A Operação Prato

Por: Fenomenum Comentários: 0

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.


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Durante a 1º Fase do Fenômeno, a Gurupi, não houve um maior interesse ou preocupação por parte das autoridades nacionais em relação aos casos de Chupa-chupa. Em um documento oficial da Força Aérea Brasileira, recentemente liberado temos logo no início uma explicação sobre a demora em tomar providencias a respeito destes fatos:

“No litoral paraense vive uma população subnutrida, de reduzido grau de instrução, e sobretudo mística. As estórias que se contam, de fatos que se passam no meio dessa gente, seriam dignas de figurar em qualquer folclore. Em razão disso, não foi dada maior atenção ao fato”.

Foi somente com a Segunda Fase, com ocorrências mais intensas, maior pânico da população local, entre outros problemas, é que a Força Aérea Brasileira resolveu agir de fato. O ofício enviado pelo prefeito de Vigia de Nazaré, ao 1º Comando Aéreo Regional (I COMAR), e solicitações semelhantes de outras cidades foram o estopim para o surgimento de uma operação especial que tinha como missão descobrir a natureza destes casos, acalmar e instruir a população local em relação aos fatos. Ela foi criada pelo Brigadeiro Protázio Lopes de Oliveira, na época comandante do destacamento, no começo do mês de setembro de 1977. Para compor a operação foram destacados oficiais do Serviço de Inteligência (a chamada Segunda Seção).

A primeira tarefa dos militares seria avaliar a situação para elaborar um relatório completo sobre o que estava ocorrendo. Deveriam manter sigilo sobre a Operação e aprofundar ao máximo as investigações.

Poucos dias depois a equipe chegou a Colares e apresentou-se ao Prefeito local, ao padre Alfredo de Lá O, e à Diretora da Unidade de Saúde, Dra Wellaide.

Sem saber o que encontrar durante a investigação, os militares montaram uma base de operações na Praia do Humaitá, na esperança de registrar o aparecimento do fenômeno. A equipe montou baterias antiaéreas em pontos estratégicos e ficou à espera. Durante o dia aproveitava o tempo para entrevistar vítimas e testemunhas e visitar locais onde os casos.

Logo no início eles se dividiram em duas equipes que se posicionaram em locais com mais casos registrados. Já nas primeiras noites de vigília, uma equipe conseguiu fotografar um objeto luminoso que evoluía sobre a região. Eles puderam calcular a altitude em torno de 3 mil metros e a velocidade em torno de 30 mil Km/h. Este objeto era bem diferente de satélites e meteoritos que também foram observados na ocasião. A outra equipe, situada em outro local também avistou o objeto. Tudo o que acontecia era anotado em relatórios rigorosos, indicando data, horário, local, nomes de testemunhas e descrição dos fatos. Quando haviam registros fotográficos era geralmente anotado nome do autor da fotografia e descrição do equipamento utilizado, bem como as condições no momento do registro. Estas experiências iniciais foram consideradas inconclusivas pelos militares. Os dados obtidos não foram significativos e a foto, depois de revelada, não permitiu confirmar os relatos dos moradores locais. Eles logo retornaram à Belém, para a sede do I COMAR, e evitaram comentar suas experiências por lá, com medo de cair no ridículo perante seus colegas. Tudo isso foi registrado em seus relatórios iniciais, que contavam também com depoimentos da Dra. Wellaide Cescin de Carvalho e do padre de Colares, Alfredo de La Ó.

Os militares tiveram muito trabalho durante sua permanência na região. Seja entrevistando vitimas e testemunhas, seja com atividades de orientação à população local através de palestras informativas ou através de vigílias ou deslocamentos à áreas onde os casos ocorreram. Através dos relatórios oficiais podemos ter uma clara noção da intensa atividade em que os militares da Operação Prato estiveram envolvidos. No período entre 20 e 31 de outubro de 1977, período inicial da Operação, ainda sem a chefia do então Capitão Hollanda, os caso de avistamento eram raros. A maioria das atividades concentraram-se em documentar o fenômeno e seus efeitos sobre a população.

Em 20 de outubro, a Equipe de militares, saiu de Belém, por volta das 14:00 horas e dirigiu-se para Santo Antonio do Tauá, onde coletaram depoimentos de vítimas do fenômeno. Dali seguiram para as proximidades do quilômetro 12 da Rodovia Belém – Vigia, onde coletaram novos depoimentos, seguindo ainda no mesmo dia para a vila de Espírito Santo do Tauá onde três militares estavam em vigília no local. Por volta das 22:30 o grupo retornou à Santo Antônio do Tauá onde manteve vigília por mais algum tempo.

O dia 21 de outubro transcorreu sem normalidades. Na parte da manhã, a equipe voltou à Rodovia Belém-Vigia para entrevistar testemunhas do fenômeno que moravam na região. Após isso retornaram para Belém, reportando ao Chefe do A2, que ordenou que seguissem na mesma noite para Santo Antonio do Ubintuba onde realizaram vigília por algumas horas.

No dia seguinte, 22 de outubro, pela manhã, seguiram para a localidade de Trombetas onde coletaram depoimentos de vitimas e testemunhas do fenômeno. Após isso seguiram para Vila Nova do Ubintuba onde entrevistaram moradores que também haviam sido vitimas do Chupa-chupa. Neste mesmo dia, por volta das 19 horas a equipe testemunhou a evolução de várias luzes com diferentes trajetórias sobrevoando a direção. Estes avistamentos não foram muito significativos e não foram fotografados pela equipe. Por volta das 20 horas ocorreu novo avistamento, desta vez de um objeto luminoso, voando num altitude mais baixa, em aproximadamente 1200 metros a uma velocidade variável. O resto da noite foi sem qualquer anormalidade e a equipe retornou à Belém no dia seguinte pela manhã, reportando ao Chefe da 2ª Seção EM-1.

No dia seguinte, 24 de outubro, a equipe retornou à Santo Antônio do Tauá e entrevistou moradores da Colônia São Brás. À noite, os militares seguiram para Colares, chegando por volta de 20:15 horas. Depois de contatar autoridades do município eles coletaram depoimentos de várias pessoas que foram vítimas do fenômeno. Após conversar com os moradores, eles realizaram uma vigília, observando, pouco depois das 4 horas da manhã de 25 de outubro, três luzes deslocando-se em pontos diferentes do firmamento. Ao longo daquele dia não houve nada significativo.

No dia seguinte, 26 de outubro, os militares transportaram médicos até a cidade de Santo Antônio do Ubintuba, afim de tratar vítimas do fenômeno. Após retornar à Colares a equipe colocou-se de vigília. Moradores de áreas afastadas começaram a relatar a presença de luzes sobrevoando as árvores e pouco depois, por volta das 22:15 hs uma senhora, Neuza Pereira Aragão, foi atendida pela equipe médica. As luzes continuaram sendo observadas até por volta da meia noite, quando outra senhora, Maria Beatriz Leal Ferreira, foi atendida pelos médicos. Por volta das 4 horas da manhã ocorreu novo avistamento nas proximidades de Colares e após isso nada mais foi observado na região.

Após uma pausa nas atividades, a equipe voltou à Colares no dia 29 de outubro. A noite foram observados alguns satélites, e um OVNI luminoso foi observado por alguns moradores na região de Colares. No dia seguinte, novamente alguns moradores observaram um objeto luminoso em uma praia próxima.

Durante as atividades dos militares em Colares formou-se um vinculo com a população local. A presença dos militares trouxe um alento aos moradores das áreas afetadas. Em várias ocasiões os militares apresentaram palestras sobre temas relacionados à exploração espacial. Paralelamente à isso, os militares instruíam os moradores a não atirar contra tais objetos pois eles não estariam ali para fazer mal. Uma destas apresentações ocorreu na noite de 30 de outubro. Aquela noite foi relativamente calma, não havendo registros de ataques na localidade. No começo da noite do dia 31 ocorreram novos avistamentos na orla marítima. Mais tarde, pescadores relataram aos militares, terem observado um estranho objeto no mar.

Nessa fase inicial da Operação, os casos de avistamento por parte dos militares eram em geral envolvendo luzes à distância que não podiam ser explicadas a partir de fenômenos naturais, aeronaves convencionais, satélites ou corpos celestes. Geralmente quando ocorriam estes eventos, no relatório era citada sua provável origem. Quando o fenômeno observado era de fato não identificado, era descrito minuciosamente no relatório que era acompanhado de um croqui feito sobre mapa da região, indicando trajetória e outros detalhes importantes. Alguns destes croquis já estão disponíveis publicamente nos documentos já disponibilizados ao público.

A partir de Novembro, os casos testemunhados pelos militares aumentaram em quantidade e na qualidade da experiência. Nesta fase, já sob chefia do então Capitão Uyrangê Hollanda, ocorreram os mais impressionantes casos envolvendo os militares da Operação Prato.

O primeiro avistamento significativo do capitão Hollanda ocorreu em princípios de novembro de 1977. A equipe estava investigando ocorrências na Baía do Sol, onde montaram um acampamento temporário. Até esse momento, Hollanda era cético em relação aos fatos envolvendo o chupa-chupa. À noite uma luz intensa surgiu, vindo do norte, posicionou-se sobre o acampamento, circundou-o e desapareceu no horizonte. A partir deste evento, Hollanda reconheceu que algo muito sério estava ocorrendo na região. Todavia, este não foi o avistamento mais impressionante.

Pouco tempo depois dos eventos na Baía do Sol, um rapaz armou uma armadilha para caçar uma paca às margens do Rio Jari. Ele armou um acampamento encima de uma arvore e ficou à espera. Durante a noite, surgiu um objeto intensamente iluminado que posicionou-se acima do acampamento. Do objeto abriu-se uma escotilha e por ela saiu um estranho ser que, através de um facho de luz, desceu flutuando, de braços aberto. Assustado o rapaz deixou a rede onde estava deitado e se escondeu no mato. O estranho ser dirigiu-se até a rede onde o caçador estivera, e com um feixe de luz que saía da palma de sua mão iluminou o local, examinando a rede. Repentinamente o estranho ser dirigiu-se diretamente para onde o rapaz estava escondido. Assustado o rapaz fugiu correndo para o barco ancorado no rio, onde haviam dois colegas. Eles se esconderam e observaram o objeto se aproximar do barco, posicionando-se sobre ele. Do objeto saiu o mesmo ser que começou a examinar o que havia a bordo. Os três amigos assustados, permaneceram escondidos em meio à plantas aquáticas até que o objeto foi embora. No dia seguinte, o caso chegou ao conhecimento do Capitão Hollanda que foi com uma equipe até o local.

Durante a vigília naquela noite eles observaram um grande objeto, com forma semelhante à de uma bola de futebol americano, que bailou a frente do grupo por algum tempo. Todo o episódio foi fotografado e documentado pelos militares, sendo que tal material até o momento não foi liberado.

Encerramento

A Operação, embora estivesse atingindo os objetivos e até mesmo interagindo com o Fenômeno Chupa-chupa, foi abruptamente encerrada depois de quatro meses de atividades. O material resultante da Operação foi inicialmente guardada no 1º COMAR e depois transferida para Brasília onde possivelmente está até hoje.

Praia do Humaitá, local as primeiras vigílias dos militares na Operação Prato.

 

Praia do Humaitá, local as primeiras vigílias dos militares na Operação Prato.

 

 

Praia do Machadinho, em Colares.

 

Praia do Machadinho, em Colares.

 

Praia do Machadinho, em Colares.

 

Praia do Machadinho, em Colares.

 

Documento sobre caso de avistamento em Colares, ocorrido em 16 de outubro de 1977, às 18:30 hrs.

 

Com base nas informações do documento anterior foi possível, através de fotografias aéreas recentes (google maps) reproduzira trajetória do objeto e a posição dos observadores na ocasião. Em vermelho, destaca-se os locais de acampamento dos militares da Operação Prato que testemunharam a aparição. Em laranja, indica-se outros observadores.

 

Uma das fotografias obtidas em Colares (PA) e que estão incluídas entre os registros da Operação Prato.

 

Todos a Operação Prato foi minuciosamente registrada em documentos escritos.

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:


Morte na Ilha do Caranguejo 

O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.


O Início do Fenômeno Chupa-Chupa

O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.


A Fase Gurupi, do Fenômeno Chupa-chupa

Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.


O Fenômeno Chupa-Chupa e a fase da Baía do Sol

Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.


A Operação Prato

Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.


Coronel Uyrangê Hollanda, comandante da Operação Prato

Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.


Os Documentos Oficiais da Operação Prato

A Operação Prato, organizada pela Força Aérea Brasileira para investigar os casos agressivos envolvendo UFOs ao norte do Pará e Maranhão, gerou farta documentação. 


As Fotografias da Operação Prato

Conjunto de algumas das fotografias e frames de filmagens dos objetos envolvidos nos ataques.


Características e Padrões do Chupa-Chupa

Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.


Depoimentos de Testemunhas do Chupa-Chupa

Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.


Reportagens de Jornal

Coletânea de reportagens de jornais de época.


Entrevista com Daniel Rebisso Giese

Daniel Rebisso Giese – Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).


Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho

Wellaide Cecim Carvalho – médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.


Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda

Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima – Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.


Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes

Carlos Mendes – Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.


Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias

Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.


Os Anos Seguintes

Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Filmes e Documentários sobre o Chupa-Chupa

Acesse aqui filmes e documentários sobre o Chupa-chupa e a Operação Prato


 

Referências:


  1. PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
  2. PETIT, Marco Antonio. UFOs: Arquivo Confidencial. Campo Grande: CBPDV, 2007
  3. RANGEL, Mário. Sequestros Alienígenas. Campo Grande: CBPDV, 2007
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  5. ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
  6. CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
  7. GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
  8. GIESE, Daniel. O Fenômeno “Chupa-Chupa”: OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
  9. GIESE, Daniel. Novidades no Fenômeno “Chupa-Chupa”. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 7, p. 14-15, março 1986.
  10. AGHATOS, Stelio e OLIVEIRA, Daniela. UFOs Rondam a Floresta Amazônica. Revista UFO, Campo Grande, nº 39, p. 8-11, Agosto de 1995.
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  15. MAUSO, Pablo Villarrubia. O Mistério das Luzes Assassinas na Amazônia. Revista UFO, Campo Grande, nº 86, p. 32-35, abril de 2003.
  16. STABOLITO, Reinaldo. Política de Acobertamento: A Política Internacional de Sigilo ao Fenômeno UFO é Imposição do Governo Norte-Americano. Revista UFO, Campo Grande, nº 99, p. 16-21, maio de 2004.
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  21. GOMES, Evelin. Atividades extraterrestres ainda são registradas em Colares após anos dos primeiros contatos. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 26-27, setembro de 2005.
  22. GEVAERD, A. J. Ainda Há Muito a Se Pesquisar no Pará. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 31-35, setembro de 2005.
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  24. EQUIPE UFO. Dossiê Amazônia: Continua a busca de informações sobre as ações militares na região. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 26-35, outubro de 2005.
  25. EQUIPE UFO. O Impressionante Depoimento da Médica que Atendeu as Vítimas do Chupa-chupa. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 20-29, novembro de 2005.
  26. CHAVES, Pepe. Como as assombrações da Amazônia se tornaram as assombrações de um homem: Coronel Uyrange Hollanda. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 30-36, novembro de 2005.
  27. PETIT, M. A. Dossiê Amazônia: O ultimo depoimento de Uyrangê Hollanda fornece inspiração para reflexões. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 14-20, dezembro de 2005.
  28. ATHAYDE, Reginaldo. Os ataques do chupa-chupa começaram no Ceará. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 22-23, dezembro de 2005.
  29. GEVAERD, A. J. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 24-31, dezembro de 2005.
  30. Site Operação Prato
  31. Arquivo Cronológico de Entrada [ACE 3370/83] – (Serviço Nacional de Informações – SNI) [82.9 MB – 86 páginas
  32. Operação Prato – 01.01.01 – Relatório de Missão 1 – (FAB – 1º COMAR) [25.9 MB – 40 páginas]
  33. Operação Prato – 01.01.02 – Relatório de Missão 2 – (FAB – 1º COMAR) [15.1 MB – 22 páginas]
  34. Operação Prato – 01.02.00 – Informações Operacionais 1 – (FAB – 1º COMAR) [19.3 MB – 15 páginas]
  35. Operação Prato – 01.03.00 – Ilustrações de Ocorrências – (FAB – 1º COMAR) – [22.5 MB – 52 páginas]
  36. Operação Prato – 02.00.00 – Resumo Cronológico – (FAB – 1º COMAR) – [31.8 MB – 52 Páginas]
  37. Operação Prato – 03.01.01 – Registro de Caso 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.29 MB – 4 páginas]
  38. Operação Prato – 03.01.02 – Registro de Caso 2 – (FAB – 1º COMAR) – [1.20 MB – 3 páginas]
  39. Operação Prato – 03.01.03 – Registro de Caso 3 – (FAB – 1º COMAR) – [3.79 MB – 8 páginas]
  40. Operação Prato – 03.01.04 – Registro de Caso 4 – (FAB – 1º COMAR) – [487 KB – 1 página]
  41. Operação Prato – 03.02.01 – Registro de Caso 5 – (FAB – 1º COMAR) – [743 KB – 2 páginas]
  42. Operação Prato – 03.02.02 – Registro de Caso 6 – (FAB – 1º COMAR) – [399 KB – 1 página]
  43. Operação Prato – 03.02.03 – Registro de Caso 7 – (FAB – 1º COMAR) – [337 KB – 1 página]
  44. Operação Prato – 03.02.04 – Registro de Caso 8 – (FAB – 1º COMAR) – [1.59 MB – 3 páginas]
  45. Operação Prato – 03.02.05 – Registro de Caso 9 – (FAB – 1º COMAR) – [4.00 MB – 9 páginas]
  46. Operação Prato – 03.02.06 – Relatório Adicional 1 – (FAB – 1º COMAR) – [3.02 MB – 6 páginas]
  47. Operação Prato – 03.02.07 – Relatório Adicional 2 – (FAB – 1º COMAR) – [412 KB – 1 página]
  48. Operação Prato – 03.02.08 – Relatório Adicional 3 – (FAB – 1º COMAR) – [463 KB – 1 página]
  49. Operação Prato – 03.02.09 – Relatório Adicional 4 – (FAB – 1º COMAR) – [437 KB – 1 página]
  50. Operação Prato – 04.00.00 – Folha de Ocorrências 1 – (FAB – 1º COMAR) – [2.72 MB – 5 páginas]
  51. Operação Prato – 05.00.00 – Informe Especial 1 – (FAB – 1º COMAR) – [11.2 MB – 15 páginas]
  52. Operação Prato – 06.00.00 – Órgãos de Informação 1 – (FAB – 1º COMAR) – [1.13 MB – 2 páginas]
  53. Operação Prato – 07.01.00 – Disposições Gerais 1 – (FAB – 1º COMAR) – [0.99 MB – 2 páginas]
  54. Operação Prato – 07.02.00 – Relatório Geral 1 – (FAB – 1º COMAR) – [115 MB – 160 páginas]
  55. Fotografias da Operação Prato – [683 Kb – 18 páginas]
  56. Fotografias da Operação Prato [BURN] – [25.7 MB – 86 páginas]
  57. Relatorio 1- Relatorio de Missao – Parte Informativa -VERSAO INEDITA
  58. Relatorio 2 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  59. Relatorio 3 – Relatorio de Missao – Umbituba
  60. Relatorio 4 – Relatorio de Missao – II – Parte Operacional – VERSAO INEDITA
  61. Relatorio 5 – Relatorio de Pescadores
  62. Relatorio 6 – Comentarios e Aspecto Psico-Social e Econamico – VERSAO ANTIGA
  63. Relatorio 6 – Comentários e Aspecto Psico-Social e Economico – VERSAO INEDITA
  64. Relatorio 7 – Relatorio de Missao – I – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  65. Relatorio 8 – Relatorio de Missao – II – Parte Informativa – VERSAO INEDITA
  66. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO ANTIGA
  67. Relatorio 9 – Extra 01 – VERSAO INEDITA
  68. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO ANTIGA
  69. Relatorio 10 – Extra 02 – VERSAO INEDITA
  70. Relatorio 11 – Extra 03 – VERSAO INEDITA
  71. Relatorio 12 – Extra 04 – VERSAO INEDITA
  72. Relatorio 13 – Extra 05 – VERSAO INEDITA
  73. Relatorio 14 – Extra 06 – VERSAO INEDITA
  74. Relatorio 15 – Relatorio de Missao – Fazenda Jeju
  75. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO ANTIGA
  76. Relatorio 16 – Relatorio do Agente – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
  77. Relatorio 17 – Relatorio de Missao – Partes Operacional e Informativa – Fazenda Jeju – VERSAO INEDITA
  78. Relatorio 18 – Relatorio do Agente – Extra 07 – VERSAO INEDITA
  79. Relatorio 19 – Relatorio do Agente – Extra 08 – VERSAO INEDITA
  80. Relatorio 20 – Relatorio do Agente – Extra – VERSAO INEDITA
  81. Relatorio 21 – Relatorio do Agente – Extra 09 – VERSAO INEDITA
  82. Relatorio 22 – Relatorio do Agente – Extra 10 – VERSAO INEDITA
  83. Relatorio 23 – Relatorio do Agente – Extra 11 – VERSAO INEDITA
  84. Relatorio 24 – Relatos Esparsos – VERSAO INEDITA
  85. Relatorio 25 – Extra 12 – VERSAO INEDITA
  86. RELATORIO FILMES SUPER 8 – www.operacaoprato.com
  87. RELATORIO MEDICO – www.operacaoprato.com
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