Os Casos Limak

Por: Fenomenum Comentários: 0

Na casuística ufológica é muito comum casos de abdução seriada, onde uma pessoa é abduzida várias vezes ao longo de sua vida. Geralmente, tais pessoas passam por outras situações estranhas que deixam pesquisadores intrigados. 


Neste artigo:

  • Introdução
  • Situações estranhas em Ourinhos (SP)
  • O apartamento bizarro e uma possível abdução
  • Casos aleatórios de avistamentos
  • Caso do homem da praia
  • Fonte

Introdução

Por questões particulares me chamarei “David”, contudo para não me alongar nos casos particulares de minha mãe, quero começar com um caso estranho que já ocorreu quando eu ainda era bebê.

Estávamos viajando, minha mãe e meu padrasto e eu na região do Mato Grosso, em 1981 e nesse período a região estava ainda em desenvolvimento, então quase não tinha grandes movimentos de carros e pessoas, muitos lugares desertos sem acesso.

O ônibus em que viajávamos resolveu parar em um pequeno restaurante e todos estavam exaustos e desceram rapidamente para irem ao banheiro e tentar comer alguma coisa.

Então minha mãe ficou no ônibus ainda ajeitando as coisas e eu estava em um cesto. Quando ela percebeu rapidamente um homem moreno estava me levando para fora do ônibus, então ela gritou pedindo socorro e este homem desconhecido saiu correndo em direção ao matagal, muitas pessoas correm atrás para tentar pegar este homem, más não o encontraram.

Passado os anos muitas coisas interessantes aconteciam na vida de David e talvez uma das mais marcantes foi O CASO ROSÁRIO, ocorrido por volta da meia noite de 23 de Dezembro de 1986, na cidade de Rosário do Sul (RS).

Rosário é uma cidade gaúcha bem conhecida. Nós morávamos em uma casa tipo “sobrado” como poderão ver nas fotos a seguir. Tinha por volta de 6 anos, e esta casa tinha como fundo o Rio Rosário, lembro-me que minha mãe dizia: “Não chegue perto daquele portão filho“. Porque aquele portão dava acesso a um tipo de píer, basicamente a casa estava com os fundos quase na água do rio.

O sobrado onde David vivia na época.

 

Na frente tinha um jardim e alguns balanços brancos. Quase tudo era branco. Então uma noite, com a visita de um tio e uma tia, eu fui dormir no colchão no chão ao lado acho que da minha mãe. Noite estava gelada e os vidros  do quarto ficavam embaçados.

Naquela noite acordei de madrugada possivelmente, pois todos estavam dormindo. Então levantei lentamente de meia e com pijama e minha coragem de 6 anos e fui lentamente caminhando para o vidro, e ver o que tinha na frente da casa, não sei porque fiz isso!

Então comecei a passar a mão no vidro embasado para ver o que tinha la fora. Olhei para os balanços a grama e quando olhei para o meu lado esquerdo, tinha uma “coisa”, parecendo um ser extremamente magro, praticamente esquelético, alto, mais alto que o muro. Seus movimentos eram lentos, parecidos com do “louva-deus”, logo depois esse ser tentou andar para frente e seu corpo tremia, como se não tivesse controle total.

 

Depois desse acontecimento comecei a ter interesse por insetos, e aparentemente também os insetos gostavam da minha presença. Alguns dias depois estava brincando na grama, e brincando com um formigueiro e todas as formigas subiram no meu corpo das pernas atá acima da cintura. Minha mãe ficou desesperada e me levou para o chuveiro para tirar as formigas, mas eu dava risada e as formigas não me picavam. Eu acheguei mais tarde achar que seria biólogo, em função do interesse que eu tinha com animais e insetos.

David na esquerda, segurando presentes de natal.

 

 

 

SIMULAÇÃO – Ser magro e alongado se assemelha a esta imagem.

 

Situações estranhas em Ourinhos (SP)

Alguns anos mais tarde, talvez com 10 ou 11 anos, minha família estava morando na cidade de Ourinhos-SP. Comecei a pegar aranhas caranguejeiras nas mãos. Pegava a aranha e ela adormecia ou ficava paralisada então eu levava aranha para escola e mostrava para os amigos e com isso ficava famoso entre os colegas, por essas façanhas.

Nessa época ocorreram outras situações bizarras. Passeando na chácara do vizinho, estávamos com meu amigo pelo milharal e veio uma cobra erguida parecendo uma naja muito rápida, que parecia que ia nos atacar. Então peguei o rastelo do meu amigo e tentei acertar ela, mas ela desviava e não me atacava. E com isso ela foi desviando sem voltar pra mim, e continuou seu trajeto. Achei isso estranho, pois o normal seria a cobra se virar para pessoa e tentar atacar. Parecia que tinha algo muito mais importante do que eu que ela estava indo atrás ou queria me evitar, de qualquer modo, é no mínimo estranho.

E foi nessa cidade que acabei vendo um OVNI. Era quase 8 horas da noite, e eu estava caminhando na calçada sob copa de árvores (as cidades do interior são Paulo tem muitas árvores nas calçadas que cobrem com sombras), então eu vi uma luz muito forte passando pela copa das árvores e sai correndo pela rua. Então vi um objeto parecido com um disco se afastando.

O apartamento bizarro e uma possível abdução

Em 1995, estávamos morando novamente na terra natal, o município de Pinhão, centro sul do Paraná. Desta vez em um apartamento no prédio da família que era muito grande por sinal. Historias fantasmagóricas eram contadas no local, devido ao fato de ele ser grande (Era muito grande de ponta a ponta tinha uns 70 metros) e no meio do prédio não ter ninguém morando. Eram quartos usados por ex- funcionários do antigo mercado.  Haviam histórias de que esses quartos eram “mal assombrados”.

Agora vejam na imagem abaixo como era nosso apartamento e o que acontecia. Para atravessar do nosso apartamento para o apartamento do meu tio era uns 60 metros de distância. No meio desse corredor abandonado tinha muitos quartos. Então tinha um problema. Para desligar a água que jorrava toda vez que enchia tinha que passar por todo esse corredor e descer uma escada de madeira para o fundo do terreno e então desligar a água.

 

 

Um dos casos mais bizarro que aconteceu foi com meu padastro toda vez ia desligar a caixa d’água. Ele conta que quando estava descendo aquela maldita escada de madeira velha e sem segurança. Ao quase tocar o solo faltando por volta de uns 2 degraus, com somente um bico de lâmpada incandescente para iluminar a escada, ele sentiu tocar em algo muito peludo. Quando ele olha na escada aquela coisa grande, parecida com um urso estava ali de pé, com olhos vermelhos olhando para ele. Então ele voltou do jeito que estava correndo de costas praticamente caindo e tropeçando. Chegou muito assustado , quase chorando, tremendo, e chegou a se urinar (ele nunca mais desceu lá a noite).

O impacto foi tão grande que essa porta de acesso, do corredor passou a ficar fechada com corrente e madeira atravessada com pregos. A imagem abaixo demonstra exatamente como era a situação. Era comum portas batendo sem vento e barulhos estranhos naquele prédio.

 

 

Nesse mesmo apartamento aconteceu a possível abdução. Em 1995 eu tinha 15 anos. Em junho do período festivo da igreja católica, estávamos eu e minha mãe no apartamento, já descrito no relato anterior. Nesse tempo, meus hobbys eram jogar vide-game e sair com os amigos, brincar pelas ruas da cidade. Então desconsidero neste caso a seguir qualquer influência de assuntos da ufologia para a situação irei narrar a seguir.

Estou inclinado a acreditar que de fato passei por isso, pois me lembro perfeitamente os detalhes de como tudo aconteceu, detalhes pormenores que não lembraria tão facilmente em qualquer outra situação da minha vida.
Então uma noite, não posso precisar o dia exato, minha já estava dormindo quando acordei com uma sensação estranha, como se tivesse alguém caminhando pelo apartamento. Como o apartamento era pequeno, somente 2 quartos, sala e cozinha conjugada com uma lareira que ficava para o lado direito do meu quarto, depois ficava para o lado esquerdo um hall grande de entrada depois um lance de escada que era uma ante sala digamos assim ou sala de visitas, que dava acesso ao corredor famoso relatado aqui já na historia acima. Então essa sala ficava com a luz apagada e somente a luz da cozinha de frente o meu quarto ficava acesa. Então acordei não sei que horas eram e fiquei olhando para a luz que vinha por debaixo da porta e alguma coisa passou na frente.

 

Logo pensei que alguém poderia ter invadido o apartamento, então me acalmei e pensei melhor que poderia ser mesmo minha mãe que passou pela porta. Passado uns 15 ou 20 minutos, tive coragem de ir devagar aos poucos olhar o que estava acontecendo. Abri a porta olhei para a cozinha depois a sala com a lareira para meu lado direito, no meu lado esquerdo que ficava a sala escura olhei um tempo e depois resolvi sair do quarto.

Então fiquei olhando para sala escura, e de repente um ser menor que uma criança saiu por trás da parede que estava no escuro, ficou no meio da passagem entre as salas, a meia sombra. Pela silhueta dava para ver que era um ser magro parecido com os chamados “ grey”.

Simulação perfeita fabricada por (inteligência artificial), acertou no angulo e situação , lado esquerdo da minha porta para sala escura, foi exatamente isso. Com as mesmas proporções de luminosidade e escuridão no ser.

 

Então fiquei paralisado e não consegui me mexer, tentei gritar e pedir socorro para minha mãe – Eu gritava “ socorro” e nada saia, como se eu tivesse perdido a voz. O ser estava parado simplesmente olhando fixo e eu em pânico tentando me mover. Neste momento, perdi os sentidos.

Acordei em um lugar escuro e gelado, parecido com câmara fria de frigorífico e que tinha um ar sombrio. Nesse lugar olhei para frente onde poderia ver uma claridade da noite entrando por um vidro imenso do tamanho de uma sala de cinema, para vocês entender a dimensão deveria ter uns 5 a 6 metros de altura a largura talvez mais de 10 metros.

 

Pelo vidro via o movimento rápido em uma velocidade absurda voando rente o mar, parecida com cenas de filme. Não conseguia ver a lateral do mar, para saber onde estava, só aparecia a água e o horizonte sem fim. A velocidade extraordinária quase encostando na água, é o que mais me chamava atenção. Então do nada submergiu, o impacto foi tão forte que que senti o tremor no corpo. E nesse momento eu desmaiei novamente.

Acabei acordando na minha cama, com uma sensação muito ruim, estava todo molhado, não sei se era água ou suor. Então fui para o banheiro e vomitei até amanhecer Ao longo do dia passei mal, por conta dos efeitos físicos ruins que permaneceram por horas.

Casos aleatórios de avistamentos

Interessante que em Pinhão (PR) foi onde tive os maiores avistamento de OVNIs que já tive. Em uma ocasião, eu vi de dia por volta das 8 horas da manhã, um objeto metálico e pequeno caindo do céu,aparentemente descontrolado. O objeto foi rodando e caindo longe, no horizonte, acredito que uns 5 km. Mas eu estava sem poder ir atrás daquilo, não sei o que poderia ser, más poderia estar diante de algo fora deste mundo.

Outro avistamento de OVNI ocorreu, logo cedo quando fui tomar banho. Eu tenho um costume caso a janela esteja perto, gosto de ficar olhando para o céu enquanto tomo banho, então eu vi um OVNI charuto, e cor branco, contrastando no céu limpo. Parecia o tamanho olhando assim, de um lápis. Era um cilindro perfeito e todo branco e só consegui ver porque o céu estava azul. Então o objeto foi afastando lentamente e depois desapareceu do nada.

Caso do homem da praia

Este outro caso ocorreu em Balneário Camboriu (SC), em uma noite de 1997. Neste ano, fomos morar em Balneário, e no primeiro ano como qualquer pessoa que nunca tinha ficado tanto tempo na praia, eu saia todo dia e voltava só a noite para casa. Morava em um apartamento próximo, da Avenida Brasil. Então era fácil ir na praia.

Gostava de ver praia vazia e os pescadores com tarrafas puxando os frutos do mar. Então em um dia normal desses estava caminhando e olhando para os quiosques (existem muitos) e em um desse tinha um homem meio que no escuro sentado olhando para o mar. Então eu resolvi não sei porque puxar conversa com essa cara e a conversa ocorreu mais ou menos da seguinte forma:

David: Olá, legal os pescadores ali né ?

Homem estranho: Vem amanhã noite no mesmo horário.

 

O que causou estranheza foi o fato de o estranho não ter olhado para David em momento algum.

Eu fiquei meio que assustado, achei estranha essa atitude e pensei esse cara é louco, só pode. Então fui para casa pensando naquele cara estranho, o que será que ele quer me mostrar amanhã e porque ele agiu assim sem puxar conversa. Más como diz o ditado: “a curiosidade é a mãe da sabedoria”.

 

Eu fui no mesmo horário e com muito medo, obviamente, me certifiquei de estar próximo de alguma coisa para pedir ajuda caso acontecesse algo. Então por volta das 20:30, ou mais, fui no mesmo local e lá estava o camarada.
Desta vez a conversa aconteceu mais ou menos da seguinte forma:

David: Olá, tudo blz ?

O estranho, novamente sem olhar pra o rapaz, ficou parado olhando para as ondas do mar observando arrebentação quebrando. Então ele disse:

Homem estranho : Olhe para frente e aguarde!

Eu disse mentalmente: o que? Esse cara acho que tem algum problema, está estranho. Eu com minha falta de paciência de um jovem de 17 anos, estava com muita pressa para saber o que estava acontecendo.

Então eu olhava meio que de canto para o cara desconfiado é claro e olhava para o mar, então olhava pra ele e olhava o mar. Quando do nada para meu espanto e surpresa, emergia do fundo das ondas uma bola de luz, branca com tons azuladas.

Eu gritei: Meu deus! O que é aquilo ? Nossa, o que é aquilo?

O objeto voou mais para o fundo da visão em direção ao horizonte e então virou para esquerda indo direção a praia do morcego, que da aceso a praia brava. Me virei para homem novamente e então levemente ele sorriu sem mostrar os dentes, e disse; sente e tenha paciência vou te contar uma historia.

Eu estava enlouquecido pela bola de luz e tinha certeza que ela tinha descido naquela praia dos morcegos. Eu queria ir lá e não queria ouvir a historia do cara. Então sem saber o que fazer, sentei para ouvir ele falar. O homem era estranho, não olhava diretamente nos olhos e ficava falando olhando um ponto fixo no vazio.

Então começou a me contar como era viajar para outros mundo e que ele tinha visitado vários e quis me contar como era o sistema do governo de lá. Eu digo “quis” porque eu não estava prestando atenção bem no que dizia, meu foco era aquela luz e ele falando eu estava pensando na luz, então não prestei muita atenção no que o homem dizia.

Brevemente me lembro que ele disse algo como, anciões que controlava esse planeta que era regido por eles e todos seguiam as ordens e lá não existia divisão de governos etc.

Então mesmo ali do lado, passado talvez mais de 1 hora de conversa, me lembro de fragmentos (porque eu só pensava na luz) Então eu vi que o tempo estava passando e minha mãe iria ficar preocupada. Resolvi dizer para ele que tinha que ir embora.

Nós estávamos sentados em um daqueles bancos que tem na praia na frente dos quiosques. Então ele apontou o dedo para um hotel de frente e disse que trabalhava lá.

Eu disse então beleza, amanhã eu volto para continuar a conversa, e fui embora pensando na bola de luz. No outro dia resolvi passar de dia para ver se encontrava ele mais cedo para trocar umas ideias. Fui no hotel indicado e perguntei sobre um homem moreno e cabelo curto e o pessoal do hotel disse que não tinha ninguém trabalhado lá com essa característica.

Então nesse dia ele não apareceu, e fui no outro dia, também não, e os dias passaram, semanas, meses e anos. Fique por 5 anos morando lá e nunca mais vi o sujeito. Resumindo: Penso hoje que perdi uma grande oportunidade de aprendizado talvez com alguém que poderia ser enviado desses seres, penso que apesar de tudo, por minha falta de paciência deixar passar a chance de trocar ideias e conhecimentos.

 

 

Com informações de:


  • Relato e arquivos pessoais de David

 

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