e outros mais incomuns que assustam e impressionam. \u00c9 dif\u00edcil achar algu\u00e9m na cidade que n\u00e3o tenha uma hist\u00f3ria para contar sobre algo estranho, an\u00f4malo, ufol\u00f3gico ou sobrenatural. \u00c9 uma cidade onde qualquer pesquisador de temas ins\u00f3litos se sentiria em casa.<\/p>\n<div id=\"attachment_5208\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5208\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5208 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant4-1024x739.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"739\" \/><p id=\"caption-attachment-5208\" class=\"wp-caption-text\">Vista da cidade de Antonina a partir do Mirante da Pedra. Ba\u00eda de Antonina ao fundo, palco de diversos relatos de naves e seres estranhos.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a name=\"historia\"><\/a><\/p>\n<h3>Hist\u00f3ria<\/h3>\n<p>Embora o povoamento de Antonina tenha ocorrido apenas no s\u00e9culo 18, a regi\u00e3o era habitada h\u00e1 aproximadamente 10 mil anos por \u00edndios de v\u00e1rias etnias, que praticavam a ca\u00e7a, a pesca e a agricultura. A maioria era n\u00f4made, deixando v\u00e1rios sinais de sua passagem pela regi\u00e3o. Entre estas se destacam os chamados Sambaquis, que s\u00e3o aterros formados em sua maioria por moluscos e ossos de animais consumidos por estas tribos. Estes aterros, alguns com at\u00e9 25 metros de altura, eram sagrados e neles tamb\u00e9m ocorriam eventos religiosos e sepultamentos. A ilha do Corisco, situada na ba\u00eda de Antonina, possui um dos sambaquis mais importantes. Nele, ainda hoje s\u00e3o encontrados restos humanos agu\u00e7ando a imagina\u00e7\u00e3o dos moradores locais e estimulando o surgimento de novos mitos e lendas.<\/p>\n<div id=\"attachment_5210\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5210\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5210 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant14.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><p id=\"caption-attachment-5210\" class=\"wp-caption-text\">S\u00edtios arqueol\u00f3gicos s\u00e3o comuns em Antonina. Os mais famosos s\u00e3o os Sambaquis que s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es compostas de restos de conchas e mariscos usados em alimenta\u00e7\u00e3o, ou antigos locais de sepultamento de membros de tribos que existiam na regi\u00e3o.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Possivelmente, tal aura de mist\u00e9rio que paira sobre a cidade influi at\u00e9 mesmo em atividades humanas bem atuais relacionadas \u00e0 cidade. A aproximadamente 30 km do centro de Antonina est\u00e1 instalada a Usina Hidrel\u00e9trica Parigot de Souza. Trata-se de uma instala\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. As caracter\u00edsticas desta obra impressionam, pois sua barragem situa-se \u00e0s margens da Rodovia R\u00e9gis Bittencourt (BR-116), na regi\u00e3o metropolitana de Curitiba. Da barragem, a \u00e1gua \u00e9 conduzida por um t\u00fanel de aproximadamente 15 km, escavado em rocha e com um desn\u00edvel de 756 metros. Devido \u00e0 estas caracter\u00edsticas, boatos relacionados \u00e0 Usina misturam-se com hist\u00f3rias de cavernas subterr\u00e2neas que come\u00e7ariam na Serra do Mar Paranaense e terminariam nos Andes. Conta-se que por este caminho, ind\u00edgenas brasileiros e incas teriam mantido rela\u00e7\u00f5es em per\u00edodos anteriores ao descobrimento do Brasil.<\/p>\n<div id=\"attachment_5211\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5211\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5211 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant15.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"332\" \/><p id=\"caption-attachment-5211\" class=\"wp-caption-text\">Ru\u00ednas de uma usina abandonada na regi\u00e3o.<\/p><\/div>\n<p>Outra pol\u00eamica envolvendo esta Usina refere-se \u00e0 uma pir\u00e2mide que existiria em um local ermo e estaria escondida pela densa vegeta\u00e7\u00e3o. Para uns, ela estaria escondida pela vegeta\u00e7\u00e3o aos p\u00e9s da Serra da Farinha Seca, que \u00e9 apenas uma entre as v\u00e1rias cadeias de montanhas que comp\u00f5em a Serra do Mar. De fato, quem fizer o passeio de trem entre Curitiba e Morretes, com tempo limpo pode ver uma forma\u00e7\u00e3o piramidal aos p\u00e9s desta cadeia de montanhas. Para outros, por\u00e9m, ela estaria pr\u00f3xima \u00e0 cadeia de montanhas da serra Ibitiraquire, onde situa-se o pico Paran\u00e1. Em ambos os casos, tal pir\u00e2mide n\u00e3o estaria muito longe da sede da Usina.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 grande quantidade e as caracter\u00edsticas de suas montanhas, a Serra do Mar Paranaense foi ber\u00e7o do montanhismo e alpinismo no Brasil. Na regi\u00e3o de Curitiba existem diversos montanhistas que s\u00e3o consideradas lendas deste esporte, al\u00e9m de associa\u00e7\u00f5es dedicadas \u00e0 este esporte. Alguns dos montanhistas mais antigos, profundos conhecedores dos segredos da Serra do Mar, afirmam que tal pir\u00e2mide realmente existe e estaria em local de dif\u00edcil acesso. Um deles, que n\u00e3o deseja ser identificado, afirma categoricamente que esteve pr\u00f3ximo \u00e0 base da pir\u00e2mide e que ao perceber que estava sendo seguido escondeu-se na mata para ver quem o seguia. Pouco tempo depois avistou militares armados andando pela mata, o que sugere que a pir\u00e2mide, se existir, seria protegida por militares. O que seria mito e o que seria real em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 esta pir\u00e2mide?<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos descobriu-se uma pir\u00e2mide muito antiga na serra do mar dentro do estado de S\u00e3o Paulo. Embora tenha sido muito noticiado na \u00e9poca, hoje nada se comenta sobre ela.<\/p>\n<p>Em se tratando da poss\u00edvel pir\u00e2mide paranaense, todos os montanhistas concordam que se ela de fato existir, sua explora\u00e7\u00e3o geraria um grave impacto ambiental no trecho de mata atl\u00e2ntica mais preservado do pa\u00eds, o que talvez justifique a pol\u00edtica de sigilo em torno do assunto.<\/p>\n<div id=\"attachment_5212\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5212\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5212 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant16-1024x681.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"681\" \/><p id=\"caption-attachment-5212\" class=\"wp-caption-text\">Outra usina, a Parigot de Sousa, foi constru\u00edda abaixo da Serra do Mar. A barragem situa-se na regi\u00e3o metropolitana de Curitiba, onde a \u00e1gua \u00e9 captada, descendo por t\u00faneis subterr\u00e2neos abaixo da Serra do Mar onde ela alimenta as turbinas.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5213\" style=\"width: 290px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5213\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5213 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant19.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"401\" \/><p id=\"caption-attachment-5213\" class=\"wp-caption-text\">Ambiente interno da Usina Parigot de Sousa<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5214\" style=\"width: 321px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5214\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5214 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant20.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"207\" \/><p id=\"caption-attachment-5214\" class=\"wp-caption-text\">Uma das cavernas da Usina Parigot de Sousa<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5215\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5215\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5215 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant24-1024x785.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"785\" \/><p id=\"caption-attachment-5215\" class=\"wp-caption-text\">Imagem a\u00e9rea da Usina<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5216\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5216\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5216 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant26.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"805\" \/><p id=\"caption-attachment-5216\" class=\"wp-caption-text\">Vista a\u00e9rea de toda a regi\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5217\" style=\"width: 441px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5217\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5217 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant27.jpg\" alt=\"\" width=\"431\" height=\"367\" \/><p id=\"caption-attachment-5217\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5218\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5218\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5218 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant28.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"369\" \/><p id=\"caption-attachment-5218\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5219\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5219\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5219 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant29.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5219\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5220\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5220\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5220 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant30.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5220\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5221\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5221\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5221 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant31.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5221\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5222\" style=\"width: 451px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5222\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5222 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant32.jpg\" alt=\"\" width=\"441\" height=\"375\" \/><p id=\"caption-attachment-5222\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5223\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5223\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5223 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant33.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5223\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5224\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5224\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5224 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant34.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5224\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5225\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5225\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5225 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant35.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5225\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5226\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5226\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5226 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant36.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5226\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5227\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5227\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5227 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant37.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"370\" \/><p id=\"caption-attachment-5227\" class=\"wp-caption-text\">Imagens da suposta pir\u00e2mide obtidas atrav\u00e9s do Google Earth<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_5228\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5228\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5228 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/ant38.jpg\" alt=\"\" width=\"435\" height=\"326\" \/><p id=\"caption-attachment-5228\" class=\"wp-caption-text\">Fotografia de uma suposta pir\u00e2mide existente na Serra do Mar<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a name=\"lendas\"><\/a><\/p>\n<h3>Lendas e Ufologia<\/h3>\n<p>Outras lendas antoninenses relacionam-se mais diretamente com fatos ufol\u00f3gicos. A lenda da Cigana Bartira \u00e9 uma delas Segundo a lenda, certa vez um grupo de ciganos teria chegado \u00e0 cidade e acampado onde hoje situa-se a pra\u00e7a Coronel Macedo. Bartira era filha do chefe do grupo e possu\u00eda uma \u00e9gua pampa com a qual sa\u00eda pela cidade e arredores, indo banhar-se nas \u00e1guas da ba\u00eda. Certa vez, a \u00e9gua retornou sem sua dona, causando como\u00e7\u00e3o entre o grupo e alguns moradores locais. Ap\u00f3s uma r\u00e1pida busca encontraram a jovem morta ap\u00f3s ter batido a cabe\u00e7a em uma pedra durante um mergulho. Por ser cigana, o padre local n\u00e3o permitiu que fosse enterrada no cemit\u00e9rio local, sendo portanto sepultada no pr\u00f3prio acampamento. Pouco tempo depois o grupo partiu de Antonina deixando para tr\u00e1s a \u00e9gua que ficou vagando nas proximidades do t\u00famulo sua dona at\u00e9 sua morte tempos depois. N\u00e3o demorou e moradores da regi\u00e3o come\u00e7aram a ver uma \u00e9gua sem cabe\u00e7a que aparecia pela regi\u00e3o em determinadas noites. Esta lenda \u00e9 similar \u00e1 lenda da mula-sem-cabe\u00e7a t\u00e3o conhecida no Brasil inteiro. Segundo o veterano uf\u00f3logo Ant\u00f4nio Faleiro, o mito folcl\u00f3rico da mula-sem-cabe\u00e7a seria na verdade um evento ufol\u00f3gico mal interpretado pela popula\u00e7\u00e3o que na realidade seria um objeto voador, a baixa altura emitindo luz direcionada a partir de um foco de luz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da lenda da cigana Bartira, existem hist\u00f3rias envolvendo a M\u00e3e d\u2019 Ouro, surgidas nos tempos de garimpo e repassadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o at\u00e9 os dias de hoje. Assim como a Mula-sem-cabe\u00e7a, a M\u00e3e do Ouro seria um evento ufol\u00f3gico mal interpretado pela popula\u00e7\u00e3o. Um dos contos existentes na regi\u00e3o descreve como um escravo chamado Jer\u00f4nimo, trabalhava num garimpo na regi\u00e3o de Antonina. Segundo a lenda, este escravo teria visto a M\u00e3e do Ouro descendo em um pequeno morro da regi\u00e3o. O escravo ent\u00e3o subiu at\u00e9 o local onde deparou-se com uma mulher resplandecente que lhe deu pepitas de ouro que ele entregou ao seu senhor.<\/p>\n<p><a name=\"casos\"><\/a><\/p>\n<h3>Casos Impressionantes<\/h3>\n<p>Nos dias de hoje, Antonina continua sendo palco de eventos ufol\u00f3gicos e sobrenaturais. Embora a maioria da popula\u00e7\u00e3o seja evang\u00e9lica e alegadamente c\u00e9tica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3rias estranhas, \u00e9 muito comum hist\u00f3rias envolvendo esp\u00edritos e assombra\u00e7\u00f5es, tanto em ambiente urbano como em ambiente rural.<\/p>\n<p>Em 2007, pescadores locais estavam assustados com boatos de uma cobra gigante que estaria sendo vista \u00e0 noite na Ba\u00eda de Antonina. As apari\u00e7\u00f5es duraram aproximadamente seis meses e terminaram abruptamente sem que ningu\u00e9m pudesse capturar ou identificar o estranho animal.<\/p>\n<p>Em se tratando de casos ufol\u00f3gicos, as ocorr\u00eancias s\u00e3o constantes. Entre fevereiro, mar\u00e7o, abril e maio de 2007, um UFO de grandes dimens\u00f5es foi observado no distrito rural de Rio Pequeno, aos p\u00e9s da serra. O aparelho era esf\u00e9rico, com aproximadamente 80 metros di\u00e2metro e extremamente silencioso. Uma das testemunhas, o Sr. Ant\u00f4nio Pinheiro avistou o objeto em pelo menos tr\u00eas ocasi\u00f5es. Em cada uma destas apari\u00e7\u00f5es, animais da regi\u00e3o apareceram mortos sem os olhos. Em uma das apari\u00e7\u00f5es, Ant\u00f4nio p\u00f4de observar duas pessoas a bordo do aparelho, que em dado momento emitiu um facho de luz iluminando grande parte das montanhas locais. Impressionado com tais fatos, o sitiante procurou a sede do IBGE, no munic\u00edpio, acreditando que eles teriam interesse em investigar tais fatos. Uma representante do \u00f3rg\u00e3o contatou os grupos CIPEX e GIFMAT que estiveram investigando este caso na regi\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 muito distante da sede da Usina Parigot de Sousa, j\u00e1 citada.<\/p>\n<div id=\"attachment_5206\" style=\"width: 970px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5206\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5206 size-full\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/riopequeno9.png\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"670\" \/><p id=\"caption-attachment-5206\" class=\"wp-caption-text\">Representa\u00e7\u00e3o do avistamento ocorrido na regi\u00e3o do Rio Pequeno, em 2007.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o muito distante do distrito Rio Pequeno temos o bairro do Saiv\u00e1, onde ocorreu um importante caso de pouso e contato com tripulantes, no ano de 1982. O caso permaneceu desconhecido por alguns meses at\u00e9 ser publicado na revista Planeta \u2013 Especial Ufologia, de mar\u00e7o e 1984. A seguir temos o depoimento da testemunha principal do caso, o Sr. Gustavo Salick, que comp\u00f5em o artigo da referida revista:<\/p>\n<p>&#8220;Em meados de julho de 1982, um amigo da fam\u00edlia, o senhor Wildegart, e meus dois filhos, Daniel e Paulo Augusto, ao fazerem um passeio pelo campo, se depararam com uma clareira na mata virgem. A vegeta\u00e7\u00e3o estava morta e inteiramente seca at\u00e9 as ra\u00edzes, e a clareira era exatamente circular. A \u00e1rea queimada possu\u00eda a forma de um cone truncado, tendo o circulo superior um di\u00e2metro de aproximadamente 14m, e o inferior, de 7m.<\/p>\n<p>Via-se nitidamente que o circulo superior tinha, na parte externa, arvores verdes, sendo que os galhos do interior do c\u00edrculo estavam secos. A vegeta\u00e7\u00e3o rasteira permaneceu morta e seca por seis meses, mas as \u00e1rvores &#8211; de 10m de altura &#8211; est\u00e3o secas at\u00e9 hoje (29\/11\/1983). Agora, no solo do circulo interno, nasceu uma nova vegeta\u00e7\u00e3o rasteira. E, ao longo de uma picada, pode-se notar alguma vegeta\u00e7\u00e3o seca, espor\u00e1dica, a uma dist\u00e2ncia de at\u00e9 100 metros do circulo. Conv\u00e9m lembrar que esta regi\u00e3o litor\u00e2nea, com chuva frequente, est\u00e1 recoberta de um verde abundante, n\u00e3o existindo vegeta\u00e7\u00e3o seca\u201d.<\/p>\n<p>A origem do c\u00edrculo permaneceu um mist\u00e9rio at\u00e9 final de outubro do mesmo ano, quando por volta das 22 horas ocorreu um fato inesperado. A esposa de Gustavo Salick, seu filho e um amigo da fam\u00edlia ouviram um zumbido penetrante que assustou as testemunhas. Repentinamente, Paulo Salick recebeu, telepaticamente, a informa\u00e7\u00e3o de que uma nave, com tr\u00eas tripulantes, havia descido ao solo, a 60 metros da casa da fam\u00edlia. Um dos tripulantes se aproximou da casa da fam\u00edlia e informou telepaticamente que estavam ali colhendo amostras de plantas para estudos e que permaneceriam ali por aproximadamente 45 minutos. Atrav\u00e9s das janelas da casa, as testemunhas puderam observar apenas um vulto na escurid\u00e3o, n\u00e3o podendo identificar muitos detalhes. O tripulante aparentava ter aproximadamente 1,90m de altura, tendo corpo aparentemente humano e usando algo semelhante \u00e0 um \u00f3culos de nata\u00e7\u00e3o. Este tripulante pediu que as testemunhas n\u00e3o sa\u00edssem de casa, porque a radia\u00e7\u00e3o emitida pelo aparelho seria nociva \u00e0 elas. Ele tamb\u00e9m forneceu alguns detalhes sobre a nave que utilizavam, que teria aproximadamente 7 metros de di\u00e2metro e estaria pousada sobre tr\u00eas hastes. O acesso dos tripulantes ao objeto seria por um sistema de levita\u00e7\u00e3o. Ao final de 45 minutos, o aparelho decolou, emitindo luzes multicoloridas de grande intensidade. Nos meses que se seguiram, Gustavo Salick e alguns membros da fam\u00edlia continuaram recebendo mensagens dos tripulantes do aparelho onde eles ensinaram t\u00e9cnicas de curas usando radiestesia e cromoterapia, que se tornou a atividade principal de Gustavo Salick nos anos seguintes.<\/p>\n<p><a name=\"investigacao\"><\/a><\/p>\n<h3>Investiga\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>No dia 21 de junho de 1984, uma equipe do CIPEX esteve na clareira recolhendo amostras de vegeta\u00e7\u00e3o e do solo local, constatando que ainda haviam arvores mortas no local e somente uma vegeta\u00e7\u00e3o rasteira crescia no interior do c\u00edrculo. Dessa \u00e1rea foram coletadas amostras de folhas secas e verdes, gravetos, casca de \u00e1rvores mortas e terra. Todo este material foi submetido a exame laboratorial e foi constatado alto \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o gama, que \u00e9 prejudicial \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>No dia 25 de junho, todo o material coletado foi analisado nos Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises Cl\u00ednicas Frischmann Aisengart, em Curitiba, obtendo-se os seguintes resultados:<\/p>\n<div align=\"center\">\n<table border=\"1\" cellspacing=\"1\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>Material<\/b><\/td>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>\u00cdndice<\/b><\/td>\n<td bgcolor=\"#EBEBEB\"><b>Observa\u00e7\u00e3o<\/b><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Folha verde<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">18CPM\u00a0\u00a0 10%CV<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Primeiro maior \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o gama<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Folha Seca<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">00CPM\u00a0\u00a0 11,2% CV<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Aus\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o gama<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terra (primeira amostra)<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">13CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Segundo maior \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o gama<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terra (segunda amostra)<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">10CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Terceiro maior \u00edndice de radia\u00e7\u00e3o gama<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">Madeira\/gravetos<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">0,4CPM<\/td>\n<td bgcolor=\"#F5F5F5\">aus\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o gama &#8211; \u00edndice toler\u00e1vel<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p>Posteriormente foi recolhida uma segunda amostra, pr\u00f3ximo ao local da clareira para compara\u00e7\u00e3o, mas nada foi constatado. N\u00e3o se conhece qualquer fen\u00f4meno natural que produza radioatividade no meio de uma mata virgem. Os dados fornecidos pelo laborat\u00f3rio foram bastante significativos e com certeza os \u00edndices de radia\u00e7\u00e3o gama deveriam ser bem maiores em 1982 quando foi encontrada a clareira. Tanto o solo como as folhas que cresciam dentro da clareira at\u00e9 a \u00e9poca da pesquisa apresentavam elevado \u00edndice de radioatividade gama, o que torna o local bastante perigoso.<\/p>\n<p>Os pousos na ch\u00e1cara dos Salick n\u00e3o foram os \u00fanicos ocorridos no munic\u00edpio. Anos antes, ocorreu um pouso de um UFO em uma ch\u00e1cara nos arredores da cidade. O local onde o objeto pousou ficou calcinado e durante um longo tempo nada nasceu no local. Esta ch\u00e1cara era de propriedade de um dos mais importantes jornalistas do Paran\u00e1, que quando vivo era dono de uma grande rede de comunica\u00e7\u00e3o no estado. Por ordem deste jornalista, o caso permaneceu em sigilo at\u00e9 2007, quando o caseiro da ch\u00e1cara contou \u00e0 este autor os detalhes do caso. Infelizmente, devido ao tempo j\u00e1 decorrido entre o caso e sua divulga\u00e7\u00e3o nenhum vest\u00edgio f\u00edsico p\u00f4de ser encontrado no local.<\/p>\n<h3>Nho Belarmino e Nh\u00e1 Gabriela<\/h3>\n<p>Nho Belarmino e Nh\u00e1 Gabriela s\u00e3o personalidades da cidade de Antonina, chegando a morar na cidade durante parte de suas vidas. Conta-se que a dupla sertaneja estava na porta de casa quando testemunharam a apari\u00e7\u00e3o e pouso de um disco voador pr\u00f3ximo \u00e0 cidade.<\/p>\n<h3>Outros Pousos<\/h3>\n<p>Outro caso mais recente ocorreu \u00e0s margens da rodovia PR-408, que permite acesso \u00e0 cidade de Antonina. A testemunha deste caso morava em uma ch\u00e1cara \u00e0s margens da rodovia e em determinada noite assistia um programa televisivo. Repentinamente, um clar\u00e3o intenso entrou pelas janelas iluminando todo o ambiente. No dia seguinte, pela manh\u00e3 ela observou que haviam tr\u00eas sulcos formando um tri\u00e2ngulo, no campo pr\u00f3ximo \u00e0 sua casa. Na parte interna deste tri\u00e2ngulo a vegeta\u00e7\u00e3o estava levemente mais seca do que na parte externa. Alguns dias depois, uma equipe do CIPEX esteve no local investigando o fato. Durante a investiga\u00e7\u00e3o, amostras de solo e plantas foram coletadas para an\u00e1lises em laborat\u00f3rio. Tais an\u00e1lises n\u00e3o revelaram quaisquer anormalidades, tanto no solo quanto nas plantas.<\/p>\n<div id=\"attachment_5205\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-5205\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-5205 size-large\" src=\"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/antonina5-1024x681.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"681\" \/><p id=\"caption-attachment-5205\" class=\"wp-caption-text\">Estranhas marcas que surgiram no gramado no S\u00edtio Feliz, na zona rural de Antonina, em 2003.<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os casos relacionados neste texto s\u00e3o apenas uma pequena parcela que chegou ao conhecimento dos estudiosos. Existe ainda uma quantidade muito maior, jamais relatada a outras pessoas fora dos c\u00edrculos \u00edntimos e familiares das testemunhas. Cabe aos pesquisadores o trabalho de garimpar tais casos, investigando-os minuciosamente, eliminando erros, fraudes e mistifica\u00e7\u00f5es. A seriedade na pesquisa ufol\u00f3gica, o respeito \u00e0s testemunhas, a firmeza para discenir fatos de fantasias e a supera\u00e7\u00e3o dos anseios pessoais em prol da verdade dos acontecimentos s\u00e3o obriga\u00e7\u00f5es para aqueles que se dedicam \u00e0 pesquisa do desconhecido. S\u00f3 assim poderemos descobrir quem s\u00e3o os seres que nos visitam e o que pretendem com suas incurs\u00f5es em nosso planeta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Refer\u00eancias:<\/h2>\n<hr \/>\n<ol>\n<li>Arquivos CIPEX<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lendas, folclore e Ufologia se misturam na Serra do Mar paranaense, especialmente na cidade de Antonina (PR). Casos impressionantes pesquisados mostram que a regi\u00e3o \u00e9 um dos hot spots do Brasil. Texto original de Jackson Luiz Camargo &nbsp; No Brasil existem in\u00fameras cidades ou vilarejos que possuem uma grande riqueza cultural, natural e sobrenatural desconhecida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":5204,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false},"categories":[112,113],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5203"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5203"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5203\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7120,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5203\/revisions\/7120"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5204"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fenomenum.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}