A Fase Gurupi, do Chupa-Chupa

Por: Fenomenum Comentários: 0

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.


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Daniel Rebisso Giese, um dos mais destacados pesquisadores do Chupa-chupa e ex-presidente do CIPEX, dividiu o fenômeno em duas fases: a Fase Inicial, também conhecida como Fase Gurupi, e a Segunda Fase, ocorrida na Baía do Sol, no Pará.

Na Fase Gurupi, o foco principal das aparições foi na região do Rio Gurupi, na divisa com o Estado do Pará. Cidades como São Vicente Ferrer, São Bento, Pinheiro e Bequimão concentraram a maior parte dos casos. A região da cidade de Pinheiro foi a mais afetada e praticamente toda a comunidade local foi testemunha dos estranhos acontecimentos entre abril e julho de 1977. Os fenômenos aconteciam, na maioria das vezes, após anoitecer, quando trabalhadores voltavam para casa depois de um dia de trabalho. Os relatos eram mais ou menos semelhantes. Um objeto intensamente iluminado que surgia repentinamente sobre as estradas ermas da região, assustando as testemunhas. Em geral era descrito como uma bola de fogo, silenciosa ou emitindo pequenos ruídos, que aproximava-se das testemunhas que posteriormente apresentavam sensibilidade visual, febres, calafrios, tonturas e em alguns casos queimaduras localizadas.

Uma característica comum em todos os relatos era a espantosa velocidade apresentada pelos objetos. Em um instante eram apenas um ponto de luz que confundia-se com as estrelas e poucos segundos depois eram objetos muito próximos, ou mesmo acima da cabeça das testemunhas, iluminando o local.

Pescadores

Os pescadores locais foram os que mais sentiram o impacto do fenômeno. Antes de maio de 1977 eles voltavam do trabalho tarde da noite. A grande maioria deles passou por algum tipo de experiência, em geral assustadora. Muitos deles foram atingidos foram aparentemente atacados por estes objetos que lhes deixaram com sérias queimaduras. Com a intensidade dos casos a população evitou sair à noite, mesmo para ir até o portão da própria casa.

Inácio Rodrigues era pescador de Pinheiro e foi uma das primeiras testemunhas do fenômeno na região. Ele e seu amigo Genésio Silva pescava, por volta da 1:00 hs da manhã quando foram protagonistas de uma interessante experiência:

“Estava pescando com meu amigo Genésio Silva uma noite, em abril. Por volta das 01:00 hs, vimos um pequeno fogo no céu, ao norte. Era muito pequeno. Fiquei um pouco preocupado e pedi a Genésio que apagasse o charuto que ele estava fumando. De repente, o fogo foi ficando cada vez maior e dava pra ver que estava girando. Pulamos para fora do barco, na água e tentamos encontrar algum esconderijo. O fogo ficava cada vez maior e mais próximo. Nós nos escondemos debaixo de uns arbustos grandes para que não nos visse. O objeto parou a cerca de uns 100 metros de nós e ficou lá até umas cinco da manhã. Ficamos escondidos o tempo todo porque tínhamos medo de sair. A luz era azulada, mas quando apareceu pela primeira vez, era uma pequena bola vermelha. Era bonita, mas brilhava tanto que eu não podia olhar muito pra ela. Pouco antes do amanhecer, ela desapareceu, do jeito como alguém apaga uma luz. E onde ela estava, dava pra ver um tipo de sombra, da forma de uma geladeira. Quando o Sol surgiu, a forma escura desapareceu também. Tive disenteria e fiquei enjoado aquele dia inteiro”.

Luz e Calor

Um detalhe curioso, percebido pela população local, é o aparente interesse do chamado “fogo” em focos de luz, independente do tamanho. Lanternas, faroletes, fogueiras, brasas, ou mesmo um cigarro aceso, atraíam a atenção destes objetos. Em uma ocasião, 26 pessoas trabalhavam em uma fazenda construindo cercas. Devido à urgência do proprietário, os trabalhos prosseguiram noite adentro. Um dos trabalhadores foi pescar para que todos pudessem jantar. Durante a pescaria um objeto muito luminoso, de tons azulados, surgiu sobre o rapaz. Assustado largou tudo e correu em direção ao acampamento para alertar seus companheiros. Todos então puderam observar o estranho objeto se aproximando e iluminando tudo, num raio de aproximadamente 1 quilômetro, assustando vacas e cavalos que ali estavam. No dia seguinte, os trabalhadores mudaram o acampamento pois tinham medo de passar a noite naquele local. Próximo à este local eles montaram um espantalho e colocaram um lampião com querosene no topo e se esconderam. Mais tarde, naquela mesma noite, o objeto reapareceu e aproximou-se do espantalho. O objeto ficou ali parado por aproximadamente 45 minutos iluminando tudo em volta. Os trabalhadores, com medo ficaram escondidos até que o objeto fosse embora. Quando ele partiu vários trabalhadores seguiram para casa.

Outro caso dramático ocorreu na região de São Bento, a sudeste de Pinheiro. O protagonista do caso, João Barros, tinha 41 anos na época e era pescador. Ele estava em um rio da região, por volta de 1:00 hs da manhã, em companhia de dois amigos, quando um objeto intensamente iluminado surgiu sobre o barco. Era de coloração avermelhada no centro e azul esverdeada nas laterais. O objeto passou próximo ao barco, às costas de João Barros. Este ficou sentindo suas costas ardendo intensamente por aproximadamente 3 dias, após o contato. Em outra localidade, chamada de Mata do Olimpio, Antonio Olimpio passou por uma experiência semelhante, quando saiu de sua casa, à noite, para ir até o banheiro, que ficava afastado da casa. Ele atravessou o quintal e entrou no banheiro. Foi então que um objeto avermelhado surgiu sobre sua cabeça assustando-o. Ele correu de volta para casa gritando à sua esposa. Quando chegou à porta da cozinha caiu e sua esposa puxou-o para dentro. Antonio estava sentindo suas costas, braços e pernas muito quentes, além de tontura. Durante o resto da noite sua esposa precisou fazer compressas de água fria para aliviar a ardência nos locais afetados. Nos oito dias que se seguiram sentiu suas costas, braços e pernas amortecidos.

Prefeito Pede Socorro

Devido à constante aparição destes objetos, o prefeito de Pinheiro na época, Manoel Paiva (Maneco Paiva), enviou um ofício à Aeronáutica informando as ocorrências e pedindo providências. Ele não recebeu nenhuma resposta formal das autoridades. Aparentemente os únicos interessados eram alguns repórteres do Maranhão que deram atenção aos eventos.

Filmagem

Um dos repórteres que esteve em Pinheiro foi Cinaldo Oliveira, que esteve na cidade por aproximadamente duas semanas cobrindo os acontecimentos. Na época ele trabalhava para uma estação de TV de São Luis.

“Cerca de 90% das pessoas com quem conversamos tinham visto UFOs. Muitos pescadores chegaram a ser queimados. Certa noite, filmamos uma coisa estranha passando no céu, num movimento ondulado. Parecia um satélite, mas variava muito em forma e tamanho. Foi aumentando e, de repente, desapareceu.

Essa coisa que filmamos voava num movimento que parecia triangular. Vinha da Ilha do Caranguejo, na Baía de São Marcos, e seguia até Anajatuba, depois para São Bento e Pinheiro. Parecia uma estrela, mas enquanto aumentava de tamanho, mudava de cor, para amarelo, azul e vermelho.

No dia seguinte, a uns 3 Km de onde tínhamos estado, conversamos com um homem com queimaduras nas costas. Ele nos disse que fora na noite anterior, quando a luz apagou e acendeu novamente, bem acima dele, que ele tinha sofrido as queimaduras. Não sei quantos pescadores se queimaram, mas entrevistamos uns 10. Não eram queimaduras sérias, mas os homens tinham tanto medo que não queriam mais sair para trabalhar. Conversamos com umas pessoas numa fazenda que tem um edifício onde todos os trabalhadores moram e dormem. Esse sujeito, em questão, correu o máximo que pode até o prédio, e a luz ficou voando em volta da construção por uns 20 minutos”.

Casos Também no Ceará

No estado do Ceará também houveram alguns casos agressivos registrados. Talvez o mais conhecido, ocorrido naquele período, foi o de Alfredo Marques Soares, que na época trabalhava em uma fazenda em Cardeiros, Ceará. Ele foi atacado por um OVNI em julho de 1977. Já era noite quando Alfredo se dirigiu, a pé, para a casa de um amigo. De repente, algo o atingiu na parte de trás da perna esquerda. Ao olhar para trás para ver o que estava acontecendo observou um grande objeto luminoso, branco amarelado. Alfredo sentia como se o estranho objeto tentasse sugá-lo. Com muito medo a testemunha agarrou-se à uma cerca de madeira. Ele não conseguia mexer a perna direita que doía muito. Ele sentia calor e frio sendo emitidos a partir do objeto que era intensamente iluminado, chegando a cegá-lo momentaneamente. Em dado momento o objeto aparentemente soltou-o. Alfredo aproveitou para correr para debaixo de um cajueiro situado nas proximidades. A testemunha viu o objeto elevando-se e afastando-se do local. Com dificuldade voltou para sua casa onde pediu à sua filha que verificasse a parte de trás de sua perna. Ela apresentava-se preta-azulada, com aspecto de queimado. No dia seguinte, Alfredo apresentava-se traumatizado, chorando muito e tremendo. Quando se acalmou foi procurar tratamento médico. O local atingido em sua perna apresentou-se cheia de bolhas e infeccionada. Além disso, o protagonista urinou intensamente durante dois dias, apresentou dor de estomago, diarréia e dores nas costas e por todo o lado esquerdo do corpo. Por três meses teve muita dificuldade para andar, precisando usar muletas durante este tempo.

Abdução

Embora pouco comentado nos meios ufológicos, existem alguns casos de abdução em meio à onda chupa-chupa. Em Pinheiro (MA), em 10 de julho de 1977, José Benedito Bogea saiu de casa por volta de 1:00 hs da manhã para embarcar em um ônibus. Ele portava uma lanterna para iluminar seu caminho até o local onde esperaria o ônibus. Sua fantástica experiência começou antes de chegar lá. No meio do caminho surgiu repentinamente, um objeto luminoso, azul-esverdeado, que apareceu sobre ele acompanhando-o por 200 metros. Após isso, o objeto posicionou-se sobre um arbusto de onde emitiu um feixe de luz em José Benedito que desmaiou. Quando ele acordou, descobriu que estava em um ambiente estranho onde haviam pequenos seres com os quais esteve por algumas horas amistosamente. Em dado momento estes seres o levam para um objeto, e ele perde novamente a consciência só acordando pela manhã, por volta das 8:30 hs. Ele estava próximo ao Porto de Itaqui, em São Luis (MA). Poucas horas depois ele começou a sentir uma dor terrível no lado direito do corpo. Ele retornou à Pinheiro com muita dificuldade. Nos meses seguintes ainda sentia-se muito mal e se deslocava com dificuldade precisando usar uma bengala. Um detalhe curioso desta experiência é que antes do contato, Bogea sentia dores de cabeça decorrentes de uma cirurgia que havia realizado 13 anos antes. Em função desta cirurgia ele ficou com problema auditivos e com a visão prejudicada. Quando desmaiou após ver o objeto pela primeira vez, Bogea perdeu seus óculos e nem se deu conta disso quando acordou em São Luis, no dia seguinte. Ele só percebeu mais tarde quando retornou à Pinheiro. Sua vista estava absolutamente normal e ele não teve mais problemas em função disso. Sua audição melhorou um pouco. Antes sua surdez era total, e após o contato Bogea consegue ouvir o telefone, sons da televisão e latido dos cachorros.

Outros casos de abdução ocorreram em outras regiões, tanto durante a Fase Gurupi quanto na Fase Final do Fenômeno Chupa-chupa. Não existe um estudo detalhado sobre o que aconteceu ao longo da abdução destas pessoas, de modo que não se pode determinar plenamente qual a relação entre os casos de avistamento e estas abduções.

Mapa do Estado do Maranhão com a indicação das principais cidades atingidas pelo fenômeno.
Manoel Paiva, prefeito de Pinheiro (MA) na época dos caso de Chupa-chupa no Maranhão.

 

Acima, José Benedito Bogea que sofreu uma abdução em plena onda do chupa-chupa na região de Pinheiro (MA).

 

Vista Aérea de Pinheiro (MA).

 

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:


Morte na Ilha do Caranguejo 

O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.


O Início do Fenômeno Chupa-Chupa

O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.


A Fase Gurupi, do Fenômeno Chupa-chupa

Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.


O Fenômeno Chupa-Chupa e a fase da Baía do Sol

Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.


A Operação Prato

Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.


Coronel Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato

Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.


Os Documentos Oficiais da Operação Prato

A Operação Prato, organizada pela Força Aérea Brasileira para investigar os casos agressivos envolvendo UFOs ao norte do Pará e Maranhão, gerou farta documentação. 


As Fotografias da Operação Prato

Conjunto de algumas das fotografias e frames de filmagens dos objetos envolvidos nos ataques.


Características e Padrões do Chupa-Chupa

Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.


Depoimentos de Testemunhas do Chupa-Chupa

Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.


Reportagens de Jornal

Coletânea de reportagens de jornais de época.


Entrevista com Daniel Rebisso Giese

Daniel Rebisso Giese – Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).


Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho

Wellaide Cecim Carvalho – médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.


Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda

Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima – Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.


Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes

Carlos Mendes – Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.


Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias

Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.


Os Anos Seguintes

Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Filmes e Documentários sobre o Chupa-Chupa

Acesse aqui filmes e documentários sobre o Chupa-chupa e a Operação Prato


 

 

Referências:


  1. PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
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  3. RANGEL, Mário. Sequestros Alienígenas. Campo Grande: CBPDV, 2007
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  5. ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
  6. CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
  7. GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
  8. GIESE, Daniel. O Fenômeno “Chupa-Chupa”: OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
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  25. EQUIPE UFO. O Impressionante Depoimento da Médica que Atendeu as Vítimas do Chupa-chupa. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 20-29, novembro de 2005.
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  27. PETIT, M. A. Dossiê Amazônia: O ultimo depoimento de Uyrangê Hollanda fornece inspiração para reflexões. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 14-20, dezembro de 2005.
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  29. GEVAERD, A. J. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 24-31, dezembro de 2005.
  30. Site Operação Prato
  31. Arquivo Cronológico de Entrada [ACE 3370/83] – (Serviço Nacional de Informações – SNI) [82.9 MB – 86 páginas
  32. Operação Prato – 01.01.01 – Relatório de Missão 1 – (FAB – 1º COMAR) [25.9 MB – 40 páginas]
  33. Operação Prato – 01.01.02 – Relatório de Missão 2 – (FAB – 1º COMAR) [15.1 MB – 22 páginas]
  34. Operação Prato – 01.02.00 – Informações Operacionais 1 – (FAB – 1º COMAR) [19.3 MB – 15 páginas]
  35. Operação Prato – 01.03.00 – Ilustrações de Ocorrências – (FAB – 1º COMAR) – [22.5 MB – 52 páginas]
  36. Operação Prato – 02.00.00 – Resumo Cronológico – (FAB – 1º COMAR) – [31.8 MB – 52 Páginas]
  37. Operação Prato – 03.01.01 – Registro de Caso 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.29 MB – 4 páginas]
  38. Operação Prato – 03.01.02 – Registro de Caso 2 – (FAB – 1º COMAR) – [1.20 MB – 3 páginas]
  39. Operação Prato – 03.01.03 – Registro de Caso 3 – (FAB – 1º COMAR) – [3.79 MB – 8 páginas]
  40. Operação Prato – 03.01.04 – Registro de Caso 4 – (FAB – 1º COMAR) – [487 KB – 1 página]
  41. Operação Prato – 03.02.01 – Registro de Caso 5 – (FAB – 1º COMAR) – [743 KB – 2 páginas]
  42. Operação Prato – 03.02.02 – Registro de Caso 6 – (FAB – 1º COMAR) – [399 KB – 1 página]
  43. Operação Prato – 03.02.03 – Registro de Caso 7 – (FAB – 1º COMAR) – [337 KB – 1 página]
  44. Operação Prato – 03.02.04 – Registro de Caso 8 – (FAB – 1º COMAR) – [1.59 MB – 3 páginas]
  45. Operação Prato – 03.02.05 – Registro de Caso 9 – (FAB – 1º COMAR) – [4.00 MB – 9 páginas]
  46. Operação Prato – 03.02.06 – Relatório Adicional 1 – (FAB – 1º COMAR) – [3.02 MB – 6 páginas]
  47. Operação Prato – 03.02.07 – Relatório Adicional 2 – (FAB – 1º COMAR) – [412 KB – 1 página]
  48. Operação Prato – 03.02.08 – Relatório Adicional 3 – (FAB – 1º COMAR) – [463 KB – 1 página]
  49. Operação Prato – 03.02.09 – Relatório Adicional 4 – (FAB – 1º COMAR) – [437 KB – 1 página]
  50. Operação Prato – 04.00.00 – Folha de Ocorrências 1 – (FAB – 1º COMAR) – [2.72 MB – 5 páginas]
  51. Operação Prato – 05.00.00 – Informe Especial 1 – (FAB – 1º COMAR) – [11.2 MB – 15 páginas]
  52. Operação Prato – 06.00.00 – Órgãos de Informação 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.13 MB – 2 páginas]
  53. Operação Prato – 07.01.00 – Disposições Gerais 1 – (FAB – 1º COMAR) – [0.99 MB – 2 páginas]
  54. Operação Prato – 07.02.00 – Relatório Geral 1 – (FAB – 1º COMAR) – [115 MB – 160 páginas]
  55. Fotografias da Operação Prato – [683 Kb – 18 páginas]
  56. Fotografias da Operação Prato [BURN] – [25.7 MB – 86 páginas]
  57. Relatorio 1- Relatorio de Missao – Parte Informativa -VERSAO INEDITA
  58. Relatorio 2 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  59. Relatorio 3 – Relatorio de Missao – Umbituba
  60. Relatorio 4 – Relatorio de Missao – II – Parte Operacional – VERSAO INEDITA
  61. Relatorio 5 – Relatorio de Pescadores
  62. Relatorio 6 – Comentarios e Aspecto Psico-Social e Econamico – VERSAO ANTIGA
  63. Relatorio 6 – Comentários e Aspecto Psico-Social e Economico – VERSAO INEDITA
  64. Relatorio 7 – Relatorio de Missao – I – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  65. Relatorio 8 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  66. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO ANTIGA
  67. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO INEDITA
  68. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO ANTIGA
  69. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO INEDITA
  70. Relatorio 11 – Extra 03 – VERSAO INEDITA
  71. Relatorio 12 – Extra 04 – VERSAO INEDITA
  72. Relatorio 13 – Extra 05 – VERSAO INEDITA
  73. Relatorio 14 – Extra 06 – VERSAO INEDITA
  74. Relatorio 15 – Relatorio de Missao – Fazenda Jeju
  75. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO ANTIGA
  76. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
  77. Relatorio 17 – Relatorio de Missao – Partes Operacional e Informativa – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
  78. Relatorio 18 – Relatorio do Agente – Extra 07 – VERSAO INEDITA
  79. Relatorio 19 – Relatorio do Agente – Extra 08 – VERSAO INEDITA
  80. Relatorio 20 – Relatorio do Agente – Extra – VERSAO INEDITA
  81. Relatorio 21 – Relatorio do Agente – Extra 09 – VERSAO INEDITA
  82. Relatorio 22 – Relatorio do Agente – Extra 10 – VERSAO INEDITA
  83. Relatorio 23 – Relatorio do Agente – Extra 11 – VERSAO INEDITA
  84. Relatorio 24 – Relatos Esparsos – VERSAO INEDITA
  85. Relatorio 25 – Extra 12 – VERSAO INEDITA
  86. RELATORIO FILMES SUPER 8 – www.operacaoprato.com
  87. RELATORIO MEDICO – www.operacaoprato.com
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