Caso Sagrada Família - A Hipnose Regressiva

Um dos mais extraordinários casos ufológicos ocorreu no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte (MG), tendo como protagonista 3 garotos que contataram um ser humanóide, ciclope, com aproximadamente 2 metros e meio de altura.

Página 1 - Resumo do Caso


Página 2 - Entrevista com
as Testemunhas


Página 3 - Pesquisas Posteriores


SBEDV - Pesquisa

Sumário:


 

 


Em Ufologia, honestidade é tudo. Ao copiar material deste site cite a fonte, assim como fazemos em nosso site. Obrigado!

 

Introdução


Hulvio: Que diferenças pôde notar entre as pessoas que vieram no aparelho?

Fernando: O homem que ficava sentado atrás era mais gordo. Havia uma mulher com cabelos compridos puxados para trás.


Hulvio: Notou outras diferenças?

Fernando: Não. Eram todos parecidos. Os homem não tinham cabelo.


Hulvio: Você disse que em certo momento desceram do aparelho, até o chão, duas listas de luz e que, entre estas, um dos homens desceu pelos degraus de uma escada?

Ronaldo: Não tinha escada.


Hulvio: Então o homem caiu no chão com muita força?

Ronaldo: Ele não caiu. Desceu sem mexer as pernas e tocou o chão devagar.


Hulvio: E veio logo caminhando para o lado de vocês?

Ronaldo: Sim.


Hulvio: Imite para nós o seu modo de caminhar.

Fernando: (Fernando aproximou-se do abacateiro e retornou caminhando pausadamente, com movimentos de braços um tanto enrijecidos e afastados do corpo. Aqui (disse apontando para o chão) ele raspou a cal duas vezes (escorregou).


Hulvio: Todos os movimentos do homem foram vagarosos assim?

Fernando: Não. Às vezes ele se movia depressa. Mas parece que tinha dificuldade em dobrar os braços.


Hulvio: Porque pensa assim?

Fernando: (Fernando reproduz então vários gestos do indivíduo. Uma série de gestos de mão, horizontais e circulares, eram rápidos; ao reproduzir o gesto de dormir, feito pelo tripulante, as mãos, coladas uma com a outra, não conseguiram aproximar-se muito da cabeça.


Hulvio: O homem fazia também movimentos com a cabeça.?

Fernando: Quando ele olhava para nós e falava, às vezes movia muito a cabeça (tenta reproduzir movimentos repetitivos, amplos e um tanto estranhos).


Hulvio: Você disse que, logo na chegada, ele parou deste lado da cisterna e, em seguida, curvou-se para apanhar o José Marcos que estava do outro lado daquele tambor (cerca de 1,5m distante). Como poderia fazer isto?

Fernando: Mas ele era muito grande!


Hulvio: De que tamanho?

Fernando: Daquela porta (disse apontando para sua casa).


Hulvio: Depois que você empurrou o José Marcos para longe do homem, o que este fez?

Fernando: Ele mexeu com as mãos assim (rápidos movimentos laterais). Depois disso o meu medo desapareceu. Em seguida ele sentou-se aqui (na borda da cisterna e de costas para os meninos). Enquanto ele olhava para a bola (acima do abacateiro) eu apanhei um pedaço de tijolo no chão para jogar nele. Quando eu levantava o braço ele virou depressa e uma luz atingiu minha mão. O tijolo caiu e a mão ficou tremendo.


Hulvio: Qual era a cor dessa luz?

Fernando: Amarelada.


Hulvio: De onde ela vinha?

Fernando: De uma coisa que tinha no peito.


Hulvio: A coisa parecia-se com o que?

Fernando: Não sei bem. Tinha forma quadrada, mais ou menos.


Hulvio: Que é que ele fez, depois disso?

Fernando: Parece que ele riu.


Hulvio: Parece, por que?

Fernando: Era um riso esquisito. A Boca mexia muito e se abria assim (mostrou sua boca abrindo no sentido vertical).


Hulvio: Como eram os olhos do homem?

Fernando: Era um olho só, aqui (mostra a base do nariz). [Ronaldo fez sinal assentindo com a cabeça].


Hulvio: Tinha sobrancelhas?

Fernando: Tinha uma coisa parecida, acima do olho, que de vez em quando se mexia, quando enrugava a testa.


Hulvio: E cílios, como estes, de nossos olhos?

Fernando: Eu tenho a impressão que tinha.


Hulvio: De que cor era o olho?

Fernando: Era escuro.


Hulvio: Tinha esta parte branca?

Fernando: Não, era todo escuro e redondo assim (anteriormente José Marcos havia desenhado o olho, com cerca de 1 polegada de diâmetro, de forma circular e com um risco horizontal mais escuro, no lugar da pupila.


Hulvio: E como era o seu nariz?

Fernando: Não sei.


Hulvio: Então você afirma ter reparado a boca e o olho e não sabe descrever o nariz? Você não percebeu os dois orifícios logo acima a boca?

Fernando: Eu não me lembro de ter visto nariz.


Hulvio: E as orelhas, como eram?

Fernando: Também não vi.


Hulvio: Como não viu as orelhas, se o capacete era todo transparente?

Fernando: Não sei. A cara dele era toda igual, toda vermelha. Os dentes eram branquinhos, branquinhos! (falou com certa admiração). Tinha estes dentes aqui (apontou para seus próprios caninos), muito maiores do que os outros.

José Marcos: Não! Os maiores eram estes aqui (aponta para a sua arcada inferior).


Hulvio: Fernando, você nos diz ter visto a face do homem, a cor do olho, dos dentes, da roupa, etc. A luz deste quintal estava acesa?

Fernando: Estava apagada.


Hulvio: Como é que você poderia ter percebido tantos detalhes, se o homem estava de costas para a luz que vinha do aparelho?

Fernando: (com muita ênfase) Mas a luz da "bola" clareava tudo isto aqui! E havia também um pouco de luar.


Hulvio: E nenhum vizinho saiu de casa para ver essa luz?

Fernando: Eu não vi nenhum vizinho aparecer no quintal do lado.


Hulvio: Fernando, você disse que o homem falou com vocês, enquanto fazia gestos?

Fernando: Não.


Hulvio: Você acha que a fala do homem era parecida com francês, inglês ou outra língua estrangeira?

Fernando: Não sei.


Hulvio: Como era a voz dele?

Fernando: Era dez vezes mais grossa que a sua.


Hulvio: Enquanto o homem estava no chão você viu o aparelho balançar sobre as árvores?

Fernando: O aparelho não balançou.


Hulvio: E que faziam as pessoas que continuaram dentro dele?

Fernando: Hum homem estava sentado na frente de uma coisa parecida com televisão e mexia com as mãos na parte de baixo (reproduziu o movimento de dedilhar teclado).


Hulvio: Você viu alguma figura na televisão?

Fernando: Ela estava meio de lado, mas pude ver uns risquinhos passando.


Hulvio: E as outras pessoas, que faziam?

Fernando: Continuaram sentadas.


Hulvio: Em cadeiras?

Fernando: Não, não eram cadeiras, eram banquinhos de uma só perna.


Hulvio: É verdade que, quando o homem ia embora e ouviu a pergunta de José Marcos ele fez movimentos com a cabeça?

Fernando: Quando o homem começava a se afastar o Marquinhos me perguntou se ele voltaria. Então o homem fez muitos movimentos com a cabeça.


Hulvio: José Marcos, repita, por favor, a pergunta que você fez ao Fernando. E Fernando vai imitar os movimentos do homem.

José Marcos: "Ih!... Será que ele vai voltar outra vez"?

Fernando: (gira a cabeça).


Hulvio: Agora, Fernando, imite a maneira como o homem foi embora.

Fernando: (Começa a caminhar pausadamente, rumo ao abacateiro; a meio caminho, pára, curva-se para a esquerda e retira do chão uma pequena planta).


Hulvio: O que é isso?

Fernando: Neste lugar o homem abaixou e arrancou uma folha; depois andou até ali, parou e levantou os dois braços. (imitando). E as duas listas de luz apareceram de novo. Ele foi subindo no meio delas até a "bola".


Hulvio: E depois?

Fernando: Depois a luz ficou mais forte e ela começou a subir devagar. De repente deu um clarão e ela se apagou, sumindo ali por trás do telhado. Nesse momento parece que produziu um vento.


Hulvio: Você não tem certeza?

Fernando: Eu senti alguma coisa, no ar, que me fez pensar nisso.


Hulvio: Fernando, repare quanta gente já se reuniu aqui para ouvir sua história. Você não percebe que se inventar uma coisas dessas você pode se prejudicar e também à sua família. Seus pais já me disseram que este caso não é verdadeiro.

Fernando: Se eles disseram, eu não sei. Mas eu estou falando a verdade.

 


Representação do humanóide observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais

Desenho representando o objeto e seus tripulantes, reproduzido na capa do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Retrato falado do ser observado no bairro Sagrada Família e reproduzido no Boletim da SBEDV, edição especial 1975

Na imagem acima temos os protagonistas do caso apontando onde o objeto apareceu pela primeira vez. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Fotografia da cisterna próxima à residência da família. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Na imagem acima temos os protagonistas do caso ao lado da cisterna. Ao lado temos a imagem da cisterna. Imagens reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975

Representação dos humanóides e do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais

Representação do momento em que um humanóide desce do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
 

 

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

Resumo do Caso
Conheça os detalhes do caso Sagrada Família.

Entrevista com as Testemunhas
Trechos de entrevistas com as testemunhas centrais do caso.

Pesquisas Posteriores
Conheça detalhes e resultados verificados tempos depois do caso.



Comentários (13)

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Guilherme (Rio de Janeiro, Brazil) diz...
Caso clássico e notável da Ufologia brasileira.
19 July 2021 02.23
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Alberto Francisco do Carmo (Valparaíso de Goiás.) diz...
Sim tenho muitas. Primeiramente o contexto psicossocial das testemunhas. Ultimamente estou começando uma revisão de casos clássicos brasileiros, alguns dos quais participei em pessoa, como primeiro investigador, ou coadjuvando Húlvio Brant Aleixo. Maios de meio século se passou.Na época eu era apenas um jovem entusiasta, tendo concluído o segundo grau lutando para passar em vestibular.E o mundo e ocnhecimentos eran outros e poucos.Éramos todos, não importa o nível,principiantes.Então ... Leia mais
23 November 2019 13.29
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Jorge Maique (Belo Horizonte, Brazil) diz...
Sr. Alberto Francisco do Carmo, como você descreveu também sou assim como você foi na juventude sou um iniciante na ufologia mas quero crescer dentro dessa área mas por motivos de querer descobrir a verdade por trás dos fenômenos ufológicos que me intrigam tanto. O Sr pode me dar algumas dicas para me ajudar a seguir nessa área de estudo e se não for pedir muito ajudar você nem que seja de forma indireta na revisão desses casos clássicos brasileiros e talvez no caso quando surgirem ... Leia mais
24 November 2019 14.02
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Jorge Maique (Belo Horizonte, Brazil) diz...
Sr. Alberto Francisco do Carmo, como você descreveu também sou assim como você foi na juventude sou um iniciante na ufologia, mas quero crescer dentro dessa área por motivos de querer descobrir a verdade por trás dos fenômenos ufológicos que me intrigam tanto. O Sr. pode me dar algumas dicas para me ajudar a seguir nessa área de estudo e se não for pedir muito ajudar você nem que seja de forma indireta na revisão desses casos clássicos brasileiros e talvez no caso quando surgirem novos casos.
24 November 2019 14.17
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Lucas (Maceió, Brazil) diz...
Entrei agora no site... minhas sinceras opniões é que o cara viu algum seriado antigo ou desenho de televisão e resolveu fabricar uma roupa igual... Muito mixuruca esse E.T.
23 July 2019 19.08
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Referências:

- Livros
  • BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petrópolis: Ed. Vozes, 1983.

 


- Boletins
  • B31 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 48-50
  • B32 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 51-53
  • B34 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 55-59
  • B37 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 62-65

 


- Artigos de Revistas
  •  SBEDV. Contatos com extraterrestres no Brasil. Revista UFO, Campo Grande, nº 1, p.5 p.11, março 1988.

 


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- Sites e Blogs

- Outros
  • B64 - PEREIRA, Jader. Tipologia dos humanóides extraterrestres. Coleção Biblioteca UFO, nº 1, Março 1991.